Crítica: A Série Divergente: Insurgente (2015, de Robert Schwentke)


As adaptações literárias para o cinema se tornaram viral após o sucesso da franquia Harry Potter e da porcaria de Crepúsculo. A partir daí várias foram as tentativas de lançar mais um hit de bilheterias, mas, muitas falharam, como Os Instrumentos Mortais, A Hospedeira, Percy Jackson, As Crônicas de Nárnia e Eu Sou o Número Quatro. Atualmente existem três principais adaptações de livros no cinema, são eles Jogos Vorazes (um sucesso de crítica e de bilheterias) que é de longe uma das melhores adaptações da atualidade, Maze Runner que particularmente eu gosto muito e Divergente.

Crítica: O Franco-Atirador (2015, de Pierre Morel)


O Franco-Atirador chegou nos cinemas brasileiros em maio de 2015, o longa é dirigido por Pierre Morel (diretor de Busca Implacável), cuja a história é baseada em um romance policial de Jean-Patrick Manchette o 'The Prone Gunman'.

Crítica: Busca Implacável 3 (2015, de Olivier Megaton)


O primeiro Busca Implacável de 2008 foi um dos grandes e inesperados sucessos daquele ano, e também foi o responsável por alavancar a carreira do ator irlandês Liam Neeson (que na época já estava com 57 anos de idade) nos filmes de ação. Com boas críticas e uma ótima arrecadação nas bilheterias, já era mais que óbvio que uma sequência seria feita. Em 2012 foi lançado Busca Implacável 2 que também arrecadou muito nas bilheterias, apesar de ser mais fraco que o seu antecessor. Em janeiro de 2015 é lançado nos cinemas Busca Implacável 3, um filme que ninguém esperava que iria acontecer, mas, que igualmente aos anteriores foi bem nas bilheterias, provando mais uma vez a popularidade dessa franquia e de Liam Neeson.

Crítica: Noite Sem Fim (2015, de Jaume Collet-Serra)


Existem diversas parcerias entre diretores e atores no cinema, sendo algumas delas mais famosas que outras mas, é inegável que a grande maioria rende bons frutos, como por exemplo a parceria entre o diretor Tim Burton como o ator Johnny Deep, a de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio e de Quentin Taratino com Samuel L. Jackson. Além delas, outra que está chamando a atenção em 'Hollywood' é a do diretor Jaume Collet-Serra com o ator Liam Neeson, que já trabalharam juntos em três ótimos filmes, o Desconhecido de 2011, Sem Escalas de 2014 e este Noite Sem Fim lançado em abril de 2015 nos cinemas brasileiros. Gosto muito do estilo desse diretor, que já havia chamando a minha a atenção com o bom A Casa de Cera de 2005 e com o excelente A Órfã de 2009. Quem já viu suas produções sabe que ele prefere focar mais no suspense e nos dramas dos personagens.

Crítica: Almost Famous (Quase Famosos, 2001 de Cameron Crowe)


* Crítica cedida pela amiga Erika Melazzo.

Cameron Crowe nunca decepciona.

Seus filmes são sempre recheados de ótimas músicas e humor aguçado.Em Almost Famous (Quase Famosos), uma espécie de autobiografia, ele nos mostra como o rock influenciou a sua vida.

Crítica: A Pirâmide (2014, de Grégory Levasseur)


Estava bem ansioso para assistir A Pirâmide, principalmente por ser um filme que aborda em sua história pirâmides e múmias, e pelo fato de o diretor Alexandre Aja (um dos meus diretores favoritos) estar envolvido com o projeto, mesmo que como produtor.

Crítica: Eles Existem (2014, de Eduardo Sánchez)


Eles Existem, é a mais nova produção do diretor Eduardo Sánchez, que revolucionou o mundo cinematográfico apresentando o estilo 'found footage' com o excelente A Bruxa de Blair.

Eli Roth em Dose Dupla: Críticas de 'Canibais' e 'Bata Antes de Entrar' (2015)


Eli Roth pode ser considerado uma espécie de Quentin Tarantino do terror. Isto porque traz um humor negro e duras críticas à sociedade, em filmes estilosos e violentos proporcionalmente. No primeiro Cabana do Inferno ele fez uma história simples tornar-se um terrível filme de humor e terror. Quando ele lançou seus melhores filmes, os dois primeiro O Albergue, trouxe cenas chocantes poucas vezes vistas no cinema, aliadas à um roteiro ácido, que cutuca a sociedade europeia rica, que usa a fortuna à favor dos seus desejos, sejam eles os mais macabros. Um tempo longe da direção, produziu diversos filmes médios ou bons, onde jovens cineastas foram estimulados por Roth. Agora em 2015 na temporada de filmes de terror para o Halloween, Roth lança dois filmes sob sua direção, os pesados Canibais e Bata Antes de Entrar. Nesta crítica dupla, vamos conhecer um pouquinho dos dois filmes deste cara tido como "uma mente doentia".

Crítica: A Visita (2015) - O Retorno de M. Night Shyamalan


Quando o diretor M. Night Shyamalan surpreendeu ao mundo com uma das maiores reviravoltas da história do cinema e conseguir indicar o astro Bruce Willis ao Oscar de Melhor Ator, com seu suspense 'O Sexto Sentido', público e crítica voltaram os olhos para o jovem cineasta indiano. Com este início promissor e estilo próprio, seu segundo filme Corpo Fechado, novamente com Bruce Willis, também foi muito elogiado, sendo um dos melhores e mais realistas filmes sobre superpoderes e heróis, narrado na forma de suspense. Já os bons Sinais e A Vila foram intrigantes, mas dividiram opiniões. Sua primeira grande derrota foi A Dama na Água, fábula romântica sombria que foi injustiçada e suas metáforas foram mau interpretadas. Já em Fim dos Tempos a autêntica ideia de fazer um filme sobre uma toxina que faz as pessoas se suicidarem em massa também foi rejeitada pela maioria. Mas o filme que praticamente enterrou o diretor por um tempo foi O Último Mestre do Ar, baseado no anime Avatar, que tem uma legião de fãs fervorosos. Estes fãs e a crítica não perdoaram as mudanças na história original que Shyamalan fez, mesmo que o filme tenha um excelente visual e interessantes metáforas filosóficas e espirituais. Depois da Terra afundou ainda mais este diretor, com seu filme mais fraco, um Jaden Smith (filho de Will Smith) pouco inspirado, onde nem a presença do pai fez com que houvesse química em cena. Seria este o fim de um dos cineastas mais promissores do cinema recente?

Crítica: O Agente da U.N.C.L.E. (2015, DE Guy Ritchie)


Definitivamente, 2015 foi um bom ano para filmes de espionagem. Tivemos A Espiã Que Sabia de Menos e Kingsman - Serviço Secreto, longas que satirizaram e homenagearam o subgênero ao mesmo tempo. Tivemos 007 Contra Spectre e Missão Impossível 5 - Nação Secreta, novos capítulos de sagas clássicas. E tivemos este menos conhecido O Agente da U.N.C.L.E., baseado numa série televisiva de mesmo nome da década de 1960. O filme foi o único dos cinco longas de espionagem citados acima que fracassou em bilheteria, mesmo tendo uma aprovação de 70% da maior parte dos meios de críticas especializadas. Este fracasso comercial possivelmente deve-se ao fato do diretor Guy Ritchie (diretor dos novos Sherlock Homes e ex-marido da Madonna) ter um estilo visual e narrativo muito próprio.

Crítica: Missão Impossível 5: Nação Secreta (2015, de Christopher McQuarrie)


Nos anos 90 o primeiro Missão Impossível foi um estouro, filme baseado em uma série setentista de mesmo nome e que trazia um dos maiores astros do cinema recente, Tom Cruise. A continuação, embora mais fraca e o único filme mediano da saga, tem um final eletrizante. Mas foi com o excelente Missão Impossível 3 que as aventuras do agente Ethan Hunt se tornaram cada vez mais eletrizantes e emocionantes, com diversas cenas pelo mundo, chegando perto assim da saga do espião britânico, James Bond. Com o gigantesco sucesso do quarto filme, o Protocolo Fantasma, ficou ainda mais evidente o senso de diversão e espionagem estilo 007. Agora em 2015 chega este quinto capítulo, intitulado Nação Secreta, fincando de vez a saga na história dos filmes de agentes secretos. E muito além disso, se tornando uma das melhores sagas de ação do cinema.

Crítica: Perdido em Marte (2015, de Ridley Scott)


Estou atrasado com algumas matérias. Assisti Perdido em Marte no cinema faz um mês, mas estava de férias e só agora pude voltar para escrever sobre ele. Este é o novo longa do mestre Ridley Scott, que já presenteou o mundo com o primeiro Alien - O Oitavo Passageiro, Gladiador, Cruzada, Blade Runner - O Caçador de Androides, Prometheus, o novo Robin Hood, o recente Êxodo - Deuses e Reis, dentre tantos outros. Agora, Scott retoma às origens, a ficção científica. Recentemente este gênero voltou a chamar atenção, com Avatar, Distrito 9 e outros filmes que chamaram a atenção. O próprio Prometheus, que muitos disseram não gostar é um filme interessante, uma espécie de Aliens Origins por assim dizer. Mas foi em 2013 que um filme com cunho dramático realmente chamou a atenção, ganhou 5 Oscar inclusive de Melhor Direção. Estamos falando de Gravidade, que de maneira mais realista trouxe Sandra Bullock sobrevivendo à deriva no espaço, funcionando mais como um drama "survivor" do que uma ficção. No ano seguinte foi a vez de Interstellar (que ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais) chamar a atenção, em um filme que apesar de ser mais fictício e fantasioso, tratou de maneira filosófica o drama e o amor de um pai e uma filha. Agora em 2015 chega a vez de Perdido em Marte trazer uma filme de ficção sobre sobrevivência no planeta vermelho.


Crítica: Kingsman: Serviço Secreto (2015, de Matthew Vaughn)


Em um ano repleto de filmes de espionagem, muitos elogiando os mesmos, Kingsman - Serviço Secreto foi uma grata surpresa. Baseado em uma HQ de mesmo nome, a história tem o mesmo estilo e mesma direção de Kick-Ass: Quebrando Tudo, de 2010. O eficiente diretor Matthew Vaughn traz um filme irreverente, um tanto violento, divertido e cheio de referências. Seguindo o padrão fantasioso e escrachado da HQ, o longa satiriza alguns elementos típicos dos filmes estilo 007 e seus agentes secretos britânicos, ao mesmo tempo em que homenageia os mesmos, sendo um grande filme de ação na terra da rainha.

Crítica: A Espiã Que Sabia de Menos (2015, de Paul Feig)


O diretor Paul Feig e a atriz Melissa McCarthy chamaram a atenção na comédia quando 'Missão Madrinha de Casamento' se tornou um grande sucesso. Após isso, As Bem Armadas novamente trouxe um humor realmente engraçado, agora com Melissa acompanhada de Sandra Bullock. Eis que em 2015 o diretor e a atriz retomam mais uma parceria, neste que é uma sátira cheia de referências aos filmes de espionagem. Um grande sucesso deste ano, com inacreditáveis 95% de aprovação da crítica de cinema, A Espiã Que Sabia de Menos é a melhor comédia do ano, em um ano fraco neste gênero, mas muito forte no quesito filmes de espiões. E o longa não deixa de ser um bom representante dos agentes secretos, mesmo que apostando em piadas escrachadas.

Crítica: 007 Contra Spectre (2015, de Sam Mendes) - A despedida de Daniel Craig como James Bond?


Depois de Kingsman - Serviço Secreto e A Espiã Que Sabia de Menos satirizarem e homenagearem o subgênero da espionagem; depois de O Agente da U.N.C.L.E. fazer uma estilosa referência retrô aos espiões dos anos 60; depois de Missão Impossível 5 - Nação Secreta eletrizar o mundo e tornar Tom Cruise em um 007 americano, chega a vez de conferir o novo capítulo da saga mãe. 007 Contra Spectre é o 24° filme oficial da saga, não levando em conta 3 filmes não oficiais. Para vê-lo, alguns meses antes eu fiz uma maratona com simplesmente todos os 23 filmes oficiais anteriores e de bônus os 3 não oficias também. Agora finalmente fui ao cinema conferir o novo filme.

Crítica: Assassino Profissional (2014, de Jeong-beom Lee)


Não gosto muito de produções asiáticas, pois, na maioria das vezes elas soam artificiais, com tramas que tentam misturar vários gêneros, além dos atores terem atuações bem fracas e forçadas. Mas, o pior de tudo é a dublagem, que em sua grande maioria são péssimas (beirando ao ridículo) que destrói totalmente qualquer clima mais sério que porventura o filme tenta criar. Entretanto, sempre existem exceções, e algumas produções conseguem se sobressair como por exemplo, os ótimos Operação Invasão e a sequência Operação Invasão 2.

Crítica: A Forca (2015, de Travis Cluff e Chris Lofing)


O estilo ‘found footage’, que são gravações feitas em primeira pessoa, ganhou notoriedade com o assustador A Bruxa de Blair de 1999, porém se tornou viral após o estrondoso sucesso de 'Atividade Paranormal' de 2007. Daí para frente, a grande maioria das produções, principalmente as que abordam entidades demoníacas e espíritos malignos, começaram a adotar tal prática, almejando investir pouco e ganhar muito. Entretanto, tudo que é utilizado demais acaba ficando desgastado, e assim como os 'slasher' essas produções começaram a ficar repetitivas e genéricas, não apresentando nada de inovador ou original. Neste contexto, foi lançado nos cinemas brasileiros A Forca, que fez mais sucesso com sua campanha de marketing do que com o filme em si.

Crítica: Quarteto Fantástico (2015, de Josh Trank) - Quando a polêmica é maior que o próprio filme.


Primeiramente, é bom estar de volta. Quem fala aqui é o Vigilante da Noite, criador e administrador do blog. Neste ano de 2015 ando postando pouco devido à falta de tempo e como falei em uma notificação meses atrás, fiquei ausente por um tempo, enquanto alguns ajudantes prosseguiram com o trabalho aqui no Minha Visão do Cinema. Mas estou de volta e devagar irei retomar nosso espaço cinéfilo. Semanalmente, ou pelo menos algumas vezes por mês irei postar e auxiliar novos autores, para que o blog não pare. E no meu retorno trago um filme bem difícil de falar, talvez um dos maiores divisores de água do cinema, o filme mais polêmico do ano de 2015. Falo desta nova versão do Quarteto Fantástico.

Crítica: Terror Nos Bastidores (2015, de Todd Strauss-Schulson)


Uau !!!!. Este filme é simplesmente genial. Com certeza um dos melhores 'terrir' de 2015. Além de homenagear os slasher dos anos 80 e 90 ainda brinca e tira sarro dos clichês, de uma forma tão engraçada e original que é impossível não curtir. Na trama acompanhamos 'Max', uma garota do ensino médio que está de luto pela perda de sua mãe, que, quando jovem, foi uma atriz de filmes de terror. Após um acidente no cinema a menina se vê, misteriosamente, dentro do filme mais famoso de sua mãe Camp Bloodbath. No filme, Max reencontra sua mãe, e junto com seus amigos precisa lutar contra um assassino, além de conseguir achar uma maneira de voltar a vida real.