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Crítica: A Vítima Perfeita (2009, de Simone North)


Lançado direto em DVD em Março de 2009, o filme 'A Vítima Perfeita' é um drama com toques de suspense que foi dirigido por Simone North. Baseado em uma história real, ele trata de um tema complicado: a obsessão pela beleza de outro indivíduo e até que ponto a inveja de uma pessoa é capaz de chegar.

Crítica: O Sol da Meia-Noite (1985, de Taylor Hackford)



Na crítica de hoje, resgato este clássico que infelizmente não é tão lembrado. Mas certamente todos que gostam das lendárias canções dos anos 80 se lembram do single 'Say You, Say Me' de Lionel Ritchie. Pois bem, esta bela canção é a música tema deste grande trabalho chamado 'O Sol da Meia-Noite', um clássico de 1985, que às vezes parece meio esquecido no tempo. Em plena Guerra Fria e tensão entre Estados Unidos e Rússia (que durou até 1991), este filme foi lançado para mostrar um pouco de como este conflito influenciou algumas vidas e carreiras artísticas. A história traz um bailarino russo chamado Nikolai, que deixa seu país afim de fazer sucesso na América . Mas quando o avião em que está viajando é obrigado a pousar na Rússia, os agentes soviéticos da KGB fazem dele um prisioneiro desertor. Ele é obrigado a ficar sob os olhares de um casal: um sapateador americano negro e desertor e sua esposa russa. Em cima de toda pressão patriótica, cria-se uma história sobre amizade e amor à dança. 

Crítica: A Girl Like Her (2015, de Amy S. Weber)


No mês da prevenção ao suicídio, o #SetembroAmarelo, o blog Minha Visão do Cinema traz uma recomendação de filme sobre o tema*   

'A Girl Like Her' é um drama norte americano escrito e dirigido por Amy S. Weber. O longa aborda um assunto que, ainda que considerado triste e pesado, merece e precisa cada vez mais ser lembrado: o crescente número de adolescentes que tentam (e na maioria das vezes conseguem) tirar a própria vida em conseqüência do bullying.

Crítica: Herança de Sangue (2016, de Jean-François Richet)



Com as franquias 'Máquina Mortífera' e 'Mad Max', Mel Gibson se tornou um astro da ação, amado pelo público e respeitado pela crítica. Além da sua boa performance na pancadaria, o ator mostrou características cômicas (às vezes de humor negro) que faziam ele ter carisma em cena. Assim, Gibson foi um expoente no cinema de entretenimento. Porém seus problemas pessoais vieram a público, envolto de polêmicas como agressões a esposa, tendências violentas e atitudes um tanto preconceituosas. Com o final dos anos 90 e chegada dos anos 2000, Gibson já não tinha mais lugar no meio dos filmes de ação, apostando assim em uma carreira como diretor. Seria esta uma das melhores coisas que ele faria, pois como cineasta ele ainda tinha mais qualidades, entregando obras contundentes e de força cinematográfica, como o clássico 'Coração Valente', o chocante 'A Paixão de Cristo' e o divertido 'Apocalypto'. Porém nos últimos anos ele também se afastou desta função. Atuando em filmes mais humildes recentemente, onde apostaram mais no lado dramático, ele fez papeis legais, mas que já não chamaram a atenção. Teve uma pequena volta ao passado como o vilão do nostálgico e injustiçado 'Mercenários 3', mas ainda faltava-lhe seu bom retorno como herói. Bem, não falta mais. Em cartaz nos cinemas, 'Herança de Sangue' resgata o protagonismo de Mel Gibson, ao mesmo tempo em que não deixa de ser uma referência interna ao mesmo.

Crítica: Não me Abandone Jamais (2010, de Mark Romanek)


Baseado no best-seller de Kazuo Ishiguro, o longa ‘Não me Abandone Jamais’ estreou em 2010 e dividiu a opinião do público. A sinopse gira em torno de três adultos que quando crianças, tiveram o rumo da história de suas vidas mudado para sempre. Ao crescerem, eles descobrem que precisam enfrentar a força do amor que sentem um pelo outro, enquanto se preparam para a assombrosa realidade que os aguarda. Sendo assim, ele é mais um que se encaixa no dilema “ame ou odeie”. Um drama forte que trata de um assunto complexo, mas comovente.

Crítica: Casa de Jogos (2008, de Lori Petty) - A estreia de Jennifer Lawrence.



Filmes de baixo orçamento, geralmente, passam em branco por aqueles que não sofrem da famigerada cinefilia. Este, senhores, acreditem, merece (ou deveria) um carinho a mais de nossa parte, os cinéfilos. ‘The Poker House’ ('A Casa de Pôquer', em bom português) marca um momento histórico! Sim, esta é só a estreia da atual queridinha de Hollywood, a atriz mais lucrativa do mundo, Jennifer Lawrence. Porém, por incrível que pareça, a primeira atuação da protagonista de ‘Jogos Vorazes’, a Mística dos últimos três filmes da franquia ‘X-Men’, não é o principal trunfo do filme, que dura céleres 1h 33m muito importantes para quem curte filmes independentes. 

Lançamentos do Cinema em Setembro:



Entramos em Setembro com tudo, e já é reta final do ano. Nesta época pós verão americano, os filmes carregados em efeitos especiais diminuem em quantidade (2 ou 3 por mês) e começam a surgir filmes menores, muitas produções alternativas, indies e que farão menos bilheteria; mas que agradarão os críticos. Pode-se dizer que começam a surgir alguns estilos que vão predominar até o fim de ano. Com uma concorrência menor, vários filmes nacionais aparecem nos cinemas, sendo a maioria comédias nacionais pastelonas ou românticas, enquanto que alguns projetos nacionais alternativos de suspense, drama e com temas reflexivos também surgem. Outro estilo de filme que começa a surgir forte são os longas de suspense e terror, em um preparativo para a época do Halloween americano (em Outubro), onde diversos filmes desta temática lotam cinemas, locadoras e sites online. E a corrida pelas premiações como Oscar e Globo de Ouro também começa agora, com diversos dramas, épicos e filmes de conteúdo existencialista surgindo afim de encantar a crítica.

Vale lembrar que nesta agenda aqui do Brasil, vários destes filmes aí estão atrasados algumas semanas ou meses com relação ao seu lançamento nos Estados Unidos. E alguns ainda poderão ter sua estreia adiada. Mas a princípio, segue o calendário. Veja os trailers, separe o dinheiro e programe-se:

Crítica: Prisioneiras Nunca Mais (2016, de Lisa Arnold)


Baseado em fatos reais, o longa 'Prisioneiras Nunca Mais' foi lançado no Brasil em Janeiro deste ano pela Graça Filmes. Sem dúvidas entrou para a minha lista de 10 melhores filmes do gênero gospel! Afinal, trata de um tema triste e real: o tráfico humano. Tenha em mente que ele carrega a seguinte moral: "a esperança é a última que morre".

Crítica: Frankenstein (2015, de Bernard Rose)


Pouco divulgado em massa, o longa 'Frankenstein' chegou ao circuito brasileiro há poucas semanas atrás (repare que nos EUA ele estreou em Outubro do ano passado) e anda dando o que falar. Afinal, são inúmeras as adaptações já lançadas no cinema; todas baseadas no livro da renomada autora Mary Shelley. O que posso dizer é que esta nova versão merece ser conferida! Preparem-se para elementos cujas características ainda que pesadas, não deixam de ser interessantes.

Crítica: Ray (2005, de Taylor Hackford)




Ray Charles é um dos maiores ícones da música americana e tem sua vida pessoal e profissional dignas de história de cinema. E isso acabou virando realidade em 2005, com o longa ‘Ray’. O filme foca tanto em sua busca pelo sucesso na música, inovando ao misturar o gospel com o jazz, quanto na sua vida pessoal, conturbada e também marcada por superações e busca por independência apesar de sua deficiência visual. 

Crítica: Meninos Não Choram (1999, de Kimberly Peirce)


  1999, definitivamente, não foi lá um ano muito fácil para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidir sobre os indicados à cerimônia do Oscar, que se aproximava, tampouco quem iriam premiar dentre tantos projetos feitos com tanto empenho e dedicação, além dos novos talentos que surgiram no decorrer do ano. Principalmente quando novembro finda e, nos cinemas, chega aquele que os críticos considerariam um dos principais de seus favoritos para a vitória na glamorosa noite do Academy Awards: o docudrama 'Boys Don’t Cry', ou 'Meninos Não Choram' como título brasileiro. 



O longa possui uma das atuações mais querida pela crítica, chegando a ser, unanimemente, considerada a melhor daquele ano e, até os dias de hoje, uma das mais tecnicamente bem executadas, e principal trunfo do filme.

Crítica: Soul Surfer - Coragem de Viver (2011, de Sean McNamara)


Filmes baseados em fatos reais é outra coisa, né? Conferir uma história verídica muda totalmente a visão de quem assiste a um filme em que os eventos são pura e simplesmente fictícios. Em vista disso que o drama 'Soul Surfer - Coragem de Viver' inspirou-se.

Crítica: Bloodline – a série mais subestimada da Netflix


Em março de 2015, a Netflix adicionou ao catálogo de séries a sua mais nova produção original: o drama/thriller 'Bloodline', escrito por Glenn Kessler e produzido pela Sony Pictures Television.

Obtendo uma série de críticas positivas, o original Netflix garantiu sua renovação logo após a estréia e, em maio de 2016, a segunda temporada já estava disponível na plataforma. No entanto, a impressão que tenho é a de que poucas pessoas - mesmo aquelas fissuradas em séries - já assistiram ou ao menos conhecem 'Bloodline'. E, sobre isso, eu só consigo pensar em algo muito importante pra dizer: vocês não sabem o que estão perdendo.

Crítica: Bebê de Outubro (2012, de Andrew Erwin, Jon Erwin)


Lançado por aqui pela BV Films em 2012, o filme 'Bebê de Outubro' é indubitavelmente uma das melhoras obras do gênero gospel. Apresentando uma história fortíssima, o longa faz-nos refletir em um assunto que embora pouco conhecido, merece ser conferido por todos! Preparem-se, pois ele é muito tocante.

Crítica: Confiar (2011, de David Schwimmer)


O longa 'Confiar' chegou ao circuito brasileiro por volta de 5 anos atrás e gerou diversas opiniões entre o público. Ao abordar um tema bem atual, ele envolve o telespectador pelo objetivismo que apresenta. Sabe aquele ditado: "na internet você nunca está sozinho"? Então, é justamente esse o conceito transmitido no filme e que atualmente é um problema gritante em nossa sociedade.

Crítica: Tallulah (2016, de Sian Heder)


“Somos todos horríveis. E também somos apenas pessoas”

A Netflix disponibilizou nesta sexta-feira (29) seu mais novo filme original 'Tallulah', que obteve sua estreia no Festival de Sundance 2016. Primeiro longa para o cinema dirigido por Sian Heder, escritora de 'Orange is the New Black'. O drama de Heder traz as atrizes Ellen Page e Allison Janney juntas novamente, já que contracenaram como mãe e filha no clássico 'Juno' (2007).

Crítica: A Caminho da Felicidade (2012, de David M. Rosenthal)


Lançado há cerca de 4 anos atrás, o longa 'A Caminho da Felicidade' foi bem recebido pelo público e por parte da crítica. Com uma história semelhante a 'O Som do Coração', ele certamente vai conquistar aqueles que adoram filmes baseados em histórias reais!

Crítica: Cúmplices de um Segredo (2014, de Stanley M. Brooks)

Crítica: Em Busca da Justiça (2016, de Gavin O'Connor)




Não posso dizer que sou um grande fã de filmes de faroeste, até porque não cresci no período em que eles eram bem populares. Hoje em dia o gênero não faz tanto sucesso como antigamente mas, uma vez ou outra alguma produção é lançada e dentre esses lançamentos uma me chamou a atenção, o ótimo 'A Salvação' (2014) que traz Mads Mikkelsen e Eva Green em uma história interessante voltada mais para o drama e tendo o velho oeste como cenário. Essa boa experiência me fez ficar de olho em outra película que também prometia muito o 'Jane Got a Gun' (título bem familiar para quem gosta da banda Aerosmith). 

O filme acabou ficando marcado por um conturbado processo de pré-produção, inicialmente o cargo de diretor era de Lynne Ramsay mas ela acabou se afastando, sendo substituída por Gavin O'Connor. A saída da diretora fez com que o ator Jude Law também abandonasse o projeto, no seu lugar contrataram Bradley Cooper que mais tarde também se desligou da produção alegando conflito na agenda, o papel então passou para Ewan McGregor encerrado toda essa confusão iniciada lá em 2013.

Crítica: Rebirth (2016, de Karl Mueller)




‘Rebirth’, longa original Netflix tendo Karl Mueller como diretor, estreou na sexta (15) com uma premissa já conhecida, porém bastante engenhosa. Volta-se a um protagonista típico americano que tem sua vida, pacata com uma rotina quase que robótica, transformada depois que é convocado por um antigo amigo a ir a um retiro espiritual num final de semana.

Se eu pudesse convencê-lo de algo, seria não assista a este filme, ou assista só para ter um gosto amargo por ter perdido um tempo, mas se encontrou este filme rolando a barra da Netflix e achou a sinopse interessante, veja primeiro suas notas no IMDB ou Rotten para amenizar sua decepção.