Vincent Price Forever - O Ídolo do Medo.




A 25 de outubro de 1993, as artes cênicas perdiam Vincent Price. Sua voz marcante, porte altivo, e principalmente, seu carisma, legaram uma legião de fãs e amantes do cinema de Horror em todo o mundo. Um homem culto e estilista que se tornou um mito da Sétima Arte, cujo legado jamais será esquecido. Ele atuou em outros gêneros, mas no TERROR que ele se consagrou. Salve VINCENT PRICE!

Por PAULO TELLES
Blog Filmes Antigos Club

Vincent Leonard Price Jr  nasceu a 27 de maio de 1911, em St. Louis, Missouri , o mais jovem dos quatro filhos do Sr. Vincent Leonard Price, presidente da Companhia Nacional de Açúcar, e sua esposa, Marguerite Cobb Wilcox. Seu avô, Vincent Clarence Price, inventou o "cozimento em pó do Dr. Price ", o primeiro creme de tártaro de fermento em pó,  e garantiu a fortuna da família.



Pricer estudou na St. Louis Country Day School . Ele se formou em história da arte em Yale , graduando-se em 1933. Depois de ensinar por um ano, ele entrou na Universidade de Londres , com a intenção de estudar para um mestrado em Belas Artes. Em vez disso, ele foi atraído para o teatro, e sua primeira aparição no palco profissionalmente foi em 1934, mas se solidou de vez em 1935, em Londres, se apresentando com Orson Welles no Mercury Theatre 's. Em 1936, Price apareceu como o príncipe Albert Victor na produção americana de Laurence Housman, Victoria Regina, estrelado por Helen Hayes no papel-título de Rainha Victoria.



Apesar de sua associação duradoura com o gênero do suspense e horror, Price começou como um ator atuando em outros estilos. Ele fez sua estreia no cinema em 1938 com Serviço de Luxo e estabeleceu-se no filme Laura (1944), ao lado de Gene Tierney (1921-1991) , dirigido por Otto Preminger (1905-1986) . Ele também interpretou Joseph Smith no filme Brigham Young (1940) e William Gibbs McAdoo em Wilson (1944), bem como um padre pretensioso em As Chaves do Reino (1944).



Primeiro empreendimento de Price no gênero horror foi em 1939, com a Torre de Londres, estrelado por Boris Karloff (1887-1969) . No ano seguinte, ele interpretou o personagem-título no filme A Volta do Homem Invisível (papel que reprisou em  cameo vocal no final de 1948, com a paródia Abbott e Costello e Costello Encontram Frankenstein ).



Em 1946, Price se reuniu com Gene Tierney novamente em mais dois filmes notáveis, Dragonwyck e Amar foi minha Ruína . Havia também muitos papéis de vilão em  thrillers noir como The Web (1947), The Long Night (1947), Rogues 'Regiment (1948), e Lábios que Escravizam (1949), com Robert Taylor , Ava Gardner, e Charles Laughton . Primeiro papel de protagonista de Price era como o vigarista James Addison Reavis no western de 1950 O Barão do Arizona . Ele também fez uma volta de comédia como o magnata Burnbridge Waters, co-estrelando com Ronald Colman (1891-1958) em Champagne for Caesar , um de seus papéis favoritos. Ele era ativo também no rádio, retratando o combatente do crime Simon Templar em O Santo , que decorreu 1943-1951, personagem levado ao cinema e que já foi retratado por George Sanders, e mais recente por Val Kilmer no cinema, e que também originou um seriado de TV na década de 1960, com Roger Moore.



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A Volta dos Mortos Vivos – Parte II






O Terror sempre foi acompanhado por duas coisas no cinema, os sustos e as parodias. Desde que filmes de terror perderam o encanto como algo verdadeiramente assustador, eles vem ganhando cada vez mais adeptos as comédias. Prova disso é a franquia Todo Mundo em Pânico e agora a mais nova que é Inatividade Paranormal. Mas um tempo atrás filmes de parodia eram excelentes. Principalmente com o terror que é o caso desse filme aqui A Volta dos Mortos Vivos e também outra excelente comédia estrelada por Leslie Nielsen que é A Repossuída. Lembrando também que temos filmes mais Cult”desse gênero que é A Dança dos Vampiros do Roman Polanski.

A Volta dos Mortos Vivos – Parte II é o típico filme que você já viu alguma vez na vida. Principalmente se você estava vivo na década de 90, era brasileiro e também assistia o Cinema em Casa no SBT. Porque esse filme passava inúmeras vezes na televisão. A paródia em si é muito engraçada e trás diversas situações que podem ser um pouco gore, mas ainda para quem é fã do terror vai achar muito divertido, como na famosa cena em que fazem uma menção a Thriller do Michael Jackson.


 A história é muito bem executada, A trama conta a história de um garoto Jesse Wilson (Michael Kenworthy) que vive numa cidade no interior dos Estados Unidos, um dia ele aposta com os amigos para entrar num clube. Como desafio Jesse tem que ir até um cemitério antigo. No meio disso eles descobrem um barril onde tem uma experiência do governo com mortos. Acidentalmente eles quebram o barril e libera um gás com que faz que os mortos ganhem vida. Assim a cidade fica contaminada e o exército evacua a cidade e fecha as saídas dela.


A partir dessa trama estabelecida já temos o filme em si. Com muitos sustos que na verdade chegam a ser bizarros em algumas cenas. Por exemplo, quando um zumbi vê uma televisão pela primeira vez e eles ficam hipnotizados (olhando para os dias de hoje não chega a ser tão absurdo assim), mas o filme também tem momentos de horror e do “gore”. Quando o grupo de sobreviventes descobre que a única maneira de matar um zumbi é com eletricidade.  Temos algumas cenas de “gore” ao extremo e até uma criança morta. Mas tudo isso fica ofuscado quando entra novamente o humor com o Michael Jackson dançando nas últimas cenas.

O primeiro filme da franquia se tenta levar a sério e apresenta outro contexto da criação de George Romero, mas como também temos uma pitada de humor ainda que seja negro. O filme virou uma piada do gênero. E quando Romero lançou em 1985 o clássico Day of The Dead o filme caiu no ostracismo, mas ainda sim é uma obra prima de Romero.


A Volta dos Mortos Vivos – Parte II do diretor Ken Wiederhorn é um bom exemplo do terror que consegue se levar a sério e ao mesmo tempo não. Acho que o maior segredo de filmes assim é não insultar o espectador ao apresentar elementos fracos para a trama, ou melhor, não mostrar coisas verdadeiramente assustadoras.  Um filme que vale a pena ver seja por nostalgia ou dar boas risadas.


Nota: 6,0

Direção: Ken Wiederhorn

Elenco: Michael Kenworthy, James Karen, Marsha Dietlein e Thom Mathews

Sinopse: Os tambores do filme anterior estavam sendo transportados pelo Exército dos Estados Unidos quando um dos barris acidentalmente se solte de um dos caminhões e cai próximo a um cemitério de uma pequena cidade, três garotos que estavam ali vêem o barril e decidem mexer sem saber do perigo que estava por vir, quando eles abrem o tambor um gás se espalha pelo cemitério fazendo com que os mortos levantem-se de suas covas. Suas primeiras vitimas são dois saqueadores de covas: Ed (James Karen) e Joe (Thom Mathews), onde começa uma corrida para não perderem seus cérebros.



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Sétima Arte Podcast # 22 - Filmes de Ficção-Científica




Olá, cinéfilos! Falaremos neste podcast sobre um dos gêneros mais populares do cinema comercial, a ficção-científica, que tinha um lugar de excluído na literatura, mas ganhou força através de autores e estórias fantásticas, muitas vezes, servindo como referência ao mundo atual, vide Jornada nas Estrelas, O Dia em Que a Terra Parou, 2001: Uma Odisséia no Espaço etc.

Crítica: Annabelle (2014; John R. Leonetti)


"Desde o início da civilização, as bonecas são adoradas por crianças, apreciadas por colecionadores e usadas em rituais religiosos como condutoras do bem e do mal."



Finalmente um terror de qualidade para este ano de 2014. Annabelle superou minhas espectativas, apesar de seu visual não lembrar o final da década de 60 (onde se passa a história), o filme tem uma boa fotografia. O filme também utiliza ótimos recursos sonoros, ajudando muito a causar mais tensão nas cenas. Annabelle pode até ser um pouco clichê e previsível, mas impressiona e assusta. Diferente da boneca que existe na vida real, em um museu, a boneca do filme assusta, não sei o que se passa na cabeça de uma pessoa para ter este brinquedo de mal gosto em sua casa.



Hellraiser - Renascido do Inferno






Talvez Hellraiser seja uma das melhores criações dos anos 80 junto com a ótima franquia A Hora do Pesadelo e Sexta Feira 13. Mas a diferença entre esse filme com os demais é toda a mitologia daquele universo sobre o bem e o mal, misticismo e o começo de um culto que se prolonga ao longo dos nove filmes da série.

Crítica: Noite do Terror 2 (See No Evil 2 - 2014, de Jen e Sylvia Soska)





O primeiro filme foi uma pequena surpresa de 2006. Não que seja um clássico, mas foi um bom representante do terror slasher, lembrado muito clássicos como Halloween e Sexta-Feira 13. Com um primeiro longa divertido e ágil, esta prometida continuação lançada nesta temporada de Halloween de 2014 fez certa expectativa, principalmente pelos nomes envolvidos. Na direção, a genial dupla de gêmeas góticas Jen e Sylvia Soska. Suas mentes perturbadas e inteligentes para o terror já entregaram curtas interessantes, além de um ótimo longa chamado American Mary (leia a crítica aqui!), que para mim foi um dos melhores filmes de terror lançados no início de 2013. No elenco, uma das poucas "scream queens" modernas, Danielle Harris, vinda dos remakes de Halloween, de Terror no Pântano 2 e 3 e de diversos filmes de terror independentes. Também está no filme Katharine Isabelle, a protagonista título de American Mary. Talvez por esperar demais, acabei não me divertindo tanto com o filme. Mesmo assim, em um ano fraco para o terror até agora, consegue ser um bom e velho slasher.

Top 5 Críticas Rápidas: Filmes de Terror de 2014

Nesta postagem farei uma lista de filmes de suspense e terror desconhecidos deste ano que assisti nesse mês de Outubro. Escrevi um pouco de cada filme para não ficar uma matéria cansativa.

                 The Canal (de Ivan Kavanagh)







Criativo, original e com um bom visual o filme é mais do que uma simples história de suspense, ele mostra o quanto a mente é capaz de nos enganar. No filme, David (Rupert Evans) é o principal suspeito do desaparecimento de sua mulher. Após ele ter visto alguns rolos de filmes mostrando que sua casa foi cenário de um assassinato brutal, ele passa a ficar desequilibrado e instável. Depois destes acontecimentos ele começa a ver uma pessoa em sua casa e é esse o momento do filme em que você se pergunta se essa pessoa é real e ele está possuído ou é apenas fruto da imaginação de David.





                                  Trailer:



                    Wer (de Willian Brent Bell)




Esse found footage (filme por trás das câmeras) mostrou-se um pouco original e com cenas bem feitas. O filme conta a história de Talan (Brian Scott O'Connor), um homem acusado de ter assassinado uma família a mordidas. E a advogada Kate (A.J. Cook) ao assumir o caso de Talan, tentando provar sua inocência, acaba cometendo um erro. Kate descobre da pior maneira que seu cliente é um lobisomem. O filme traz uma nova história de lobisomem, com cenas fortes. Não é um filme muito conhecido, mas é bem recebido pelas críticas. É o tipo de filme que prende a atenção e nos surpreende. Achei o filme no mínimo interessante. Particularmente gostei das últimas cenas. O final é bem chocante.



                                   Trailer:



             Willow Creek ( de Bobcat Golthwait)




Temos aqui um outro bom e velho found footage em forma de documentário, e desta vez o Pé Grande é quem ganha destaque na trama. Um casal está a sua procura em uma cidade pequena conhecida por ter relatos do aparecimento do Pé Grande. Mesmo depois de vários avisos para não continuar com o projeto eles acabam indo acampar na floresta, para ver se conseguem capturar alguma evidência de que este ser existe. O filme consegue ser bom apesar de não ser original, pois lembra muito A Bruxa de Blair. Tem bastante humor na primeira metade do filme, mas a outra metade é bem assustadora, tendo uma cena sem cortes que vai de 47 minutos do filme até 1 hora (13 minutos).





                                  Trailer:



     The Last Showing (de Phil Hawkins)





The Last Showing traz um bom suspense, de um assassino inteligente. A história se passa dentro de um cinema. Stuart (Robert Englunt); quer fazer um filme de terror pessoal, pois está cansado de ver filmes baratos e vulgares. Então ele captura um casal, os tranca dentro do cinema durante a noite e começa a fazer com que eles "atuem" para seu filme. No inicio achei que o filme seria bem legal mas acabou sendo um filme com um bom roteiro mas com pouca ação. O que mais gostei no filme foi a atuação de Robert Englunt, assim como na saga A Hora do Pesadelo, sua atuação foi boa neste filme.




                                  Trailer:



    The Possession of Michael King (de David Jung)



Este filme é o mais fraco da lista. É clichê, o típico filme que eu estou cansada de ver. Na história traz o protagonista Michael King (Shane Johnson) procurando respostas se Deus ou demônios existem. E em sua busca ele acaba sendo possuído por um demônio conhecido como criador de formigas (sim, formigas). Este filme também é um found footage, mas apesar de eu gostar deste estilo, não me chamou a atenção este filme pois não traz nada de novo. A única coisa que muda é o nome da entidade; o criador de formigas, que faz com que Michael King encontre formigas saindo pelo seu corpo. A cena que eu mais gostei foi os créditos finais, onde aparecem formigas na tela como se estivessem em 3D.



  Trailer:


                                 
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Crítica: Livrai-nos do Mal (2014, de Scott Derrickson)








Houve um tempo em que um filme deste tipo seria incrível. Mas a verdade é que o terror envelheceu mal. A originalidade, a qualidade e a magia deste tipo de filme se foi. E juntamente foi-se a paciência do público, o medo de certas coisas e até mesmo algumas crenças. Assim, mesmo sendo o gênero que mais ganha filmes todo ano, a maioria tem naufragado em críticas e bilheterias. E após um 2013 como exceção, com vários sucessos e filmes de grande porte - ou pequeno porte mas caprichados e divertidos - 2014 volta a trazer uma maré ruim para o terror. É aí que entra Livrai-nos do Mal, que contrasta uma boa produção versus um roteiro ruim.


Clichê ao máximo, o filme não inova. Ele até tenta mas não consegue emplacar. O roteiro não é apenas sem brilho, como perdido em o quê pretende passar. O pessoal da edição do filme dormiu no ponto, fazendo uns cortes grotescos. Há um cena bizarra onde a câmera mostra a rua chuvosa e de repente, do nada, um carro surge andando. Um corte mau feito que "dói" nos olhos. Uma pena, pois 'Livrai-nos do Mal' até tinha um potencial. A trama supostamente baseada em investigações e vivências reais de um policial poderia atrair mais. A atuação dos protagonistas Eric Bana (o policial) e Édgar Ramírez (o padre) são muito boas. Bem mais convincentes do que a maioria neste tipo de filme. A produção não é das mais pobres. A fotografia da grande cidade, os becos e vias urbanas e a direção de arte de alguns lugares e ambientes são muito bem elaboradas. O filme tem um clima noir interessante.



É justo destacar também a direção de Scott Derrickson, que já nos trouxe o mediano A Entidade e o ótimo O Exorcismo de Emily Rose. Aqui mais uma vez ele mistura elementos que poderiam dar certo. Mas outros fatores do longa escorregaram e tiraram o potencial da obra. Mesmo que com momentos tensos, o final acaba apressadamente. Após terminar de ver, fiquei com a opinião de que não é totalmente descartável. A tentativa de misturar possessão com enredo policial é válida, mesmo que já usada no desconhecido e interessante O Exorcista 3 (que já não superou o original). As atuações estão boas, a direção também e há alguns bons momentos, seja numa perseguição ou em um lugar mais exótico, como em um zoológico. A fotografia é o ponto alto do filme, realmente boa e obscura. Mas o filme careceu gravemente de um bom roteiro. E nem vou falar novamente da péssima edição, Uma pena, agora resta esperar o lançamento de outros títulos neste final de ano para ver se o terror se salva.





Direção: Scott Derrickson


Elenco: Eric Bana, Édgar Ramírez, Olivia Munn, Sean Harris, Joel McHale, Dorian Missick, Antoinette LaVecchia, Scott Johnsen, Valentina Rendón.


Sinopse: o oficial da polícia de Nova Iorque Ralph Sarchie (Eric Bana), está lutando contra sérios assuntos pessoais quando começa a investigar uma série de crimes perturbadores e inexplicáveis. Ele se alia a um padre não-convencional (Edgar Ramírez), treinado em rituais de exorcismo, para combater as possessões demoníacas assustadoras que estão aterrorrizando a cidade. Inspirado no livro que detalha os apavorantes casos reais do policial Sarchie.

















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Remake da Franquia 'Poltergeist'




Poltergeist - O Fenômeno (1982) de Tobe Hooper e Spielberg contando a história de uma família assombrada por fantasmas, que até sequestram a caçula através da TV; ganhará um remake. A data de estreia (nos USA) é 13 de fevereiro de 2015.

Critica: A Good Marriage (2014, Peter Askin)


Baseado em um livro de Stephen King, A Good Marriage traz uma boa trama, mas um mal desenvolvimento dela, com cenas cansativas. O filme não é ruim, apenas parado, fugindo um pouco do estilo do Stephen King (quem é fã do cara sabe do que eu estou falando). O filme se passa em uma cidade onde assassinatos estão ocorrendo nas redondezas, causados por um serial killer autodenominado Beadie. Além deste assassino esfaquear suas vitimas, ele as sufoca, morde e abusa delas sexualmente; e ainda deixa bilhetes para os policiais. Darcy, uma dona de casa casada já á 25 anos, descobre na garagem de sua casa evidencias de que seu marido Bob é este psicopata assassino. Mas ignora esse fato e continua sua vida normal. Isso me fez perguntar todo o filme: por que ela não liga para policia? Bem, na verdade ela não está ignorando o fato de seu marido ser um serial killer, ela está planejando uma vingança.



Crítica: Horns (O Pacto - 2014, de Alexandre Aja)



Como já mencionado aqui no blog, 2014 vem sendo um ano fraco para o terror. Mas nesta época de Halloween e inverno americano, vários títulos do gênero chegam. E dentre eles um dos mais esperados era este Horns (traduzindo seria Chifres), que no Brasil a distribuidora cometeu o crime de colocar o nome clichê O Pacto. De pacto o filme não tem nada, sem falar que devem ter uns 10 filmes com este título, literalmente. Por isso usarei o nome original do longa. Acontece que Horns não é perfeito ou extremamente assustador, mas na falta de grandes filmes, este é uma grande novidade! Baseado em um livro do escritor Joe Hill, o filho do mestre do suspense literário Stephen King, o longa surpreende por ser uma fábula obscura.

Crítica: Rock of Ages (2012, Adam Shankman)


Um pouco distante do verdadeiro universo Rock N' Roll, Rock of Ages traz como história principal o sonho Hollywoodiano. Bem, é basicamente isto: Sherrie (Julianne Hough), uma garota do interior que vai para a cidade grande (Hollywood), lá ela conhece Drew (Diego Boneta), um "rockeiro" que trabalha no famoso bar The Bourbon Room. Drew faz com que seu chefe Dennis Dupree (Alec Baldwin) aceite Sherrie como garçonete. Sherrie e Drew acabam vivendo um romance.