Crítica: Bound to Vengeance (2015, de José Manuel Cravioto)



Quem não gosta de um bom filme de vingança? Eu sou um grande fã desse estilo de filmes, principalmente quando eles trazem um personagem aparentemente fraco dando a volta por cima. Gosto ainda mais quando essas produções são voltadas para o terror como fez o excelente Doce Vingança de 2010. Bound to Vengeance é uma produção italiana lançado este ano e dirigido pelo mexicano José Manuel Cravioto. Na trama acompanhamos a jovem Eve (Tina Ivlev), que luta e consegue escapar de seu sequestrador Phil ( Richard Tyson). Porém, depois de descobrir que ela pode não ser a única vítima, Eve decide ajudar outras vitimas, virando o jogo contra seu captor.

Crítica: Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força (2015, de J.J. Abrams)






Foi uma longa espera. Primeiramente porque o último filme da saga chegava aos cinemas em 2005, 10 anos atrás. O segundo fator é que o primeiro trailer deste novo capítulo foi lançado em Dezembro de 2014, deixando fãs em alvoroço e em espera de 1 ano. Mas chegou a hora de conferir ao filme mais aguardado do ano aqui pelo blog e por mim. Este Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força vinha com uma difícil missão. Apresentar este universo extremamente próprio para as atuais gerações, ao mesmo tempo em que devia representar os antigos, especialmente a trilogia clássica, consertando inclusive algumas falhas e críticas à trilogia mais recente. Mesmo longe das mãos do seu pai criador George Lucas, o cineasta J.J. Abrams se tornou um grande "padrinho" por assim dizer.

Crítica: Deathgasm (2015, de Jason Lei Howden)




Os filmes que misturam comédia com terror, os chamados 'terrir' é um dos subgêneros mais difíceis de agradar o público mais exigente, pois, geralmente seus roteiros seguem caminhos que beiram ao ridículo com piadas pastelonas sem nenhuma graça. É extremamente difícil balancear a comédia com o terror, são poucas as produções que conseguem o mérito de entregar algo realmente bom.

Crítica: Hellions (2015, de Bruce McDonald)



2015 definitivamente não foi um bom ano para os filmes de terror, dá para contar nos dedos as produções que realmente podemos dizer que são ótimas. Hellions era um dos filmes desse ano que mais tinha potencial, porém, infelizmente o longa ficou bem abaixo do esperado.

Crítica: Animal (2014, de Brett Simmons)




Atualmente os filmes de terror principalmente os lançados nos cinemas são os mais genéricos possíveis. A grande maioria se restringem a abordar temas sobrenaturais, como fantasmas, demônios ou possessões, e isso é claro sempre é mostrado no estilo 'found footage'. Felizmente este Animal lançado em 2014 foge a esta regra, visto que, ele aborda o tema monstros assassinos, que já rendeu alguns filmes bons em um passado não tão distante.

Crítica: Extinção Humana (2011, de John Geddes)



Um dos temas que mais me atraem em filmes de terror são os que abordam o apocalipse zumbi. Geralmente este tipo de produção ou preferem focar no gore sem qualquer compromisso ou trazer algo mais sério como a questão da humanidade no meio do caos, já outras preferem fazer comédia com esta situação. Seja qual for o objetivo da produção, sempre estou disponível para assistir a mais um filme desse subgênero tão amado pelos cinéfilos. Extinção Humana foi lançado em 2011 e ainda não tem previsão para ser lançado oficialmente no Brasil. A produção chamou a atenção não só pelo tema que é abordado, mas principalmente pelas críticas que em sua maioria foram positivas, então meio que fiquei muito empolgado e com as expectativas bem altas.

Crítica: Jogos Vorazes: A Esperança - O Final (2015, de Francis Lawrence) - A saga chega ao fim!



A franquia Jogos Vorazes sempre sofreu certo preconceito, devido à má fama que a saga Crepúsculo trouxe para os filmes voltados ao público adolescente. Mas contrariando esta fama, a saga se mostrou sólida, com grandes bilheterias, críticas favoráveis e fez fãs ao redor do mundo. E o grande trunfo da saga é justamente ter elementos contrários aos de Crepúsculo. Aqui temos um roteiro que traz uma crítica político-social, temos boas cenas de ação, temos uma história interessante e convincente, além do principal: uma protagonista forte.

Crítica: Maze Runner - Prova de Fogo (2015, de Wes Ball)



Em tempos de Jogos Vorazes e Divergente, sagas adolescentes distópicas baseadas em best-sellers vem ganhando mais espaço. Em 2014 o primeiro Maze Runner - Correr ou Morrer trouxe um filme misterioso, eletrizante e bem dirigido. Agora em 2015 o cineasta Wes Ball retorna na aguardada continuação. Acontece que esta continuação acerta até sua metade, derrapando dali pro final. Na trama, os sobreviventes do labirinto e da organização C.R.U.E.L. são resgatados por uma resistência, mas logo se descobre intenções dúbias, gerando assim uma nova fase de desafios, onde mais uma vez os jovens terão que correr muito. E haja fôlego! Se percebermos bem, os protagonistas correm todo primeiro filme e toda metade inicial deste, em cenas frenéticas e ininterruptas. E é nesta primeira metade que Prova de Fogo acerta.

SNACK #37: Ted 2 (2015, de Seth MacFarlane)



Nem sempre a piada tem a mesma graça. O primeiro Ted foi um gigantesco sucesso em 2012, ficando entre as 10 maiores bilheterias daquele ano e uma das maiores bilheterias em comédia da história. O mesmo não dá para dizer desta continuação, que não agradou muito, passando quase despercebida pelos cinemas e pouco chamando a atenção da crítica. Não que o filme seja ruim, mas os críticos realmente não gostam de piadas repetidas. Foi assim com Se Beber Não Case!, onde só o primeiro foi elogiado. Aqui em Ted 2 as piadas continuam do mesmo nível do primeiro, misturando grosserias, cenas descerebradas e algumas nerdices nostálgicas.

SNACK #36: Hacker (2015, de Michael Mann)



Chegamos na 36° edição das nossas críticas Snacks, críticas rapidinhas igual lanchinhos rápidos. Vamos comentar brevemente sobre um dos maiores fracassos comerciais do ano e do cinema mundial. Este Hacker foi um dos filmes mais mal sucedidos já feito, já que custou altos 70 milhões (valor elevado para filmes de ação mais simples), porém nem conseguiu se pagar. Na trama temos Chris Hemsworth (o Thor) como um presidiário culpado de crimes virtuais, que começa a ajudar em uma investigação, afim de pararem os ataques de terroristas cibernéticos. A trama é bem interessante, a atuação de Chris está ok, mas isto não foi suficiente para impedir um fracasso, possivelmente causado pelo marketing fraco e por ter sido lançado em Janeiro, época que costuma ser fraca em bilheteria.

Crítica: A Possessão de Deborah Logan (2014, de Adam Robitel)



Como já havia falado na crítica de Exorcistas do Vaticano filmes de possessão estão mais do que saturados, é muito raro nos dias de hoje encontrar um exemplar que nos traga algo original. Felizmente A Possessão de Deborah Logan é uma dessas exceções, nos apresentando uma história bem peculiar e na medida do possível original, além de trazer personagens interessantes.

Crítica: Exorcistas do Vaticano (2015, de Mark Neveldine)



O Exorcista de 1973 é sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, e partir dele vários outros filmes similares surgiram querendo alcançar o mesmo sucesso, entretanto, nenhuma dessas produções conseguiram alcançar a excelência de 'O Exorcista, algumas por outro lado até que são interessantes como O Exorcismo de Emily Rose que conseguiu trazer algo de original em um subgênero tão saturado pelos clichês. Neste contexto foi lançado em agosto de 2015 nos cinemas brasileiros este Exorcistas do Vaticano, um filme ruim que me deixou com muita raiva por ter feito desperdiçar meu tempo tão precioso.

Crítica: Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível (2015, de Brad Bird)


Que a 'Disney' é um dos maiores e mais famosos estúdios cinematográfico de 'Hollywood' não é novidade, que seus filmes na maioria das vezes são garantia de sucesso e bilheterias também não é novidade, porém uma vez ou outra algumas produções acabam afundando em bilheterias e nas críticas, gerando um prejuízo enorme para sua produtora. Os estúdios 'Disney' já colecionam de 2011 para cá quatro enormes fracassos, são eles Marte Precisa de Mães de 2011 (acho que é a única animação da 'Disney' a afundar nas bilheterias), John Carter - Entre dois Mundos de 2012, 'O Cavaleiro Solitário de 2013 e o mais recente Tomorrowland - Um lugar onde nada é impossível lançado nos cinemas em junho de 2015.