Crítica: X-Men: Dias de um futuro esquecido (2014)





Os mutantes talvez sejam a linha de trabalho mais abrangente que já passou nas telas, com algumas franquias que seguem uma linha normal que são os primeiros filmes até 2006, com o excelente X-Men: O Confronto Final. E depois eles mudaram a franquia, e começaram a fazer filmes solos, que são as duas bombas que é o filme do Wolverine. Em 2011, Matthew Vaughn o diretor do surtado filme Kick-Ass, dirigiu e produziu X-Men: Primeira Classe que conduziu e deu certa reviravolta no mundo dos mutantes ao abordar o começo deles, que foi realmente muito bacana e gostoso de assistir.

Especial Dia das Bruxas: Saga Halloween





Eis que recentemente passamos por 31 de Outubro - noite de Halloween. Não poderia deixar em branco e trago para vocês a sinopse e uma breve opinião da saga que leva o nome desta data. Halloween marcou a história do cinema de horror, traçando características que seriam muito copiadas por outros filmes. Com um total de 10 filmes, onde o assassino mascarado Michael Myers sempre persegue alguma moça de sua família, a grande franquia surgiu no longínquo ano de 1978. Nasceu através das mãos de um dos grandes mestres do terror, John Carpenter - competente diretor por trás de O Enigma do Outro Mundo, Fantasmas de Marte, Vampiros de John Carpenter, A Cidade dos Amaldiçoados, Eles Vivem, Christine - O Carro Assassino, A Bruma Assassina; dentre tantos outros. Mas Halloween é sua obra-prima, com uma direção e montagem friamente assustadora. Dentre a continuações, feitas por outros diretores, algumas como o segundo, o sexto e o Halloween H20 (o sétimo filme) são muito boas. E mesmo que as demais sequências ficaram um pouco abaixo, toda a saga merece e vale ser vista. Segue uma lista com os 10 filmes com sinopse, uma breve opinião e link para download.



Halloween: A Noite do Terror (Halloween) – 1978


Sinopse: Na noite de Halloween de 1963, Michael Myers, um garotinho de sete anos assassina sua irmã mais velha, pois esta estava tendo relações sexuais com o namorado enquanto devia estar cuidando de Michael e sua irmã recém nascida. Michael é levado para o sanatório Smith Groove, e lá, vive sob os cuidados do Dr. Loomis. Passam-se 15 anos e Michael, totalmente perturbado, foge do sanatório e vai em direção a Haddonfield atrás de sua irmã mais nova, agora, uma adolescente que quando ainda bebê, foi adotada pelos vizinhos dos Myers. Michael agora está a espreita de todos, sua antiga casa abandonada é seu quartel general e na noite de Halloween ninguém escapará.


DOWNLOAD: http://adorofilmesdeterror.blogspot.com/2013/10/halloween-noite-do-terror-1978-dublagem.html#more


MINHA VISÃO: Um clássico absoluto e genuíno, sob a perspectiva do assassino e um suspense muito bem explorado em diversos sentidos. Lançou a carreira de Jamie Lee Curtis, uma das grandes heroínas da ficção e a cut girl da época. O filme também conta com o ilustre Donald Pleasence. Obrigatório para fãs de terror e cinéfilos em geral, é um daqueles filmes que deve se ver antes de morrer.



Crítica: Somos o que Somos (remake 2013, de Jim Mickle)




Em uma ótima temporada de terror do ano de 2013 - que em tempos não ocorria uma tão boa e neste ano de 2014 também não ocorreu - vários títulos ganharam destaque. E um título menor acabou surpreendendo. Este remake não muito conhecido é a regravação de um filme mexicano nada conhecido, de mesmo nome. Não assisti ao original, mas pesquisei sobre ele e vi que parece ser um interessante terror alternativo, porém precário. Com a direção do promissor Jim Mickle, que surpreendeu a todos com o ótimo Stake Land - Anoitecer Violento - filme vampírico pós-apocalíptico - agora o cineasta adentra mais afundo no terror psicológico. Narrando o conto de maneira lenta, meticulosamente detalhada através da direção de arte e figurino, o filme é surpreendentemente bom, e chocante!

Especial Terror - 25 gifs


Há filmes de terror que nos marcam em algumas cenas, uns por que assustam, outros por que nos revoltam o estômago e nesta postagem mostrarei os filmes de terror mais marcantes, em forma de gif:

SNACK #32: Stage Fright (2014)

Stage Fright é um filme que mistura vários gêneros - musical, comédia, romance e o principal: terror. Na trama, Camilla (Alie McDonald) trabalha junto com seu irmão Buddy (Douglas Smith) como cozinheira em um acampamento onde farão uma peça inspirada em O Fantasma da Ópera. O filme tenta ser uma mistura de Camp Rock com Pânico.



Crítica de 'A Minha Casa Caiu' (2014)


Antes de falar sobre o filme queria falar sobre o nome do filme. O nome original do filme é Walk of Shame (Caminhada da Vergonha), e o título A Minha Casa Caiu tem nome de comédia brasileira estrelada por Leandro Hassum. Só pelo nome não dá vontade de assistir. Mas eu assisti o filme e foi meio que insatisfatório. O filme se passa em um dia apenas onde a jornalista Meghan Miles, interpretada por Elizabeth Banks, está perdida nas ruas de Los Angeles e ninguém está disposto a ajuda-lá porque ela está vestindo um vestido amarelo chamativo que faz as pessoas pensarem que ela é uma prostituta.






Crítica: 'Zombeavers' (2014)



Esse não foi o melhor filme que eu vi nessa semana, mas foi o que mais me surpreendeu. Zombeavers começa de uma forma clichê, três jovens moças indo passar o fim de semana em uma cabana isolada, o típico filme em que você diz; elas estão pedindo para morrer. No filme o terror vem por meio de 'castores zombies' e algo que eu gostei foi o fato de serem animatronics em vez de seres digitais que não tem muito realismo.

Crítica: The Raid 2 - Berandal (2014, de Gareth Evans)







O primeiro The Raid - Redemption de 2011 e do diretor Gareth Evans foi uma grande surpresa para os amantes do gênero da ação. Mas não qualquer ação, falo de uma ação mais crua e na base da pancadaria, puramente de artes marciais com uma violência extrema. Vindo da Indonésia e com uma eletrizante trilha sonora da banda Linkin Park, o filme se tornou referência do gênero. Mesmo que se tratando de um filme pouco divulgado, por ser do oriente, o longa ganhou certo status. Mas o mais incrível é que neste ano de 2014 a inevitável continuação conseguiu não apenas ser muito superior ao primeiro filme, como também se tornou um dos grandes filmes do ano! Ao longo de duas horas e meia, novamente o diretor Evans surpreende ao nos apresentar a junção de cenas cruéis com cenas artísticas. Se de um lado temos uma avalanche de ossos quebrados e sangue, do outro temos cenas meticulosamente filmadas, direção de arte impecável e um verdadeiro balé de coreografia, ao som de música clássica.


Comando Assassino



 



Romero é mais conhecido pelos seus filmes de zumbis, ele praticamente criou esse mundo e colocou suas regras lá. Sempre é bom começar analisar sua carreira e ver evolução no gênero, desde A Noite dos Mortos Vivos de 1968 até agora. Mas Romero também fez ótimos filmes que fogem do gênero zumbi, tal como Martin, Exercito do Extermínio e o próprio Comando Assassino.

É legal ver como ele muda de assunto quando analisamos cada filme em sua carreira. Visto por esse que foi lançado em 1988 que conta com uma história até que simples de um atleta que fica paralítico e o seu amigo lhe da um macaco treinado para auxiliá-lo no dia-a-dia, e também para fazer companhia. Allan Mann (Jason Beghe) faz o atleta que sofre o acidente, o seu papel não tem grande destaque, mas de certo modo é atraente dentro do filme. Já o macaco que ele ganha, tem o nome de “Ella” e é quem faz a trama. O filme começa com uma explicação falando que nenhum animal sofreu dentro das gravações e eles foram treinados para atuar. Bom isso da uma tranqüilidade apesar do filme ser mais suave do que podemos imaginar. Depois que acontece o acidente vemos Allan tentando se adaptar essa vida de cadeirante, e ao mesmo tempo tentando achar um motivo para continuar vivo. Já que a depressão toma conta dele, quando o macaco chega, à vida de Allan muda e podemos ver a transformação que Ella causa em sua vida.


O roteiro também é sensacional, primeiro porque Romero soube montar uma história coerente, usando tanto reflexos condicionados que é um experimento valido e deixou a imaginação correr solta com esse assunto. O filme lembrou também histórias de terror antigas como a ciência e o misticismo andavam juntos que era uma coisa muito legal esse misto de mundos. A partir desse conceito vemos que Ella não é um macaco comum já que ela desenvolve um apetite assassino fora do normal. Ella se vê como uma parceira afetiva de Allan, então ela começa a matar as pessoas que prejudicou ele, e também o protege do mundo. Eles desenvolvem um elo psíquico. As cenas que mostram esse elo são muito bem feitas, principalmente pela fotografia que lembrou também a “steadicam” usada no Evil Dead do Sam Raimi. Só que num grau com mais renda.


Quando o filme entra no terceiro ato é que vemos a importância da equipe do filme, porque o macaco toma conta da história. É incrível como ele domina todos os seres humanos na cena e ao poucos vai matando . O macaco é cruel de verdade, ela deseja Allan só para si. E essa questão humaniza bastante o macaco, a questão da posse, já que por natureza eles são bígamos.


Shakma que também é um filme legal pegou carona com a história de Comando Assassino, que embarca ao deixar um conflito de homem versus natureza mais evidente e mostrar novamente como em “Planeta dos Macacos” que somos frágeis demais relacionados com outros elementos naturais. Um bom filme que merece ser visto e revisto. Romero da um show de direção e roteiro e mostra para nós que ele é mais do que filmes de zumbis, que são muito bons, mas Romero é um gênio no terror e no suspense.





Direção: George Romero


Elenco: John Pankow,Christine Forrest,Stephen Root,Joyce Van Patten,Jason Beghe,Kate McNeil


Sinopse:Depois de sofrer um acidente que o deixa paraplégico, um jovem atleta passa a ter uma macaquinha de estimação. Mas aos poucos, ele a transforma em um instrumento de vingança.



Deixe seu comentário:

Crítica: Interestelar (2014, de Christopher Nolan) - Uma obra arrebatadora



O cineasta Christopher Nolan impressiona mais uma vez, levando o público em uma viagem de 3 horas pelo limite do tempo-espaço; no mesmo instante em que contrasta a grandiosidade silenciosa e fria do universo em relação ao tão pequeno mas reconfortante amor de um pai e de uma filha. 


Falar de Interestelar requer falar muito, pois existem diversos fatores envolvidos. A começar pela brilhante filmografia de Christopher Nolan. O inglês, cineasta nerd que estourou nos anos 2000 é um dos 5 mais bem conceituados da atualidade. Com o seu Amnésia ele se colocou em evidência, mesmo que com poucos recursos. Em Insônia ele fez seu filme mais clichê, mesmo assim merecendo atenção pelo estilo noir e de suspense clássico. Em Batman Begins ele reconstrói de maneira sombria e dramática o herói morcego. Mas foi com O Grande Truque em que Nolan fincou de vez seu estilo, em um filme sobre dois mágicos rivais, onde na verdade o próprio filme é um truque com quem está assistindo. Batman - O Cavaleiro das Trevas trouxe um Coringa assustador, críticas pesadas e um filme espetacular. A Origem usa o mundo dos sonhos como base para um filme reflexivo, tenso e surpreendente. Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge encerra de maneira épica e intensa a saga do herói. Agora chega a vez de Interestelar mostrar a quê veio, pegando como base um livro do conceituado físico Kip Thorne. Por diversos motivos, este era um dos mais (ou o mais?) esperados filmes do ano.