Crítica: Rogue One: Uma História Star Wars (2016, de Gareth Edwards)



Está em cartaz nos cinemas de todo o mundo o mais novo filme da franquia de ficção científica mais famosa, pop, contagiante e de sucesso na história da sétima arte. O novo capítulo que se intitula Rogue One: Uma História Star Wars é o primeiro spin-off da franquia, ou seja, um filme que não faz parte de algumas das trilogias, mas trata de um acontecimento isolado, dentro deste vasto universo. Após a trilogia clássica (1977-1983) e da trilogia recente (1999-2005), a Disney comprou os direitos para produzir toda uma nova leva de filmes. Esta decisão poderia dar errado por dois motivos: primeiro é que poderia ser apenas mais alguns filmes caça-niqueis, apenas para arrecadar dinheiro em cima do nome; e segundo, retomar algo tão clássico e amado é sempre arriscado. Mas com um time de diretores, produtores e atores fãs dos filmes originais, Star Wars retornou com tudo em 2015 no poderoso Episódio VII: O Despertar da Força. Enquanto aguardamos o Episódio VIII, a Disney e a Lucasfilm nos presenteiam com este Rogue One. Uma dica? Vá logo assistir no cinema, é a melhor coisa que você fará neste fim de ano.

Crítica: Sing Street (2016, John Carney)


A melhor coisa da temporada de premiações é assistir os filmes indicados. Você acaba assistindo filmes que provavelmente nunca saberia da existência, mas que merecem ser muito reconhecidos. Minha mais recente experiência desse tipo foi com este excelente filme de John Carney, Sing Street, que com certeza teria passado em branco não fosse sua indicação ao Globo de Ouro de melhor filme de comédia/musical.





Denis Villeneuve está em negociações para dirigir refilmagem de Duna





Ele não para! Além de estar colhendo frutos do excelente A Chegada e estar terminando de filmar Blade Runner 2049, Denis Villeneuve está em negociações para refilmar o clássico Duna.

O estúdio Legendary adquiriu em novembro deste ano os direitos para cinema e TV do romance de Frank Herbert, que ganhou uma versão cinematográfica em 1984 dirigida por David Lynch e uma minissérie em 2000. Se as negociações derem certo, a situação será incrível, pois Villeneuve já havia revelado à Variety seu interesse em fazer um remake do filme.

Pouco foi revelado até o momento sobre o andamento das negociações. Segundo a Variety, ainda é desconhecido se Villeneuve terá algum envolvimento com os projetos televisivos da obra. Existe também a possibilidade de Duna virar uma franquia cinematográfica, porque mais de 20 livros sobre a trama espacial já foram publicados.

Fontes: Variety e Adoro Cinema.
















SENSE8 - ESPECIAL DE NATAL! (2016, Lana Wachowski)





FINALMENTE! Após longos dois anos de espera a Netflix resolveu lembrar dos fiéis fãs dessa ótima série. Hoje não vou apenas falar sobre o especial que saiu agora, mas vou falar da série em si. Tudo o que representa e porque acredito que seja uma das melhores séries na atualidade, apesar de muita gente "torcer o nariz" para ela.

Crítica: Espero Que Você Morra (2002, Valerie McCaffrey)

Espero Que Você Morra, no original Wish You Were Dead, é uma comédia de humor negro, com elementos de thriller, estrelada por Elaine Hendrix, Cary Elwes, Christopher Lloyd e Mary Steenburgen, e dirigida por Valerie McCaffrey.


Especial: os 70 anos de Steven Spielberg, com o Blockbuster, o Tubarão e a Montagem.




No último dia 18 de dezembro, Steven Spielberg completou 70 anos de idade. Para o nosso benefício, aproximadamente 75% desses foram dedicados à magia do Cinema. Todo mundo que já se encantou algum dia por ela jamais passou em branco por qualquer uma das grandes obras que este cineasta produziu. É difícil não associar o nome de Spielberg com a base de entretenimento com qualidade estabelecida por sua filmografia ou, ao menos, por grande parte dela. Todo o auge do cinema escapista hollywoodiano da década de 80 deve muito ao que Spielberg (e também George Lucas) realizou no início de sua carreira.

Crítica: Kubo e as Cordas Mágicas (2016, de Travis Knight)




Kubo e as Cordas Mágicas é uma bonita história japonesa com um quê hollywoodiano. A nova animação em stop motion dos estúdios Laika é a estreia de Travis Knight na direção, um já conhecido no mundo das animações por produzir e animar ParaNorman, The Boxtrolls e Coraline. Com uma técnica em stop motion delicada e um doce ar oriental, é uma das animações mais belas do ano. Porém, conta com alguns pequenos tropeços que poderiam ter sido evitados com um pouquinho mais de aperfeiçoamento.

Scarlett Johansson e Greta Gerwig estarão na nova animação de Wes Anderson

O diretor Wes Anderson divulgou ontem oficialmente a produção da sua mais nova animação, o filme será desenvolvido utilizando a técnica do stop motion, assim como o aclamado O Fantástico Sr. Raposo.

Além de Scarlett Johansson e de Greta Gerwig, o elenco estrelado contará com Bill Murray, Edward Norton, Tilda Swinton, Frances McDormand, Jeff Goldblum e F. Murray Abraham, Bryan Cranston, Harvey Keitel, Akira Ito, Akira Takayama, Koyu Rankin, Courtney B. Vance e Yoko Ono.

O novo longa do diretor será rodado em Londres e se chamará Isle Of Dogs.







Gareth Edwards conta que o final original de Rogue One: Uma História Star Wars era muito diferente! [SPOILERS]





*Os spoilers são fortes com esse post*

Se você ainda não assistiu Rogue One: Uma História Star Wars, saia correndo daqui e vá comprar seu ingresso para assistir. O diretor Gareth Edwards do filme revelou publicamente que o final original que os roteiristas tinham em mente, era muito diferente daquele que foi visto nas telinhas.

Crítica: A Autópsia (2016, de André Øvredal)


Fim de ano chegando, uma lista imensa de filmes pendentes e eis que me deparo com A Autópsia. Após ver o trailer, surgiu uma curiosidade e tanto em mim. Como se não bastasse, tive aquela velha sensação de "frio na barriga" ao conferi-lo de fato. Afinal, quem nunca, né? Baseado nisto é que hoje lhes trago a análise desse longa que estreou recentemente nos EUA e aqui no Brasil deve demorar a chegar, como sempre. Estrelado por Emile Hirsch e Brian Cox, ele conta com uma história deveras sinistra e procura fugir dos padrões comuns tanto no âmbito de suspense quanto do terror.

Crítica: Chef (2014, de Jon Favreau): cinema e a nova onda da gastronomia


Chef é dirigido por Jon Favreau (que também é o roteirista e atua como protagonista no longa), da sequência de Homem de Ferro e do esquecível Cawboys e Aliens. Neste filme, ele parece aproveitar a visibilidade que teve dirigindo filmes de grande público para apostar em um estilo diferente e com personalidade própria. Carl Casper é um chef de cozinha talentoso que não tem restaurante próprio, ficando submetido ao conservador dono do negócio, Riva (Dustin Hoffman). Quando Carl recebe uma crítica negativa de Oliver Pratt (Ramsey Michel), acaba usando o twitter de maneira desastrosa e começa uma guerra virtual com o crítico. Acaba demitido, e com a ajuda de sua ex-mulher Inez (Sofia Vergara), resolve investir em um food truck.

Crítica 2: Um Momento Pode Mudar Tudo (2015, de George C. Wolfe)

Um Momento Pode Mudar Tudo é um drama estadunidense que parece ser uma versão feminina de Os Intocáveis, mas mesmo com as semelhanças, o longa têm suas diferenças, os toques de comédia são menores, o filme acaba sendo mais dramático e Hilary Swank é um monstro em cena.


Crítica: Jersey Boys - Em Busca da Música (2014, de Clint Eastwood)




Nesse filme baseado no musical da Broadway, Jersey Boys, Clint Eastwood consegue transpor com bastante eloquência a história de como Francesco Casteluccio e seu falsete, que encantava a todos que o ouviam, se unem ao terceto de pop/rock que se tornaria um dos maiores sucessos da década de 60, o Four Seasons.

Crítica: Advantageous (2015, Jennifer Phang), um achado nas profundezas da Netflix!

Até onde você iria para manter seu emprego, seu status, sua vida financeira e a daqueles que você ama? E se a proposta fosse de certa forma sedutora e interessante, mesmo com riscos conhecidos? É com este tipo de questionamento que lhe convido a conferir a crítica do filme Advantageous com a talentosíssima Jacqueline Kim.




A equipe do blog comenta o filme A Chegada.




A Chegada é a ficção científica do ano, forte candidato ao vindouro Oscar 2017 e fez muito sucesso de público e especialmente crítica. Como foi um dos filmes mais comentados no período de Novembro/Dezembro, parte da equipe do blog Minha Visão do Cinema resolveu dar suas breves opiniões. Será que vale tanto a pena? Confira abaixo:


Crítica: Cidade Baixa (2005, de Sérgio Machado)

Cidade Baixa foi o filme de estreia do diretor Sérgio Machado em longa-mentragens. Por volta de dois anos ele ficou juntando referências antes de começar a escrever o roteiro junto a Karim Aïnouz, e fez desde um storyboard das cenas que gostaria de filmar até um laboratório contínuo nos bares e puteiros da Cidade Baixa para reconhecer a expressão da realidade contida naquele meio, algo que lhe era muito caro transmitir com o filme.



Crítica: The Handmaiden (2016, de Park Chan-wook)


O cinema coreano cada vez mais tem mostrado o seu potencial e capacidade em fazer excelentes filmes. E nesse ano, não foi diferente. Depois de todos serem surpreendidos por dois excelentes filmes coreanos: Train to Busan de Yeon Sang-ho e The Wailing de Hong-jin Na. Chegou a hora de Park Chan-wook impressionar a todos com seu mais novo filme, The Handmaiden. Um thriller psicológico, lírico, sensual, tenso e feminista sobre o relacionamento entre duas mulheres e uma vingança. E claro, moldado com as características clássicas do diretor coreano. Com certeza, um dos melhores filmes do ano!

O Vendedor de Sonhos (2016) de Jayme Monjardim





O Vendedor de Sonhos é um filme nacional baseado no livro homônimo de Augusto Cury, escrito em 2008.

Woody Harrelson vai dirigir e atuar o primeiro filme exibido ao vivo


O ator Woody Harrelson fará sua estreia na direção com um filme fora do convencional, ele será rodado em Londres e será transmitido ao vivo em vários cinemas nos Estados Unidos.

O filme contará "a pior noite de sua vida", que ocorreu em 2002, quando ele foi preso por causar danos em um táxi, além de ser perseguido pela polícia.

Intitulado Lost in London (Perdido em Londres, tradução literal), o filme terá uma série de acontecimentos loucos em 14 diferentes locações e 30 pessoas em seu elenco, incluindo Owen Wilson e Willie Nelson. Ele será filmado e exibido no dia 19 de janeiro. Depois, é planejado um lançamento convencional.





Crítica: Blue Jay (2016, de Alexandre Lehmann)



Qual é o momento na sua vida em que você começa a se dar conta dos efeitos irremediáveis do tempo? Dificilmente será nos primeiros anos de vida ou durante a adolescência. É certo que haverá um momento onde você vai começar a entender que aquela frase que você sempre escuta de alguém que você julgou velho, “é que no meu tempo...”, ganhará um significado melancólico. Haverá este momento em que você vai perceber que o seu passado, o qual julgava recente, está sendo retratado nas artes como uma “outra época” ou “outra geração”. Pode acontecer ao ver uma foto antiga onde você parece outra pessoa, ou quando se der conta que já fazem 15 anos do lançamento de um filme que foi uma sensação absurda na sua época (no meu caso, O Senhor Dos Anéis – A Sociedade Do Anel), ou também quando você encontrar, totalmente por acaso, alguém que fez parte da sua vida há muito tempo e, no processo, perceber que este alguém também está no mesmo caminho que o seu. É nesta última hipótese que a produção original da Netflix, Blue Jay, estabelece sua base para estudar o reencontro de duas pessoas que compartilharam um passado, assim como mostrar as consequências da passagem do tempo na vida do ex-casal.

Indicados ao Screen Actors Guild Award 2017

Hoje os indicados a 23ª edição do Screen Actors Guild Award foram revelados e têm surpresas entre os indicados. A premiação, que é votada pelo sindicato de atores do EUA, acontecerá no dia 29 de janeiro de 2017.

Sônia Braga vence o San Diego Film Critics Society’s Award 2016.

A Associação de Críticos de Cinema de San Diego acaba de anunciar os vencedores do San Diego Film Critics Society’s Award 2016 e a brasileira Sônia Braga venceu o prêmio de melhor atriz.



Indicados ao Globo de Ouro 2017: La La Land lidera com 7 indicações!


Foram anunciados os indicados ao Globo de Ouro 2017! A premiação está em sua 74ª edição e é considerada um dos termômetros mais quentes para o Oscar. Nessa manhã, Don Cheadle, Laura Dern e Anna Kendrick apresentaram todos os indicados para essa conceituada premiação, e tivemos muitas surpresas! Com La La Land liderando as indicações na categoria de filmes e Moonlight seguindo logo atrás, tivemos agradáveis surpresas como as aparições de Sing Street e O Lagosta. E até em atores tivemos surpresas: Aaron Taylor Johnson por Animais Noturnos! Na categoria de TV, tivemos o desaparecimento do queridinho do Globo de Ouro do ano passado, Mr. Robot, como Melhor Série Dramática e a presença de séries novatas nas indicações. E a HBO lidera com 14 indicações no total, com a FX em segundo com 9. Vem conferir a lista completa!

La La Land é o grande vencedor do Critic Choice Awards 2016


Ontem aconteceu o Critic Choice Awards 2016 e La La Land: Cantando Estações foi o maior vencedor da noite com 8 prêmios. Jackie e Manchester à Beira Mar venceram 3 prêmios, Deadpool, A Chegada e Moonlight venceram 2 prêmios.

Viola Davis e Ryan Reynolds foram homenageados. Viola além de ter recebido o prêmio de melhor atriz coadjuvante por Fences, recebeu um prêmio especial por sua luta pela igualdade de gênero e empoderamento feminino intitulado See Her. Já Ryan venceu Melhor Filme de Comédia (Deadpool), Melhor Ator em Filme de Comédia por Deadpool' e recebeu um prêmio especial intitulado Entertainer of the Year Award.


Curta com Kristen Stewart na direção foi selecionado para Sundance


Os fãs da Kristen podem ficar animados! Seu primeiro filme como diretora e roteirista acaba de ser selecionado para a competição oficial do Festival de Sundance no ano que vem.

O curta-metragem Come Swim é bastante ambicioso ao retratar um dia na vida de um homem comum sob dois pontos de vista bem diferentes: o primeiro é impressionista, e o segundo, realista.

Além de investir na carreira de diretora, Kristen Stewart acaba de trabalhar como atriz em três filmes ainda inéditos no Brasil: o drama sobrenatural Personal Shopper, o filme de guerra A Longa Caminhada de Billy Lynn e o drama Certas Mulheres.

O Festival de Sundance acontecerá em janeiro de 2017.




Crítica: Snowden - Herói Ou Traidor (2016, de Oliver Stone)


Snowden conta a história de Edward Snowden, ex-funcionário terceirizado da Agência de Segurança dos Estados Unidos, que torna-se inimigo número um da nação ao divulgar a jornalistas uma série de documentos sigilosos que comprovam atos de espionagem praticados pelo governo norte-americano contra cidadãos comuns e lideranças internacionais.



ESPECIAL: PRECISAMOS FALAR SOBRE O CINEMA BRASILEIRO!



Muita gente reclama e revira o olho quando falamos sobre o cinema brasileiro, à um certo padrão em todos em dar mais crédito a super produções internacionais do que gastar nosso rico dinheirinho para ver filmes brasileiros. É claro que nem todos são bons mas hà muitos filmes em Hollywood igualmente questionáveis. O cinema é uma arte de expressão que encanta e emociona em qualquer lugar. Hoje falaremos um pouco sobre o começo do cinema brasileiro e seus filmes, ótimos filmes por sinal, que foram produzidos. Então desvire o olho para poder ler melhor.

Trilha Sonora: 1ª temporada de Westworld




O site da Warner Bros. anunciou nessa segunda-feira, um dia depois da season finale de Westworld, que a WaterTower Music (gravadora responsável pela trilha de diversas produções da empresa) lançou a trilha sonora da 1ª temporada da série para download no iTunes, no Spotify e na Amazon. Aqueles que estavam se sentindo órfãos após o fim da temporada já podem se sentir mais reconfortados ouvindo as faixas da série.

A primeira parte das músicas foram disponibilizadas juntos com o seu lançamento, em outubro, contando com apenas cinco faixas, que se encontram disponíveis, inclusive, no canal do Youtube da gravadora. 

Especial: 5 documentários na Netflix sobre empatia.




Estamos nos aproximando do fim de 2016.

Todos os anos nos acostumamos cada vez mais a ter a possibilidade de visualizar o mundo de maneira mais imediata do que fazíamos no ano anterior. A tecnologia tornou possível que, através de uma rápida olhada em uma página de notícias, possamos tomar conhecimento de histórias incríveis sobre o ser humano, sejam elas boas ou ruins. É também inegável que o fluxo de informação constante também tem nos tornado blindados pela banalização da tragédia cotidiana. Claro que um acidente aéreo, por exemplo, num contexto cultural forte de um país inteiro, ainda causa comoção generalizada, mas a tragédia de todos dias ainda permanece despida de uma personalidade. O sentimento de empatia pelo próximo parece ser ainda uma utopia, o que é triste se constatarmos que vivemos numa época onde podemos enxergar o próximo e conhecer suas dores em apenas poucos cliques.

Crítica: Morgan (2016, de Luke Scott)





Ainda seguindo sem previsão de estreia no Brasil, o longa Morgan já vem causando discussões entre os internautas. Dirigido por Luke Scott, esta ficção científica com toques de suspense tem em seu elenco rostos como Anya Taylor-Joy, Kate Mara, Rose Leslie e Paul Giamatti. É realmente um filme notável e que tem grandes chances de despertar o interesse da maioria dos que curtem o gênero de sci-fi.

Crítica: Julieta (2016, de Pedro Almodóvar)



Julieta, novo filme de Pedro Almodóvar, é baseado na adaptação de três contos da escritora canadense Alice Munro. Inicialmente o filme se chamaria Silêncio, silêncio este, que tem papel fundamental no filme.

Oscar 2017: Conheça os 20 pré-indicados na categoria de efeitos visuais


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas liberou quais são os filmes que estão na disputa das cinco vagas para indicação de melhores efeitos visuais. A lista é repleta de filmes de heróis, além de animações e filmes de fantasia.


Indicados ao Writers Guild Awards 2017 - Séries e Minisséries: Stranger Things e Westworld marcam presença!


Foram anunciados os indicados para o Writers Guild of America Awards, a premiação representada pelo sindicato dos roteiristas, nas categorias de séries e minisséries para 2017. As novatas Stranger Things e Westworld se juntam com as já conhecidas pela premiação, como Game of Thrones e Veep, na lista de indicados. Vale lembrar que a comissão julgadora irá analisar apenas o roteiro e não a produção como um todo. Os vencedores do WGA Awards serão revelados no dia 19 de fevereiro de 2017. Confira a lista completa:

Crítica: Westworld - 1ª Temporada (2016, de Jonathan Nolan, Richard J. Lewis e outros)


Westworld está de volta após 40 anos e dessa vez, de uma forma bem diferente (em todos os sentidos). Seguindo a mesma premissa da história original, mas com diversas diferenças e uma pegada mais moderna, a série de TV vinha prometendo sua qualidade muito antes de seu lançamento. Divulgando imagens, trailers e teasers que só serviam para aumentar a expectativa e deixar todos nós muito ansiosos. E os inúmeros boatos de que a série era a escolhida pela emissora para ser o substituto da famosa série Game of Thrones, só aumentava cada vez mais a pressão sobre ela. Com um elenco recheado de atores de peso, Westworld aborda vários temas ao mesmo tempo e entrega uma trama muito complexa, extremamente bem construída e cheia de reviravoltas. Inteligente, visualmente belo e cheio de pequenos detalhes que enchem os olhos de quem está assistindo. É um dos melhores e mais interessantes seriados que passou este ano, e o melhor de tudo isso: ela apenas começou e muita coisa ainda está por vir.

Moonlight vence o Los Angeles Film Critics Association Awards


A temporada de premiações está a todo vapor! Os vencedores do Los Angeles Film Critics Association Awards foram anunciados e Moonlight levou o principal prêmio da noite. Confira todos os vencedores da premiação que ocorrerá dia 14 de janeiro:


MELHOR FILME:

Moonlight

Segundo lugar: La La Land




Crítica: Anjos da Noite - Guerras de Sangue (2016, de Anna Foerster)



Eis que chega às telas a quinta parte de Anjos da Noite, franquia que começou em 2003 e rendeu um dos melhores papéis de Kate Beckinsale no cinema: o da vampira Selene. Os dois primeiros filmes foram dirigidos por Len Wiseman (ex-marido de Kate), enquanto o terceiro filme ficou por conta de Patrick Tatopoulos - não incluindo com a participação de Selene - e o quarto foi comandado pelos suecos Björn Stein e Måns Mårlind. Entretanto, a pergunta que não quer calar é: será que ele ainda vale a pena?

Crítica: Elis (Hugo Prata, 2016)




Meu pai tinha o costume de colocar música pra tocar aos domingos de manhã. Puxava algum dos CDs que tinha na coleção e deixava de fundo enquanto estava lavando o carro, ou organizando documentos, e eu ficava ali sentada no sofá da sala ouvindo. Foi dali que ouvi Elis Regina pela primeira vez, com aquela voz dominante. Como figura importante da música brasileira, não tardou para que descobrisse sobre sua trajetória, notando que a profundidade que ouvíamos era reflexo da sua própria vida explosiva - e é assim que a vemos neste filme, fazendo jus à sua personalidade impetuosa.

Agenda de Estreias nos Cinemas em Dezembro!



Entramos no último mês de 2016, parece brincadeira não é? O ano cinematográfico passou voando e é hora de conferir os últimos filmes a chegar aos cinemas no Brasil. Vale lembrar que geralmente em viradas de ano, os cinemas ficam lotados de dois tipos de filmes bem distintos: um tipo são as últimas superproduções do ano, carregadas de efeitos especiais e prontas para arrecadar milhões de dólares. O outro tipo são uma série de filmes independentes, de pouco orçamento e simples, voltados para a crítica e premiações como o Oscar. Vale ressaltar que nossa agenda aqui é sobre os filmes que saem nos cinemas no Brasil, sendo que muitos filmes esperados saem nos Estados Unidos neste mês e na época do Natal, mas que chegam aqui no país somente de Janeiro em diante, principalmente aqueles que serão indicados ao Oscar. E por isso não estão na lista. Bem, vamos à lista? Pega a agenda e embarque conosco.









01/12/2016 (neste final de semana)

Crítica: A Cilada (2016, de Elizabeth Allen Rosenbaum)



Indicados ao Critics' Choice Awards 2017: La La Land lidera com 12 indicações!


A aclamada premiação Critics' Choice Awards anunciou seus indicados nessa manhã, e no meio de tantas super produções lançadas esse ano, o musical de Damien Chazelle, La La Land com Emma Stone e Ryan Gosling, levou sozinho 12 indicações! Em segundo, seguem empatados Moonlight de Barry Jenkins e A Chegada de Denis Villeneuve com 10 indicações. O grande vencedor da National Board of Review (se ainda não viu a lista de vencedores, confira aqui) Manchester à Beira-Mar segue com 8 indicações, Até o Último Homem com 7 e empatados com 6 indicações estão Doutor Estranho, Fences, Hell or High Water, Jackie e Lion.

Confira a lista de indicados completa:

Crítica: A Qualquer Custo (2016, de David Mackenzie)


2016, de fato, não está sendo um ótimo ano para o cinema. Eu, pessoalmente, tive grandes decepções. Sem dúvidas, o ano vem melhorando - porém. Excelentes filmes como Elle (http://minhavisaodocinema.blogspot.com.br/2016/11/critica-elle-2016-de-paul-verhoeven_15.html), A Chegada (http://minhavisaodocinema.blogspot.com.br/2016/11/critica-chegada-2016-de-denis-villeneuve.html) e Capitão Fantástico (http://minhavisaodocinema.blogspot.com.br/2016/11/critica-capitao-fantastico-2016-de-matt.html) são a prova disso. A Qualquer Custo também pode contribuir para a elevação do ano em termos cinematográficos. Para mim - com certeza - contribuiu.


Crítica: Ilha do Medo (2010, de Martin Scorsese)





A trama de Ilha do Medo se passa nos anos 1950, em uma instituição psiquiátrica destinada a criminosos com alguma doença mental e que é situada em uma ilha. O clima sombrio logo indica que o filme irá explorar a tensão envolvendo a busca por uma desaparecida da Shutter Island Aschecliffe Hospital e uma possível conspiração envolvendo a administração local. Logo, os agentes Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) e seu parceiro Marshal Chuck Aule (Mark Ruffalo) suspeitam que os médicos que trabalham na instituição realizam experimentos antiéticos e ilegais nos seus pacientes.

Crítica: O Lar das Crianças Peculiares (2016, de Tim Burton)


Baseado no livro O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares de Ransom Riggs, o mais novo filme de Tim Burton prometia ser uma ótima e divertida adaptação, tanto para os fãs da saga literária como para os do diretor. Essa expectativa levava em consideração a compatibilidade da história de Riggs com as principais características de Burton, já conhecido por suas produções bem "peculiares" e estilo único. E quem estava aguardando ansioso por seu lançamento, pensava que nada podia dar errado dessa combinação. No entanto, o longa tropeça em pequenos erros seguidos e escolhas mal pensadas, e acaba sendo bem diferente daquilo que era esperado.

Crítica: Nossa Vida Sem Grace (2007, de James C. Strouse)




Vencedor de dois prêmios (Melhor Roteiro e Melhor Drama escolhido pela Audiência) no Festival Sundance de Cinema (maior festival de filme independente dos Estados Unidos que acontece anualmente em Utah) e recebendo duas indicações (Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original) no Globo de Ouro, Nossa Vida Sem Grace, apesar de possuir uma linguagem simples, consegue ser um filme bastante sensível, abordando de forma muito eficiente o luto, relações familiares e o drama vivido pelos parentes daqueles soldados enviados para o exterior em zonas de conflito.

Crítica: Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010, de Edgar Wright)



Scott Pilgrim Contra o Mundo, no original Scott Pilgrim vs. the World, é um filme baseado na série de HQs criadas pelo cartunista Bryan Lee O'Malley, que trabalhou com o diretor Edgar Wright na adaptação para o cinema. Juntos resolveram o desenvolvimento do enredo antes que os volumes restantes da série fossem finalizados, fazendo com que grande parte das ideias contidas no filme fossem reaproveitadas ou expandidas nos quadrinhos que o sucederam.


Confira os vencedores do National Board of Review de 2016!


Hoje, dia 29 de novembro, foram revelados os vencedores da premiação National Board of Review de 2016! O filme de Kenneth Lonergan, Manchester à Beira-Mar é o grande vencedor da noite, Barry Jenkins foi escolhido como o melhor diretor, e Casey Affleck e Amy Adams também foram premiados. A NBR é uma organização de 107 anos, considerada um dos termômetros mais quentes para o Oscar. Então, agora que já estamos aquecidos com o Gotham Awards (se ainda não viu, confira aqui), vamos para a lista de vencedores!

Crítica: 3% (2016, 1ª temporada)



“A primeira produção original brasileira da Netfix”.

É assim que 3% vem sendo apresentada em suas diversas divulgações nas mídias brasileiras. Pontuo a informação porque ela traz expectativa, já que o serviço de streaming mais famoso e eficiente da atualidade já se provou capaz de produzir obras memoráveis, mesmo com sua pouca idade. O serviço oferece bastante potencial ao se afastar de certas concessões de conteúdo e horário a que algumas produções de canais tradicionais são submetidas. Por isso é de se esperar que os escolhidos no processo de seleção da Netflix saibam se aproveitar do privilégio que tem em mãos, na sua forma e no seu conteúdo, e embora 3% tenha uma boa premissa e alguns bons momentos, infelizmente apresenta problemas demais e suficientes para prejudicar praticamente todo seu desenvolvimento.

Gattaca - Experiência Genética (1997, de Andrew Niccol)




"Dizem que cada átomo do seu corpo, um dia foi uma estrela. Talvez eu não esteja partindo. Talvez eu esteja indo para casa"

E se fôssemos predestinados a não conseguir alcançar nosso sonho? E se apenas uma classe seleta de pessoas fosse privilegiada a um grande feito? Até onde iríamos para lutar contra o sistema "perfeito" e alcançar aquilo que mais desejamos? Gattaca traz estes questionamentos, de maneira elegante e emocionante. Lançado em 1997, me lembro de deparar com esta produção em algum momento dos anos 2000 na TV, sem dar muita chance a ele. O tempo passou e com um gosto cinéfilo amadurecido, me deparo novamente com a chance de rever esta obra, agora atento às camadas que a fita carrega. E como é bom poder redescobrir uma obra assim. Esta modesta ficção científica é cheia de mensagens, urgentes o suficiente para colocar a produção como uma das melhores ficções científicas feitas no cinema moderno.




A trama traz um futuro sóbrio, mas sutilmente sombrio, onde a medicina avançou a um ponto em que se modifica geneticamente as pessoas, tirando "defeitos" e características que as tornariam "fracas". Assim começam a nascer "filhos de Deus", crianças praticamente perfeitas, frias e calculistas. Quem é rico paga para seus filhos serem geneticamente mudados, entrando assim numa classe altíssima da sociedade, onde surgirão figuras políticas, cientistas e astronautas. Quem é pobre e não pode pagar pela "perfeição", tem seus filhos normalmente, mas estes são fadados a pertencerem a uma classe inferior da sociedade (chamados inválidos), destinados a serem serviçais dos superiores, em funções de trabalho muito mais humildes. Diante disto, conhecemos Vincent (Ethan Hawke), um "inválido" que luta contra o sistema e se destaca entre os geneticamente modificados.

Em uma primeira óptica, esta trama simples pode não empolgar. Mas é na maneira original e reflexiva que a história se apresenta, que entendemos o real peso da projeção. Tramas futuristas costumam pecar pelo excesso, grandes efeitos especiais e inúmeras sequências de ação. Mas aqui temos uma história controlada, que dá primazia pelo drama, um pequeno toque de suspense e uma emocionante jornada pelo livre arbítrio. O futuro distópico tem suas tecnologias, mas é controlado, plausível e se apresenta de modo elegante. Aqui, a alta tecnologia não move o filme, com grandiosos efeitos especiais. No lugar disto, temos tecnologias e modestos (mas belos) efeitos visuais que apenas complementam e servem à obra e seu roteiro. Este já é o primeiro grande acerto da produção. Falando ainda nas características visuais, temos um figurino, uma fotografia e uma iluminação fantásticos, com toques atraentes e muito bem trabalhados. A paleta de cores contrasta momentos futuristas de tons claros e azul, passando frieza; contra flashbacks e cenas específicas em tons avermelhados e laranja, nos acolhendo e passando calor. A direção de arte cria os cenários de maneira perfeita, onde os objetos, a cenografia e os ângulos da câmera estão constantemente mantendo figuras geometricamente em simetria, causando imersão dentro do filme. É quase hipnotizante a simetria de várias das belíssimas cenas, nos fazendo adentrar nos cômodos, salas, escadarias e pátios da obra. Há vezes em que a câmera mostra detalhes em off, sob a perspectiva de olhos, reflexos e sombras. Isso nos faz imaginar parte da cena, ao mesmo tempo em que vemos as reações de algumas personagens.



O diretor Andrew Niccol é um nome interessante no ramo, autor do roteiro de O Show de Truman: O Show da Vida e O Terminal, dirigiu o bom e esquecido O Preço do Amanhã (de 2011 e com um plot parecido com Gattaca), fez com Simone (2002) o que Spike Jonze fez com Ela (2013) ao falar de amor com uma inteligência artificial e fez de O Senhor das Armas um dos melhores filmes de Nicolas Cage e uma das melhores críticas aos Estados Unidos. Aqui, ele dirige a obra de maneira calma, com uma câmera lenta que caminha dentro dos ambientes, que vagueia nos cenários de maneira contemplativa e que privilegia sempre o fator humano. Pode-se ter objetos e bela direção de arte de maneira simétrica nas laterais, mas no centro da câmera há as personagens humanas, sempre carregadas de algum tipo de emoção ou fascínio. Ethan Hawke é um ator muitas vezes esnobado, mas já entregou alguns ótimos trabalhos. Aqui ele entrega um protagonista aparentemente sério e frio, mas que carrega camadas. Sua narração carrega lembranças de uma infância incomum, vivendo nas sombras de seu irmão geneticamente mudado. Seu estado atual é compenetrado em uma missão, mas cheio de incertezas, medo de não conseguir realizar seu sonho e apaixonado. Paixão esta por algo bem específico. Mesmo que a personagem de Uma Thurman seja o par romântico dele, seu verdadeiro amor é pelas estrelas, em ser um astronauta e morar em uma lua de Júpiter. Esta paixão pelo espaço é o que move o protagonista e o filme, uma vez que são várias as cenas contemplativas, onde vemos sob a perspectiva dos olhos dele os foguetes decolando. Ele imagina-se indo em direção ao espaço, mostrando assim como é fascinado por aquilo, nasceu para deixar a Terra.

A bela Uma Thurman e Alan Arkin entregam bons coadjuvantes, mas é Jude Law que entrega alguns momentos em que rouba a cena para si. Ele é parte do ponto chave do filme. Law interpreta Jerome, um homem geneticamente modificado e que deveria ser "perfeito", mas um acidente do acaso o colocou em cadeiras de rodas, e por isso nunca poderá realizar seu sonho de ir ao espaço. Então ele doa exames de sangue, urina e outros meios para que o personagem de Vincent (Hawke) consiga passar nos testes e ser aprovado na missão espacial. Se Vincent é o protagonista, de certa forma Jerome acaba de algum modo vivendo seu sonho através do sucesso de Vincent, tornando-se sutilmente um outro protagonista por tabela. Há algumas cenas de grande atuação de Law, uma específica em que ele precisa se arrastar e subir escadas, mostrando comprometimento por parte do ator.



Gattaca é a sigla de Guanina Adenina Timina Timina Adenina Citosina Adenina, componentes do DNA. O filme foi lançado em uma época em que a medicina estava fazendo muitos avanços neste campo, além de todo avanço tecnológico. Se em O Show de Truman Andrew Niccol critica o controle sobre a vida do próximo, a exposição midiática e de certa forma os reality shows, aqui em Gattaca se questiona o livre arbítrio, o direito do homem de tomar o rumo que quiser, de errar se quiser, de alcançar aquilo que se deseja. Mesmo se fosse possível dividir a humanidade em classes sociais através da genética, os humanos "perfeitos" ainda estariam expostos ao acaso, a acidentes e coisas externas da genética, como o acidente que ocorre com Jerome. Traduz-se assim que de certa forma ainda não adiantaria, ainda estaríamos de alguma forma presos a coisas que não podemos controlar. Diante disso, torna-se fútil manipular a vida de outras pessoas. Perdendo-se as escolhas, perde-se junto a humanidade.

Indo na contramão de uma sociedade pré-estabelecida, Vincent faz seu próprio caminho, usando meios escusos, é verdade, mas válidos e em prol daquilo que ele mais ama. A sua jornada é lenta, mas emocionante, emoção essa acentuada por uma belíssima trilha sonora de Michael Nyman. Gattaca traz questionamentos urgentes ainda hoje, em uma sociedade que mede valor social através de likes, beleza exterior, grandes escritórios e dinheiro fácil, em uma era virtual e moral cada vez mais artificial. Mas ir na contramão também vale a pena, traçamos nosso próprio caminho e vamos atrás de nossos sonhos, não importa o quanto armada e pré-selecionada a sociedade esteja. Estas reflexões me vieram à mente após o emocionante final. E assim como o protagonista, ao alcançarmos aquilo que mais queremos, poderemos sim finalmente nos sentir humanos livres, felizes e em casa.






Título Original: Gattaca

Direção: Andrew Niccol

Elenco: Ethan Hawke. Jude Law, Uma Thurman, Alan Arkin, Beverly Griffith, Blair Underwood, Carlton Bembry, Chad Christ, Clarence Graham, Cynthia Martells, Dan (I) Griffin, David LeBell, Dean Norris, Elias Koteas, Elizabeth Dennehy, Ernest Borgnine, Gabrielle Reece, George Marshall Ruge, Gore Vidal, Grace Sullivan, Jayne Brook, Ken Marino, Lindsey Ginter, Loren Dean, Mason Gamble, Maya Rudolph, Russell Milton, Ryan Dorin, Steve Bessen, Tony Shalhoub, Una Damon, Vincent Nielson, William Lee Scott, Xander Berkeley.

Sinopse: num futuro no qual os seres humanos são criados geneticamente em laboratórios, as pessoas concebidas biologicamente são consideradas "inválidas". Vincent Freeman (Ethan Hawke), um "inválido", consegue um lugar de destaque em corporação, escondendo sua verdadeira origem. Mas um misterioso caso de assassinato pode expôr seu passado.





Trailer:








Trilha sonora:







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