Primeiras Impressões: The Handmaid's Tale (Bruce Miller, 2017)


Sensacional! Essa palavra define o que The Handmaid’s Tale se propõe a fazer, e acaba fazendo com maestria. Aliás, o que esperar de uma série que tem 92 de metascore e 98% no tomatometer, se não, o excepcional? Criada por Bruce Miller (roteirista e produtor de The 100) e transmitida pela Hulu em parceria com a MGM e outras, teve sua estreia nessa quarta (dia 26) com três episódios, sendo 10 em sua 1ª temporada. 

Crítica: Dear White People - 1ª Temporada (Justin Simien, 2017)


Recentemente a Netflix lançou 13 Reasons Why, uma série sobre um assunto importante e para o público mais jovem. Causou controvérsias, divergências de opiniões, tanto no meio público como profissional. Mas, eis que a mesma lança Dear White People, uma série sobre um assunto importante, para o público jovem, mas diferente da anterior, acerta em cheio. 

Crítica: Corra! (Get Out, 2017, de Jordan Peele)


Embora o gênero do terror esteja um tanto saturado, devido o excesso de filmes similares e genéricos, o mesmo vive um momento interessante. Recentemente, começou-se a cuidar melhor de questões como roteiro, atuações, "originalidade" e críticas sociais. Mesmo que não tão assustadores quanto um clássico, o gênero do terror ganhou formas mais simbólicas, psicológicas e provocantes. Enquanto que diversas obras de grande orçamento abraçam o clichê e afundam o gênero (como os excessivos Atividade Paranormal, O Chamado 3 e afins), outras produções de menor orçamento e melhores ideias vem chamando a atenção. Mesmo que desconhecidas do grande público, esses longas vem ganhando elogios da crítica, dos cinéfilos mais exigentes e dos amantes do terror, virando verdadeiros hits. O Segredo da Cabana (2011), The Babadook (2014), Corrente do Mal (2015), A Bruxa (2016), O Homem nas Trevas (2016), O Convite (2016) e vários outros, ganharam destaque pela sua construção sólida e às vezes simbólica e metafórica. E é neste quadro que Corra! (Get Out no original) se encaixa.

Crítica: Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017, de James Gunn)


Sessão lotada, amigos ao lado, baldes de pipoca personalizados por onde se corria a vista. Mais um lançamento do cobiçado calendário Marvel chegava às telas e, para uma pessoa que está cansando rápido dessa onda super-hero como eu, até que estava ansiosa. Guardiões da Galáxia me surpreendeu quando surgiu há alguns anos, com sua trilha sonora irreverente e personagens politicamente incorretos o suficiente para divertir com uma censura 12 anos. Para esta sequência, a missão é introduzir novas caras e abrir caminho para a nova fase do estúdio, além de trazer de volta os carismáticos rostos já conhecidos do longa original. Guardiões da Galáxia Vol.2 cumpre sua missão de entreter com louvor, cheio de piadas e referências à cultura pop dos anos 80, além de várias fan services para os lunáticos por HQ - um produto fiel à fórmula Marvel tão usada nestes últimos anos. O problema de usar a mesma receita é perder a inovação: e foi exatamente o que tivemos aqui.


Crítica: FEUD - 1ª Temporada: Bette and Joan (Ryan Murphy, 2017)


FEUD é uma série sobre uma das maiores brigas de Hollywood do século passado e, vai além, pincelando em assuntos como, fim de carreira, poder da mídia, machismo e sociedade. Criada por Ryan Murphy (American Horror Story, Glee), e sua 1ª temporada intitulada de Bette and Joan, é mais uma grande obra na grade de séries do canal FX.

Especial: Blade Runner

Los Angeles, 2019: Uma sociedade futurista, decadente e sem regras morais. Esta é a cidade criada pelos roteiristas Hampton Fancher e David Peoples para o filme Blade Runner - O Caçador de Androides (1982). Aliás, muitas das obras de ficção científica escritas nos séculos passados, sejam elas no cinema, quanto na literatura, imaginavam que a esta altura de nossa civilização, estaríamos vivendo num mundo onde carros voariam, usaríamos teletransportes para facilitar nossa locomoção, e seriam comuns as viagens intergalácticas entre outras fantasias sonhadas. 


Especial: Filmes Inspirados na obra de Nicholas Sparks!

Há quem diga que filmes de romance sempre são clichês e com finais previsíveis. É claro que nós sabemos que toda boa história de amor não termina bem e Nicholas Sparks escreve justamente esse tipo de romance. Aquele arrebatador, de cortar o coração e definitivamente não vai terminar feliz para o expectador e muito menos para os personagens. Porém, essa felicidade é um tanto quanto relativa, pois em todos os filmes - baseados em obras de grande sucesso - há sempre uma questão evolutiva entre os personagens, pode ser moral, pessoal ou mesmo espiritual. Esse lista segue com apenas cinco obras que, ao meu ver, são as mais conhecidas do público e dos amantes da leitura. Então, prepara o lenço e vem!



Noites de Tormenta

Crítica: O Profissional (1994, de Luc Besson)




Hoje levaremos você de volta no tempo, onde 23 anos atrás o que poderia ser só mais um filme de ação, tornou-se uma obra amada pelo mundo cinéfilo. Era 1994 e o pouco conhecido Luc Besson entregava seu primeiro grande sucesso mundial: O Profissional. Levemente baseado em uma personagem secundária de seu outro filme, Nikita (1990), Besson decide mostrar como seria o universo de um assassino profissional de Nova York. Leon é expert e frio no que faz, mas parece perdido como ser humano, até que começa a cuidar de uma garotinha de 12 anos, cuja família foi morta por um criminoso. Até aí, a premissa poderia cair totalmente no costumeiro, com tiros e um assassino protegendo uma criança. Mas a fita ganha uma notória camada de complexidade, com bons personagens, uma atmosfera pungente e algumas questões polêmicas.

Notícia: Robert De Niro e Leonardo DiCaprio podem protagonizar novo filme do Martin Scorsese



Cinema: Estreias da Semana!

Calma que o mês está acabando e vem aí mais uma semana para que façamos um bom uso das carteirinhas de estudante no cinema mais próximo! Vem conferir os filmes!


Paixão Obsessiva


Crítica: The Void (2016, de Jeremy Gillespie e Steven Kostanski)


O gênero terror atualmente está passando por uma repaginação, em que os sustos (os famosos jumpscares) estão dando lugar ao enfoque no psicológico das personagens. O divisor de águas neste sentido talvez seja A Bruxa (2015), filme que dividiu a opinião do público e tornou-se um “ame-o ou deixe-o”. Seguindo a mesma linha, embora não tenha chamado a mesma atenção do público por aqui, tivemos Corrente do Mal (2014) e, mais recentemente, The Void (2016), o qual conseguiu se destacar no cenário internacional, com boas críticas. Seja como for, independentemente de quem gostou ou não, a verdade é que o gênero já está mais do que saturado; já vimos mais do que o suficiente de serial killers, possessões demoníacas, fantasmas, monstros e por aí vai. Por isso, propostas como as citadas anteriormente são válidas enquanto tentativas de se recriar este gênero, que é um dos preferidos, tanto do público quanto das produtoras.

Problematizando 13 Reasons Why


Texto com spoilers 
 
É difícil fazer críticas negativas a respeito de algo que a maioria das pessoas está gostando, principalmente quando se trata de temas tão delicados quanto os de 13 Reasons Why. Em primeiro lugar, gostaria de dizer que os assuntos colocados em pauta pela série são importantes e devem, sim, ser trazidos à tona. No entanto, não acredito que isso tenha sido feito da maneira correta. Em segundo lugar, gostaria de deixar claro que as críticas que seguem são feitas por alguém que tem experiência própria no lidar com a depressão.

Crítica: Colony - 2ª Temporada (2017, Juan José Campanella)

Invasão alienígena é sempre um ótimo pano de fundo para qualquer série de ficção científica que se preze, e em Colony é exatamente sobre isso. Vem ler sobre o que achamos da segunda temporada e relembre um pouco os acontecimentos que nos levaram até aqui.


Especiais: 5 Filmes Que Questionam a Realidade


"Realidade é aquilo que não desaparece quando deixamos de acreditar."

A frase e imagem em destaque são do escritor Philip K. Dick (1928-1982). Um dos melhores escritores do século XX, que ficou conhecido por sempre suspeitar do mundo a sua volta. Philip escreveu vários livros e contos, alguns deles já foram adaptados para as telonas, como Minority Report - A Nova Lei (de Steven Spielberg), O Vingador do Futuro (dirigido por Paul Verhoven em 1990 e ganhou um remake em 2013) e Blade Runner - O Caçador de Androides (adaptação de Ridley Scott para o excelente livro Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?)

Oasis: Supersonic - A estreia da Netflix que você deixou passar


Com todo o burburinho gerado pelo hit 13 Reasons Why, uma produção da gigante Netflix lançada neste abril foi ofuscada. Conduzida pela mesma parceria de sucesso por trás de Amy, James Gay Rees e Asif Kapadia, Oasis: Supersonic descreve a trajetória da banda desde a sua formação até o lançamento do magistral (What's the story?) Morning Glory, de 1996, considerado por muitos o seu auge incontestável. Pensamento inclusive dos protagonistas da história, Liam e Noel Gallagher, que a seu próprio modo Caim e Abel ajudaram a produzir o filme e narraram a polêmica trajetória do icônico grupo britânico que criaram e que, até hoje, conta com uma fiel legião de fãs.


TOP 6 Filmes para fazer teorias


De vez em quando, geralmente no circuito independente, aparecem filmes que desafiam o telespectador. Eles começam como um filme normal, apresentando as personagens e preparando o terreno; de repente, a partir da introdução da situação-problema, as coisas começam a fugir do controle: o filme segue um caminho completamente diferente, confundindo o telespectador e, na maioria das vezes, termina sem explicar nada: cabe ao telespectador juntar seus neurônios, rever o filme, se for preciso, e elaborar a sua própria teoria.

O mais interessante sobre esses filmes é que, se a pessoa for a um fórum sobre filmes, como o Filmow, por exemplo, irá se deparar com muitas teorias, algumas parecidas entre si, outras completamente diferentes. Então, nessa matéria, o Minha Visão selecionou 6 desses filmes para quem quiser se aventurar, sair um pouco do comodismo ou simplesmente ver algo desafiador. Confira como ficou esta lista, sem spoilers, e boas sessões!

Notícia: Adam Sandler, Dustin Hoffman e Emma Thompson vão estrelar novo filme do Noah Baumbach


Crítica: Sequestro em Cleveland (2015, de Alex Kalymnios)


Infelizmente, vivemos em um mundo imprevisível, no qual muitas vezes o perigo mora onde menos imaginamos.  "Lobo em pele de cordeiro" é a expressão mais apropriada para definir os vários casos de sequestradores que mantiveram suas vítimas confinadas em suas casas e continuaram suas vidas perante a sociedade como se nada estivesse acontecendo. Com uma história de confinamento assim como em O Quarto de Jack, e baseado em fatos reais como em 3096 Dias, o longa para a televisão Sequestro em Cleveland mostra acontecimentos impressionantes os quais somente uma mente perigosa é capaz de planejar e executar. 

Crítica: Despedida em Grande Estilo (2017, Zach Braff)


O título deveria ser “Despedida com Grande Elenco”, pois o filme traz nada mais, nada menos que Morgan Freeman (Truque de Mestre 2: O Segundo Ato), Michael Cane (Interstellar) e Alan Arkin (Pequena Miss Sunshine), com as três feras do cinema interpretando os amigos Willie, Joe e Al. Trata-se de três idosos aposentados que tem suas pensões cortadas, e diante dessa situação decidem tomar uma atitude nada convencional de assaltar um banco, o que leva o espectador a uma aventura recheada de comédia.

Crítica: Negação (2016, de Mick Jackson)



Indicado ao BAFTA de Melhor Filme Britânico, baseado no caso de Debora Lipstadt contra David Irving e no livro History on Trial: My Day in Court with a Holocaust Denier (História em Julgamento: Meu Dia na Corte com um Negador do Holocausto), Negação, mostra o quão tênue uma verdade pode se tornar quando obscurecida por um discurso falacioso dito por uma figura de autoridade. 

Crítica: A Cabana (2017, de Stuart Hazeldine)


Todos nós já enfrentamos algum abatimento em nossas vidas, certo? Tanto por uma tragédia familiar como por uma pessoal, é em momentos assim que a maioria invoca a Deus, implorando por ajuda, para que dessa forma, busquem através da fé, um meio de superar e alcançar a paz interior. E é justamente sobre este assunto, a superação do luto, que A Cabana trata. O filme, baseado no livro homônimo sucesso de vendas, retrata uma história notável sobre como encontrar o caminho de volta para casa, como encontrar a força para perdoar, continuar sua vida e sobretudo, estar presente para sua família poder contar com você. Foi um manuscrito que além de ficar em 1º lugar na lista do New York Times, vendeu milhares de exemplares por mais de 70 semanas e o boca a boca positivo entre o público e a imprensa foi tão grande, que é claro que uma versão em filme haveria de ser feita. E você? Pretende conferi-lo nos cinemas? Então vem comigo saber mais sobre esta grande obra que acabou de chegar ao circuito brasileiro.

Cinema: Estreias da Semana!

Abril entrando com tudo essa semana. Vem conferir as estreias e fique ligado. Toda Quinta-Feira uma nova lista de lançamentos!

A Cabana


Especial: Top 10 atuações de Leonardo DiCaprio


Considerado um dos melhores atores da sua geração, Leonardo DiCaprio, vencedor do Oscar de Melhor Ator em 2016 por O Regresso, começou sua carreira no início da década de 1990 (então com 16 anos), com um papel na série Parenthood, após ter participado de alguns comerciais na televisão. De lá pra cá, o ator construiu uma carreira sólida, marcada por bons filmes, pontuados por parcerias de sucesso, principalmente com o diretor Martin Scorsese, o que reflete a sua sábia escolha de papéis. Alguns dos seus filmes são campeões de bilheteria, como o inesquecível Titanic (1997), Ilha do Medo (2010) e A Origem (2009), para citar alguns exemplos.



Nesta matéria especial, o Minha Visão homenageia o ator com um top 10 das suas melhores atuações. Uma tarefa não muito fácil, tendo em vista a considerável filmografia e os vários trabalhos relevantes feitos pelo ator ao longo destes quase 27 anos de carreira, assim como a sua versatilidade. Para a confecção desta matéria, foram levados em consideração os papéis mais marcantes, assim como alguns que passaram despercebidos pela crítica e público, mas que mesmo assim merecem um lugar nesta lista. Confiram abaixo como ficou a seleção:

Crítica: A Glória e a Graça (Flávio Ramos Tambellini, 2017)


O título do filme, que também dá nome as personagens principais Carolina Ferraz como Glória e Sandra Coverloni como Graça, já transmite o conceito do filme e as características das duas irmãs. Entretanto, elas já não tinham contato por cerca de anos, até que uma surpresa da vida pega Graça desprevenida e ela, por ser uma mulher sozinha e com dois filhos menores, Papoula (Sofia Marques) de 15 anos e Moreno (Vicente Demori) de 8 anos, se vê na necessidade de recorrer a alguém da família.

Crítica: Persona (1966, de Ingmar Bergman)





Persona é um filme sueco de 1966, dirigido e escrito por Ingmar Bergman. O drama possui o tom metafórico característico do diretor. Sua introdução é marcada por uma série de imagens desconexas, cujos significados são difíceis de apreender. Uma mão sendo pregada, uma aranha, pessoas deitadas em macas como se estivessem mortas são alguns dos símbolos utilizados pelo cineasta. 

Prison Break está de volta! Primeiras impressões da 5ª Temporada

Se você também assistiu as temporadas anteriores, saiba que estamos ficando velhos! A quinta temporada da série volta após 7 anos da suposta morte de Michael Scofield (Wentworth Miller), e aparentemente não mudou muita coisa, mas foi só o primeiro episódio, então vamos dar uma chance. Vem ler sobre e fique atento, lembrando que tem todos os spoilers!

Notícia: Tom Hardy vai protagonizar filme produzido por Kathryn Bigelow e dirigido por Pablo Larrain


Notícia: Uma Noite de Crime vai virar série de TV!

Uma ótima notícia para os amantes de terror. Finalmente o seriado baseado no filme Uma Noite de Crime está saindo do papel. O primeiro filme foi lançado em 2013. A série é inspirada, também, nos outros dois títulos da trilogia: Uma Noite de Crime - Anarquia (2014), e 12 Horas Para Sobreviver - O Ano da Eleição (2016). 


Notícia: Próximo filme de Ridley Scott terá elenco estrelado



Crítica: The Walking Dead - 7ª Temporada (2016 - 2017, Alrick Riley e outros)

Uma das mais aclamadas séries no mundo termina seu sétimo ano com uma temporada monótona. Comparada com as outras, deixou a desejar em vários pontos, principalmente na dinâmica e no desenvolvimento dos episódios, que nesse ano focou mais em mostrar o lado humano dos personagens do que somente na força e capacidade de lidar com os problemas. Vem ler a crítica e descubra o que achamos!



Crítica: O Espaço Entre Nós (2017, de Peter Chelsom)

Imagine o seguinte: você é um conhecido produtor de cinema americano que ganha a vida recrutando potenciais roteiros a fim de se tornarem grandes produções e lucrar aquela grana milionária para o estúdio. Certo dia, recebe um “pitch” (uma tentativa rápida de vender uma ideia de maneira eficaz) de um roteirista que diz ter uma excelente ideia sobre um filme que tratará de vários temas: uma ficção científica envolvendo a NASA e Marte, um drama sobre a busca de um garoto pela identidade do pai e ainda um romance adolescente com elementos de road movie. Como seu trabalho depende do potencial de bilheteria, você aceitará o projeto e colocará as pessoas certas para compô-lo. Agora se você fosse um profissional que se recusasse a comprar uma história mal desenvolvida apenas por sua grande integridade artística (isso não existe em Hollywood, mas considere para o exemplo), você provavelmente mandaria o sujeito reescrever o roteiro, já que ele falha em basicamente todos os aspectos.


Crítica: 13 Reasons Why - 1ª Temporada (Brian Yorkey, 2017)


13 Reasons Why (Os 13 Porquês) é a mais nova série dramática da Netflix, baseada no romance Thirteen Reasons Why escrito por Jay Asher (O Futuro de Nós Dois). É uma série que aborda assuntos importantes, como suicídio, machismo, depressão, bullying, aceitação, abusos, dificuldades da vida em meios sociais, virtuais, e acima de tudo, jovens também podem ter problemas.

Crítica: Power Rangers (2017, de Dean Israelite)



       Super Sentai é um termo culturalmente oriental dado a produções com efeitos especiais e super-heróis, onde tivemos Jaspion e diversas outras obras clássicas aclamadas dos anos 80 para trás. Mas em 1993, a Saban Entertainment apresentou ao mundo os Power Rangers, que viraram uma poderosa marca de apelo infantil, tendo diversos seriados, desenhos, HQ's e brinquedos. Ganhou dois filmes nos anos 90, que seguiam mais de perto um teor B e quase trash do show televisivo. Os anos passaram e hoje os heróis estão em alta, ainda mais com obras que buscam a nostalgia, tentando referenciar ao máximo as HQ's, seriados, desenhos, filmes e outros formatos que um dia fizeram sucesso no passado, como os filmes da Marvel e DC. Então o estúdio Lionsgate, que visa crescer e se tornar um gigante tal qual Fox ou Disney, resolveu se unir a Saban e resgatar os esquecidos Power Rangers. É aí que chegamos a este novo filme, que dá uma atualizada na história afim de alcançar os difíceis jovens atuais, ao mesmo tempo em que tenta homenagear e respeitar o material de origem. O resultado? O que poderia ser uma grande bomba (afinal, olha o material de origem), acaba se tornando uma divertida surpresa. Tem suas falhas, mas seu caráter assumidamente bobo acerta o tom na aventura e no principal: a construção de personagens jovens carismáticos.