Crítica: The Titan (2018, de Lennart Ruff)


O gênero de ficção científica no cinema é daquele tipo que arrebata muitos cinéfilos, pois as milhares de possibilidades que a ciência permite desenvolver são um prato cheio para películas de todos os tons. E como amante deste gênero, sempre quando há oportunidade, confiro o que de novo temos por aí, pois é sempre bom se deliciar com mais do tema.

Com o advento do serviço de streaming oferecido pela Netflix, fica ainda mais fácil de conferir tanto títulos antigos, quanto títulos recentes, principalmente aqueles lançados pela própria plataforma. Entretanto, ao passo que a Netflix vem nos bombardeando de títulos novos de todos os gêneros possíveis, a qualidade dessas obras vem se mostrando cada vez mais questionável, com ideias boas sendo grandemente mal aproveitadas. E infelizmente, este é o caso do recém-chegado ao catálogo, The Titan.

Top 5: filmes ruins derivados de ótimos livros.




Às vezes, livros e filmes, mesmo que possuam a mesma história/estória, podem ter enredos ou impactos diferentes em que lê ou assiste. Às vezes, os filmes ficam melhores do que os livros, às vezes, piores.



Confira nosso especial Top 5 filmes ruins, que foram feitos de livros incríveis. Aproveite sem moderação!

Primeiras Impressões: Queer Eye esta de volta! - O Reality Transformação LGBT da Netflix


Queer Eye, agora sem o Straight Guy, está de volta! O reality transformação LGBT da Netflix foi repaginado para melhor. Se você ainda não assistiu, corre para conferir esse seriado, que me deixou com saudades (isso só havia acontecido quando assisti à Desperate Housewives).

Queer Eye é um daqueles programas que trabalha com a alma de quem participa e assiste. Ele possui uma leveza de editoração e direção que faz com que você queira participar daquilo que acontece nos episódios, como que por uma perspectiva poética.

Crítica: Sete Dias em Entebbe (2018, de José Padilha)



Crítica: Submersão (2018, de Wim Wenders)

Crítica: A Leoa (2016, de Vibeke Idsøe)

Notícia: Alice Braga e Gabriel Leone vão estrelar Eduardo e Mônica

Notícia: Jessica Jones é oficialmente renovada para terceira temporada

Notícia: Sequência de It - A Coisa pode contar com Bill Harder e James McAvoy

Notícia: Paul Thomas Anderson dirigirá stand-up de Adam Sandler

Crítica: Rampage: Destruição Total (2018, de Brad Peyton)


Baseado no jogo eletrônico de 1986, lançado pela Arcade e produzido pela Bally Midway Rampage,  agora chega às telonas de cinema, tendo a premissa similar a do videogame, em que sua finalidade era controlar animais gigantes e sobreviver aos ataques das forças militares. No longa-metragem, que no Brasil ficou intitulado Rampage – Destruição Total, um laboratório começa a fazer um experimento popularmente conhecido por edição genética, que consiste em implantar diversas características genéticas de espécies animais diversificadas em um único animal. Tornando-o, assim, uma espécie mutante, com habilidades que os deixam cada vez mais fortes, grandes e resistentes.