Crítica: O Caçador e a Rainha do Gelo (2016, Cedric Nicolas-Troyan)



Prequências: é nisto que Hollywood tem investido nos últimos anos. Não é de hoje que outras adaptações (O Hobbit, Prometheus, Carga explosiva – O legado, Star Wars, A coisa) tem ganhado espaço para que as produtoras lucrem criando produções com o objetivo de contar a história antes da obra original, em geral, a origem dos personagens principais.

Ao ser lançado, seu antecessor dividiu opiniões. De um lado, os cinéfilos de plantão que foram ao cinema com a mente aberta, não se importando com furos. Do outro, aqueles que sabiam que ele poderia ser um fracasso total. Porém, com o sucesso de bilheteria tanto nos EUA quanto no Brasil, o inesperado surgiu: Uma sequência!

Crítica: Sexo Sem Compromisso (2011, Ivan Reitman)


Uma comédia romântica, cheia dos clichês como todos estão acostumados. Mas, 'Sexo Sem Compromisso' que trás Natalie Portman como Emma e Ashton Kutcher como Adam, tem algo especial, do tipo que nos cativa, que faz querer assistir o filme inúmeras vezes. Trás uma história de uma jovem médica, que nunca viveu um relacionamento sério, por querer fugir da parte chata dele e evitar o temido sofrimento causado pelo amor. Já Adam, jovem assistente de produção e aspirante a roteirista é o oposto de Emma, faz o tipo que se arrisca e não tem medo de se desafiar com relacionamentos.  É um verdadeiro clássico das comédias românticas, e diante dessas divergências os dois decidem se relacionar, mas de uma forma casual.  

Crítica: A Bruxa (2016, de Robert Eggers) Nada é tão tenebroso quanto a ignorância.



Há uma forte tendência nos filmes de terror da atualidade. Há uma safra de bons filmes, a maioria de origem indie, com um ritmo mais lento e um drama psicológico sólido e mais bem estruturado. Produções mais comentadas como 'The Babadook' e 'Corrente do Mal', ou outras mais desconhecidas como 'The Invitation' e 'Emelie' vem mostrando força. Chega a vez agora de comentarmos sobre 'A Bruxa', o terror mais esperado de 2016 e possivelmente será lembrado como um dos melhores, se não o melhor do ano!

Crítica: Perdido em Marte (2015, Ridley Scott)




Perdido em Marte foi uma das grandes surpresas cinematográficas de 2015, não por ter apresentado um desfecho inesperado, pelo contrário, na verdade ele traz um enredo bem simples que te leva a acreditar em um final otimista. O que o torna especial é o fato de que foram lançadas muitas ficções científicas nesse âmbito ‘aventura astronauta’ nos últimos anos, - dentre elas muitos fracassos em minha opinião -, mas nenhuma que tratasse de uma situação tão desesperadora com tanto bom humor. 
Definitivamente, não é atoa que neste ano recebeu prêmios como Globo de Ouro: Melhor Filme Cômico ou Musical, People's Choice Award: Melhor Filme de Drama e ainda rendeu Globo de Ouro : Melhor Ator em Comédia ou Musical para Matt Damon.





O filme é baseado no best-seller The Martian de Andy Weir, foi dirigido por Ridley Scott, o responsável pela direção de sucessos como: Alien – O oitavo Passageiro (1979), Gladiador (2000) e Prometheus (2012). Além do belo trabalho da direção de Scott que surpreendeu com um tipo de abordagem descontraída que adotou, o filme conta com uma ótima escolha de elenco, com atores coadjuvantes como Jeff Daniels, Jessica Chastain e Sebastian Stan que da vida a ninguém menos que o 'Soldado Invernal' no universo Marvel.

Crítica: The Invitation (2016, de Karyn Kusama)


Crítica: The Girl in the Photographs (2016, de Nick Simon)




Em 2015 lamentavelmente perdemos o mestre do terror Wes Craven, vítima de câncer cerebral. O mestre que presenteou o mundo com sagas de peso como 'Pânico', 'A Hora do Pesadelo', 'Quadrilha de Sádicos', dentre tantos outros produtos de suspense e horror. Seu último trabalho de diretor trata-se do ótimo 'Pânico 4' em 2011, fechando com chave de ouro sua carreira de cineasta. De lá para cá ele vinha lutando contra a doença e envolvido apenas como produtor de filmes e séries de terror. E seu último trabalho como produtor é este slasher chamado 'The Girl in the Photographs'. Trata-se de um thriller inicialmente interessante, mas bastante falho. 

Crítica: A Ovelha Negra - Texto escrito para o site 'Arte com Pipoca'




Olá pessoal. O administrador do blog foi gentilmente convidado pelo site 'Arte com Pipoca' para escrever uma crítica para eles. Eu escrevi sobre o belo filme islandês 'A Ovelha Negra'. De um país tão gelado como a Islândia veio esta pérola calorosa. Agradeço muito ao Senna Ricarte e sua equipe pelo convite, continuem o belo trabalho que vocês tem feito pela sétima arte lá no 'Arte com Pipoca'. E aos nossos leitores peço que confiram a matéria que eu escrevi no link abaixo, não deixando de curtir a página e favoritar o 'Arte com Pipoca', nossos parceiros de cinema.

Leia a crítica em: http://artecompipoca.net/ovelha-negra-critica/


O Homem de Palha (de Robin Hardy; 1973)



Filme de difícil digestão. Lembro-me de assistir ao seu remake com Nicolas Cage e ter rido muito com a bizarrice apresentada na parte final daquele filme com Cage espancando todas as mulheres que via. Me arrependo de não ter apreciado este filme de 73 antes. A bizarrice também é exposta neste, mas é levada mais á sério, tendo como intuito causar uma atmosfera de terror psicodélico. O filme traz de uma forma nua e crua (literalmente), como o paganismo e as crenças podem cegar as pessoas, levando a cometer crimes em nome dos deuses. É inquietante, com muitas músicas, acredito que tenha sido chocante para a época e com um maravilhoso desfecho.  


Crítica: Mogli - O Menino Lobo (2016, de Jon Favreau)



Quando a versão de 'Alice no País das Maravilhas' fez um enorme sucesso em 3D no ano de 2010, a Disney achou mais uma mina de ouro: trazer para os filmes live-actions suas animações clássicas. Tivemos os bons 'Oz - Mágico e Poderoso' e 'Malévola', além do excelente e extremamente fiel 'Cinderela' no ano passado. Mas chega a hora de conferir a nova adaptação, desta vez focada na clássica animação 'Mogli - O Menino Lobo', de 1967 e baseado no livro 'The Jungle Book' (traduzido seria 'O Livro da Selva'), do escritor britânico criado e naturalizado na Índia Rudyard Kipling. De raízes inglesas, o escritor viveu e presenciou a ocupação britânica em territórios indianos. Mandado de volta a Inglaterra para estudar, foi maltratado por seus tutores, sentindo assim saudade da vida na "selva". Este contraste e o fato de na sua infância, ter visto muitos costumes e características locais da Índia, o influenciaram a escrever o livro.  

Crítica: A Bruxa (2016, Robert Eggers)



Crítica: 'Snoopy e Charlie Brown - Peanuts, o filme'






Filme resgata essência de Snoopy e Charlie Brown de forma simples e direta e através de emoções genuínas


Crítica: A 5ª Onda (2016, de J Blakeson)






Para os amantes do cinema o início do ano é conhecido como o período em que os potenciais candidatos as bombas do ano são lançados. O divertido e genérico 'Deuses do Egito', o decepcionante 'Orgulho e Preconceito e Zumbi'  e 'A 5ª Onda' são exemplos e fortíssimos candidatos para entrar nesta lista. Mas, sempre é bom mencionar que também existem as exceções e o excelente 'Deadpool' esta aí para provar.

'A 5ª onda' é mais uma adaptação de best-seller infanto-juvenil que trás uma sociedade distópica onde o mundo está sofrendo com a invasão de alienígenas que querem eliminar a raça humana, para isso os invasores utilizam 'as ondas', uma espécie de "etapas" (que vão desde ao corte de energia do mundo, a destruição das cidades costeiras, a propagação de doenças e infiltração dos alienígenas entre os sobreviventes) que gradativamente vão eliminado os seres humanos. Neste cenário conhecemos Cassie (Moretz), uma adolescente que tenta lidar  e viver juntamente com sua família a essa nova realidade. 

Crítica: Raze - Lutar ou Morrer (2013, de Josh C. Waller)



Diretor pouco conhecido da grande indústria cinematográfica e com apenas 4 filmes no currículo, sendo ‘Raze’ seu trabalho de estreia, Josh C. Waller faz um ótimo trabalho como diretor nesse filme. Para uma primeira obra, Josh executou um excelente papel na direção, produção e no roteiro, escrito juntamente com Kenny Cage e Robert Beaucage. O plot é bem original (salvo alguns pequenos clichês que não interferem tanto na trama), o que faz com que o filme se destaque bastante no meio cinematográfico. Violento, agoniante e repugnante são algumas características que podemos atribuir a ‘Raze’.

Crítica: Spirit: O Corcel Indomável (2002, de Lorna Cook e Kelly Asbury)





"Se o oeste foi conquistado ou perdido, cabe a você decidir."



Como o tempo passa. Já fazem 14 anos que nos separam do lançamento de 'Spirit: O Corcel Indomável', uma das mais tocantes dentre as animações já feitas. E nesta frase que está acima abrindo a crítica encontra-se a importante mensagem desta produção. Inicialmente com um roteiro bem simples, vemos uma das mais emocionantes produções dos anos 2000. Acompanhamos a jornada de um cavalo selvagem, do seu nascimento até se tornar um adulto de porte, protegendo seu bando. Porém a chegada dos "desbravadores" homens brancos coloca seu mundo em perigo e o cavalo acaba capturado. No cativeiro, conhece um índio que também foi capturado. Juntos eles lutam para fugir. A partir daí vemos o homem tentando domá-los, mas também vemos a resistência de um ser com espírito livre.

Crítica: A Seita (2016, de Phil Joanou)




A Blumhouse definitivamente dominou o mercado dos filmes de terror/suspense. Noventa por cento das produções lançadas atualmente, seja no cinema ou direto em DVD são da produtora. Seus filmes em sua grande maioria seguem um padrão, geralmente abordam temas sobrenaturais (demônios, espíritos, possessão, seitas, etc.) e suas filmagens são feitas em 'mockumentary' e 'found footage' (falso documentário misturado com gravações em primeira pessoa). A empresa já alavancou vários sucessos como a trilogia 'Sobrenatural', a franquia 'Atividade Paranormal' entre outras produções, mas, ela também é responsável por várias bombas, como o 'Ouija - O Jogo dos Espíritos' e 'A Forca'.

Trailers da semana:


Está por dentro dos últimos trailers que chamaram a atenção na última semana? Então vem com a gente e veja o que rolou!

Crítica: Perseguindo Abbott (2015, de James McTeigue)




Algo que aprendi com os anos de experiência foi a de tomar cuidado com filmes lançados direto em DVD, não importa o gênero, a chance de um filme lançado diretamente em home video ser bom é pouco provável, na verdade a grande maioria é de uma qualidade mediana para ruim, mas, é claro sempre existem exceções, bem poucas, mas existem. Já vou logo avisando que 'Perseguindo Abbott' não é uma dessas exceções.

Na trama acompanhamos a funcionária Kate Abbott (Jovovivh) que trabalha para o departamento dos EUA na embaixada em Londres. Ela é responsável pela análise de pedidos de passaportes e vistos para o país. Ocorre que ela é acusada injustamente de ter explodido uma bomba que matou toda sua equipe. Agora na linha de fogo, sozinha, desacreditada e sendo perseguida por um assassino profissional conhecido como 'O Relojoeiro' (Brosnan), Kate deverá correr contra o tempo para se livrar das acusações e impedir os próximos ataques.

Sorteio - Minha Visão do Cinema leva você para assistir 'Capitão América: Guerra Civil'




Que tal assistir de graça ao filme mais esperado do ano? O Minha Visão do Cinema irá sortear 3 pares de ingressos para o novo filme da Marvel. O que fazer para concorrer? Segue o passo a passo:

1°- Curta a página do Minha Visão do Cinema:


2°- Compartilhe na sua linha do tempo em modo público a postagem da página, seguindo o link abaixo e respondendo - Qual blog te leva para assistir a Guerra Civil? 


Pronto, você estará concorrendo a 3 pares de ingressos para o filme. O resultado será divulgado dia 27/04/2016. Contataremos os vencedores para combinar a forma de entrega.

O compartilhamento da promoção não poderá ser privado.

O prêmio será enviado/entregue em até 5 dias ou a combinar com o vencedor.

Se dentro de 3 dias algum vencedor não responder aos nossos contatos, será feito um sorteio extra.

Obs: sorteio válido somente para as redes de cinemas cadastrados no ingresso.com (compra pela internet).

Algumas das principais redes válidas:

Cineflix

Cinemark

Kinoplex

Espaço Itaú

Cinépolis

UCI

Araújo

Estação

Cinesystem

GNC Cinemas

Cineart

Cinemais

Cineshow

Moviecom

G7 Cinemas

Na dúvida consulte http://www.ingresso.com/sao-paulo/home/cinema selecione seu estado, sua cidade e verifique se há um cinema na sua região que possa participar.




Trailer do filme:




Crítica: Grandes Olhos ( Big Eyes, 2014, de Tim Burton )



Tim Burton, é aquele diretor que nos dias atuais, o que por as mãos, algo no mínimo bom vai sair. Seus fãs querem mais e mais filmes com seu incrível estilo visual e narrativo, parece ser algo incansável para as pessoas, que percorrem a décadas, desde os lançamentos de seus 'Batmans' como também 'Edward Mãos de Tesouras' e 'Os Fantasmas se Divertem'.  Sendo assim, quando é lançado a notícia de mais um filme, as expectativas são extremas e das mais felizes. Seu trabalho mais recente não foi diferente, a não ser quando se trata de uma história real e com um orçamento bastante reduzido em comparação as suas ultimas produções.

'Carol': a jornada de autodescobrimento através do amor de duas mulheres



Todd Haynes volta aos anos 1950, filma um melodrama clássico e um dos melhores filmes de 2015



Em 2003, o cineasta Todd Haynes se enveredou pelo melodrama para contar o relacionamento entre uma dona de casa branca e um homem negro no excelente 'Longe do Paraíso'. Mais de dez anos depois, Haynes retoma o gênero e retorna ao mesmo período conservador, desta vez para falar sobre outro assunto polêmico: o amor entre duas mulheres. 






Uma delas é Therese, jovem acomodada que ganha a vida como vendedora em uma loja de brinquedos. Próximo ao Natal, ela conhece a elegante e refinada Carol, que procura um presente para a filha. Já no primeiro encontro, fica evidente a atração entre as duas. O caminho desse romance, porém, será tortuoso. Carol está se divorciando do marido, que descobriu um antigo relacionamento amoroso entre a esposa e uma amiga. Diante do conservadorismo da época, ela corre o risco de perder a guarda da filha, vivendo um dilema entre aceitar ou não sua natureza. 


Crítica: O Despertar ( The Awakening, 2012, de Nick Murphy (I))



Sempre me envolvo nos lançamentos dos filmes, principalmente quando se trata de suspense e terror, por algum acaso esse 'O Despertar', na época de seu lançamento, não me chamou tanta atenção e passou despercebido. Somente agora após 4 anos de sua estreia que o conheci e resolvi dar uma conferida. A descoberta foi bastante satisfatória, assisti a um filme de suspense que passou a sensação de suave, assim como sua descoberta.  

Crítica: A Maldição da Floresta (2015, de Corin Hardy)




Dos filmes de terror lançados em 2015, foram as produções independentes de baixo orçamento e de menor reconhecimento do público em geral que mais chamaram a atenção e foram ovacionados pelas críticas especializadas. Dentre elas posso citar o excelente 'Corrente do Mal', 'Boa Noite, Mamãe' e esse 'A Maldição da Floresta' (péssimo título recebido em território nacional), que chamou a atenção no festival de Sundance, sendo extremamente elogiado. A partir daí que começa o problema pois, com tantos elogios e críticas positivas e claro com um trailer pra lá de empolgante, minhas expectativas ficaram altíssimas e talvez foi o fato de esperar algo surpreendente ou diferente que acabei me decepcionando um pouco com ele. Mas, uma coisa não tenho dúvidas, o filme é bom, muito bom, principalmente se comparado com a mediocridade que foi o gênero em 2015.

Na trama somos apresentados ao conservacionista Adam Hitchens (Mawle), a sua esposa Clare (Novakovic) e o seu filho recém-nascido. Eles mudaram para uma remota floresta na Irlanda devido a uma proposta de emprego. No entanto ao chegarem na casa nova, a família é alertada pelos habitantes do local que aquelas florestas são sagradas. Logo eles descobrem que os bosques são habitados por seres misteriosos que querem fazer mal a criança. Agora o casal terá que sobreviver e lutar para proteger seu filho das estranhas criaturas.

Crítica: Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016, de Burr Steers)



'Orgulho e Preconceito' é uma das mais importantes obras da literatura inglesa e mundial, escrito pela talentosa Jane Austen. Já foi adaptado diversas vezes em romances do cinema e da TV. A adaptação mais marcante é o bom filme de 2005 estrelado pela Keira Knightley (de 'Piratas do Caribe'). Assim o também escritor Seth Grahame Smith reescreveu a história mantendo personagens, diálogos e acontecimentos, porém adicionando um elemento louco: apocalipse zumbi. Esta artimanha trash e de humor negro é algo ousado, que merece atenção pela coragem do escritor. Vale lembrar que este é o mesmo cara que pegou um presidente americano e transformou em herói em 'Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros'. Aqui ele novamente mistura elementos históricos com seres do terror. Nesta onda de sucesso do seriado 'The Walking Dead' e de demais produções sobre zumbis, não demoraria que este ganhasse um filme.

Crítica: Canibais (The Green Inferno, 2015, de Eli Roth)



Diante do mercado atual de filmes de terror de exorcismos, casas mal assombradas, found footage e refilmagens, eis que surge uma película inusitada e canastrona, com uma temática um tanto diferente do que os espectadores atuais estão acostumados. O novo trabalho do diretor Eli Roth (O Albergue) mexe com seus personagens da maneira mais real e surpreendente dos últimos tempos.