Crítica: Mulheres do Século 20 (2016, de Mike Mills)




Há vários anos nós temos acompanhado loucuras e mais loucuras seguidas da academia (Reese Whiterspoon ganhando Melhor Atriz por sua performance em Johnny e June, Crash - Sem Limites vencendo Melhor Filme, Babel sendo indicado a inúmeras categorias), mas a injustiça que aconteceu com esse filme surpreende. Em primeiro lugar: foram 9 indicados e até 10 poderiam estar na lista. Em segundo lugar: 20th Century Women é superior à maioria dos filmes indicados. Pelo menos o filme foi lembrado na categoria de Melhor Roteiro, se isso serve de consolo.

Especial: As categorias do Oscar - Parte 3 (Fotografia e Montagem)


Quando estiver vendo seus filmes favoritos que estavam indicados no Oscar deste ano, tente imaginar a quantidade de trabalho físico e esforço criativo que foram necessários para transformar meses de três etapas da criação (pré, produção e pós) num filme que dura apenas duas horas. Nada mais junto que a maior premiação do cinema saiba reconhecer os profissionais que trabalharam arduamente nesse processo, principalmente os responsáveis pela técnica cinematográfica, os quais nem sempre recebem a honra e fama que deveriam. É por causa deles que o filme tem a forma e o estilo tão característico e que faz a nossa experiência de espectador ser tão única na arte cinematográfica.

Florence Quem é Essa Mulher? (2016, de Stephen Frears) - Faça o que ama, independente do que seja!




Quando penso na polêmica frase de Trump acerca de Meryl Streep, fico me perguntando se ela não seria, de fato, uma atriz supervalorizada. Acaba me vindo em mente: 'não é possível que essa mulher seja isso tudo!'. Mas até então, em todos os trabalhos que vi, sempre pude perceber performances fantásticas e de extremo talento. Neste ano, novamente Meryl figura entre as indicadas ao Oscar de Melhor Atriz. Ela, que já ganhou três prêmios Oscar, tendo sido indicada somente 20 vezes (batendo seu próprio recorde de indicações), e ainda faturado nada mais que oito Globos de Ouro e indicada 22 vezes para esse prêmio, vem com seu mais novo trabalho Florence: Quem é Essa Mulher?, para mostrar que Mrs. Trump pode estar (mais uma vez) redondamente enganado. Vem comigo, conferir a crítica deste filme com essa atriz maravilhosa que humildemente me atrevo a escrever sobre!

Filmes que Completam 10 e 20 Anos em 2017!




Dizem que recordar é viver. E também dizem que quando menos esperamos, reparamos que o tempo passou e já estamos velhos. Com isso em mente e dando continuidade aos nossos especiais de Fevereiro, resolvemos lançar este túnel do tempo, onde recordamos alguns dos filmes que bombaram em 2007 e um pouco antes, em 1997. Você se lembra dos filmes de dez anos atrás? E de vinte anos?

Especial: As categorias do Oscar - Parte 2 (Figurino, Maquiagem e Cabelo, Design de Produção e Som)



Já pensou quantas você deve ter olhado pra lista das categorias do Oscar e pensado que algumas delas são mais um prêmio de decoração do que um de “verdade” mesmo? Para alguém que está acostumado com o cinema, esse certamente é um pensamento um pouco ofensivo, mas, por incrível que pareça, o público geral inconscientemente subestima categorias como Figurino ou Maquiagem e Cabelo. Essas, dentre outras, apesar de ficarem por último em meio à empolgação de falar dos atores e dos filmes, são igualmente importantes numa obra cinematográfica. Elas fazem parte de um contexto maior que está diretamente ligado à concepção artística de um filme e envolvem um trabalho cuidadoso e, mais importante, formam elementos que influenciam o tempo todo no contar da história. Mesmo que você não pense nelas ativamente o tempo todo, elas estão ali sempre contribuindo para a narrativa.

Crítica: A Grande Muralha (2016, de Zhang Yimou)



Chegou ontem aos cinemas a nova obra do diretor Zhang Yimou (O Clã das Adagas Voadoras). Estrelado por Matt Damon, Pedro Pascal e Willem Dafoe, A Grande Muralha é uma aventura épica com toques de comédia, cujo enredo abordado é deveras chamativo. Além de um visual que usa e abusa de cores vivas, o filme é sem dúvidas uma boa pedida para o seu fim de semana/feriado que está por vir, pois acaba sendo um filme pipoca que se diferencia dos outros e tem lá o seu mérito.

Especial: As categorias do Oscar - Parte 1 (Os roteiros)


Mais uma edição da premiação mais badalada do mundo cinematográfico está chegando e com ela vem aquela vontade dos cinéfilos em acompanhar tudo, dar seus palpites e destrinchar o filme a partir das categorias principais e técnicas do Oscar. É um exercício desafiador, mas também prazeroso porque permite que possamos entender como as peças em uma obra cinematográfica se juntam para nos entregar aquela experiência de breves 2 horas.


Até o dia da cerimônia, que ocorrerá no próximo dia 26, o Minha Visão do Cinema trará três matérias acerca de algumas categorias que despertam a curiosidade do público geral pelo fato de não ser muito claro o que significam. Quem gosta de filmes geralmente palpita com entusiasmo sobre as categorias de atuação, Melhor Filme e até Diretor, mas aquelas que tratam de Fotografia, Montagem, Figurino, Edição e Mixagem de Som, entre outras, costumam passar em branco ou ficam naquela de “eu palpito, mas não tenho certeza do que é”. Não é necessário ser um especialista em cinema para entender os princípios básicos a que se referem essas categorias e isto é ótimo para o leitor, que terá uma visão um pouquinho maior sobre as partes que compõe seu filme favorito.

Cinema: Agenda de Estreias da Semana!

Chegou a hora de conferir a agenda de estreias da semana. Sabe quais filmes chegam as telonas? Temos a estreia de um dos favoritos ao Oscar: Moonlight. Mas também temos a estreia da superprodução A Grande Muralha, a aventura Monster Trucks e muito mais. Confira!


A Grande Muralha


Esta superprodução épica chinesa tem Matt Damon e Pedro Pascal (da série Narcos) em uma batalha contra "estranhas criaturas", ocorrida na grande muralha da China. O trailer traz ótimos momentos e esta poderá ser uma grande surpresa em 2017.

Crítica: Violência Gratuita (2007, de Michael Haneke)


Uma das coisas que eu mais gosto no Cinema são os mais variados tipos de histórias e situações que são possibilitadas, desde entretenimento do mais puro e simples aos enredos mais complexos que estimulam diversas sensações no espectador, confrontando a sua posição confortável enquanto tal. Nesse ínterim, devo confessar, prefiro os filmes que se encaixam na segunda descrição. Eles sugerem que não há limites para o que se pode fazer no Cinema, que sempre há possibilidade de reinvenção.

Crítica: Horizonte Profundo - Desastre no Golfo (2016, de Peter Berg)

Horizonte Profundo conta a história do desastre de Deepwater Horizon, o maior desastre em usinas petrolíferas da história dos Estados Unidos e tenta humanizar os personagens que vivenciaram aquela tragédia - pelo menos alguns deles.



Crítica: Sete Minutos Depois da Meia-Noite (2016, de J. A. Bayona)




O cineasta espanhol J.A. Bayona tem apresentado uma carreira muito interessante, um pouco similar a do mexicano Guillermo del Toro. Ambos tem um estilo de narrativa peculiar: suas obras abordam fantasia com elementos góticos, drama melancólico, uso de bons efeitos especiais (porém utilizados de maneira controlada), personagens infantis cativantes e críticas sociais históricas ou íntimas. Se del Toro impressionou com um drama fantasmagórico destruidor (A Espinha do Diabo), Bayona fez o mesmo com O Orfanato: ambos sendo emocionantes e assustadores na mesma medida. Se del Toro fez algo a mais em superproduções, nos inventivos filmes do Hellboy e Círculo de Fogo, Bayona também conseguiu isso com doses de emoção em O Impossível. Se del Toro utilizou a inocência de uma criança e metáforas para chocar e encantar com o arrebatador O Labirinto do Fauno, Bayona consegue chegar perto aqui neste filme que falaremos agora. Sete Minutos Depois da Meia-Noite é baseado em um livro de mesmo nome e traz uma emocionante trama.

Sônia Braga irá atuar em série da ABC


A brasileira três vezes indicada ao Globo de Ouro está prestes a atuar em uma série americana. A atriz foi chamada para o piloto de Las Reinas, um drama de detetive para a rede ABC.

Crítica: Dexter (James Manos, 2006)

O tipo de série que te faz dormir de luz acesa e desconfiar de tudo e de todos. Dexter (Michael Hall) é um assassino em série, mas há um porém: ele mata os outros semelhantes dele e isso cativa o público. Ele é perito da polícia americana no estado de Miami, o que facilita o acesso nas listas de procurados. Em seu trabalho, Dexter examina o sangue, que, por sua vez, o fascina.


Crítica: Aliados (2017, de Robert Zemeckis)

Aliados é um filme que não tem gênero definido, ele flerta o tempo todo com o romance e o suspense, ambos mal construídos e tenta se vender como um suspense de ação, mas na verdade, acaba que não conseguindo um bom resultado em nenhum desses aspectos.

Robert Zemeckis (Forrest Gump: O Contador de Histórias, O Voo) é um bom diretor e consegue dar sua cara para o filme, ele faz uma boa sequência de ação, bem filmada e com planos ótimos, mas não consegue, nem de longe, salvar a catástrofe que o filme é.



Especial: Documentários do Oscar 2017


O documentário ainda é um gênero subestimado no cinema. Frequentemente ainda se referem a ele como um meio menor em relação às possibilidades narrativas das obras de ficção. É verdade que nessas últimas há uma maior gama de possibilidades de forma e estilo, mas as temáticas e as abordagens dos documentários os transformam numa poderosa ferramenta geradora de debate e empatia. Não há fonte mais verdadeira e capaz de servir de espelho para nós do que aquela que usa a própria realidade como forma de arte. Ainda por cima, são fontes de informação capazes de multiplicar nosso entendimento sobre as coisas e expandir nossa visão sobre o mundo. 


É impossível que qualquer ser humano dotado de um cérebro e um “coração” não se sinta movido por obras como Como Sobrevier a Uma Praga (David France, de 2012), que fala sobre a comovente luta da comunidade LGBT contra a epidemia da AIDS na década de 80, nos EUA; ou A Guerra Invisível (Kirby Dick, de 2012), sobre os inúmeros casos de mulheres estupradas por companheiros no exército americano e como as ocorrências são abafadas pelo governo. 

Os temas dos filmes não precisam ser naturalmente problemáticos ou serem dotados de inata importância social ou política. Veja o caso de À Procura de Sugar Man (Malik Bendjelloul, de 2012), que mostra a emocionante história do músico desconhecido Sixto Rodriguez e como ele se tornou um mito na África do Sul; ou A Um Passo do Estrelato (Morgan Neville, de 2013, disponível na Netflix), a história dos cantores de apoio e como eles foram fundamentais para o sucesso dos maiores nomes da história da música.

Abaixo listo ainda outros excelentes exemplares que, como os citados acima, foram indicados ao Oscar nos últimos 7 anos:

Lixo Extraordinário (João Jardim, Karen Harley, Lucy Walker, de 2010) – belo documentário brasileiro sobre a vida (e arte) dos catadores de lixo num dos maiores aterros sanitários do mundo, no RJ.

Trabalho Interno (Charles Ferguson, de 2010) – sobre a crise econômica de 2008 e seus inconvenientes segredos.

Paradise Lost 3 (Bruce Sinofsky, Joe Berlinger, de 2011) – conclusão da trilogia sobre um dos casos mais misteriosos de crime já documentados. Falo sobre ele e outros dessa temática (aqui). 

O Peso do Silêncio (Joshua Oppenheimer, de 2014, disponível na Netflix) – pesado e poético, acompanha familiares de vítimas de um genocídio na Indonésia confrontando frente a frente seus assassinos e torturadores, que vivem livremente nos dias de hoje.

O Sal da Terra (Juliano Ribeiro Salgado, Wim Wenders, de 2014, disponível na Netflix) – o belo trabalho e vida do fotógrafo mineiro Sebastião Salgado.

Cartel Land (Matthew Heineman, de 2015, disponível na Netflix) – impressionante e um choque de realidade em testemunhar o nascimento de grupos paramilitares para enfrentar os violentos carteis de drogas.

Virunga (Orlando von Einsiedel, de 2014, disponível na Netflix) – retrato da dedicação admirável de alguns guardas florestais para proteger os últimos exemplares dos gorilas da montanha, localizados no parque de Virunga, na República Democrática do Congo. Falo sobre ele e outros temas similares (aqui).

Citizenfour (Laura Poitras, de 2014) – as imagens da fatídica entrevista na qual Edward Snowden revela para os jornalistas a espionagem civil encabeçada pelos EUA. O início de um grande debate sobre segurança vs liberdade.

Amy (Asif Kapadia, de 2015, disponível na Netflix) – biografia da curta e marcante vida e carreira de Amy Winehouse.   

O fato é que todo ano os cinéfilos comparam os indicados em diversas categorias, principalmente a de melhor filme, com os anos anteriores. Há opiniões e opiniões acerca de um ano ser melhor que o outro, mas na categoria de documentário, digo com convicção que o nível tem se mantido sempre alto. Os exemplos acima tocam em temas de política, sociedade, meio ambiente, intolerância, história, música, estudos de personalidade, etc. São todas obras que abrem uma extensa janela sobre o mundo e tornam o poder da linguagem documental sempre fascinante.

Em 2017, os debates sobre representatividade encadeados na Academia nos últimos anos se refletiram nos indicados. Todos os cinco filmes têm como base a tolerância, tendo três deles o racismo especificamente como um dos temas principais. Vamos a eles:

A 13ª Emenda (Ava DuVernay, de 2016, disponível na Netflix).


Crítica: É Apenas o Fim do Mundo (2016, de Xavier Dolan)


Vencedor do Prêmio do Júri da 24ª edição do Festival de Cannes e grande divisor de opiniões tanto da crítica como do público, É Apenas o Fim do Mundo é um dos filmes mais sufocantes e intensos do diretor canadense Xavier Dolan - conhecido principalmente por seu cinema tão característico e representativo. Contando uma história simples focada em um drama familiar, o último filme do canadense utiliza poucos cenários com detalhes escondidos em plena vista, um elenco francês de peso e pequenos excessos paradoxais - que ao mesmo tempo excedem em alguns pontos e faltam em outros. Baseando-se na peça de teatro homônima de Jean-Luc Lagarce, É Apenas o Fim do Mundo descreve uma família em tempos conturbados cujos membros ainda ressentem o passado. E o longa-metragem nos convida a dar uma pequena espiada (fora do tempo) dentro dos aposentos dessa família um tanto problemática.

Crítica: A Cura (2017, Gore Verbinski)




Gore Verbinski, diretor da saga de filmes Piratas do Caribe, tem no seu histórico O Chamado, uma das suas grandes produções do gênero de terror antes de A Cura. Ele agora traz um filme com uma pegada diferente, seja na proposta inicial do filme, seja na bela fotografia sempre com seus ângulos grande-angulares ou no seu tempo de duração, diga-se de passagem, muito longo para um terror ou suspense.

Cinema: Agenda de Estreias da Semana!

Chegou a hora de pegar a agenda, o dinheiro e fazer a programação do cinema para o final de semana. Já sabe o que assistir? Sabe quais filmes estreiam neste final de semana? Tem várias novidades, como a continuação de Jonh Wick, o terror A Cura e várias obras candidatas ao Oscar 2017. Então, vem com a gente:


John Wick - Um Novo Dia Para Matar

Especial: Mesa Redonda The Hollywood Reporter - Diretores (Denzel Washington, Mel Gibson, Oliver Stone, Barry Jenkins, Damien Chazelle, Mira Nair)




No mês de dezembro, o The Hollywood Reporter lançou a sua mesa redonda anual de diretores da qual participaram alguns dos nomes que foram indicados ao Critc Awards, ao Globo de Ouro e ao Oscar. Na entrevista eles falam sobre seus últimos projetos, suas entradas no mundo cinematográfico, suas maiores dificuldades como cineastas entre outras coisas. As perguntas foram feitas pelos dois editores executivos do The Hollywood Reporter, Stephen Galloway e Matthew Belloni.

Crítica: John Wick: Um Novo Dia Para Matar (2017, de Chad Stahelski)




Acaba de entrar em circuito brasileiro a sequência de um dos filmes mais inusitados de 2014. John Wick: Um Novo Dia Para Matar marca o retorno do astro Keanu Reeves ao lado do diretor (e dublê dos demais longas de ação ao longo de sua carreira), Chad Stahelski. Seguindo a mesma linha do anterior, o resultado da continuação se sai tão bem quanto o primeiro, e, não obstante, até duplica aspectos como o ritmo frenético, a violência, bem como as lutas e outros elementos que o gênero de ação constitui.

Os Filmes Mais Esperados para 2017 e Trailers de Lançamentos!




Toda virada de ano traz para os cinéfilos, aqueles fanáticos de carteirinha por tudo que é filme, a expectativa de muitas obras boas. E nos últimos anos tivemos uma retomada do grande público nos cinemas. Após uma safra de anos fracos, que gerou certa crise durante algum período (2005-2008, por exemplo), o público voltou a sua atenção aos cinemas, especialmente para filmes de grande porte. Em parte, devemos isso às superproduções, filmes com grandes efeitos especiais, com a tecnologia 3D e grandes sagas cinematográficas chegando às telonas. Nos últimos anos, diríamos que de 2009 pra cá, tivemos dezenas de grandes filmes chegando juntos nas telonas. E talvez isso vá ficar ainda mais evidente em 2017. Grandiosas produções e sagas amadas chegarão uma atrás da outra, batendo de frente pela disputa de bilheteria, crítica, marketing e atenção do público. Vamos conferir uma seleção do que está por vir neste ano?

Mother e Wonder são adiados para a época de premiações

Nos últimos dias a Lionsgate e a Paramount fizeram escolhas estratégicas para o lançamento de dois filmes aguardados pelo público.

Wonder (o título do livro no Brasil é Extraordinário, mas o filme ainda não tem nome definido) estava com o lançamento marcado para Abril, mas parece que os executivos da Lionsgate gostaram do que viram e adiaram o lançamento para o dia 17 de novembro. O filme é dirigido por Stephen Chbosky (As Vantagens de Ser Invisível) e estrelado por Julia Roberts, Jacob Tremblay, Owen Wilson e Sônia Braga.


Niki Caro será a diretora do live-action de Mulan

Segundo o The Hollywood Reporter, o live-action de Mulan já encontrou sua diretora e seu produtor. Niki Caro (Terra Fria) será a diretora e o Bill Kong (O Tigre e o Dragão) será o produtor executivo.

Ang Lee tinha sido convidado para o ser o diretor de Mulan, mas recusou. Algumas diretoras também tinham sido cotadas para a direção, entre elas, Patty Jenkins e Michelle Maclaren.

Com o sucesso de Mogli - O Menino Lobo, muito se espera dos próximos live-actions da Disney, resta saber se vão conseguir manter o alto nível.

Mulan está previsto para 2018.



Robert Downey Jr. irá protagonizar novo filme de Richard Linklater

O filme contará a história real de um homem que se passava por médico para aumentar a sua fama, enquanto um editor do jornal da Associação Médica Americana tentava desmascarar o charlatão.

Robert Downey Jr. além de protagonizar, também irá produzir o longa.

O filme ainda não tem uma data de estreia e está em pré-produção.




Crítica: Christine (2016, de Antonio Campos)

Christine é aquele típico filme que a história se sobrepõe ao roteiro, onde a atuação está um passo a frente de todo o resto, onde falta a mão de um roteirista mais experiente e de um diretor com personalidade.

A história de Christine é altamente intrigante, acredito que a maioria das pessoas conheçam, mas mesmo assim não vou dar grandes spoilers, porque para quem não conhece, é fundamental que o final fique em segredo.


Matt Reeves será o diretor de The Batman

A "novela" da pré produção de The Batman tem mais um capítulo. De acordo com informações da Variety, Matt Reeves (Deixe-me Entrar, Planetas dos Macacos: O Confronto e Cloverfield - Monstro) assumirá a direção do longa que tem previsão para 2018.

Ben Affleck iria escrever, dirigir e protagonizar o filme, mas deixou as duas primeiras funções para se dedicar a atuação.

Essa história toda será que vai acabar bem? E vocês, aprovam a nova escolha da Warner?



Trilha Sonora: Onde o Amor Está! (2010)



Hoje, 13 de Fevereiro de 2017, faz exatamente um ano que assisti ao filme Onde o Amor Está! e é com base nessa lembrança que resolvi lhes trazer uma matéria especial sobre a sua trilha sonora. O longa, dirigido por Shana Feste (Em Busca de Uma Nova Chance), é estrelado por Gwyneth Paltrow, Garrett Hedlund, Tim McGraw e Leighton Meester. Então pegue os fones de ouvido e se prepare para começar bem a semana ouvindo boas faixas country que compõem a obra! (Obs.: a faixa Coming Home, interpretada por Gwyneth Paltrow, venceu o prêmio de melhor canção original no Academy of Country Music Awards).

Bolão Oscar 2017



A maior premiação de cinema do mundo está chegando e nós organizamos um bolão para nossos leitores participarem. Para participar é bem fácil, basta enviar os palpites das 24 categorias para o e-mail minhavisaodocinema@gmail.com
Em caso de empate, os prêmios serão entregues para quem acertou o maior número de categorias e enviou o e-mail mais cedo, ou seja, se apressem, pois um minuto a mais pode fazer toda diferença.

Crítica: Volta às Aulas (2006, de Stéphane Aubier e Vincent Patar)

Volta às Aulas, no original La Rentrée des classes, é um dos curtas selecionados, em competição, para a edição deste ano do My French Film Festival, festival francês online transmitido no mundo inteiro gratuitamente.

No filme, Cowboy e Índio estão se preparando para passar uma temporada de férias num cruzeiro, viajando por ilhas exóticas, mas são lembrados por seu amigo Cavalo que é o primeiro dia de aula. Frustrados, eles ainda tentam escapar, mas parece que tudo está conspirando para que os dois tenham que ir para a escola. Lá, quando tudo parecia perdido, eles são surpreendidos pela visita de um astronauta que propõe uma competição educativa, aquele que descobrir a distância exata da Terra até a Lua vai ganhar uma viagem à Lua.


Cinema: Estreias da Semana!

É hora de conferir a agenda e os trailers das estreias do cinema para esta semana. Dois filmes muito esperados de 2017 chegam no Brasil: Lego Batman e Cinquenta Tons Mais Escuros. Mas também tem algumas obras cult. Confira abaixo:


Lego Batman: O Filme


Uma Aventura Lego foi um inesperado e gigantesco sucesso de crítica e bilheteria em 2014, até mesmo chegando no Oscar. Já os últimos filmes de super heróis da DC (Batman vs Superman e Esquadrão Suicida) não agradaram muito, apesar das boas bilheterias. Chega agora a união dos dois universos, utilizando a imagem do Batman, na sua versão Lego. Com a produção e aval da própria DC, numa inteligente jogada e coragem de auto-sátira, o filme é algo que nem a Marvel arriscou: uma animação infantil dentro de um universo de heróis, mas como uma própria paródia e cheia de referências e sacadas que agradarão aos mais velhos também! E vale salientar que o filme está com uma avaliação de inacreditáveis 95% de aprovação da crítica especializada. Ou seja, corre logo pro cinema!

Crítica: LEGO Batman: O Filme (2017, de Chris McKay)




Estreia essa semana em circuito brasileiro LEGO Batman: O Filme, a mais nova animação da Warner Bros Pictures que vem com a premissa de “estourar” nas bilheterias, uma vez que existe praticamente uma “legião” de fãs dos super-heróis da DC, que mal pode esperar para conferir esse desenho que trará a fama de agradar crianças e adultos no mundo inteiro!

Crítica: Fragmentado (2016, de M. Night Shyamalan)



Quem nunca ouviu falar de M. Night Shyamalan, não é? Pois bem, aquela mente brilhante tanto por trás de sucessos como O Sexto Sentido, Sinais e Corpo Fechado quanto de fracassos como A Dama Na Água, O Último Mestre do Ar e Fim dos Tempos agora nos prestigia com uma obra que é de longe uma das melhores produções dele. Após a controvérsia que seu último longa A Visita enfrentou, o diretor indiano tenta a sorte com o filme Fragmentado, estrelado por James McAvoy, Anya Taylor-Joy e Haley Lu Richardson! Com uma trama pra lá de sinistra, ele trata de um tema tão conhecido e real que chega a assustar: o transtorno de múltipla personalidade.

Notícia: Confirmada a 2ª Temporada de The OA!



Como a própria série nos diz: ''Acredite no desconhecido''. Nada define melhor The OA.

Crítica: O Chamado 3 (F. Javier Gutiérrez, 2017)



Para quem é fã de Samara Morgan, a menina do poço, talvez se agrade com essa sequência da franquia O Chamado, ou não. Ela retorna as telonas doze anos depois de O Chamado 2 (2005). O novo filme não se trata exatamente de uma continuação dos filmes anteriores, mas de uma nova proposta para os tempos atuais, como por exemplo, a disseminação do vídeo através da internet e seus mais variados dispositivos de acesso e a apresentação de uma história oculta que explicaria as origens da menina Samara.

Crítica: Lion - Uma Jornada Para Casa (2016, de Garth Davis)



Se voltássemos no tempo e pudéssemos contar aos nossos pais, quando tinham nossa idade, que seria possível observar uma representação fotográfica bastante detalhada de qualquer lugar do planeta a partir de nossos telefones celulares, eles certamente pensariam se tratar de uma premissa de algum filme ou livro de ficção científica. Para o assombro daquela geração e para o costume da nossa, ela não só é possível quanto ainda é o mote para uma impressionante história real acontecida há alguns anos na Índia. 

Em 2013, o indiano Saroo Brierley lançou sua trajetória de vida num livro intitulado A Long Way Home, que conta como o próprio, aos 5 anos de idade, se perdeu da família numa província perto da cidade de Khandwa e acabou ficando perdido por algum tempo até ser adotado por uma família australiana. Hoje, em 2017, chega aos cinemas a adaptação chamada Lion – Uma Jornada Para Casa, que encena os principais acontecimentos envolvendo a jornada de Saroo, inclusive o determinante papel do software Google Earth na história. 

Crítica: Zodíaco (2007, de David Fincher)


2007 foi um ano riquíssimo para o cinema. No Oscar, tivemos uma das disputas mais acirradas dos últimos tempos - entre os quase igualmente fantásticos Sangue Negro e Onde Os Fracos Não Têm Vez -, no sentido de blockbusters tivemos Ratatouille - um dos meus filmes preferidos da Pixar - e O Ultimato Bourne - que ainda é uma referência para os filmes de ação feitos hoje em dia. Além disso, fizeram sucesso filmes como o excelente nacional Tropa de Elite, e filmes não tão bons como Os Piratas do Caribe: No Fim do Mundo, Transformers e Homem-Aranha 3. Um destaque também foi À Prova de Morte, que pra mim é o filme mais subestimado de Quentin Tarantino e igualmente subestimada é esta obra-prima de David Fincher, Zodíaco. Todos esses filmes completam 10 anos este ano.

Zodíaco conta a história de um grupo de pessoas que faz de tudo para achar um serial killer, que chama a si próprio de Zodíaco. Isso é tudo que você precisa saber.

Um Olhar Para o Cinema Estrangeiro: A Atração (2015, de Agnieszka Smoczýnka)


Sendo o filme de abertura selecionado no Festival de Sundance em Janeiro do ano passado, A Atração é um musical polonês sobre sereias assassinas, que trata exclusivamente de obsessão e amor, bem como as suas consequências. Pesado, maduro, macabro e de encher os olhos do espectador com tamanha extravagância. Devido a toda essa excentricidade é que será um daqueles no estilo “ame ou odeie”. Ficou curioso? Então vem comigo conhecer um pouco mais sobre essa produção polonesa exótica!

Crítica: A Qualquer Custo (2016, de David Mackenzie)



A Qualquer Custo é o novo filme do diretor britânico David Mackenzie, conhecido pelo belíssimo Sentidos do Amor (2011). Com roteiro de Taylor Sheridan (Sicário: Terra de Ninguém, de 2015), o filme conta a história dos irmãos Howard, que assaltam pequenos bancos pelo Texas.

Crítica: Docinho da América (2016, de Andrea Arnold)


Filme de estrada, filme expressivo, filme com autenticidade única. Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2016 e destaque de grandes premiações independentes, o novo longa da subestimada diretora Andrea Arnold vem dividindo as opiniões com sua narrativa subjetiva e ampla. Usando como pano de fundo a realidade crua por trás do tão idealizado "sonho americano", o road movie Docinho da América trata sobre aquele período conturbado e cheio de mudanças na vida de todos: a juventude, que acompanhada com toda sua loucura impulsiva e insaciável, é uma complicada transição entre o mundo que já conhecemos e algo completamente desconhecido.

Cinema: Estreias da Semana!

Chegamos na nossa agenda de estreias da semana, e vários filmes chegam as telonas. Dentre lançamentos esperados de 2017 e filmes atrasados que só chegam agora (como alguns indicados ao Oscar), venha conferir os trailers e se programar!

O Chamado 3


O Chamado foi um enorme sucesso no final dos anos 90 e início dos anos 2000. Além de uma série de filmes japoneses iniciados em 1998 (Ringu) e que perdura até hoje, o remake americano de 2002 também agradou e tornou a história conhecida no mundo todo. Mas em 2005, a continuação não agradou tanto e afundou a franquia, especialmente pelo excesso de clichês. A própria saga japonesa já parece ter passado dos limites, com uma dezena de filmes de 98 pra cá, sendo o último lançado em 2016, no fraquíssimo Sadako vs Kayako (uma espécie de "O Chamado vs O Grito"). Desde 2006, este terceiro capítulo vinha sendo planejado, baseado em um detalhe do segundo filme americano. Mas foi cancelado, regravado e reescrito várias vezes. Por último, o lançamento previsto para 2014 foi empurrado para 2015, depois para 2016, e agora finalmente chega. Confesso que o trailer vende algo batido, que já vimos em diversos outros longas do gênero. Mas o orçamento é bom, o que pode render algo "maior" para a trama, por assim dizer. Se fará jus aos originais ou não, a verdade é que O Chamado 3 já é um dos filmes de terror mais esperados de 2017, além do seu grande marketing.





TOC - Transtornada Obsessiva Compulsiva


TOC é certamente uma das comédias nacionais mais esperadas para 2017, trazendo o humor de Tatá Werneck e Ingrid Guimarães como elas mesmas, em um enredo que discute neuroses e cinema. Apontado como repleto de metalinguagens ao atual quadro do nosso cinema nacional, o longa vem recebendo elogios, por ser divertido e inteligente. Será mesmo? Bem, só conferindo o filme.





The Beatles: Eight Days a Week


O cineasta Ron Howard (de O Código da Vinci e Uma Mente Brilhante) traz este documentário que acompanha os bastidores dos exaustivos 250 shows e concertos que a banda Beatles fez entre 1963 e 1966.




A Qualquer Custo


Um dos indicados ao Oscar 2017, o filme foi muito elogiado lá fora no ano passado. Em uma espécie de faroeste moderno, traz uma mistura de drama e suspense, muito bem dirigido, com situações tensas e ótimas atuações de Chris Pine, Ben Foster e Jeff Bridges. Já conferimos e o estilo lembra o ótimo Onde os Fracos Não Tem Vez.


Nossa crítica aqui.



Jackie


Também indicado ao Oscar, esta elegante produção dirigida pelo chileno Pablo Larrain (do ótimo No) mostra as camadas do luto e os bastidores da morte do presidente americano Kennedy, sob a perspectiva de sua esposa Jacqueline. Monstruosa atuação de Natalie Portman, belo figurino e bela fotografia, mescla tensão e emoção muito bem. Uma ótima pedida para quem gosta filmes baseados em eventos reais e quem quer acompanhar alguma produção do Oscar deste ano.




Clarisse ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois


Elogiado drama nacional, que mescla elementos de suspense e terror psicológico, traz a história de uma mulher, que vai cuidar de seu pai doente. Mas lembranças do passado e descobertas obscuras surgirão para atormentá-la. É o cinema nacional trazendo uma produção autoral e sufocante.





A Espera


Drama autoral e com toques psicológicos, traz a maravilhosa Juliette Binoche como protagonista. O filme fala de luto, melancolia e traz um mistério. O trailer é interessante e pode ser uma boa pedida para os amantes de filmes cult.




Armas na Mesa


Este filme surgiu bem na época do Oscar, mas acabou ficando de fora. Traz a ótima Jessica Chastain em um papel duro e difícil, uma lobista que troca de lado afim de conseguir leis rígidas para o porte de armas. Mas acaba sofrendo retaliação no congresso americano. O trailer é tenso e parece ser um drama sólido e forte.





Estrelas Além do Tempo


Outro filme indicado ao Oscar, este é sensacional e uma das melhores obras de 2016. Já reparou que nas revistas e jornais, somente homens brancos aparecem como os gênios e heróis da NASA? Este filme aqui mostra a dura jornada de três mulheres negras, verdadeiras gênios espaciais e da matemática, que precisam quebrar barreiras sociais e preconceitos, afim de ajudar o homem a quebrar a barreira do espaço. Altamente recomendado, não perca este filme.

Leia nossa crítica aqui.




Quase 18


Outro filme elogiado, mas que desta vez ficou de fora do Oscar, a produção é tida como uma das melhores comédias de 2016, mesclada com drama. Mostra as tribulações na mente de uma jovem, na passada da adolescência para a vida adulta, e suas consequências e responsabilidades.




E você, está ansioso para algum filme? Qual pretende ver no cinema?



Crítica: iBoy (2017, de Adam Randall)



A Netflix disponibilizou há cerca de uma semana, na última sexta-feira (27) o seu mais novo filme original iBoy, ficção cujo conceito é deveras inusitado. Estrelado por Maisie Williams, Bill Milner e Rory Kinenar, ele é baseado no livro escrito por Kevin Brooks e vem com uma premissa pouco vista em outros longas até então. Mas será que esse diferencial deu certo?