Crítica: Killers Anonymous (2019, de Martin Owen)



Conhecemos vários tipos de grupos de apoio como o alcoólicos anônimos, os narcóticos anônimos e puxando a ideia para o filme, eis que surge o Killers Anonymous, ou nada mais do que os assassinos anônimos, mas será mesmo que o filme entrega toda essa grandiosa ideia de um grupo de assassinos que se apoiam? Confira a crítica e veja o que achamos!

O filme conta com nomes bem conhecidos do público como Jessica Alba, Tommy Flanagan e Gary Oldman, mas mesmo assim entrega um roteiro quase bagunçado ao contar a história. Descobrimos graças a personagem de Alba, Jade, que o próximo alvo não foi morto e isso acarretou em diversas consequências, que seguiram até um certo grupo de apoio em uma igreja, a reunião guiada por Joanna (MyAnna Buring) começa a sair do controle bem devagar e percebemos o nervosismo de todos com a presença da nova integrante, Alice (Rhyon Nicole Brown) que misteriosamente foi convidada para ir até a reunião.


Em meio as conversas e confissões, descobrimos que houve um atentado ao Senador Kyle (Sam Hazeldine), que segundo as notícias, seria cotado como o novo presidente dos Estados Unidos em breve. Entretanto é aí que a história começa a se enrolar antes de desenrolar. 

Para evitar spoilers e deixar vocês mais curiosos, só posso dizer que nada é o que realmente parece. Temos um pouco de intriga, muitas mentiras e pouquíssima verdade, a não ser quando eles compartilham sobre suas mortes. O grande problema de fato foi crer que tal grupo pudesse mudar tanto de opinião de momentos em momentos, ao mesmo tempo que querem matar determinada pessoa, de repente todos mudam de opinião muito facilmente e começam a seguir a ideia de outra pessoa. Para um grupo de assassinos profissionais, isso é um pouco difícil de engolir. O filme basicamente se passa dentro de uma sala fechada, então não há muito o que dizer, só que me lembrou um pouco os mistérios de Agatha Christie em que não sabemos ao certo quem é o quê e principalmente aquele antigo jogo de tabuleiro, chamado Detetive, onde temos que descobrir quem é o "vilão". 



De fato é um filme divertido para entretenimento e apesar da premissa não apresenta muita violência, porém por ter uma ideia, ao meu ver tão inovadora, poderiam muito bem ter aproveitado melhor tanto o elenco como o roteiro. Ele não é consistente e deixa a desejar em alguns momentos, com ritmos que vão desde lento até ofegantes e sem contar as mudanças repentinas de opinião, como eu já citei antes, por esses fatos eu diria que o filme é razoável para quem não liga para algumas falhas.


Direção: Martin Owen

Duração: 96 minutos

Elenco: Jessica Alba, Rhyon Nicole Brown, Gary Oldman, Sam Hazeldine, MyAnna Buring, Tommy Flanagan, Michael Socha, Eliot James Landgrige, Isabelle Alen, Suki Waterhouse, Tim McInnerny

Sinopse: Um grupo de assassinos são colocados em um dilema quando um senador é morto. Os suspeitos são os membros desse mesmo time.



Trailer:



E você? Já assistiu?

Natália

Nada do que eu disser será verdade

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