Crítica: A Barraca do Beijo 2 (2020, de Vince Marcello)



Há pouco mais de uma semana, na ultima sexta-feira (24), entrou para o catálogo da Netflix o tão esperado A Barraca do Beijo 2. Sequência de A Barraca do Beijo o filme conta a história de Elle Evans (Joey King) e seu melhor amigo Lee Flynn (Joel Courtney). A dupla tem uma série de regras a serem seguidas para preservar a amizade e a boa convivência entre os dois, porém, Elle quebra algumas das regras quando se apaixona por Noah Flynn (Jacob Elordi), o irmão de Lee. Esse portanto acaba sendo o principal conflito do primeiro longa-metragem da franquia.



No segundo filme, Elle e Noah já namoram há algum tempo e isso não é mais um problema para Lee. Os conflitos agora são outros, como: Noah foi estudar numa universidade em outro estado, e devido a distância Elle acaba tomando mais o tempo de Lee, gerando ciúmes na sua namorada Rachel (Meganne Young). Para completar, surge um aluno novo, Marco (Taylor Perez), que vem para balançar um pouco as estruturas de Elle. Como se não bastasse tem a amiga de Noah, Chloe (Maisie Richardson-Sellers) que levanta diversas suspeitas de um possível caso com o amigo...

A Barraca do Beijo 2 consegue seguir o formato do primeiro filme, com uma pegada jovem e um estilo leve no desenvolvimento da trama. Mas, não é a toa, porque Vince Marcello está a frente da direção e do roteiro novamente. Portanto, para quem duvidava da qualidade do segundo filme, não há o que temer, pois ele traz consigo muita diversão e momentos fofos, apesar de uma reviravolta previsível.


Seguindo todos os clichês possíveis, essa sequência de A Barraca do Beijo trata daquele conceito de “nem tudo é o que parece ser”; Noah está distante e com essa nova amiga, fica difícil saber o que de fato está rolando entre eles. Baseado nessa insegurança que Elle sente, ela acaba se envolvendo mais do que esperava com Marco, durante os ensaios para uma competição de um game de dança, onde os vencedores levarão 50 mil dólares. O foco de Elle é usar o dinheiro do prêmio justamente para custear a faculdade com o namorado. Vale ressaltar que esse é o ultimo ano de Elle e Lee no colégio e a grande decisão que Elle precisa tomar é para qual universidade ir: se é para a mesma universidade que o melhor amigo ou a mesma universidade que o namorado. Na verdade, essa decisão acaba gerando mentiras e segredos ainda neste filme e se torna o gancho para o terceiro filme que já foi confirmado para 2021.



Em suma, é como uma receita de bolo que foi seguida, mas alterando apenas alguns ingredientes para não ser mais do mesmo. O filme é super alto-astral com seu colorido, cenas dinâmicas, flashbacks e uma trilha sonora divertida complementando o enredo. Acho que veio até na hora certa, levando em consideração o cenário de pandemia que enfrentamos; A Barraca do Beijo 2 é um afago para o coração de qualquer um e é ainda o filme ideal para ver com a família.


Título Original: The Kisssing Booth 2

Direção: Vince Marcello

Duração: 134 minutos

Elenco: Joey King, Jacob Elordi, Joel Courtney, Taylor Perez, Maisie Richardson-Sellers, Meganne Young, Molly Ringwald

Sinopse: Em A Barraca do Beijo 2, Elle (Joey King) e Noah (Jacob Elordi) tiveram o verão mais romântico de suas vidas. Entretanto, quando ele segue para Harvard, ela precisará lidar com um relacionamento a distância, a expectativa de entrar na faculdade com seu melhor amigo, Lee (Joel Courtney), e a amizade com o novo colega de classe Marco (Taylor Perez).

Trailer:




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Ana Paula Araújo

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