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Crítica: Demônio de Neon (2016, de Nicolas Winding Refn)



O diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn já chamava a atenção na sua terra natal, mas foi ao céu no Festival de Cannes em 2011 quando apresentou 'Drive', sua obra de maior impacto até então. Dois anos depois, também em Cannes, Refn foi ao inferno com 'Só Deus Perdoa', um filme de visual lindo, mas tão excessivamente abstrato que parece ser chato e vazio. Eis que agora ele retornou novamente em Cannes, causando frenesi e com um ótimo marketing visual, trazendo sua nova obra, intitulada 'Demônio de Neon'. Se em 2011 ele foi ovacionado e em 2013 foi vaiado, agora em 2016 seu novo filme dividiu muito as opiniões. Alguns vaiaram, outros elogiaram a coragem. O filme dividiu a crítica, com notas e percentuais de 50%. Muitos odiaram. Outros amaram. Realmente um divisor de águas e opiniões. O que dizer desta obra?


Crítica: 31 (2016, de Rob Zombie)



O roqueiro e diretor Rob Zombie é um cineasta polêmico. Abusando de referências dos slashers e exploitations setentistas, ele bebe de vertentes que lembram os clássicos 'O Massacre da Serra Elétrica' (1974, de Tobe Hooper), 'Quadrilha de Sádicos' (1977, de Wes Craven) e produções do tipo, quase sempre envolvendo viagens (road movies) e trazendo uma forte pegada no gore e nudez. Se seus filmes trazem estas referências e é um prato cheio para quem curte produções mais pesadas, por outro lado suas obras são amplamente detonadas pela falta de roteiro, atuações canastronas, estilo de filmagem amador e uma superestimada valorização da atriz Sheri Moon Zombie, que por sinal é esposa do diretor. Entre as suas obras mais bem vistas, encontram-se as duas primeiras: 'A Casa dos Mil Corpos', que brinca com os clichês dos filmes de terror como os citados mais acima; e uma pseudo-continuação deste chamada 'Rejeitados Pelo Diabo', que é chocante mas disparada sua melhor obra. Após isso, Zombie foi amplamente detonado pelos seus remakes do clássico 'Halloween' (o original de 1978 de John Carpenter). Apesar de falhas do roteiro e um visual grotesco excessivamente amador, estes dois últimos 'Halloween' (2007 e 2009) tem um terror bem forte, com um certo estudo sobre a infância, origem e mente de um psicopata. Além destes, outro filme detonado é 'As Senhoras de Salem', que com suas cenas psicodélicas e abstratas, flerta com um estilo "lynchiano" e traz a melhor atuação de Sheri Moon.

Crítica: Terror na Água (2011, de David R. Ellis)


Lançado em Novembro de 2011, o filme ‘Terror na Água’ é dirigido por David R. Ellis (Premonição 4) e traz atores como Sara Paxton, Chris Carmack, Chris Zylka e Joel David Moore. Repleto de controvérsias, muitos odiaram e outros amaram. É óbvio que o CGI reina solto, pois a trama em si é bem inusitada. Mas o simples fato de ter tubarões já pode chamar a atenção dos mais curiosos que curtem essa temática. Sendo assim, ele até que funciona como um bom trash.

Crítica: Visões de um Crime (2011, de Julien Magnat)


Lançado em 2011 direto para DVD com distribuição da California Filmes, o longa 'Visões de um Crime' é um tenso thriller cuja temática abordada é inusitada, porém inovadora. Estrelado por Milla Jovovich, Sarah Wayne Callies e Julian McMahon, a história é repleta de muito suspense e aborda um tema pouco visto em outros filmes, mas que possivelmente convença a maioria dos telespectadores.

Crítica: O Sol da Meia-Noite (1985, de Taylor Hackford)



Na crítica de hoje, resgato este clássico que infelizmente não é tão lembrado. Mas certamente todos que gostam das lendárias canções dos anos 80 se lembram do single 'Say You, Say Me' de Lionel Ritchie. Pois bem, esta bela canção é a música tema deste grande trabalho chamado 'O Sol da Meia-Noite', um clássico de 1985, que às vezes parece meio esquecido no tempo. Em plena Guerra Fria e tensão entre Estados Unidos e Rússia (que durou até 1991), este filme foi lançado para mostrar um pouco de como este conflito influenciou algumas vidas e carreiras artísticas. A história traz um bailarino russo chamado Nikolai, que deixa seu país afim de fazer sucesso na América . Mas quando o avião em que está viajando é obrigado a pousar na Rússia, os agentes soviéticos da KGB fazem dele um prisioneiro desertor. Ele é obrigado a ficar sob os olhares de um casal: um sapateador americano negro e desertor e sua esposa russa. Em cima de toda pressão patriótica, cria-se uma história sobre amizade e amor à dança. 

Crítica: Catarina - A Lenda da Loira do Banheiro (2014, de Marcos Otero)


Com pouca divulgação em massa, o longa ‘Catarina – A Lenda da Loira do Banheiro’ tem a direção de Marcos Otero e conta a história que aterrorizou gerações. Não sei vocês, mas eu morria de medo (pra falar a verdade ainda tenho pavor) dessa lenda urbana. Por mais que seja apenas um mito, sempre me dá aquela sensação de medo, principalmente quando se acaba de assistir e precisa ir ao banheiro. Sério, não nem nada pior do que ficar se lembrando do filme. Portanto se você for estudante ou sensível a sustos, é desaconselhável ver sozinho de noite e com a luz apagada.

Crítica: O Homem nas Trevas (2016, de Fede Alvarez)


Chegou aos cinemas brasileiros o novo longa de Fede Alvarez, que dirigiu o remake de 'A Morte do Demônio'. 'O Homem nas Trevas' promete ser um dos melhores lançamentos do gênero de terror do ano e se a intenção do diretor era assustar o público, pois olha: então conseguiu. Com uma atmosfera absolutamente sombria, o filme possui uma trama básica, mas no decorrer dos acontecimentos (especialmente quando o desfecho vai chegando), o espectador é surpreendido de tal forma que vai ficar de queixo caído.

Crítica: Pânico na Floresta (2003, de Rob Schmidt)


'Pânico na Floresta' foi um dos filmes de terror mais badalados de 2003. Dirigido por Rob Schmidt, o longa causou certas controvérsias entre o público, o que sinceramente não entendo, pois muitos preferem gostar e falar menos mal das fracas e desnecessárias continuações. Entretanto, para uma produção do gênero, ele arrebentou! Com uma história pra lá de insana, seu desenvolvimento é capaz de te manter "grudado" na cadeira do início ao fim.

Crítica: Isolados (2014, de Tomas Portella)


Lançado por aqui em Setembro de 2014, o longa nacional 'Isolados' vinha com a premissa de ser um terror inovador. No entanto, o trailer de certa forma testa o espectador e acaba por ser um baita suspense psicológico. Apesar das fracas críticas que andou recebendo, ele não é dos piores; ficou sim devendo em alguns aspectos, mas nada que chegue ao ponto de classificá-lo como péssimo. Pelo menos o diretor se empenhou criando uma história interessante. Realço que ele é um daqueles filmes no estilo: "ame ou odeie".

Crítica: Dois Caras Legais (2016, de Shane Black)





Shane Black é um cineasta que tem um estilo que lembra às vezes Quentin Tarantino, em outros momentos lembra mais Guy Ritchie, com produções que falam sobre crime e máfia, mas mesclam isso com críticas à sociedade, ao estilo de vida do sonho americano e uma dose de humor negro. Quando o diretor fez 'Homem de Ferro 3' lá nas terras da Marvel, decepcionou muita gente e até agora é lembrado como um dos piores filmes dos heróis. Bem, com isso em mente e voltando à boa forma e a seu estilo antigo, Black entregou nesta temporada esta obra aqui, chamada 'Dois Caras Legais'. É interessante que o filme fez pouco em bilheteria, devido a forte concorrência e também ao fato deste ano estar decepcionando neste quesito. Porém a produção brilhou com a crítica e o público, tendo uma aprovação altíssima nos meios críticos especializados (aprovação que chega a 95%), sendo ainda considerado o melhor filme investigativo e a melhor comédia de 2016. Isso é muito, pois se trata de uma novidade, em meio a tantos super-heróis, continuações e remakes que Hollywood anda lançando. Será que o filme é tão bom assim?

Crítica: Jogo do Dinheiro (2016, de Jodie Foster)


Lançado por aqui em Maio desse ano, o novo filme de Jodie Foster, 'Jogo do Dinheiro', traz George Clooney e Julia Roberts como personagens principais. Trata-se de um thriller policial que possui uma história pra lá de inusitada. Quem é fã de um bom suspense inteligente certamente irá gostar dele.

Crítica: Quando As Luzes Se Apagam (2016, de David F. Sandberg)


Um dos filmes de terror mais esperados do ano está chegando aos cinemas! 'Quando As Luzes se Apagam' marca a estreia do diretor David F. Sandberg e traz James Wan como produtor. Wan é considerado mestre do gênero, não somente por conta de seus últimos trabalhos terem batido recordes de bilheteria, mas também porque o cineasta é conhecido por dirigir e produzir obras de baixo orçamento e transformá-los em grandes sucessos! Todos sempre ovacionados pela crítica especializada e fãs do gênero. Com base nisso, este longa vem com uma premissa interessante e possivelmente se torne o filme "sensação" dos próximos meses. Só de ver o trailer, deduz-se que muitos sustos virão! Pode apostar, isso foi o que não faltou e dizem que a tal entidade é a nova Samara, de 'O Chamado'.

Crítica: A Tribo (2009, de Jorg Ihle)


Lançado por aqui em abril de 2009, o terror 'A Tribo' chegou a ser bem popular na época, mas ao mesmo tempo veio causando arrependimentos, cujos quais envolviam revoltas das pessoas que alugaram o DVD nas locadoras (que por sinal estão entrando em extinção, por assim dizer). Sou prova viva disso: estava vendo com meu pai e ele não aguentou assistir nem metade, afirmando que o filme era uma tremenda marmelada. Ressalto que concordo, mas discordo em partes. A começar pelo título: houve tanta confusão desnecessária, ora diz que é 'The Tribe', ora 'After Dusk They Come', até chegar em 'The Forgotten Ones', onde a tradução literal seria 'Os Esquecidos'. No fim das contas, o Brasil preferiu manter o título como 'A Tribo'.

Crítica: Em Busca da Justiça (2016, de Gavin O'Connor)




Não posso dizer que sou um grande fã de filmes de faroeste, até porque não cresci no período em que eles eram bem populares. Hoje em dia o gênero não faz tanto sucesso como antigamente mas, uma vez ou outra alguma produção é lançada e dentre esses lançamentos uma me chamou a atenção, o ótimo 'A Salvação' (2014) que traz Mads Mikkelsen e Eva Green em uma história interessante voltada mais para o drama e tendo o velho oeste como cenário. Essa boa experiência me fez ficar de olho em outra película que também prometia muito o 'Jane Got a Gun' (título bem familiar para quem gosta da banda Aerosmith). 

O filme acabou ficando marcado por um conturbado processo de pré-produção, inicialmente o cargo de diretor era de Lynne Ramsay mas ela acabou se afastando, sendo substituída por Gavin O'Connor. A saída da diretora fez com que o ator Jude Law também abandonasse o projeto, no seu lugar contrataram Bradley Cooper que mais tarde também se desligou da produção alegando conflito na agenda, o papel então passou para Ewan McGregor encerrado toda essa confusão iniciada lá em 2013.

Crítica: Ninguém Sobrevive (2013, de Ryûhei Kitamura)


Filmes "gore", como são chamados, nem sempre são bons. A maioria produzida
por Hollywood se enche de clichês, que acabam tornando-os até vergonhosos.
Porém, o thriller 'Ninguém Sobrevive' não se encaixa na maioria e prova como
minoria, deixa o espectador grudado na cadeira de tão arrepiante! Como em
outros longas do diretor, não temos aqui a luta entre o bem vs. mal e sim do 
mal vs. mal. Se você procura por um terror no melhor estilo 'The Midnight Meat 
Train' (2008), esse é o filme certo, com certeza.

Crítica: Rebirth (2016, de Karl Mueller)




‘Rebirth’, longa original Netflix tendo Karl Mueller como diretor, estreou na sexta (15) com uma premissa já conhecida, porém bastante engenhosa. Volta-se a um protagonista típico americano que tem sua vida, pacata com uma rotina quase que robótica, transformada depois que é convocado por um antigo amigo a ir a um retiro espiritual num final de semana.

Se eu pudesse convencê-lo de algo, seria não assista a este filme, ou assista só para ter um gosto amargo por ter perdido um tempo, mas se encontrou este filme rolando a barra da Netflix e achou a sinopse interessante, veja primeiro suas notas no IMDB ou Rotten para amenizar sua decepção.


Crítica: Dentro do Labirinto Cinzento (2015, de David Hackl)




Na minha visão, de todos os filmes de animais assassinos lançados até hoje, acredito que os ursos é um dos que mais ficaram prejudicados, pois de todos que já tive a oportunidade de assistir, nenhum conseguiu retratar de forma satisfatória o real perigo e violência que esses animais podem oferecer. Dos filmes mais recentes considero 'Sobreviventes' o melhor até então mas, não o suficiente para virar um bom representante do tema. Já outros como os medianos 'Fúria Sangrenta' e 'Grizzly Park - O Parque dos Ursos Selvagens' servem mais como entretenimento passageiro e descompromissado.

Quando as primeiras notícias de 'Dentro do Labirinto Cinzento' saíram, anunciando David Hackl ('Jogos Mortais 5') como diretor e a contratação de um elenco competente e conhecido, muitos começaram a acreditar que esse poderia ser "o filme" de ursos assassinos. Doce engano! Pois a única coisa que o filme consegue fazer é desperdiçar todo seu potencial em algo totalmente dispensável.

Crítica: O Olho do Mal (2008, de David Moreau, Xavier Palud)


Volta e meia, filmes de terror asiáticos ganham refilmagens hollywoodianas, tanto boas quanto ruins. Entretanto, não sei por que, mas as versões americanas sempre acabam me atraindo mais e 'O Olho Do Mal' não foi exceção. Dirigido pelos franceses David Moreau e Xavier Palud, o remake estrelado pela bela Jessica Alba foi uma grata surpresa e superou as expectativas. Ao esperar algo ordinário, no fim das contas, seu resultado foi eminente.

Crítica: Boa Noite, Mamãe (2016, de Severin Fiala, Veronika Franz)


Lançado no Brasil há alguns meses atrás, o suspense austríaco 'Boa Noite, Mamãe!' deu o que falar! Tendo o alemão como o idioma predominante, seu desenvolvimento foi um pouco lento, mas não o bastante para contar com cenas insanas e até um pouco confusas. Afirmo que é meio difícil escrever sobre esse filme, por conta de toda a tensão que ele apresenta ao longo da película.

Crítica: No Cair da Noite (2003, de Jonathan Liebesman)


Ah, como filmes de terror antigos são cômicos! 'No Cair da Noite' é prova disso. O longa do diretor Jonathan Liebesman, que depois dirigiu 'Invasão do Mundo - Batalha de Los Angeles', 'Fúria de Titãs 2' e 'As Tartarugas Ninja', traz a versão sombria do conto infantil que todo mundo conhece e a inversão foi genial!