TOP 5: Filmes Sobre Viagens

Crítica: Okja (2017, de Bong Joon-ho)


Crítica: The Originals - 4ª Temporada (2017, Lance Anderson, Bethany Rooney e outros)

Aos que não concordam, que me perdoem, mas The Originals, continua sendo um spin-off melhor que o original The Vampire Diaries. Porém, mesmo sendo bom ainda tem alguns problemas, apesar dos acertos. O último episódio da quarta temporada foi quase um final de série, devido ao desfecho e ainda abriu as portas para outro spin-off, que os fãs em geral, estão aguardando ansiosos. Vem conferir o que aconteceu nesse ano e tire suas conclusões. CONTÉM SPOILERS!

Cinema: Estreias da Semana!

Segue a última semana do mês e com ele a lista de estreias. Vem conferir!


Meu Malvado Favorito 3

Critica: Eu, Tu e Ela (NETFLIX): Um conceito não-tradicional sobre casamento


Sabe aquela série que explora tabus de uma maneira leve e irreverente? Assim é Eu Tu e Ela (You, Me Her).

Não tem como introduzir o conceito da série sem soltar spoiler de como ela funciona... Atenção: se você quer assistir sem saber nada da história, sugiro pular para o último parágrafo, caso ao contrário, bom divertimento!

Top 10 Filmes para assistir debaixo do cobertor



Com este friozinho que cerca estes meses atuais, nada mais gostoso do que assistir um filme com pipoca e um cobertor quentinho.

Segue nossa lista TOP 10 para assistir sozinho ou acompanhado e esquentar suas noites.

Notícia: Invocação do Mal 3 entra em pré-produção



Especial: The O.C - Momentos Marcantes!

Se você era adolescente nos anos 2000, com certeza assistiu nos domingos do SBT Um Estranho no Paraíso, saiba que estamos ficando velhos meu caro leitor. Há 10 anos The O.C foi cancelado na 4ª temporada, deixando vários fãs órfãos. Vamos sentar e relembrar um pouco os melhores momentos dessa série que marcou época e até hoje é lembrada com carinho.



A Equipe do Blog comenta: Mulher-Maravilha


A DC e a Warner vinham lutando para criar seu universo de super-heróis e a Liga da Justiça. Mas após a recepção morna de O Homem de Aço e o massacre da crítica com Batman vs Superman e Esquadrão Suicida - apesar de todos serem estrondosos sucessos em bilheteria -, Mulher-Maravilha vinha cercado de expectativas, medos e até preconceitos (sim, quando se julga algo sem ver antes, é preconceito). Mas o novo longa da DC chegou pegando a todos de surpresa. Mesmo que um ou outro do público não tenha gostado tanto, vamos aos fatos: em menos de um mês, o filme está chegando na barreira dos 700 milhões de dólares arrecadados, podendo ainda ganhar fôlego e ganhar mais. A recepção da crítica foi praticamente unânime, com notas médias gerais de 7 a 9, e alguns raros 10. Aprovadíssimo em agregadores de críticas (no Rotten Tomatoes tem uns 92% de aprovação), o longa é considerado o melhor filme deste novo universo da DC e o segundo melhor de todos filmes de heróis da produtora, perdendo apenas para o imbatível Batman: O Cavaleiro das Trevas. Além disso, um fato vitorioso é que a obra é o blockbuster dirigido por uma mulher de maior sucesso da história, algo extremamente importante e representativo, já que a direção de um filme ainda é um trabalho majoritariamente masculino. Agora, parte da equipe do blog se une para falar um pouco sobre a produção. Embarque nessa aventura amazona com a gente.


Notícia: Transformers lidera mas arrecadação decepciona nos EUA


Crítica: Grave (2017, de Julia Ducournau)




Grave ou Raw (2017) é, definitivamente, um filme único. Cheio de metáforas e sutilezas técnicas, envolve tanto aqueles que estão à procura de cenas fortes, impactantes e sangrentas, características de filmes de horror, quanto os que apreciam filmografias mais requintadas, com seus significados tácitos e abertas a diferentes interpretações. Raw é o longa de estreia da francesa Julia Ducournau, cujo êxito indica que devemos ficar atentos a seus próximos trabalhos. 

Crítica: O Círculo (2017, de James Ponsoldt)



No ano de 2013, Edward Snowden, um analista de sistemas e ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança dos EUA, deu uma boa sacudida nos alicerces que asseguravam a confiança dos americanos na supermáquina democrática de seu país. Claro, depois que foram reveladas ao mundo informações de como o governo se aproveita de um poderoso sistema de vigilância para espionar qualquer nação (ou pessoa), não parecia nem um pouco absurdo (até um pouco óbvio) reconhecer que a nação mais poderosa do mundo não iria pedir permissão para “checar o perfil” de seus rivais. Se você conferiu Snowden (Oliver Stone, de 2016), o documentário Citizenfour (Laura Poitras, de 2014), ou viu a maioria dos episódios da aclamada série britânica Black Mirror, notou que a discussão em torno de temas como liberdade, segurança, privacidade e até integridade física e moral de nações e indivíduos, ainda parece muito promissora, principalmente se considerarmos os avanços exponenciais da tecnologia – o que certamente ainda vai garantir muito material para que o cinema e a arte em geral produzam obras similares às citadas. Agora com O Círculo, mais uma vez a relação entre indivíduos, redes sociais, corporações e governo se torna centro de uma obra que procura explorar ideias que estão em contato direto com a atualidade. Infelizmente, ao contrário dos exemplos citados anteriormente, este jamais consegue desenvolver muito bem sua premissa, o que mostra que não basta uma boa ideia para resultar numa boa narrativa, principalmente se ela depende de um roteiro que vai rumo ao desastroso. 

Crítica: Era Uma Vez no Oeste (1968, de Sergio Leone)


Sergio Leone foi um renomado cineasta italiano, a quem é atribuído, principalmente, a popularidade do gênero western spaghetti – termo dado a filmes do gênero western realizados por cineastas italianos – quando o cinema italiano, então na década de 60, estava voltado para um gênero completamente diferente: as comédias.

Crítica: Catfight (2017, de Onur Tukel)



Liga da Justiça: O que esperar depois das mudanças?

Não seria nenhum exagero dizer que Liga da Justiça é o filme mais esperado de 2017. Sendo ainda mais polêmico, a obra mais esperada desde o lançamento do episódio 7 de Star Wars. Os jovens da década de 70 e 80 acompanharam durante muito tempo o antigo desenho dos Superamigos. Algum tempo depois, Bruce Timm e Paul Dini entregaram ao mundo a animação do famoso grupo dos quadrinhos Liga da Justiça, onde os maiores super-heróis do mundo se juntavam para lutar contra o crime. Em 2013 a DC e a Warner Bros iniciaram seu universo cinematográfico com o Homem de Aço, inserindo Henry Cavill como o Superman. 4 anos depois estamos frente a frente a um filme da Mulher-Maravilha que é um enorme sucesso de público e crítica.



Crítica: Better Call Saul - 3ª Temporada (2017, Vince Gilligan e Peter Gould)


Em 2015 fomos presenteados com um spin-off de uma das melhores (e para muitos a melhor) séries de todos os tempos (Breaking Bad). No ano passado esse spin-off nos presenteou com uma das melhores temporadas do ano. E, em 2017 esse mesmo spin-off retorna, com uma temporada que não só brilha, como dá aula.

Crítica: The Handmaid's Tale - 1ª Temporada (2017, Bruce Miller)


Todos os anos, – desde a grande febre de ótimas obras televisivas –, temos algumas estreias que são de cair o queixo, seja por ousadias ou maestrias nas execuções e escolhas de enredo do programa. E, em 2017, temos uma que realmente é de cair o queixo, e o nome dela é The Handmaid’s Tale. Seja pela extrema qualidade de roteiro, atuações, direções e cinematografia, ou pelo tema abordado – e dentre esse, vários – que essa série não é apenas excepcional, mas como também de extrema importância.

Crítica: The Get Down (de Baz Luhrmann) A esnobada série musical da Netflix!


"Eu vim da cidade, sim
Ganhei meu nome na cidade, onde?
A cidade mais perigosa, vamos fazer voltar
Voltar no tempo
1977, era o auge do crime
O presidente nos negligenciava
Ele e seus 6 ministros
Seis poderosos homens colocaram Nova Iorque
Em tempos drásticos
Os ricos e egoístas se alimentavam
Do bem-estar dos outros
E quem sofreu mais?
Hmm onde eu nasci
O Bronx"

Crítica: Madame Satã (2002, de Karim Aïnouz)


João Francisco dos Santos, mais conhecido como Madame Satã, foi uma drag queen brasileira, considerada uma referência na cultura marginal urbana do século XX. Era analfabeto, negro, pobre e homossexual e por conta disso estava sempre à margem da sociedade. Era frequentador assíduo da Lapa, bairro onde morava no Rio de Janeiro, e conhecido como reduto carioca da malandragem e boemia na década de 20. Frequentemente, Madame Satã enfrentava a polícia, sendo detido por desacato à autoridade diversas vezes, geralmente em resposta a insultos que tivessem como alvo mendigos, prostitutas, travestis e negros, uma pessoa que se recusava a ser insultado por ser quem era.

Crítica: Baywatch (2017, Seth Gordon)



Baywatch era uma série televisiva americana, exibida entre 1989 a 1999, situada nas praias de Los Angeles e depois de 1999 a 2001 no Havaí. Trata-se de uma série que exibia salva-vidas exercendo sua função nas praias e outras tramas relacionadas com seu cotidiano, teve como ator principal David Hasselhoff na pele de Mitch Buchannon. Pode-se dizer também que a série foi pioneira em exibir mulheres sensuais, com trajes de banho sempre em câmera-lenta e quem mais se destacou nessas aparições foi Pamela Anderson. Outra loira e símbolo sensual nos Estados Unidos que também começou na série foi Carmem Electra. Tudo isso deu origem ao filme agora estrelado por Dwayne Johnson, Zac Efron e grande elenco.

Cinema: Estreias da Semana!

Dando continuidade ao mês, vem conferir as estreias do cinema dessa semana!


Baywatch


Crítica: A Múmia (2017, Alex Kurtzman)


O longa-metragem é uma superprodução de modo geral, seja pelo filme em si, seja pelo investimento em propaganda e divulgação. Mas não é só isso, por se tratar, principalmente, de um pontapé inicial para a criação do Dark Universe, que se assemelha muito ao que as grandes produtoras Marvel e DC vem fazendo com seus filmes de super-heróis, com filmes individuais e na sequência um longa com todos reunidos; é basicamente essa a proposta da Universal. A diferença aqui é que estamos falando de monstros como: A Múmia, A Noiva de Frankenstein, Drácula e Lobisomem.

The Papers - Drama Jornalístico de Spielberg faz Chamada de Elenco


Tom Hanks (Forrest Gump: O Contador de Histórias) e Meryl Streep (O Diabo Veste Prada) protagonizarão o filme recém-retitulado.

O filme da Fox e Amblin Entertainment, estrelado por Tom Hanks e Meryl Streep, acrescentou Alison Brie (Mad Men), Carrie Coon (The Leftovers), David Cross (Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças), Bruce Greenwood (American Crime Story), Tracy Letts (Homeland), Bob Odenkirk (Better Call Saul), Sarah Paulson (American Crime Story), Jesse Plemons (série Fargo), Matthew Rhys (The Americans), Michael Stuhlbarg (Boardwalk Empire), Bradley Whitford (O Segredo da Cabana) e Zach Woods (Silicon Valley) para o seu elenco.

O filme, que foi renomeado de The Papers (originalmente, The Post), é inspirado na publicação do The Washington Post em que estuda a América na Guerra do Vietnã - um enorme encobrimento de segredos do governo que durou quatro décadas e quatro presidentes. Naquela época, Katherine Graham (Streep), autora da publicação, ainda estava encontrando seu papel como primeira editora de jornal feminino do país, e Ben Bradlee (Hanks), o editor volátil do jornal, estava tentando melhorar o desenvolvimento local do jornal com dificuldades. Juntos, os dois formaram uma equipe improvável, uma vez que foram forçados a se unirem e a tomar a corajosa decisão de apoiar o The New York Times e lutar contra a tentativa, sem precedentes, da Administração Nixon de restringir a Primeira Emenda.

Spielberg está dirigindo a partir de um roteiro de Liz Hannah e Josh Singer (Spotlight: Segredos Revelados), e também produzindo com Amy Pascal (Homem-Aranha: De Volta ao Lar) e Kristie Macosko Krieger (Ponte dos Espiões). O estilo de fotografia principal começou em Nova York na última terça-feira.

A Fox lançará The Papers em cinemas limitados dia 22 de dezembro desse ano, antes de um lançamento maior em 12 de janeiro de 2018.

Parecido com Spotlight? Sim! Cheiro de Oscar? Claro!

Notícia: Nicole Kidman e Russell Crowe estão em negociação para o novo filme de Joel Edgerton


Cinema: Estreias da Semana!

Após o sucesso estrondoso de Mulher-Maravilha nas bilheterias do mundo inteiro, essa semana inicia com a estreia do nem tão desconhecido do público, A Múmia, dentre outros, vem conferir e fique por dentro das estreias. 


A Múmia


Crítica: 007 - Contra o Satânico Dr. No (1962, de Terence Young)


007 – Contra o Satânico Dr. No é o primeiro filme daquela que viria a ser a franquia mais famosa do cinema, que completou 50 anos em 2012. Baseado no livro homônimo de Ian Fleming, foi responsável por dar um rosto ao agente 007 e torná-lo mundialmente conhecido.

Critica: Kiki - Os segredos do desejo (de Paco Léon, 2017)



Notícia: Jake Gyllenhaal vai produzir e protagonizar drama sobre a Segunda Guerra Mundial.


Crítica: Once Upon a Time - 6ª Temporada (2017, Eagle Egilsson, Ron Underwood)


Esqueça tudo o que você acha que sabe sobre contos de fada. Once Upon a Time veio para bagunçar sua cabeça, descontruindo os personagens clássicos da sua infância, transformando mocinhos em vilões e vice-versa. Essa é a principal premissa da série. 

Lembrando aos queridos leitores que o texto contém spoilers!

Notícia: Diretor do Novo A Múmia Revela Mais Títulos Para o Universo das Trevas da Universal


Alex Kurtzman (diretor do novo A Múmia) diz que O Fantasma da Ópera e O Corcunda de Notre Dame estão se juntando à festa.

A Múmia, o primeiro filme do novo Universo das Trevas da Universal, ainda não estreou nos cinemas, mas o estúdio já está expandindo sua série original de filmes de monstros com duas adições adequadamente retrôs.

"Sabemos que vamos fazer Frankenstein, Noiva de Frankenstein, Drácula, O Monstro da Lagoa Negra, Fantasma da Ópera, Corcunda de Notre Dame e O Homem Invisível", explicou Alex Kurtzman (Star Trek), nomeando O Fantasma da Ópera e O Corcunda de Notre Dame como projetos futuros mais próximos. Mas isso não é tudo o que ele deu; ele também citou spinoffs adicionais com personagens de apoio sem nome nessas histórias.

"Há personagens dentro dos filmes que podem crescer, expandir e até mesmo se protagonizar", disse Kurtzman, acrescentando: "Eu acho que cavar em mitologias profundas sobre monstros em todo o mundo é um jogo justo para nós, e conectar os monstros que nós sabemos que serão surpreendentes também pode ser algo realmente interessante ".

Não foi dada nenhuma data de estreia, mas a ideia é interessante, e esperamos que dê tudo certo.

Trailer: Seven Sisters ganha seu primeiro trailer com destaque para Noomi Rapace


Notícia: Al Pacino Protagonizará Treinador de Futebol Americano em Novo Filme da HBO


Al Pacino (Scarface, O Poderoso Chefão) vai estrelar o ex-treinador de futebol americano de Penn State, Joe Paterno, em um novo filme da HBO dirigido por Barry Levinson (Rain Man), segundo a Variety.

A sinopse oficial para o filme é: "Depois de se tornar o treinador mais vitorioso na história do futebol americano da faculdade, Joe Paterno está envolvido no escândalo de abuso sexual de Jerry Sandusky em Penn State, desafiando seu legado e forçando-o a enfrentar questões de falha institucional em nome das vítimas".

Paterno, muitas vezes referido como JoePa, é amplamente considerado como um dos melhores treinadores de futebol americano da faculdade de todos os tempos. No entanto, sua carreira chegou a uma parada súbita em 2011, quando os crimes do treinador assistente Sandusky surgiram, com um relatório de 2012 concluindo que Paterno e outros funcionários do estado de Penn estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por olhar para o outro lado.

Levinson direcionará e produzirá com Jason Sosnoff (O Último Ato) e Tom Fontana (série Oz), também produtores executivos. Edward Pressman (Psicopata Americano) e Linday Sloane  também produzirão, juntamente com Rick Nicita, através da sua empresa RP Media Company. Debora Cahn (Grey’s Anatomy), John C. Richards e David McKenna (A Outra História Americana) vão escrever. O filme será produzido em parceria com a Sony Pictures Television.

Ainda não há data de estreia para o filme. 

Crítica: A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell (2017, de Rupert Sanders)


É interessante como o cinema e outras formas de arte são um ciclo, cheio de voltas. O livro de Philip K. Dick originou o clássico cult Blade Runner, O Caçador de Androides (com Harrison Ford, de Ridley Scott, 1982). Isto gerou uma tendência de produções sobre o assunto, aproveitando-se do medo da tecnologia evoluir a ponto das máquinas se rebelarem ou substituírem os humanos, onde destaca-se também os dois primeiros O Exterminador do Futuro (1984 e 1991) e RoboCop (1987). Eis que em 1989, foi lançado o mangá (HQ japonês) Ghost in the Shell, extremamente aclamado e que gerou em 1995 um anime (desenho japonês) - de mesmo nome e igualmente elogiado. Matrix, em 1999, bebeu de várias fontes para criar sua mitologia, inclusive do anime Ghost in the Shell, de 1995. Afinal, Matrix é um apanhado de várias culturas e referências, especialmente elementos sci-fi, orientais e cyberpunks. Depois de diversas continuações, remakes e imitações de todas estas obras citadas acima, chegamos em 2017, com o longa em live-action (atores reais) de Ghost in the Shell. Com ninguém menos do que Scarlett Johansson no papel principal, o filme erra em não inovar, mas acerta em representar a mitologia.

Crítica: The Leftovers - 3ª Temporada (2017, Damon Lindelof e Tom Perrotta)


Antes de redigir minha crítica, alerto que escrevo com grande pesar e alegria. Alegria por viver no tempo e ter a oportunidade de acompanhar a melhor coisa transmitida na TV nos últimos anos, e se não for a melhor, certamente está no pódio. E com pesar, pois acaba uma das melhores coisas produzidas para o público, não se tratando apenas de uma série, ou obra de arte de ponta, mas de uma poesia visual extremamente impactante, genial, exemplar e perfeita (tudo isso, pelo menos em sua 3ª Temporada), que por mais que ainda não seja reconhecida, daqui alguns anos com certeza será estudada e aplaudida, eis que falo de, The Leftovers.

Crítica: Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014, de Daniel Ribeiro)


Em 2010, a divulgação no Youtube do curta-metragem Eu não Quero Voltar Sozinho, do jovem roteirista e diretor Daniel Ribeiro, que até então só tinha realizado o curta Café Com Leite (2007), encantou e chamou a atenção de muita gente pela delicadeza e sensibilidade do roteiro, que trazia a história de um menino cego que se apaixona pelo novo colega de escola. O filme fazia parte do Cine Educação, programa que exibe filmes nas escolas em parceria com a Mostra Latino-Americana de Cinema e Direitos Humanos. Mais de 60 prêmios (incluindo os nacionais e internacionais) e 4 anos depois, Daniel fez sua estreia na direção de longas com Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, uma narrativa diferente baseada na história apresentada pela curta.

Godzilla 2 - Bradley Whitford Junta-se ao Elenco


Bradley Whitford (Corra!) está entrando em Godzilla: King of the Monsters.

O ator fechou um acordo para se juntar ao elenco do filme da Legendary Entertainment e Warner Bros, segundo o The Hollywood Reporter.

Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo, mas a sequência mostra Kyle Chandler (Bloodline) como cientista, Vera Farmiga (Invocação do Mal) e Millie Bobby Brown (Stranger Things) como membros da família. Thomas Middleditch (Silicon Valley), Sally Hawkins (Simplesmente Feliz), O'Shea Jackson (Straight Outta Compton: A História do N.W.A.) e Ken Watanabe (A Origem) também estão entre o elenco.

Michael Dougherty (X-Men: Apocalipse) está dirigindo o filme de um roteiro que escreveu com Zach Shields (Krampus: O Terror do Natal). Atualmente o filme está em produção e chega aos cinemas em 22 de março de 2019. Segue-se a reinicialização de Gareth Edwards (Rogue One: Uma História Star Wars) em 2014, que ganhou US $ 529,1 milhões em todo o mundo e faz parte de um universo cinematográfico feito pela Legendary e Warners, que também inclui o recente sucesso Kong: A Ilha da Caveira.


Trailer de Godzilla (2014):


Trailer de Kong: Ilha da Caveira:

Crítica: Requiém Para Um Sonho (2000, de Darren Aronofsky)

No finalzinho do século passado e logo no início do novo século, vários novos diretores já surgiram e alguns deles se consolidaram. De todos esses, os que mais ganharam cultuadores entre os cinéfilos são Darren Aronofsky e Paul Thomas Anderson. Esses dois no meu top 10 de diretores preferidos, ambos são incríveis e merecem a atenção de todos os cinéfilos. Pretendo escrever sobre Sangue Negro em um futuro próximo, e hoje trarei a crítica do meu preferido de Aronofsky, Requiém Para Um Sonho.


Top Gun - Tom Cruise Revela Título de Sequência


A sequência do filme de ação de 1986 será intitulada de Top Gun: Maverick, Tom Cruise (No Limite do Amanhã, Saga Missão Impossível) revelou em uma entrevista ao Access Hollywood na sexta-feira.

O diretor de Oblivion, Joseph Kosinski (Tron: O Legado), está rodeando o projeto, que seguirá pilotos lutando contra as novas tecnologias de drones que tornam o estilo antigo de vôo obsoleto. Cruise disse que o filme será rodado dentro de um ano.

O filme original, que estrelou Cruise como o piloto de tiro Maverick, foi dirigido pelo falecido Tony Scott (Incontrolável) e tornou-se um clássico da cultura pop. Jerry Bruckheimer (O Cavaleiro Solitário, Pearl Harbor) está retornando para produzir a sequência, juntamente com David Ellison (O Exterminador do Futuro: Gênesis) e Cruise. 

Nenhuma data de lançamento foi definida.

Crítica: Mulher-Maravilha (2017, Patty Jenkins)


É difícil começar a escrever ou falar de Mulher-Maravilha, sem citar os antigos filmes da DCEU (Universo Cinematográfico da DC ou DC Extended Universe). Entre eles, Homem de Aço, Batman VS Superman: A Origem da Justiça e Esquadrão Suicida, ambos fracassos em críticas e agradando mais uns do que a maioria do público. Mas, eis que em sua semana de estreia são liberados os comentários e opiniões desse novo longa da DCEU, e felizmente, gostando ou não, foram bons, tratando realmente de um bom filme.

Crítica: Prison Break - 5ª Temporada (2017, Nelson McCormick)

A nostalgia falou alto quando a Fox anunciou uma nova temporada de Prison Break. Comemoramos o reencontro e aguardamos ansiosos pela série que, parando para pensar, era realmente necessária?