Crítica: Café Society (2016, de Woody Allen)


A 69ª edição do Festival de Cannes usou como abertura o mais novo longa do renomado diretor, Woody Allen. Mesmo tendo uma recepção morna, Café Society agradou os fãs de longa data e recebeu vários aplausos. Depois dos fraquíssimos Magia ao Luar e Homem Irracional, as expectativas dos fãs e críticos para seu próximo filme estavam bem baixas, o que pode (ou não) ter facilitado para o filme parecer um pouco melhor do que realmente é. Mantendo o impressionante ritmo de um filme por ano (isso sem contar sua próxima série de TV, produzida pela Amazon), Café Society resgata todas as principais características do diretor nova-iorquino, que pareciam ter sido perdidas em seus últimos dois longas.

Crítica: Notas Sobre um Escândalo (2006, de Richard Eyre)



Lançado em 2006, o longa Notas Sobre um Escândalo é dirigido por Richard Eyre e trata de vários temas, como: confiança, omissões e amizade. No entanto, entre eles está o mais complicado e real: relacionamentos íntimos entre alunos e professores. Com as atuações de Cate Blanchett, Judi Dench e Bill Nighy, não é atoa que só poderia sair algo de bom! Tanto que o próprio slogan diz: “O erro de uma pode ser a oportunidade da outra”; então toda esta questão de segredos revelados e as consequências de atos cometidos irá atrair boa parte do público.

TOP: 10 ESTREIAS NA TV QUE MERECEM SUA ATENÇÃO



    Entra e sai ano, novos shows estreiam e outros se despedem de nós. Todo fanático sabe, o quão difícil é se despedir da sua série favorita, mas também sabe o quão delicioso é abrir seu coração para uma nova produção. Com espaço livre ou não no seu coraçãozinho fanático, vem comigo conferir esses lançamentos.
                                             

                                         10 - The Good Place 


 A série acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), uma mulher de moral questionável, egoísta e com uma visão de mundo nada humanitária. Por circunstâncias desconhecidas, após sua morte Eleanor acaba por ir parar no Lugar Bom. Após sentir o gostinho de como é viver no paraíso, ela fará de tudo para permanecer lá, isso inclui burlar algumas regras. Imagine as pessoas mais altruístas do mundo ao lado de alguém com as "qualidades" únicas da nossa protagonista. Essa é a receita certa para uma boa comédia.  
       
                                             09 - This Is Us


A história acompanha a vida de diversos personagens, todos nascidos no mesmo dia. Entre eles, Jack (Milo Ventimiglia) marido de Rebecca (Mandy Moore) que esta grávida de tri-gêmeos, Kevin (Justin Hartley) um ator frustrado com seu trabalho e que se encontra preso em um papel do qual no fundo, ele tem vergonha de interpretar. Kevin é irmão gêmeo de Kate (Chrissy Metz), uma mulher que luta contra o peso. A trama também acompanha Randall (Sterling K. Brown), um empresário e homem de família que vive em Nova Iorque ao lado de sua esposa Beth (Susan Kelechi) e suas duas filhas. Randall foi abandonado pelo pai em um quartel do corpo de bombeiros logo que nasceu. E é com esses personagens que a rede se forma no primeiro episódio. Com momentos tocantes 'This Is Us' é um deleite para quem gosta de drama.

                                             08 - Pitch 


Pitch, drama de baseball acompanha a jovem Ginny (Kylie Bunbury) que se torna a primeira mulher a atuar numa grande liga esportiva norte-americana. Ao finalmente conseguir entrar para um grande clube Ginny percebe que ainda não conseguiu nada. Ela terá que lidar com a pressão de milhares de admiradores, inveja de colegas de equipe, pessoas duvidando de suas qualidades como jogadora e até mesmo machismo. 

                                           07 - Notorious    


 A série é construída com base na relação de Jake Gregorian (Daniel Sunjata), um advogado carismático que age como se fosse invulnerável, e Julia George (Piper Perabo), uma poderosa produtora de TV. Juntos, os dois tentam controlar a mídia, o sistema judiciário e consequentemente um ao outro. Enquanto Julia cria as notícias, Jake entrega seus clientes poderosos para ela. Assim, vão criando heróis e monstros, vitimas e vilões. Jogando aos lobos e resgatando uma pessoa do público faminto quando bem entendem. 

                                          06 - MacGyver


A nova série de MacGyver contará as origens do personagem vivido originalmente por Richard Dean Anderson, mostrando ele no início de sua carreira. Na série original, MacGyver é um agente secreto que consegue se virar com poucos recursos, usando apenas seus conhecimentos científicos e um canivete suíço que sempre carrega, nas mais difíceis situações. Com Lucas Till no papel do jovem MacGyver, a séria promete não se levar a sério e ser no mínimo divertida.    

                                           05 - Westworld


O mau-funcionamento de um robô provoca a destruição de terror para um grupo de pessoas que estavam de férias no Westworld, um parque de diversões futurista para adultos. O Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins) é o brilhante, taciturno e complicado diretor criativo, chefe de programação e presidente do parque, que tem várias ideias para melhorar o local – e métodos difusos de alcançá-las. Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood) é uma típica garota de fazenda que vive na fronteira do parque, e está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de uma muitíssimo bem elaborada e arquitetada mentira. Westworld promete ser a substituta de Game of Thrones, talvez seja pretensão demais, mas vamos aguardar e conferir. 
                       
                                               04 - Bull


Michael Weatherly dá vida ao Dr. Jason Bull. Inspirado no início da carreira de Dr. Phil McGraw, a série segue o Iconoclasta brilhante, impetuoso, e encantador em uma empresa de consultoria de julgamento extremamente bem sucedida que usa uma combinação de visão notável na natureza humana, três doutores, e uma equipe de especialistas para criar estratégias vencedoras e inclinar a balança da justiça em favor de seus clientes. Um prato cheio para quem curte psicologia. 

                                           03 - SuperMax


Vamos dar uma chance ao nosso Brasil, é fato que ainda estamos entendendo o conceito "fazer série", mas estamos no caminho certo. Em 'SuperMax'
, doze participantes de um reality show são confinados em uma prisão de segurança máxima. Mais do que a busca pelo prêmio, todos compartilham também de um passado em comum e, além dos mistérios que cercam o local, terão que lidar com os seus próprios fantasmas e medos.

                                        02 - Luke Cage 


Luke Cage é um ex-membro de gangue acusado por um crime injustamente. Na prisão, ele se voluntaria para uma experiência médica que dá errado, ganhando superforça e pele à prova de balas como consequência. Usando seus novos poderes, Cage escapa da cadeia e torna-se um "herói de aluguel". A cultura negra será explorada a fundo na série do herói, trazendo não só diversidade a Marvel, mas também um herói que foge totalmente dos padrões.

                                            01 - The Crown  



Com status de série mais cara já produzida pela Netflix, 'The Crown' é uma adaptação de Peter Morgan (The Jury e do filme 'A Rainha') e Stephen Daldry (diretor do filme 'As Horas') da peça 'The Audicence', escrita por Morgan e estrelada por Helen Mirren. Na série, a história acompanhará a vida da Rainha Elizabeth II ao longo de seu reinado, explorando situações políticas e pessoais pelas quais a monarca passou. Os produtores não pretendem apenas traçar a trajetória da monarquia britânica, o objetivo é o de também mostrar um império em declínio, as transformações políticas e sociais que ocorreram no mundo, e o surgimento de uma nova era.

Crítica: Sete Homens e um Destino (2016, de Antoine Fuqua)


Refilmagem de um clássico dos anos 60 (este por sua vez refilmagem de 'Os Sete Samurais', de Akira Kurosawa), 'Sete Homens e um Destino' é o novo filme de Antoine Fuqua que estreou semana passada nos cinemas brasileiros. Com um elenco de peso, o longa é estrelado por Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Matt Bomer e Peter Sarsgaard. Para quem curte o gênero faroeste, ele certamente será uma surpresa e tanto.

Crítica: A Vítima Perfeita (2009, de Simone North)


Lançado direto em DVD em Março de 2009, o filme 'A Vítima Perfeita' é um drama com toques de suspense que foi dirigido por Simone North. Baseado em uma história real, ele trata de um tema complicado: a obsessão pela beleza de outro indivíduo e até que ponto a inveja de uma pessoa é capaz de chegar.

Crítica: Demônio de Neon (2016, de Nicolas Winding Refn)



O diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn já chamava a atenção na sua terra natal, mas foi ao céu no Festival de Cannes em 2011 quando apresentou 'Drive', sua obra de maior impacto até então. Dois anos depois, também em Cannes, Refn foi ao inferno com 'Só Deus Perdoa', um filme de visual lindo, mas tão excessivamente abstrato que parece ser chato e vazio. Eis que agora ele retornou novamente em Cannes, causando frenesi e com um ótimo marketing visual, trazendo sua nova obra, intitulada 'Demônio de Neon'. Se em 2011 ele foi ovacionado e em 2013 foi vaiado, agora em 2016 seu novo filme dividiu muito as opiniões. Alguns vaiaram, outros elogiaram a coragem. O filme dividiu a crítica, com notas e percentuais de 50%. Muitos odiaram. Outros amaram. Realmente um divisor de águas e opiniões. O que dizer desta obra?


Crítica: 31 (2016, de Rob Zombie)



O roqueiro e diretor Rob Zombie é um cineasta polêmico. Abusando de referências dos slashers e exploitations setentistas, ele bebe de vertentes que lembram os clássicos 'O Massacre da Serra Elétrica' (1974, de Tobe Hooper), 'Quadrilha de Sádicos' (1977, de Wes Craven) e produções do tipo, quase sempre envolvendo viagens (road movies) e trazendo uma forte pegada no gore e nudez. Se seus filmes trazem estas referências e é um prato cheio para quem curte produções mais pesadas, por outro lado suas obras são amplamente detonadas pela falta de roteiro, atuações canastronas, estilo de filmagem amador e uma superestimada valorização da atriz Sheri Moon Zombie, que por sinal é esposa do diretor. Entre as suas obras mais bem vistas, encontram-se as duas primeiras: 'A Casa dos Mil Corpos', que brinca com os clichês dos filmes de terror como os citados mais acima; e uma pseudo-continuação deste chamada 'Rejeitados Pelo Diabo', que é chocante mas disparada sua melhor obra. Após isso, Zombie foi amplamente detonado pelos seus remakes do clássico 'Halloween' (o original de 1978 de John Carpenter). Apesar de falhas do roteiro e um visual grotesco excessivamente amador, estes dois últimos 'Halloween' (2007 e 2009) tem um terror bem forte, com um certo estudo sobre a infância, origem e mente de um psicopata. Além destes, outro filme detonado é 'As Senhoras de Salem', que com suas cenas psicodélicas e abstratas, flerta com um estilo "lynchiano" e traz a melhor atuação de Sheri Moon.

Crítica: Terror na Água (2011, de David R. Ellis)


Lançado em Novembro de 2011, o filme ‘Terror na Água’ é dirigido por David R. Ellis (Premonição 4) e traz atores como Sara Paxton, Chris Carmack, Chris Zylka e Joel David Moore. Repleto de controvérsias, muitos odiaram e outros amaram. É óbvio que o CGI reina solto, pois a trama em si é bem inusitada. Mas o simples fato de ter tubarões já pode chamar a atenção dos mais curiosos que curtem essa temática. Sendo assim, ele até que funciona como um bom trash.

Crítica: Visões de um Crime (2011, de Julien Magnat)


Lançado em 2011 direto para DVD com distribuição da California Filmes, o longa 'Visões de um Crime' é um tenso thriller cuja temática abordada é inusitada, porém inovadora. Estrelado por Milla Jovovich, Sarah Wayne Callies e Julian McMahon, a história é repleta de muito suspense e aborda um tema pouco visto em outros filmes, mas que possivelmente convença a maioria dos telespectadores.

Crítica: O Sol da Meia-Noite (1985, de Taylor Hackford)



Na crítica de hoje, resgato este clássico que infelizmente não é tão lembrado. Mas certamente todos que gostam das lendárias canções dos anos 80 se lembram do single 'Say You, Say Me' de Lionel Ritchie. Pois bem, esta bela canção é a música tema deste grande trabalho chamado 'O Sol da Meia-Noite', um clássico de 1985, que às vezes parece meio esquecido no tempo. Em plena Guerra Fria e tensão entre Estados Unidos e Rússia (que durou até 1991), este filme foi lançado para mostrar um pouco de como este conflito influenciou algumas vidas e carreiras artísticas. A história traz um bailarino russo chamado Nikolai, que deixa seu país afim de fazer sucesso na América . Mas quando o avião em que está viajando é obrigado a pousar na Rússia, os agentes soviéticos da KGB fazem dele um prisioneiro desertor. Ele é obrigado a ficar sob os olhares de um casal: um sapateador americano negro e desertor e sua esposa russa. Em cima de toda pressão patriótica, cria-se uma história sobre amizade e amor à dança. 

Emmy Awards 2016: Veja a lista dos ganhadores!




O Emmy Awards é a principal premiação da TV nos Estados Unidos e a 68ª edição aconteceu ontem em Los Angeles. Com nenhuma surpresa diga-se de passagem Game of Thrones ganhou 38 estatuetas ao todo, tendo o recorde histórico de premiações. Não muito atrás The People v. O. J. Simpson: American History Crime estava com uma indicação a menos e conseguiu levar para casa 5 troféus. Vem conferir a lista completa de premiados!


Crítica: A Girl Like Her (2015, de Amy S. Weber)


No mês da prevenção ao suicídio, o #SetembroAmarelo, o blog Minha Visão do Cinema traz uma recomendação de filme sobre o tema*   

'A Girl Like Her' é um drama norte americano escrito e dirigido por Amy S. Weber. O longa aborda um assunto que, ainda que considerado triste e pesado, merece e precisa cada vez mais ser lembrado: o crescente número de adolescentes que tentam (e na maioria das vezes conseguem) tirar a própria vida em conseqüência do bullying.

Crítica: 007 contra Spectre (2015, de Sam Mendes)


007 contra Spectre (2015)


Em 2006 entravámos, eu e meu irmão, na sala de cinema do (agora saudoso) Severiano Ribeiro pertencente ao North Shopping Fortaleza. Dando uma olhada no pôster do filme, lembro-me de me impressionar com a dupla beleza ali exposta – Daniel Craig, o ingressante na saga com o desafio de superar as baixas expectativas acerca sua entrada (um Bond loiro, “baixinho” e sem os traços charmosos do antecessor Pierce Brosnan), e ... o carro. Um luxuoso Aston Martin DBS V12, logo abaixo da silhueta de uma possível Bond girl. Os componentes principais dos filmes do espião ali reunidos vendiam o que se esperava da franquia naquele momento – e 'Cassino Royale' entregou com maestria, dando novo fôlego a uma série quinquagenária que há anos não mostrava seu melhor.

Pierce Brosnan, antecessor de Craig
'007 Casino Royale' (2006)






















Nove anos e mais dois filmes passados, Craig já havia estabelecido sua identidade no personagem. Após o sucesso de '007 – Operação Skyfall' (2012), tanto de crítica quanto de bilheteria, não havia mais nada a ser provado sobre sua passagem pelo papel. A curiosidade era grande, no entanto, para o próximo filme da sequência de longas. Assim que a exaustiva batalha judicial entre MGM e Kevin McClory pelos direitos totais da marca chegou ao fim, em 2013, elementos clássicos da franquia estavam de volta ao jogo. Leia-se, portanto, Ernst Stavro Blofeld e sua amada Spectre. À medida que a publicidade do filme se iniciou, divulgando elenco, sinopse e imagens, maior o questionamento na minha mente e na de vários outros fãs incondicionais da franquia: como trazer à tona algo esquecido por mais de 30 anos para a nova geração e, ao mesmo tempo, superar a magnitude do filme anterior? A resposta veio em 5 de novembro de 2015, e de uma forma bem simples: não houve como superar.


Crítica: Herança de Sangue (2016, de Jean-François Richet)



Com as franquias 'Máquina Mortífera' e 'Mad Max', Mel Gibson se tornou um astro da ação, amado pelo público e respeitado pela crítica. Além da sua boa performance na pancadaria, o ator mostrou características cômicas (às vezes de humor negro) que faziam ele ter carisma em cena. Assim, Gibson foi um expoente no cinema de entretenimento. Porém seus problemas pessoais vieram a público, envolto de polêmicas como agressões a esposa, tendências violentas e atitudes um tanto preconceituosas. Com o final dos anos 90 e chegada dos anos 2000, Gibson já não tinha mais lugar no meio dos filmes de ação, apostando assim em uma carreira como diretor. Seria esta uma das melhores coisas que ele faria, pois como cineasta ele ainda tinha mais qualidades, entregando obras contundentes e de força cinematográfica, como o clássico 'Coração Valente', o chocante 'A Paixão de Cristo' e o divertido 'Apocalypto'. Porém nos últimos anos ele também se afastou desta função. Atuando em filmes mais humildes recentemente, onde apostaram mais no lado dramático, ele fez papeis legais, mas que já não chamaram a atenção. Teve uma pequena volta ao passado como o vilão do nostálgico e injustiçado 'Mercenários 3', mas ainda faltava-lhe seu bom retorno como herói. Bem, não falta mais. Em cartaz nos cinemas, 'Herança de Sangue' resgata o protagonismo de Mel Gibson, ao mesmo tempo em que não deixa de ser uma referência interna ao mesmo.

Crítica: Não me Abandone Jamais (2010, de Mark Romanek)


Baseado no best-seller de Kazuo Ishiguro, o longa ‘Não me Abandone Jamais’ estreou em 2010 e dividiu a opinião do público. A sinopse gira em torno de três adultos que quando crianças, tiveram o rumo da história de suas vidas mudado para sempre. Ao crescerem, eles descobrem que precisam enfrentar a força do amor que sentem um pelo outro, enquanto se preparam para a assombrosa realidade que os aguarda. Sendo assim, ele é mais um que se encaixa no dilema “ame ou odeie”. Um drama forte que trata de um assunto complexo, mas comovente.

Crítica: Catarina - A Lenda da Loira do Banheiro (2014, de Marcos Otero)


Com pouca divulgação em massa, o longa ‘Catarina – A Lenda da Loira do Banheiro’ tem a direção de Marcos Otero e conta a história que aterrorizou gerações. Não sei vocês, mas eu morria de medo (pra falar a verdade ainda tenho pavor) dessa lenda urbana. Por mais que seja apenas um mito, sempre me dá aquela sensação de medo, principalmente quando se acaba de assistir e precisa ir ao banheiro. Sério, não nem nada pior do que ficar se lembrando do filme. Portanto se você for estudante ou sensível a sustos, é desaconselhável ver sozinho de noite e com a luz apagada.

Crítica: O Homem nas Trevas (2016, de Fede Alvarez)


Chegou aos cinemas brasileiros o novo longa de Fede Alvarez, que dirigiu o remake de 'A Morte do Demônio'. 'O Homem nas Trevas' promete ser um dos melhores lançamentos do gênero de terror do ano e se a intenção do diretor era assustar o público, pois olha: então conseguiu. Com uma atmosfera absolutamente sombria, o filme possui uma trama básica, mas no decorrer dos acontecimentos (especialmente quando o desfecho vai chegando), o espectador é surpreendido de tal forma que vai ficar de queixo caído.

Crítica: Casa de Jogos (2008, de Lori Petty) - A estreia de Jennifer Lawrence.



Filmes de baixo orçamento, geralmente, passam em branco por aqueles que não sofrem da famigerada cinefilia. Este, senhores, acreditem, merece (ou deveria) um carinho a mais de nossa parte, os cinéfilos. ‘The Poker House’ ('A Casa de Pôquer', em bom português) marca um momento histórico! Sim, esta é só a estreia da atual queridinha de Hollywood, a atriz mais lucrativa do mundo, Jennifer Lawrence. Porém, por incrível que pareça, a primeira atuação da protagonista de ‘Jogos Vorazes’, a Mística dos últimos três filmes da franquia ‘X-Men’, não é o principal trunfo do filme, que dura céleres 1h 33m muito importantes para quem curte filmes independentes. 

Lançamentos do Cinema em Setembro:



Entramos em Setembro com tudo, e já é reta final do ano. Nesta época pós verão americano, os filmes carregados em efeitos especiais diminuem em quantidade (2 ou 3 por mês) e começam a surgir filmes menores, muitas produções alternativas, indies e que farão menos bilheteria; mas que agradarão os críticos. Pode-se dizer que começam a surgir alguns estilos que vão predominar até o fim de ano. Com uma concorrência menor, vários filmes nacionais aparecem nos cinemas, sendo a maioria comédias nacionais pastelonas ou românticas, enquanto que alguns projetos nacionais alternativos de suspense, drama e com temas reflexivos também surgem. Outro estilo de filme que começa a surgir forte são os longas de suspense e terror, em um preparativo para a época do Halloween americano (em Outubro), onde diversos filmes desta temática lotam cinemas, locadoras e sites online. E a corrida pelas premiações como Oscar e Globo de Ouro também começa agora, com diversos dramas, épicos e filmes de conteúdo existencialista surgindo afim de encantar a crítica.

Vale lembrar que nesta agenda aqui do Brasil, vários destes filmes aí estão atrasados algumas semanas ou meses com relação ao seu lançamento nos Estados Unidos. E alguns ainda poderão ter sua estreia adiada. Mas a princípio, segue o calendário. Veja os trailers, separe o dinheiro e programe-se:

Crítica: Narcos - 2ª Temporada (Andrés Baiz, José Padilha e outros, 2016)




Crítica: Star Trek - Sem Fronteiras (2016, de Justin Lin)


Em 2009, o diretor J. J. Abrams, que já havia comandado 'Missão: Impossível III', lança 'Star Trek', longa que iria deixar os fãs de 'Jornada nas Estrelas' extasiados! Com tremendo sucesso, a continuação estreou em 2013 e sua bilheteria também subiu lá em cima! Sendo um pouco superior (olha que não é qualquer sequência que supera o primeiro), a saga já estava dando o que falar. Por fim, eis que chegou aos cinemas na última semana a terceira parte da saga e a direção ficou por conta de Justin Lin, de 'Velozes e Furiosos - Desafio em Tóquio' e 'Velozes e Furiosos 6' e tem J.J. Abrams como produtor. Só de conferir o trailer, 'Star Trek - Sem Fronteiras' vinha com a premissa de ser um dos maiores blockbusters do ano e sua recepção nas telas tem sido mais positiva do que negativa, tanto pelo público quanto pela crítica especializada.

Crítica: Pânico na Floresta (2003, de Rob Schmidt)


'Pânico na Floresta' foi um dos filmes de terror mais badalados de 2003. Dirigido por Rob Schmidt, o longa causou certas controvérsias entre o público, o que sinceramente não entendo, pois muitos preferem gostar e falar menos mal das fracas e desnecessárias continuações. Entretanto, para uma produção do gênero, ele arrebentou! Com uma história pra lá de insana, seu desenvolvimento é capaz de te manter "grudado" na cadeira do início ao fim.