Crítica: Bound to Vengeance (2015, de José Manuel Cravioto)



Quem não gosta de um bom filme de vingança? Eu sou um grande fã desse estilo de filmes, principalmente quando eles trazem um personagem aparentemente fraco dando a volta por cima. Gosto ainda mais quando essas produções são voltadas para o terror como fez o excelente Doce Vingança de 2010. Bound to Vengeance é uma produção italiana lançado este ano e dirigido pelo mexicano José Manuel Cravioto. Na trama acompanhamos a jovem Eve (Tina Ivlev), que luta e consegue escapar de seu sequestrador Phil ( Richard Tyson). Porém, depois de descobrir que ela pode não ser a única vítima, Eve decide ajudar outras vitimas, virando o jogo contra seu captor.

Crítica: Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força (2015, de J.J. Abrams)






Foi uma longa espera. Primeiramente porque o último filme da saga chegava aos cinemas em 2005, 10 anos atrás. O segundo fator é que o primeiro trailer deste novo capítulo foi lançado em Dezembro de 2014, deixando fãs em alvoroço e em espera de 1 ano. Mas chegou a hora de conferir ao filme mais aguardado do ano aqui pelo blog e por mim. Este Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força vinha com uma difícil missão. Apresentar este universo extremamente próprio para as atuais gerações, ao mesmo tempo em que devia representar os antigos, especialmente a trilogia clássica, consertando inclusive algumas falhas e críticas à trilogia mais recente. Mesmo longe das mãos do seu pai criador George Lucas, o cineasta J.J. Abrams se tornou um grande "padrinho" por assim dizer.

Crítica: Deathgasm (2015, de Jason Lei Howden)




Os filmes que misturam comédia com terror, os chamados 'terrir' é um dos subgêneros mais difíceis de agradar o público mais exigente, pois, geralmente seus roteiros seguem caminhos que beiram ao ridículo com piadas pastelonas sem nenhuma graça. É extremamente difícil balancear a comédia com o terror, são poucas as produções que conseguem o mérito de entregar algo realmente bom.

Crítica: Hellions (2015, de Bruce McDonald)



2015 definitivamente não foi um bom ano para os filmes de terror, dá para contar nos dedos as produções que realmente podemos dizer que são ótimas. Hellions era um dos filmes desse ano que mais tinha potencial, porém, infelizmente o longa ficou bem abaixo do esperado.

Crítica: Animal (2014, de Brett Simmons)




Atualmente os filmes de terror principalmente os lançados nos cinemas são os mais genéricos possíveis. A grande maioria se restringem a abordar temas sobrenaturais, como fantasmas, demônios ou possessões, e isso é claro sempre é mostrado no estilo 'found footage'. Felizmente este Animal lançado em 2014 foge a esta regra, visto que, ele aborda o tema monstros assassinos, que já rendeu alguns filmes bons em um passado não tão distante.

Crítica: Extinção Humana (2011, de John Geddes)



Um dos temas que mais me atraem em filmes de terror são os que abordam o apocalipse zumbi. Geralmente este tipo de produção ou preferem focar no gore sem qualquer compromisso ou trazer algo mais sério como a questão da humanidade no meio do caos, já outras preferem fazer comédia com esta situação. Seja qual for o objetivo da produção, sempre estou disponível para assistir a mais um filme desse subgênero tão amado pelos cinéfilos. Extinção Humana foi lançado em 2011 e ainda não tem previsão para ser lançado oficialmente no Brasil. A produção chamou a atenção não só pelo tema que é abordado, mas principalmente pelas críticas que em sua maioria foram positivas, então meio que fiquei muito empolgado e com as expectativas bem altas.

Crítica: Jogos Vorazes: A Esperança - O Final (2015, de Francis Lawrence) - A saga chega ao fim!



A franquia Jogos Vorazes sempre sofreu certo preconceito, devido à má fama que a saga Crepúsculo trouxe para os filmes voltados ao público adolescente. Mas contrariando esta fama, a saga se mostrou sólida, com grandes bilheterias, críticas favoráveis e fez fãs ao redor do mundo. E o grande trunfo da saga é justamente ter elementos contrários aos de Crepúsculo. Aqui temos um roteiro que traz uma crítica político-social, temos boas cenas de ação, temos uma história interessante e convincente, além do principal: uma protagonista forte.

Crítica: Maze Runner - Prova de Fogo (2015, de Wes Ball)



Em tempos de Jogos Vorazes e Divergente, sagas adolescentes distópicas baseadas em best-sellers vem ganhando mais espaço. Em 2014 o primeiro Maze Runner - Correr ou Morrer trouxe um filme misterioso, eletrizante e bem dirigido. Agora em 2015 o cineasta Wes Ball retorna na aguardada continuação. Acontece que esta continuação acerta até sua metade, derrapando dali pro final. Na trama, os sobreviventes do labirinto e da organização C.R.U.E.L. são resgatados por uma resistência, mas logo se descobre intenções dúbias, gerando assim uma nova fase de desafios, onde mais uma vez os jovens terão que correr muito. E haja fôlego! Se percebermos bem, os protagonistas correm todo primeiro filme e toda metade inicial deste, em cenas frenéticas e ininterruptas. E é nesta primeira metade que Prova de Fogo acerta.

SNACK #37: Ted 2 (2015, de Seth MacFarlane)



Nem sempre a piada tem a mesma graça. O primeiro Ted foi um gigantesco sucesso em 2012, ficando entre as 10 maiores bilheterias daquele ano e uma das maiores bilheterias em comédia da história. O mesmo não dá para dizer desta continuação, que não agradou muito, passando quase despercebida pelos cinemas e pouco chamando a atenção da crítica. Não que o filme seja ruim, mas os críticos realmente não gostam de piadas repetidas. Foi assim com Se Beber Não Case!, onde só o primeiro foi elogiado. Aqui em Ted 2 as piadas continuam do mesmo nível do primeiro, misturando grosserias, cenas descerebradas e algumas nerdices nostálgicas.

SNACK #36: Hacker (2015, de Michael Mann)



Chegamos na 36° edição das nossas críticas Snacks, críticas rapidinhas igual lanchinhos rápidos. Vamos comentar brevemente sobre um dos maiores fracassos comerciais do ano e do cinema mundial. Este Hacker foi um dos filmes mais mal sucedidos já feito, já que custou altos 70 milhões (valor elevado para filmes de ação mais simples), porém nem conseguiu se pagar. Na trama temos Chris Hemsworth (o Thor) como um presidiário culpado de crimes virtuais, que começa a ajudar em uma investigação, afim de pararem os ataques de terroristas cibernéticos. A trama é bem interessante, a atuação de Chris está ok, mas isto não foi suficiente para impedir um fracasso, possivelmente causado pelo marketing fraco e por ter sido lançado em Janeiro, época que costuma ser fraca em bilheteria.

Crítica: A Possessão de Deborah Logan (2014, de Adam Robitel)



Como já havia falado na crítica de Exorcistas do Vaticano filmes de possessão estão mais do que saturados, é muito raro nos dias de hoje encontrar um exemplar que nos traga algo original. Felizmente A Possessão de Deborah Logan é uma dessas exceções, nos apresentando uma história bem peculiar e na medida do possível original, além de trazer personagens interessantes.

Crítica: Exorcistas do Vaticano (2015, de Mark Neveldine)



O Exorcista de 1973 é sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, e partir dele vários outros filmes similares surgiram querendo alcançar o mesmo sucesso, entretanto, nenhuma dessas produções conseguiram alcançar a excelência de 'O Exorcista, algumas por outro lado até que são interessantes como O Exorcismo de Emily Rose que conseguiu trazer algo de original em um subgênero tão saturado pelos clichês. Neste contexto foi lançado em agosto de 2015 nos cinemas brasileiros este Exorcistas do Vaticano, um filme ruim que me deixou com muita raiva por ter feito desperdiçar meu tempo tão precioso.

Crítica: Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível (2015, de Brad Bird)


Que a 'Disney' é um dos maiores e mais famosos estúdios cinematográfico de 'Hollywood' não é novidade, que seus filmes na maioria das vezes são garantia de sucesso e bilheterias também não é novidade, porém uma vez ou outra algumas produções acabam afundando em bilheterias e nas críticas, gerando um prejuízo enorme para sua produtora. Os estúdios 'Disney' já colecionam de 2011 para cá quatro enormes fracassos, são eles Marte Precisa de Mães de 2011 (acho que é a única animação da 'Disney' a afundar nas bilheterias), John Carter - Entre dois Mundos de 2012, 'O Cavaleiro Solitário de 2013 e o mais recente Tomorrowland - Um lugar onde nada é impossível lançado nos cinemas em junho de 2015.

Crítica: A Série Divergente: Insurgente (2015, de Robert Schwentke)


As adaptações literárias para o cinema se tornaram viral após o sucesso da franquia Harry Potter e da porcaria de Crepúsculo. A partir daí várias foram as tentativas de lançar mais um hit de bilheterias, mas, muitas falharam, como Os Instrumentos Mortais, A Hospedeira, Percy Jackson, As Crônicas de Nárnia e Eu Sou o Número Quatro. Atualmente existem três principais adaptações de livros no cinema, são eles Jogos Vorazes (um sucesso de crítica e de bilheterias) que é de longe uma das melhores adaptações da atualidade, Maze Runner que particularmente eu gosto muito e Divergente.

Crítica: O Franco-Atirador (2015, de Pierre Morel)


O Franco-Atirador chegou nos cinemas brasileiros em maio de 2015, o longa é dirigido por Pierre Morel (diretor de Busca Implacável), cuja a história é baseada em um romance policial de Jean-Patrick Manchette o 'The Prone Gunman'.

Crítica: Busca Implacável 3 (2015, de Olivier Megaton)


O primeiro Busca Implacável de 2008 foi um dos grandes e inesperados sucessos daquele ano, e também foi o responsável por alavancar a carreira do ator irlandês Liam Neeson (que na época já estava com 57 anos de idade) nos filmes de ação. Com boas críticas e uma ótima arrecadação nas bilheterias, já era mais que óbvio que uma sequência seria feita. Em 2012 foi lançado Busca Implacável 2 que também arrecadou muito nas bilheterias, apesar de ser mais fraco que o seu antecessor. Em janeiro de 2015 é lançado nos cinemas Busca Implacável 3, um filme que ninguém esperava que iria acontecer, mas, que igualmente aos anteriores foi bem nas bilheterias, provando mais uma vez a popularidade dessa franquia e de Liam Neeson.

Crítica: Noite Sem Fim (2015, de Jaume Collet-Serra)


Existem diversas parcerias entre diretores e atores no cinema, sendo algumas delas mais famosas que outras mas, é inegável que a grande maioria rende bons frutos, como por exemplo a parceria entre o diretor Tim Burton como o ator Johnny Deep, a de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio e de Quentin Taratino com Samuel L. Jackson. Além delas, outra que está chamando a atenção em 'Hollywood' é a do diretor Jaume Collet-Serra com o ator Liam Neeson, que já trabalharam juntos em três ótimos filmes, o Desconhecido de 2011, Sem Escalas de 2014 e este Noite Sem Fim lançado em abril de 2015 nos cinemas brasileiros. Gosto muito do estilo desse diretor, que já havia chamando a minha a atenção com o bom A Casa de Cera de 2005 e com o excelente A Órfã de 2009. Quem já viu suas produções sabe que ele prefere focar mais no suspense e nos dramas dos personagens.

Crítica: Almost Famous (Quase Famosos, 2001 de Cameron Crowe)


* Crítica cedida pela amiga Erika Melazzo.

Cameron Crowe nunca decepciona.

Seus filmes são sempre recheados de ótimas músicas e humor aguçado.Em Almost Famous (Quase Famosos), uma espécie de autobiografia, ele nos mostra como o rock influenciou a sua vida.

Crítica: A Pirâmide (2014, de Grégory Levasseur)


Estava bem ansioso para assistir A Pirâmide, principalmente por ser um filme que aborda em sua história pirâmides e múmias, e pelo fato de o diretor Alexandre Aja (um dos meus diretores favoritos) estar envolvido com o projeto, mesmo que como produtor.

Crítica: Eles Existem (2014, de Eduardo Sánchez)


Eles Existem, é a mais nova produção do diretor Eduardo Sánchez, que revolucionou o mundo cinematográfico apresentando o estilo 'found footage' com o excelente A Bruxa de Blair.

Eli Roth em Dose Dupla: Críticas de 'Canibais' e 'Bata Antes de Entrar' (2015)


Eli Roth pode ser considerado uma espécie de Quentin Tarantino do terror. Isto porque traz um humor negro e duras críticas à sociedade, em filmes estilosos e violentos proporcionalmente. No primeiro Cabana do Inferno ele fez uma história simples tornar-se um terrível filme de humor e terror. Quando ele lançou seus melhores filmes, os dois primeiro O Albergue, trouxe cenas chocantes poucas vezes vistas no cinema, aliadas à um roteiro ácido, que cutuca a sociedade europeia rica, que usa a fortuna à favor dos seus desejos, sejam eles os mais macabros. Um tempo longe da direção, produziu diversos filmes médios ou bons, onde jovens cineastas foram estimulados por Roth. Agora em 2015 na temporada de filmes de terror para o Halloween, Roth lança dois filmes sob sua direção, os pesados Canibais e Bata Antes de Entrar. Nesta crítica dupla, vamos conhecer um pouquinho dos dois filmes deste cara tido como "uma mente doentia".

Crítica: A Visita (2015) - O Retorno de M. Night Shyamalan


Quando o diretor M. Night Shyamalan surpreendeu ao mundo com uma das maiores reviravoltas da história do cinema e conseguir indicar o astro Bruce Willis ao Oscar de Melhor Ator, com seu suspense 'O Sexto Sentido', público e crítica voltaram os olhos para o jovem cineasta indiano. Com este início promissor e estilo próprio, seu segundo filme Corpo Fechado, novamente com Bruce Willis, também foi muito elogiado, sendo um dos melhores e mais realistas filmes sobre superpoderes e heróis, narrado na forma de suspense. Já os bons Sinais e A Vila foram intrigantes, mas dividiram opiniões. Sua primeira grande derrota foi A Dama na Água, fábula romântica sombria que foi injustiçada e suas metáforas foram mau interpretadas. Já em Fim dos Tempos a autêntica ideia de fazer um filme sobre uma toxina que faz as pessoas se suicidarem em massa também foi rejeitada pela maioria. Mas o filme que praticamente enterrou o diretor por um tempo foi O Último Mestre do Ar, baseado no anime Avatar, que tem uma legião de fãs fervorosos. Estes fãs e a crítica não perdoaram as mudanças na história original que Shyamalan fez, mesmo que o filme tenha um excelente visual e interessantes metáforas filosóficas e espirituais. Depois da Terra afundou ainda mais este diretor, com seu filme mais fraco, um Jaden Smith (filho de Will Smith) pouco inspirado, onde nem a presença do pai fez com que houvesse química em cena. Seria este o fim de um dos cineastas mais promissores do cinema recente?

Crítica: O Agente da U.N.C.L.E. (2015, DE Guy Ritchie)


Definitivamente, 2015 foi um bom ano para filmes de espionagem. Tivemos A Espiã Que Sabia de Menos e Kingsman - Serviço Secreto, longas que satirizaram e homenagearam o subgênero ao mesmo tempo. Tivemos 007 Contra Spectre e Missão Impossível 5 - Nação Secreta, novos capítulos de sagas clássicas. E tivemos este menos conhecido O Agente da U.N.C.L.E., baseado numa série televisiva de mesmo nome da década de 1960. O filme foi o único dos cinco longas de espionagem citados acima que fracassou em bilheteria, mesmo tendo uma aprovação de 70% da maior parte dos meios de críticas especializadas. Este fracasso comercial possivelmente deve-se ao fato do diretor Guy Ritchie (diretor dos novos Sherlock Homes e ex-marido da Madonna) ter um estilo visual e narrativo muito próprio.

Crítica: Missão Impossível 5: Nação Secreta (2015, de Christopher McQuarrie)


Nos anos 90 o primeiro Missão Impossível foi um estouro, filme baseado em uma série setentista de mesmo nome e que trazia um dos maiores astros do cinema recente, Tom Cruise. A continuação, embora mais fraca e o único filme mediano da saga, tem um final eletrizante. Mas foi com o excelente Missão Impossível 3 que as aventuras do agente Ethan Hunt se tornaram cada vez mais eletrizantes e emocionantes, com diversas cenas pelo mundo, chegando perto assim da saga do espião britânico, James Bond. Com o gigantesco sucesso do quarto filme, o Protocolo Fantasma, ficou ainda mais evidente o senso de diversão e espionagem estilo 007. Agora em 2015 chega este quinto capítulo, intitulado Nação Secreta, fincando de vez a saga na história dos filmes de agentes secretos. E muito além disso, se tornando uma das melhores sagas de ação do cinema.

Crítica: Perdido em Marte (2015, de Ridley Scott)


Estou atrasado com algumas matérias. Assisti Perdido em Marte no cinema faz um mês, mas estava de férias e só agora pude voltar para escrever sobre ele. Este é o novo longa do mestre Ridley Scott, que já presenteou o mundo com o primeiro Alien - O Oitavo Passageiro, Gladiador, Cruzada, Blade Runner - O Caçador de Androides, Prometheus, o novo Robin Hood, o recente Êxodo - Deuses e Reis, dentre tantos outros. Agora, Scott retoma às origens, a ficção científica. Recentemente este gênero voltou a chamar atenção, com Avatar, Distrito 9 e outros filmes que chamaram a atenção. O próprio Prometheus, que muitos disseram não gostar é um filme interessante, uma espécie de Aliens Origins por assim dizer. Mas foi em 2013 que um filme com cunho dramático realmente chamou a atenção, ganhou 5 Oscar inclusive de Melhor Direção. Estamos falando de Gravidade, que de maneira mais realista trouxe Sandra Bullock sobrevivendo à deriva no espaço, funcionando mais como um drama "survivor" do que uma ficção. No ano seguinte foi a vez de Interstellar (que ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Visuais) chamar a atenção, em um filme que apesar de ser mais fictício e fantasioso, tratou de maneira filosófica o drama e o amor de um pai e uma filha. Agora em 2015 chega a vez de Perdido em Marte trazer uma filme de ficção sobre sobrevivência no planeta vermelho.


Crítica: Kingsman: Serviço Secreto (2015, de Matthew Vaughn)


Em um ano repleto de filmes de espionagem, muitos elogiando os mesmos, Kingsman - Serviço Secreto foi uma grata surpresa. Baseado em uma HQ de mesmo nome, a história tem o mesmo estilo e mesma direção de Kick-Ass: Quebrando Tudo, de 2010. O eficiente diretor Matthew Vaughn traz um filme irreverente, um tanto violento, divertido e cheio de referências. Seguindo o padrão fantasioso e escrachado da HQ, o longa satiriza alguns elementos típicos dos filmes estilo 007 e seus agentes secretos britânicos, ao mesmo tempo em que homenageia os mesmos, sendo um grande filme de ação na terra da rainha.

Crítica: A Espiã Que Sabia de Menos (2015, de Paul Feig)


O diretor Paul Feig e a atriz Melissa McCarthy chamaram a atenção na comédia quando 'Missão Madrinha de Casamento' se tornou um grande sucesso. Após isso, As Bem Armadas novamente trouxe um humor realmente engraçado, agora com Melissa acompanhada de Sandra Bullock. Eis que em 2015 o diretor e a atriz retomam mais uma parceria, neste que é uma sátira cheia de referências aos filmes de espionagem. Um grande sucesso deste ano, com inacreditáveis 95% de aprovação da crítica de cinema, A Espiã Que Sabia de Menos é a melhor comédia do ano, em um ano fraco neste gênero, mas muito forte no quesito filmes de espiões. E o longa não deixa de ser um bom representante dos agentes secretos, mesmo que apostando em piadas escrachadas.

Crítica: 007 Contra Spectre (2015, de Sam Mendes) - A despedida de Daniel Craig como James Bond?


Depois de Kingsman - Serviço Secreto e A Espiã Que Sabia de Menos satirizarem e homenagearem o subgênero da espionagem; depois de O Agente da U.N.C.L.E. fazer uma estilosa referência retrô aos espiões dos anos 60; depois de Missão Impossível 5 - Nação Secreta eletrizar o mundo e tornar Tom Cruise em um 007 americano, chega a vez de conferir o novo capítulo da saga mãe. 007 Contra Spectre é o 24° filme oficial da saga, não levando em conta 3 filmes não oficiais. Para vê-lo, alguns meses antes eu fiz uma maratona com simplesmente todos os 23 filmes oficiais anteriores e de bônus os 3 não oficias também. Agora finalmente fui ao cinema conferir o novo filme.

Crítica: Assassino Profissional (2014, de Jeong-beom Lee)


Não gosto muito de produções asiáticas, pois, na maioria das vezes elas soam artificiais, com tramas que tentam misturar vários gêneros, além dos atores terem atuações bem fracas e forçadas. Mas, o pior de tudo é a dublagem, que em sua grande maioria são péssimas (beirando ao ridículo) que destrói totalmente qualquer clima mais sério que porventura o filme tenta criar. Entretanto, sempre existem exceções, e algumas produções conseguem se sobressair como por exemplo, os ótimos Operação Invasão e a sequência Operação Invasão 2.

Crítica: A Forca (2015, de Travis Cluff e Chris Lofing)


O estilo ‘found footage’, que são gravações feitas em primeira pessoa, ganhou notoriedade com o assustador A Bruxa de Blair de 1999, porém se tornou viral após o estrondoso sucesso de 'Atividade Paranormal' de 2007. Daí para frente, a grande maioria das produções, principalmente as que abordam entidades demoníacas e espíritos malignos, começaram a adotar tal prática, almejando investir pouco e ganhar muito. Entretanto, tudo que é utilizado demais acaba ficando desgastado, e assim como os 'slasher' essas produções começaram a ficar repetitivas e genéricas, não apresentando nada de inovador ou original. Neste contexto, foi lançado nos cinemas brasileiros A Forca, que fez mais sucesso com sua campanha de marketing do que com o filme em si.

Crítica: Quarteto Fantástico (2015, de Josh Trank) - Quando a polêmica é maior que o próprio filme.


Primeiramente, é bom estar de volta. Quem fala aqui é o Vigilante da Noite, criador e administrador do blog. Neste ano de 2015 ando postando pouco devido à falta de tempo e como falei em uma notificação meses atrás, fiquei ausente por um tempo, enquanto alguns ajudantes prosseguiram com o trabalho aqui no Minha Visão do Cinema. Mas estou de volta e devagar irei retomar nosso espaço cinéfilo. Semanalmente, ou pelo menos algumas vezes por mês irei postar e auxiliar novos autores, para que o blog não pare. E no meu retorno trago um filme bem difícil de falar, talvez um dos maiores divisores de água do cinema, o filme mais polêmico do ano de 2015. Falo desta nova versão do Quarteto Fantástico.

Crítica: Terror Nos Bastidores (2015, de Todd Strauss-Schulson)


Uau !!!!. Este filme é simplesmente genial. Com certeza um dos melhores 'terrir' de 2015. Além de homenagear os slasher dos anos 80 e 90 ainda brinca e tira sarro dos clichês, de uma forma tão engraçada e original que é impossível não curtir. Na trama acompanhamos 'Max', uma garota do ensino médio que está de luto pela perda de sua mãe, que, quando jovem, foi uma atriz de filmes de terror. Após um acidente no cinema a menina se vê, misteriosamente, dentro do filme mais famoso de sua mãe Camp Bloodbath. No filme, Max reencontra sua mãe, e junto com seus amigos precisa lutar contra um assassino, além de conseguir achar uma maneira de voltar a vida real.

Crítica: Renascido das Trevas (2015, de Valeri Milev)


Renascido das Trevas, começou a ser produzido há vários anos, se não me engano em 2012 porém, demorou a ser finalizado por conta da agenda do diretor Valeri Milev (que dirigiu outro filme de zumbi o Code Red de 2013 e o regular Pânico na Floresta 6 de 2014), somente este ano o filme foi lançado, sendo que no Brasil o mesmo chegou direto em home vídeo. O longa é uma produção da After Dark (produtora conhecida dos fãs de horror). O filme mistura o manjado e saturado 'found footage', com zumbis.

Crítica: Cooties - A Epidemia (2015, de Jonathan Milott e Cary Murnion)


Depois da excelente experiência que tive com Apocalipse, resolvi dar mais chances a outras produções envolvendo zumbis, então fiz uma maratona de filmes com esse tema, o resultado será apresentado nas críticas. Então vamos falar sobre esse Cooties - A Epidemia, lançado esse ano nos Estados Unidos, sendo provavelmente lançado no Brasil direto em DVD.

Crítica: Apocalipse (2015, de Miguel Ángel Vivas)


Depois do estrondoso sucesso da série The Walking Dead os zumbis voltaram a fazer sucesso e se tornaram o foco de várias outras produções que tentam pegar carona na popularização dos mortos vivos. Contudo, nem todas conseguem o mérito de serem tão boas quanto a citada série mas, sempre há exceções, como este Apocalipse (péssimo título recebido em território nacional) que se destaca em meio de tantas porcarias lançadas ultimamente.

SNACK #35: Tracers - Nos Limites (2015, de Daniel Benmayor)


Nessa edição das críticas Snacks faremos uma breve resenha do filme Tracers - Nos Limites. Na história acompanhamos Cam (Taylor Lautner) um mensageiro de bicicleta que está sendo perseguido por uma mafiosa gangue na cidade de Nova York. Em uma de suas corridas, ele conhece a misteriosa e sedutora Nikki (Marie Avgeropoulos). Os dois passam a conviver e ela apresenta a Cam o mundo do 'Parkour'. Agora, ele vai usar todas as suas novas habilidades para sobreviver.

SNACK #34: Escola de Espiões (2015, de Kyle Newman)


Essa é a edição 34 das críticas Snacks, que são opiniões bem breves de filmes, meio que parecido com aqueles lanches bem rápidos.

Crítica: Terremoto - A Falha de San Andreas (2015, de Brad Peyton)


Tempos atrás filmes de catástrofes eram sinônimos de sucesso e bilheterias. Impacto Profundo, Twister, O Inferno de Dante e O Dia Depois do Amanhã, são bons exemplos desse subgênero porém, com o passar dos anos esses tipos de produções perderam as forças. Com os avanços tecnológicos e a popularização dos efeitos de computação gráficas e óbvio com a falta de criatividade de 'Hollywood', esses filmes voltaram com tudo. Ano passado por exemplo, que me lembre foram lançados Pompéia e No Olho do Tornado e este ano tivemos esse Terremoto - A Falha de San Andreas, lançado em 28 de Maio de 2015 nos cinemas brasileiros.

Crítica: Lobos (2014, de David Hayter)


Bons exemplos de filmes envolvendo lobisomens são raros pois, não são todas as produções que conseguem acertar de forma satisfatória toda a mitologia desses seres tão amados do cinema. Recentemente assisti ao interessante Sinistro - A Maldição do Lobisomem, que aborda esse tema de um jeito diferente e original fora este, os últimos filmes que me lembro de ter gostado é o remake O Lobisomem de 2010 e o clássico Um Lobisomem Americano em Londres. Lobos, foi lançado em 2014 nos Estados Unidos e lançado somente este ano no Brasil direto em DVD, sendo distribuído pela Califórnia Filmes.

Crítica: Os Últimos Cavaleiros (2015, de Kazuaki Kiriya)


Muitas vezes as distribuidoras tentam vender determinadas produções como algo que elas não são, os recursos utilizados geralmente são os títulos, que principalmente no Brasil são os mais genéricos e chamativos possíveis e as capas, que curiosamente quando mais bem feitas e elaboradas mais ruim são os filmes, levando constantemente os mais ingênuos ao erro. Entretanto, isso não é regra, só comecei explicando isso porque eu acredito que todos já tenham passado por esse tipo de situação e isso meio que acontece com este filme pois, quem acaba se interessando por ele acha que irá assistir um filme de ação medieval com várias lutas envolvendo espadas, cavalos e etc., conforme a própria capa acima tenta passar porém, o filme não é exatamente assim.

Crítica: Força Para Viver (2014, de William H. Macy)


Sabe aqueles filmes que você assiste sem esperar nada e acaba sendo surpreendido positivamente? Pois é justamente o que aconteceu comigo em relação a este filme.

Crítica: Voo 7500 (2014, de Takashi Shimizu)


Voo 7500  era um filme que estava aguardando desde quando foi liberado o primeiro trailer em 2012, fiquei tão entusiasmado e com a expectativa bem alta achando que iria assistir a um excelente filme de terror sobrenatural pois, o elenco é repleto de rostos conhecido, o diretor envolvido já havia nos entregado outro ótimo filme do gênero e o roteiro é no mínimo curioso, mas como todos sabem quanto mais esperamos por um filme e quanto maior a nossas expectativas maior e mais cruel é a decepção e é justamente o que aconteceu não só comigo, mas com todos que esperavam este filme desde de 2012, que tinha tudo para ser bom mas infelizmente não é. O primeiro problema a ser apontado é o enorme lapso de tempo entre o lançamento do primeiro trailer e o seu lançamento nos cinemas, que ocorreu somente em 2014 nos EUA e apenas este ano  no Brasil.

Crítica: Caçadores de Recompensa (2013, De Henry Saine)


Caçadores de Recompensa é um filme de 2013 que foi lançado no Brasil em 2014 direto em home video, sendo distribuído pela focus. Na época não fiquei interessando, por achar que seria mais uma porcaria porém, recentemente vi o trailer, que me deixou mais animado e li algumas críticas que curiosamente foram positivas,  então decidi dar uma chance.


Trailer de 'Guardians', filme de super heróis russos que chega em 2016.


Pois bem, na corrida por filmes de super heróis cada vez melhores e de maior sucesso, a Rússia entra na disputa pela atenção. Em 2016 será lançado Guardians (tradução: Guardiões, mas que poderá se chamar Defensores aqui no Brasil). Na trama acompanhamos a história de um grupo de quatro super humanos chamados Patriotas que foram criados durante a Guerra Fria. Durante anos eles tiveram que esconder sua identidade, mas agora, o mundo precisa deles.

Os filmes mais esperados para a reta final de 2015!


O Minha Visão do Cinema traz agora uma lista com os títulos e os trailers dos filmes mais importantes que teremos nesta reta final de ano. De superproduções que farão dinheiro, à filmes dramáticos que devem entrar na disputa do Oscar 2016, conheça alguns dos filmes para se assistir na reta final de 2015 (alguns devem chegar aqui no Brasil com atraso, já em 2016). Fizemos o TOP 10 mais esperados pelo blog e depois listamos outros filmes que prometem bastante, confira!

Comunicado: Diminuiremos as postagens!

Boa noite queridos leitores. Esta postagem infelizmente não é das melhores. Por meio deste comunicado, eu (o administrador do blog) vim a informar que o 'Minha Visão do Cinema' diminuirá consideravelmente as postagens. Na verdade, neste ano de 2015 estamos tendo muitas dificuldades para manter o blog, sendo que nos últimos meses postamos muito pouco. Todos os autores de matérias do blog estão muito ocupados com afazeres do dia a dia como trabalho, faculdade, família, problemas de saúde e outros diversos, impossibilitando-os de escrever aqui no nosso espaço. Na verdade a maioria deles já se retirou indefinidamente do blog, alguns definitivamente. Eu mesmo fico bem triste de dizer que tenho muito pouco tempo livre para escrever, forçando-me a avisar a vocês que a partir de agora postaremos muito pouco, por tempo indeterminado. E se a situação piorar, infelizmente encerraremos as atividades. 

Mas fica a promessa de ao menos tentar reerguer o blog. Desde já agradecemos aos leitores, alguns que participam com comentários e pedidos. Agradecemos os bons tempos, em que chegamos a ter mais de três mil leitores diários. Neste último dia 9 de Agosto completamos 4 anos de existência e alguns ótimos momentos ficaram neste período. É muito bom, por exemplo, receber e-mails de pessoas agradecendo ao blog pelas dicas de filmes. Certa vez alguém disse que a dica salvou a noite péssima que esta pessoa estava tendo. Coisas deste tipo são revigorantes e nos faz querer continuar a escrever. Nosso trabalho aqui no blog é sem fins lucrativos e sem modismos de críticas compradas. Tudo é feito apenas por amor ao cinema e às pessoas que o apreciam. Sendo assim, quem sabe um dia retornemos com tudo.

Se você tem vontade de escrever sobre cinema, ou já escreve em algum meio e gostaria de compartilhar aqui no nosso humilde espaço cinéfilo e nos ajudar, contate-nos pelo e-mail: 

darkfilmsatdawn@hotmail.com

Mais uma vez, o 'Minha Visão do Cinema' agradece. Forte abraço cinéfilo a todos e bons filmes!

Att. Léo Costa










Crítica: Amanhecer Violento (1984)


Conhecer o cinema dos anos 80 é uma coisa incrível. Primeiro para descobrir quem são os “atores-mirins” que hoje são mega-celebridades e também para saber o que aconteceu com aquela determinada pessoa que você tanto gostava nos anos 80, como Ralph Macchio o Daniel San de Karate Kid.

Sétima Arte Podcast - XUXA, O MITO!


Fala galera! Tudo bem? Nessa edição do podcast falamos sobre a Xuxa. O mito e a pessoa por trás de tudo. A mulher que renasceu das cinzas e agora ri dos pobres mortais. Acompanhe essa excelente podcast sobre a verdade de Maria das Graças Meneghell.

Morre o compositor James Horner, relembre suas trilha sonora marcante.


Morreu aos 61 anos nesta segunda-feira, 22 de Junho, uma grande figura do cinema. James Horner não era ator nem diretor, mas deixou um grande legado no seu trabalho como compositor de diversas trilha sonoras marcantes do cinema. A causa da morte: o avião no qual pilotava caiu em Santa Bárbara, Califórnia. Ele amava voar, tinha cinco aviões pequenos.

A FANTASIA CINEMATOGRÁFICA EM MOMENTO DE VIBRAÇÃO MAIOR


Filme de fantasia plenamente realizado é o atemporal O ladrão de Bagdá (The thief of Bagdad ‑ An Arabian fantasy, 1940), de Michael Powell, Tim Whelan, Ludwig Berger e outros não creditados. Passados tantos anos de sua realização, conserva vivo o poder de sedução. Suntuoso, abusa das possibilidades cromáticas do nascente Technicolor e da artesanal elaboração de efeitos especiais numa época distante das facilidades da computação gráfica. Ao contrário de alguns congêneres contemporâneos, não é prisioneiro da pirotecnia. Sua narrativa, pontuada de aspectos maravilhosos, fantásticos e hiperbólicos, respira livremente, apartada do peso do aparato produtivo e dos acessórios que a tornaram possível.

Crítica: Jurassic World (2015, de Colin Trevorrow)


Que Jurassic World daria bilheteria, todos nós e inclusive especialistas em cinema já sabiam. Mas que se tornaria este fenômeno mundial ... bem, pode-se dizer que é uma das grandes surpresas do ano. E talvez dos últimos anos. A verdade é que o filme põe novamente em evidência o velho estilo de diversão de Hollywood, além é claro de ressuscitar com louvor a paixão que muitos tem por estes míticos seres, os dinossauros. Tudo começou em 1990, quando o estúdio Universal e o diretor mestre Steven Spielberg compraram os direitos para fazer um filme baseado no livro de Michael Crichton antes mesmo deste livro ser lançado. Em 1993 nascia Jurassic Park, que se tornou naquele ano o filme de maior bilheteria da história do cinema, sendo também considerado o melhor filme de aventura já feito. Spielberg, que já tinha o posto de rei dos filmes de fantasia com seus Et - O Extrarrestre, Tubarão, Contatos Imediatos de Terceiro Grau e a trilogia Indiana Jones, fez com que seu Jurassic Park fosse um marco na sétima arte, nos efeitos especiais e em toda uma geração dos anos 90, no qual me incluo. Não o assisti no cinema na época, pois tinha apenas 2 anos, mas vagamente com meus 3 ou 4 anos me lembro dos comentários e reportagens na TV sobre o filme. Logo após pude assisti-lo em VHS e na TV diversas vezes, se tornando um marco na minha infância e uma das maiores influências para tornar-me o cinéfilo que sou hoje.