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Crítica: Orange is The New Black - 6ª Temporada (2018, de Erin Feeley, Phil Abraham e mais)


Orange is The New Black é, sem dúvida, um dos sucessos da Netflix que arrecadam tanto admiradores quanto opositores da série. Que fique claro que, a partir deste ponto da crítica, surgirão spoilers da série, então não diga que eu não avisei! 


Observamos, de acordo com cada temporada, a evolução dos personagens; as histórias que levaram cada uma das detentas a serem presas e também o envolvimento interpessoal de cada uma e seus papeis dentro deste contexto claustrofóbico.


Na incrível quinta temporada, observamos o que ocorreu após uma rebelião e seus desdobramentos com a morte de um dos guardas que estavam no local. As presidiárias foram então transferidas para outras unidades e investigadas pelo que ocorreu no período de revolta das mesmas. 

Neste cenário, outras personagens foram introduzidas para dar ânimo à série e também novas perspectivas. Destaque para Carol (Henny Russel), Barb (Mackenzie Phillips) e Madison (Amanda Fuller), que comandam gangues de rivalidades entre os blocos da penitenciária. 



Apesar da série apresentar alguns conflitos, não podemos considerar a temporada como um destaque, pois observamos vários furos, como por exemplo, envolvimentos e assuntos que começam e terminam sem um contexto. Acredito que o foco da série foi o de criar núcleos separados dentro das unidades distintas para introduzir estórias paralelas e tirar o foco das personagens principais, mesmo porque a atuação de Piper (Schilling) sempre deixou a desejar e no desenvolvimento do enredo, as outras personagens se tornaram muito mais interessantes do que a protagonista. 




Mesmo a premiada Suzanne (Uso Aduba) e a interessantíssima Red (Kate Mulgrew) se tornaram obsoletas na trama para enfatizar novos personagens, o que na minha opinião foi um erro, além de personagens esquecidas por não terem sido transferidas para o mesmo local. Acredito que de acordo com o desenvolver dos acontecimentos podemos esperar uma finalização vinda da próxima temporada. O que Piper fará quando conseguir a liberdade? 




A temporada não peca no desenvolvimento como um todo, visto que ela não é monótona, mas está longe de ser boa, e apesar de observarmos agora as atuações sem toda a maquiagem, literalmente disponível nas outras temporadas, não há nada de novo a não ser o julgamento de uma delas, com uma cena incrível. Recomendo com ressalvas.


Título Original: Orange Is the New Black

Direção: Erin Feeley, Mark A. Burley, Phil Abraham, Sian Heder

Elenco: Adrienne C. Morre, Danielle Brooks, Jessica Pimentel, Kate Mulgrew, Annie Golden, Dascha Polanco, Elizabeth Rodriguez, Jackie Cruz, Julie Lake, Kimiko Glenn, Laura Prepon, Laverne Cox, Lea DeLaria, Natasha Lyonne, Nick Sandow, Selenis Leyva, Taryn Manning, Taylor Schilling e mais.

Sinopse: A realidade agora é outra. Na nova temporada, as detentas de Litchfield vão ter que encarar duros desafios em seu novo lar: a prisão de segurança máxima.

Trailer:

E você, que já assistiu a temporada, o que achou dos novas personagens? Deixe um comentário e não esqueça de curtir e compartilhar com os amigos.

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Primeiras Impressões: Queer Eye esta de volta! - O Reality Transformação LGBT da Netflix


Queer Eye, agora sem o Straight Guy, está de volta! O reality transformação LGBT da Netflix foi repaginado para melhor. Se você ainda não assistiu, corre para conferir esse seriado, que me deixou com saudades (isso só havia acontecido quando assisti à Desperate Housewives).

Queer Eye é um daqueles programas que trabalha com a alma de quem participa e assiste. Ele possui uma leveza de editoração e direção que faz com que você queira participar daquilo que acontece nos episódios, como que por uma perspectiva poética.

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Crítica: The End of the F! Word - Netflix 2018


Para quem ainda não assistiu The End of the F! Word, corra para a Netflix, pois com certeza vale a maratona!

Com estréia em 5 de janeiro de 2018, criado por Jonathan Entwistle e adaptada dos quadrinhos de Charles S Forsman, é estrelada por Jessica Barden (The Lobster/2015) e Alex Lawther (Black Mirror/2016), a série tem uma temática interessante e desenvoltura dinâmica ambientada nos anos 70.



Se você não assistiu ainda, recomendo que assista antes de ler a crítica. Sabe aquelas séries e filmes que a Netflix vem produzindo falando sobre temas importantes, mas com uma abordagem mais tranquila? Então, depois de falar sobre suicídio, transtornos alimentares e autismo, chegou a hora dos transtornos psiquiátricos.

No começo você pensa... ok, lá vamos nós participar do universo das pessoas perturbadas, mas, de repente descobre que é muito mais complexo do que você poderia supor. Lógico que a dupla de protagonistas contribui para este universo interessante que se instaura no enredo e de uma maneira bem diferente das abordagens anteriores.

 


Para começar, temos o personagem de Alex Lawther (James), que narra sua história de vida e de como ele se auto declara um possível psicopata, já que não consegue sentir nenhum tipo de sensação emocional ou física de prazer ou dor, tanto que cansado de não ser apático, quando criança, resolve mergulhar sua mão em óleo quente para comprovar que realmente não tem nenhum tipo de sentimento. 

E, então, imagina que para realmente ser um psicopata ele tem que matar alguém, mas não tem a mínima ideia de quem poderia ser.


 


Neste cenário caótico ele se depara com Alyssa (Jessica Barden), uma colega de escola impulsiva, que tem como auto proteção afastar todas as pessoas que conhece com grosserias e agressividade. Ambos se conhecem e se "usam"; um querendo assassiná-la e outra querendo uma fuga de sua realidade.

E desta união surge uma combinação estranhamente intrigante que funciona dentro da trama. Observamos que de uma maneira perturbadora eles se completam e precisam um do outro para se descobrirem. O espectador fica com um misto de medo e simpatia pelos protagonistas, que dentro de toda confusão, conseguem justificar suas loucuras e nos convencem dos seus dilemas.


Sob esta temática, os dois se unem em uma jornada épica e com consequências desproporcionais, algo como um Bonnie e Clyde para adolescentes. 

A trilha sonora, fotografia amarelada e o clima nos remetem aos anos 70, mesmo que os outros elementos tecnológicos inseridos no contexto nos digam o contrário, assim, não se sabe ao certo qual época a estória se situa.


Maratonar a série é bem fácil já que os episódios são curtos, dinâmicos e servem de isca para o próximo. Arrisco dizer que foi uma boa surpresa para o início do ano na Netflix. Super recomendo.


Trailer:

 Já assistiu a série? O que achou? Conte pra gente nos comentários e não se esqueça de curtir e compartilhar com seus amigos! :)

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