Crítica: Roubando Vidas (2004, de D. J. Caruso)


Que Angelina Jolie só faz filmaços todo mundo já sabe. A diretora, produtora, dubladora, roteirista, ativista humanitária americana e atriz, atua desde 1982, estrelando 'Looking to Get Out (1982)' e prova que tem talento no ofício! Porém, ressalto aqui que dos 3 filmes que ela dirigiu e que eu conheço, 1 eu adorei, que foi o 'Invencível' e outros 2 não me agradaram. São eles 'Na Terra de Amor e Ódio' e 'À Beira-Mar'.

Crítica: Penny Dreadful (2014 - 2016, de Coky Giedroyc, J. A. Bayona, James Hawes, Paco Cabezas, Toa Fraser)


'Penny Dreadful' é uma série complicada. Não no sentido de difícil, porque a atmosfera gótica é complexa, mas não indecifrável, sabe? Por ser labiríntica e mexer com fenômenos perturbadores, foi o que a tornou um seriado para poucos. Tudo o que acontece tem um motivo obscuro, passado e presente se interligam e cada coisa desencadeia outra. No episódio 9 do último capítulo eles capricharam em tudo, afinal, após ele, chegaria o triste "The End". Com 3 temporadas exibidas, infelizmente anunciaram seu cancelamento, mas não por baixa audiência. O motivo foi outro, porém "prefiro não comentar". Como uma vez ouvi me dizerem: "Vamos por partes, que nem Jack, o estripador".

Crítica: 'Qual é o Nome do Bebê?' (2012, de Matthieu Delaporte, Alexandre de La Patellière)





'Qual é o nome do bebê?' é um filme que beira ao teatro. Um assunto aparentemente banal vira roteiro por 1h50m. O longa é uma adaptação da peça 'Le Prénom', escrita por Alexandre de La Patellière e Mathieu Delaporte, também responsáveis pela versão na grande tela.
Essa comédia francesa conta a história de Vincent (Patrick Bruel), que vai ser pai pela primeira vez. Ele é convidado pela irmã e o cunhado para jantar, em companhia de sua esposa e de um amigo de infância. Enquanto espera a chegada da esposa, todos começam a fazer perguntas sobre a paternidade, até chegar a questão sobre o nome do bebê. Quando anuncia o nome escolhido, uma discussão se inicia.


Crítica: Independence Day: O Ressurgimento (2016, de Roland Emmerich) Os Alienígenas retornam 20 anos depois!




Faz 20 anos em que entrei pela primeira vez no cinema para assistir ao primeiro 'Independence Day', um marco de 1996 e que influenciou o cinema dali em diante. Me tornei o cinéfilo que sou hoje trazendo estes textos para vocês e na semana passada revisitei o primeiro filme, trazendo a crítica dele aqui! Bem, neste final de semana saiu mundialmente a aguardada continuação, pegando carona nesta onda de continuações tardias que andam saindo ('Mad Max', 'Exterminador do Futuro', 'Jurassic Wold', 'Star Wars'). Se em 1996 meus pais me levaram para assistir ao filme, em 2016 o ciclo se refaz, porém quem levou minha família (esposa, pais e outros membros) fui eu. E é justamente na lembrança, na família dos personagens do filme original, na nostalgia; que este 'Independence Day: O Ressurgimento' se apega. A notícia ruim é de que o filme não tem o impacto do primeiro, a notícia boa é de que diverte.

Crítica: Colega de Quarto (2011, de Christian E. Christiansen)


Algo que percebi foi que atualmente, o gênero de suspense com a temática de pessoas obsessivas estão sendo confundidos por parte do público com o gênero de terror. Pessoas, por favor, suspense é uma coisa, terror é outra completamente diferente. Em 'Colega de Quarto', o que se espera é tudo o que um thriller pode trazer: medo, violência e morte; mas aqui no caso, somente a segunda característica esteve mais presente no longa.

Crítica: Obsessiva (2009, de Steve Shill)


A temática da obsessão compulsiva sempre me chamou a atenção pelo fato de não ser algo fictício. Pessoas que sofrem essa doença estão por aí. Mas é claro que as produções Hollywoodianas acabam beirando o extremo e isso muitas vezes estraga a qualidade da película. Foi o que aconteceu neste filme. No longa de Steve Shill estrelado pela diva Beyoncé, mostrou-se uma atriz empenhada com o cinema atuando em filmes como 'A Pantera Cor-de-Rosa', 'Dreamgirls' e 'Cadillac Record'. Porém, o mesmo não se pode dizer em 'Obsessiva'; me arrisco a dizer que foi uma de suas atuações mais fracas.

Crítica: O Sono da Morte (2016, Mark Flanagan)




Bom, primeiramente vamos a alguns detalhes sobre o filme. O diretor Mark Flanagan já fez bons trabalhos antes como Hush - A Morte Ouve e Oculus, que divide opiniões. De toda forma gosto do trabalho dele porque ele mostra uma visão alternativa do terror em si. Não é só sobre monstros ou fantasmas. Sempre tem mais da onde isso está vindo.

Crítica: O Garoto da Casa ao Lado (2015, de Rob Cohen)


Não é atoa que o amor obsessivo tem sido tratado em filmes, séries e até mesmo em antigas novelas da Globo. Um atrás do outro vem sendo lançado e no fim das contas nos perguntamos se isso não seria falta de criatividade de Hollywood. Volta e meia um ou outro se diferencia, enquanto que outros de tão ridículos, não impressionam mais. Em 'O Garoto da Casa ao Lado', temos um thriller no melhor estilo 'Atração Fatal'.

Crítica: Independence Day - O Ressurgimento (2016, de Roland Emmerich)


Há 20 anos atrás, o diretor Roland Emmerich nos surpreendeu com 'Independence Day', filme que prometia ser o maior sucesso de 1996! Após arrecadar uma bilheteria rentável, visto que naquela época, filmes desse tema estavam em baixa, a recepção pelo público dividiu opiniões. Seus números eram de certa forma temidos, mas mesmo assim, surgiu a justa continuação e olha, garanto uma coisa: o clima de nostalgia vai invadir as salas! Os pais que naquela época eram filhos hoje levarão os seus filhos para conferir esse clássico e isso é bem bacana, essa interligação existente entre a geração anterior e a atual!

Noticia: Hannibal, uma luz no fim do túnel?




Foi uma grande tristeza o final da série ‘Hannibal’ em Junho do ano passado. A série que era prevista para ter sete temporadas, foi cancelada na terceira por falta de audiência, houve tentativas de empurrar a série para outras emissoras, mas não teve jeito.

Crítica: Destino Especial (2016, de Jeff Nichols)






Jeff Nichols é um diretor de potencial, que filme após filme vem apresentando assuntos clichês de maneira original e minimalista. No ótimo 'O Abrigo', Nichols fala sobre um apocalipse profético, mas de maneira dramática, do ponto de vista da "esquizofrenia", com um protagonista paranoico mas que no fim das contas nos surpreende com uma marcante cena final. Em seu novo trabalho, o cineasta traz um assunto clichê e que facilmente poderia virar só mais um blockbuster, mais uma superprodução de Hollywood. Mas Nichols escolheu narrar esta história de um ponto de vista mais íntimo e simbólico.

Trailers dos Lançamentos do Cinema para Julho:



O cinema de 2016 está com tudo e no seu auge. Grandes superproduções lotam as telas dos nossos cinemas. Junho está acabando e com ele filmes como 'Warcraft', 'Independence Day: O Ressurgimento', 'Invocação do Mal 2' e 'Procurando Dory' (que estreia nesta semana) bombaram. Mas qual a agenda para Julho? Mais filmaços estão chegando, prepare-se! Vem com o 'Minha Visão do Cinema' que a gente te guia:

Crítica: A Travessia (2015, de Robert Zemeckis)


O mais novo filme do diretor Robert Zemeckis chegou aos cinemas e já está disponível em DVD. Por ser baseado em fatos verídicos, foi o que mais me chamou a atenção: saber que esses eventos realmente aconteceram e que o personagem passou por tudo aquilo. Superou as expectativas e quem o conferiu nos cinemas, principalmente em IMAX, vai saber do que estou falando.

Crítica: A Órfã (2009, de Jaume Collet-Serra)



Lançado nos cinemas em 2009, uma das obras mais sinistras do diretor Jaume Collet Serra surpreendeu a maior parte das pessoas com sua enigmática história, apesar de não ter feito o mesmo com os críticos americanos. Produzido por Leonardo DiCaprio, enquanto alguns o vêem como terror, outros enxergam apenas um thriller misterioso. Quantas controvérsias existem.

TOP 10: FILMES BASEADOS EM FATOS REAIS




Filmes baseados em fatos reais me chamam muito a atenção pelo fato da vida de determinada pessoa ter sido tão incrível de alguma forma. Somos levados ao universo dela e descobrimos suas fraquezas, seus medos, suas vontades e de certa forma nos colocamos no lugar. Nem sempre os finais são felizes mas a vida é isso. Com certos filmes aprendemos que nem tudo é tão impossível quanto parece e em outros vimos até que ponto o ser humano é capaz de chegar.

Crítica: Hardcore Henry: Missão Extrema (2016, de Ilya Naishuller)







'Hardcore Henry' é aquele tipo de filme que vale a olhada por ser experimental. O filme traz uma ação em primeira pessoa, do ponto de vista dos olhos do protagonista, um ciborgue vítima de um experimento, que precisa fugir e destruir uma organização. O filme vem chamando a atenção por apresentar cenas insanas e ultraviolentas. Seria uma mistura de 'RoboCop' com jogos de tiro em primeira pessoa como 'CS' e 'Call of Duty', com a insanidade do 'Deadpool' e a câmera nervosa de 'Cloverfield'. 

Crítica: Salt (2010, de Phillip Noyce)


Lançado há exatos seis anos atrás, a estrela Angelina Jolie, conhecida por seus trabalhos voluntários ao redor do mundo, voltou a trabalhar com Phillip Noyce, diretor do incrível 'O Colecionador de Ossos'. Sua personagem em Salt é fantástica e certamente irá agradar tanto o público-alvo como quem não é.

Crítica: Independence Day (1996, de Roland Emmerich) - 20 Anos de um Marco do Cinema dos Anos 90!





Lá se vão 20 anos desde que um garoto entrou pela primeira vez em uma sala de cinema, no extinto Cinema Guarany aqui de minha cidade. Este garoto tinha apenas 4 anos e foi levado pelos seus pais, principalmente sua mãe, que sempre foi fã de ficção científica. O menino já gostava de assistir filmes na TV, mas em uma tela daquele tamanho, com o som alto e naves alienígenas surgindo e cobrindo as cidades, parecia tudo tão real. Talvez ele acreditasse que de fato os alienígenas estavam chegando. Inicialmente ele ficava com medo das explosões, mas estava tão perplexo que simplesmente não desgrudava os olhos da tela. Este garoto era eu e a partir daquele momento saí da sala de cinema o cinéfilo que sou hoje. Ali naquele momento me apaixonei pelas sensações mágicas que a sétima arte pode nos proporcionar. Em algum momento ali em 1996 comecei minha carreira cinéfila, algo que de certa forma me influenciou, que determinou o fato de hoje estar aqui escrevendo esta crítica para vocês, neste blog que eu criei em 2011.

Estreia hoje, dia 23/06/2016, no mundo todo a continuação 'Independence Day: O Ressurgimento' e por isso eu trouxe a matéria do primeiro filme, para relembrarmos um pouco. Bem, 'Independence Day' foi um marco na sua época. O cineasta alemão Roland Emmerich vinha de inesperados sucessos como 'Soldado Universal' e 'Stargate', mas agora entregava seu projeto mais ambicioso e caro. O sucesso do filme influenciou o cineasta a produzir estas megaproduções catástrofes, como 'Godzilla' (a versão de 1998), 'O Dia Depois de Amanhã', '2012', 'O Ataque' e agora o segundo 'Independence Day: O Ressurgimento'. O cara realmente gosta de destruir coisas, talvez seja um dos diretores que mais e melhor trabalhe com grandiosos efeitos visuais. Na época do filme original, a produção trouxe cenas marcantes. A proporção megalomaníaca das naves foi algo que assombrou o mundo. Em 1996 a Terra parou para ver nos cinemas esta invasão alienígena e a batalha dos humanos para salvá-la. 

Crítica: Invocação do Mal 2 (2016, James Wan)



O diretor James Wan já se tornou um nome consagrado no cinema, pelos diversos títulos de sucesso que levam seu nome na direção como ‘Jogos Mortais’,‘Sobrenatural’ e ‘Invocação do Mal’, são alguns exemplos. O diretor tem o destaque e sua marca no jogo de câmeras que faz, a maneira que ele entra numa cena, passa por um cômodo, inserindo o espectador a determinada situação do filme, transmitindo muito mais realidade, ele assumiu mais ainda sua marca no gênero de filmes de terror com espíritos, envolvendo famílias, casas mal-assombradas e focando, geralmente, nas crianças. Ele leva o espectador a viver com elas todo o terror, o drama, etc. Wan, inova principalmente na questão de não apenas dar sustos, mas fazer você ver, encarar e observar por um determinado instante, o espírito, demônio, ou seja, qual for o monstro em questão.  

Homenagem a Rubén Aguirre (o professor Girafales do 'Chaves') e Anton Yelchin (dos novos 'Star Trek'), que faleceram no fim de semana.





Faleceu aos 82 anos na última Sexta-Feira, dia 17/06/2016; o grandioso ator mexicano Rubén Aguirre Fuentes, conhecido por interpretar o Professor Girafales em 'Chaves' (série que durou de 1973 a 1980). A informação foi dada pelo Twitter de Edgar Vivar, que fazia o Senhor Barriga, também em 'Chaves'. A causa da morte foi pneumonia. Perdemos mais um dos grandiosos talentos de 'Chaves', um marco na infância de milhares de crianças (e adultos) aqui na américa latina. Uma perda imensurável que deixará saudades.



Outra notícia que também deixou todos tristes foi a morte de Anton Yelchin, que ficou preso entre o próprio carro e uma caixa de correio de tijolos. Amigos encontraram o corpo esmagado do ator a 1 hora da manhã deste Domingo (19/06/2016), no horário local. Yelchin nasceu na Rússia, mas com seis meses sua família se mudou para os EUA. Sua estreia na TV foi aos 10 anos, no seriado 'Plantão Médico'. Aos 11, fez o filme 'Lembranças de um Verão' (2001), com Anthony Hopkins. Dentre seus diversos filmes encontram-se os novos 'Star Trek': 'Star Trek' (de 2009), 'Além da Escuridão: Star Trek' (de 2013) e 'Stark Trek: Sem Fronteiras', que sairá ainda em 2016. Seu personagem na saga era Chekov, que mantinha seu sotaque russo original. Também participou no remake de 'A Hora do Espanto', do quarto filme da franquia 'O Exterminador do Futuro - A Salvação' e de filmes elogiados pela crítica como 'Loucamente Apaixonados' e 'Alpha Dog'. O jovem astro tinha apenas 27 anos de idade e nos próximos anos serão lançados vários filmes inéditos do rapaz, o que inclui o elogiado suspense 'Green Room'. Era um ator que recém começava a brilhar e chamar a atenção com suas atuações sinceras.




Rubén Aguirre Fuentes:







Anton Yelchin:


'Star Trek'.

'A Hora do Espanto'.
  
O inédito 'Green Room'.

Alpha Dog.

Nossos sentimentos a família dos atores e a todos os fãs que sentirão saudades dos seus trabalhos.


Crítica: O Segredo (2011, de Michael Landon Jr.)

ATENÇÃO: SPOILERS À VISTA! LEIA SE MESMO ASSIM NÃO SE IMPORTAR.

Não é de hoje que o gênero Gospel tem feito parte da indústria do cinema. Desde produções com lançamentos nos cinemas àqueles lançados direto em DVD, o mercado de filmes cristãos tem tido relevância há décadas e não há motivo para serem descartáveis. Muitos deles possuem mensagens lindas, que nos fazem parar para pensar e refletir sobre a vida. 'O Segredo' por incrível que pareça foi um deles.

Trailer: The Strain - 3ª Temporada




The Strain é uma série de terror produzida por Guillermo del Toro e Carlton Cuse e criada por Guillermo del Toro e Chuck Hogan com base em sua trilogia de livros de mesmo nome. Teve duas temporadas de grande sucesso. Esse ano a 3ª temporada retorna dia 28 de Agosto na FOX. Não vamos perder!

Especial: Star Wars - A força que encanta gerações.



"Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante ..."



Estas são as palavras que iniciam esta história épica, que marcou gerações. Mas por que o novo 'Star Wars - O Despertar da Força' foi tão comentado? O que esta saga tem de tão especial? Por que pode ser considerada como um dos pilares do cinema e da cultura pop? Por que pode-se dizer que de certa forma sem 'Star Wars' não haveriam as superproduções com grandes efeitos especiais, como 'Jurassic Park', 'Piratas do Caribe', 'Star Trek' e até mesmo 'Vingadores'? Embarque agora nesta matéria espacial, onde conheceremos os filmes, curiosidades e o contexto da história, cheio de referências à política, religião e lições sobre o uso do poder. Que a força esteja conosco.