Hy You Silver!!! O Cavaleiro Solitário esta de Volta!


Em 2013, uma produção vinda dos estúdios Disney resolveu “ressuscitar” o personagem O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger), que aqui no Brasil, ficou conhecido como ZORRO, e que tinha como parceiro o índio Tonto, contudo, nada a ver com o herói Capa & Espada que tinha como identidade o nobre Don Diego de La Vega.

O Cavaleiro Solitário, dirigido por Gore Verbinski, traz Johnny Depp como um exótico índio Tonto, talvez a parte que mais cative o desenrolar de toda a fita, onde o talentoso ator rouba todas as cenas. Armie Hammer interpreta o personagem título, mas foge as características originais do personagem, transformando The Lone Ranger num personagem cômico, e mesmo ridicularizado.

Quando esta matéria foi publicada originalmente no blog Filmes Antigos Club, em 9 de julho de 2013, no decorrer do lançamento, o editor e os fãs mais saudosistas esperavam mais desta nova produção. Apesar das excelentes sequencias de eletrizante aventura, pegou mal vermos o herói que tão bem consagrou o saudoso ator Clayton Moore (1914-1999) na TV como um idiota, que se submete até mesmo as ordens de Tonto.


O filme não é de todo ruim, pode certamente agradar ao público mais jovem que nunca acompanhou a série e os gibis da saudosa EBAL, mas para os veteranos e os mais nostálgicos, só restou a saudade da dupla Clayton Moore & Jay Silverheels, e no decorrer da matéria, será falado detalhes de como foi criado o personagem e sua origem, bem como outras versões para o cinema.

Então, como diria The Lone Ranger: HY YOU- SILVER!!!! GO WAY!

Crítica: Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola (2014, de Seth MacFarlane)





Em 2012, Ted foi um estrondoso sucesso. A mente por trás de do ursinho desbocado é Seth MacFarlane, criador da série Uma Família da Pesada. Agora, mais uma vez dirigindo uma comédia politicamente incorreta, Seth também aposta ao ser o protagonista da obra. Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola não fez o sucesso esperado, sendo um dos fracassos de bilheteria do ano. Em crítica, não mandou tão mal, arrancando aprovação de 60% dos especialistas. O filme é na verdade uma crítica a sociedade tanto do velho oeste (afinal o filme é um western) quanto a sociedade de hoje.

Crítica: Locke (2014, de Steven Knight)



Um filme de uma hora e vinte minutos, onde o tempo todo acompanhamos um homem na direção do seu carro e fazendo ligações. Que chato, não? Na verdade não! Locke é incrivelmente um dos melhores filmes de 2014! Na trama acompanhamos Ivan Locke atrás da direção, enquanto ele tenta lidar com sua paternidade e uma importante entrega na empresa de concretos. O impressionante do filme é a simplicidade da trama, que consegue nos envolver de maneira eletrizante. O filme é um drama, mascarado de suspense. Não há grandes mistérios a resolver. Mas a maneira como os fatos se apresentam e a complexidade dos sentimentos humanos tomam conta; isso tudo é construído como um thriller britânico. Um filme tenso, digno de Hitchcock.

Crítica: Kite (2014, de Ralph Ziman)



Entre os filmes B e independentes que ansiava ver em 2014, Kite de certa forma me chamava a atenção. Baseado em um polêmico e violento anime, o longa traz uma jovem viciada que busca vingança. Após um interessante trailer, a expectativa aumentou. Mas após assistir ao filme, ficou a sensação de que pus expectativa demais. Não que seja ruim, Kite é um interessante filme alternativo. Mas faltou ousar, faltou um roteiro melhor para não cair em lugares comuns.

Crítica: Inatividade Paranormal 2 (2014, de Michael Tiddes)



O que dizer de um filme que não tem muito o que dizer? Inatividade Paranormal 2 chega como uma grande piada sem graça. Não me levem a mal, eu gosto dos irmãos Wayans, principalmente Marlon Wayans, com suas caretas bem engraçadas. Os dois primeiros Todo Mundo em Pânico e As Branquelas foram hilários e fortemente os defendo como divertidos. Mas depois disso parece que as comédias deles (e as demais sátiras) perderam totalmente a graça, talvez pelo excesso de piadas repetitivas. Em 2013 o primeiro Inatividade Paranormal veio como uma sátira da saga de terror de sucesso Atividade Paranormal. O filme não inovou em nada e nem foi uma das grandes comédias do ano, mas confesso que ri em alguns momentos. O problema desta segunda parte aqui é a repetição das piadas, mostrando-se uma sequência desnecessária.

Terror 2014: este é um ano fraco para o terror. Mas isto está para virar!


2014 realmente tem se mostrado um forte ano para o cinema. Desde alguns sucessos no cinema nacional, no cinema independente e nas comédias e animações americanas, passando até as grandes superproduções deste ano. Mas desde o início têm-se ficado na expectativa quanto a um dos gêneros mais queridos, populares e criticados: o terror. A verdade é que poucos filmes surgiram até agora, e já estamos em Setembro. Destes poucos, menos ainda foram aos cinemas, sendo a maioria lançamentos diretamente para DVD, Blu-Ray ou VOD (video on demand - diretamente para baixar). E os poucos que se aventuraram nos cinemas foram fracos, padronizados e sem muito o que provocar. O mais interessante foi Uma Noite de Crimes 2 - Anarquia, mas que assim como o primeiro; tem uma excelente ideia apresentada básica demais. No restante, tivemos os clichês Atividade Paranormal - Marcados Pelo Mal, O Herdeiro do Diabo, A Marca do Medo, O Espelho e A Face do Mal. Todos com um ou outro momento tenso, mas no geral bem fracos. Atualmente estreou Livrai-nos do Mal, que ainda não conferi, mas as críticas estão bem fracas também. 


Com a chegada de Outubro, mês do Halloween e datas relacionadas, além de estar próximo o fim de ano; época do inverno americano e pouca movimentação em bilheteria, começam a aparecer os filmes que pretendem botar medo na plateia dos cinemas ou no público em casa. E eis que finalmente há uma luz no fim do túnel. 

O Minha Visão do Cinema traz com exclusividade esta lista de esperados filmes de terror que prometem assustar nesta reta final do ano e no início do ano que vem, seja nos cinemas ou diretamente para DVD ou internet. Confira!

Crítica: Malévola (2014, de Robert Stromberg)






Depois dos novos e interessantes, mas não perfeitos Alice no País das Maravilhas de Tim Burton e Oz - Mágico e Poderoso de Sam Raimi; não esperava nada de Malévola. Trata-se de mais uma reimaginação de um conto clássico, com características góticas e obscuras em uns momentos e coloridas e infantis em outros momentos. Aqui, o clássico A Bela Adormecida é recontado de maneira peculiar. Pois foi por justamente não esperar nada do filme que me surpreendi positivamente. Não que seja um dos melhores do ano, mas é inegável o imenso sucesso de bilheteria, estando no TOP 10 de muitos países. Com cerca de 50% de aprovação da crítica (nem bom nem ruim), o filme tem seus acertos.

Crítica: O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça Electro (2014, de Marc Webber)




O Espetacular Homem-Aranha (2012) foi um filme difícil, primeiro por pegar na concorrência Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge - último dos novos e geniais filmes do homem-morcego - além de pegar o projeto Os Vingadores. Em segundo lugar, era mesmo tão necessário recomeçar a franquia após a boa trilogia inicial de Sam Raimi, ainda tão recente (2002-2007)? Opiniões à parte, o filme teve o seu lugar, garantindo assim esta continuação. O que dizer de O Espetacular Homem-Aranha 2 - A Ameaça Electro? Mesmo que dividindo a opinião da crítica (50% de aprovação) e arrecadando pouco nos Estados Unidos, o longa somou mais de 900 milhões de dólares mundialmente, além de ser superior ao anterior e divertir muito o público. Mesmo que com uma fórmula já batida, o filme não deixa de surpreender em alguns momentos.

Crítica: Noé (2014, de Darren Aronofsky) Um dos filmes mais polêmicos e divisores do ano!





Você se lembra do épico bíblico Os 10 Mandamentos de 1956 e com quase 4 horas de duração, que muito passava na TV e era alugado em VHS? Pois bem, tanto este clássico que contava a jornada de Moisés como o gênero bíblico em si ficou esquecido na sétima arte. Em anos em que filmes como Jurassic Park, Titanic, Matrix, X-Men, Homem-Aranha, Transformers e Avatar dominaram o mercado, os épicos em si perderam força e os filmes bíblicos simplesmente pararam de ser feitos. Mas parece que o gênero voltou com tudo. E voltou com bilheterias gordas. Este Noé é um dos filmes mais vistos de 2014 até então. E no ano que vem teremos Êxodo: Deuses e Reis, recontando a jornada de Moisés pelas mãos do ótimo diretor Ridley Scott (de Gladiador, Aliens, Blade Runner e Prometheus). Mas voltando a Noé, o filme realmente fez bonito nas telonas. Mas é realmente tão bom assim? Como eu indiquei no título da postagem, além de algumas polêmicas, o filme também é um divisor de águas (literalmente rsrs), contrastando em crítica e opinião de público.

Crítica: Os Estagiários (2013, de Shawn Levy)




Os Estagiários
Dir. Shawn Levy
Crítica: João Trettel


Normalmente as pessoas odeiam as comédias mais esquisitas ou com o gênero mais paspalhão que vem saindo ultimamente. Mas eu adoro essa comédia, mais debochada e com um fundo mais dramático que é o caso de Os Estagiários e até Penetras Bons de Bico num certo contexto. Acho que as comédias mais inocentes como Se Beber Não Case ou Dias Incríveis ambos do Todd Phillp extraordinárias, apesar de beber e muito da fonte dos anos 80, ela é original no seu ponto de se renovar a cada timing de piada ou de situações e claro o talento dos atores para a comédia.


Em Os Estagiários o diretor Levy coloca em dose certa o drama e o humor, apesar de claro ser focado no humor. Vince Vaughn é Billy McMahon e Owen Wilson é Nick Campbell, dois vendedores que vêem seus empregos desaparecerem por causa da situação econômica atual. Taxados como “dinossauros” eles decidem se arriscar como estagiários de uma das maiores empresas do mundo, O Google!

Sétima Arte Podcast # 20 – "Stoner Movies"


Olá cinéfilos!! Neste podcast abordarmos os "Stoner Movies". Produções que usam o a "marijuana" como "maguffin" para dar o plot do filme. Acompanhe nosso podcast e high times.

The Signal (2014, de William Eubank )







Um filme surpreendente. Esta é a definição que dou para The Signal, ainda sem previsão para chegar ao Brasil. Nesta ficção científica com toques de suspense e drama, um jovem que está doente, sua namorada com quem pretende terminar e seu melhor amigo partem numa viajem para encontrar um hacker que manda um sinal para eles. Mas na chegada do estranho e abandonado local eles são capturados. O protagonista acorda em um tipo de hospital, sendo interrogado por um cientista com roupa anti-radiação (Lawrence Fishburne, o Morpheus da trilogia Matrix). A partir daí ficamos sem entender muita coisa até quase o final do filme. Entre perguntas sobre alienígenas, alucinações e estranhos acontecimentos, o jovem protagonista tenta encontrar seus companheiros e fugir. É aí que tudo se complica de maneira surpreendente.

Uma Noite de Crimes 2 - Anarquia (2014, de James DeMonaco )





2013 foi um bom ano para o terror, algo que não ocorria em tempos. Dentre os sucessos, Uma Noite de Crimes foi um dos mais ousados, uma trama de crítica político-social onde uma vez por ano, por algumas horas (a noite toda) qualquer tipo de crime, violência e horror é legal e protegido por lei. A ideia é horrível, provocando curiosidade e um certo desconforto. Mas o filme não mostrou todo seu potencial, ficando no básico mesmo que com um roteiro tão chocante. Um verdadeiro e ótimo potencial desenvolvido de maneira comum. Outro problema foi o filme se focar em uma família dentro de sua casa, mostrando muito pouco. Mas com o sucesso deste primeiro longa, agora em 2014 saiu a continuação.

Sem Escalas (2014, de Jaume Collet-Serra )





Ainda botando em dia críticas atrasadas, agora falo rapidamente de Sem Escalas, suspense do início de 2014 e que parece que não teve o reconhecimento merecido. Com direção de Jaume Collet-Serra, o astro Liam Neeson demonstra que encarnou mesmo este tipo de filme eletrizante e tenso. Após Busca Implacável 1 e 2, Esquadrão Classe A, A Perseguição e Desconhecido, (deste mesmo diretor espanhol Jaume Collet-Serra) Sem Escalas é mais um interessante longa com este grande ator. Muito a vontade no papel, Neeson se sai bem e segura o filme todo. O filme tem características dignas dos suspenses do mestre Alfred Hitchcock. Assim como em Plano de Voo ou Voo Noturno, criar um clima de tensão dentro de um avião é uma boa maneira de deixar o público intrigado e até mesmo sufocado.

Mulheres ao Ataque (2014, de Nick Cassavetes )





Comédias em geral, incluindo comédias românticas ou de conteúdo feminista geralmente não são muito bem vistas pela crítica especializada e por grande parte do público. Na maioria das vezes são filmes básicos demais, água com açúcar e acabam não dando muita bilheteria. Mas de tempos em tempos surge algo que chama a atenção, como Missão Madrinha de Casamento ou Quatro Amigas e um Casamento. Mulheres ao Ataque entra para esta lista, sendo uma surpresa do cinema 2014 e uma das comédias mais bem sucedida do ano!

Os Mercenários 3 (2014, de Patrick Hughes )






Quando uma brincadeira se leva a sério demais, há problemas e o filme não emplaca. Mas quando um filme é assumidamente uma grande brincadeira, há nostalgia e motivos de sorrisos cinéfilos. Depois dos dois primeiros Os Mercenários brincar com o gênero e até mesmo com as personagens típicas da ação, chega o terceiro capítulo. Vazando em boa qualidade para download bem antes da estreia, recebendo críticas ruins e amargando nas bilheterias, Os Mercenários 3 é uma das injustiças do ano. Assim como nos anteriores, o filme tem fôlego, nos dá uma nostalgia com estes dinossauros dos filmes B e ainda tenta inovar, criando uma relação emocionante entre 'antigo/novo' e 'aposentar/continuar'.

As Tartarugas Ninja (Remake 2014, de Jonathan Liebesman)




Desde que surgiram, é notável que as Tartarugas Ninja (jovens e mutantes) sempre fizeram sucesso. Com uma trilogia de filmes noventista, um longa de animação em 2007 e uma infinita linha de desenhos, séries, jogos, brinquedos e HQ's; já era de se esperar que elas retornassem às telonas. Com um visual mais agressivo e realista, ação desenfreada estilo Transformers e uma direção clichê de Jonathan Liebesman, este filme vem fazendo um grande sucesso comercial. E de fato é uma superprodução que diverte, embora seja um filme mediano. Saí da sala de cinema querendo mais. Tanto em ver mais das répteis como em quem sabe ver uma continuação melhor.

Blue Jasmine (2013, de Woody Allen - Vencedor Oscar 2014)




Woody Allen é um diretor muito imprevisível tanto nos seus roteiros como na direção. Depois de passar uma temporada na Europa gravando o ótimo Meia Noite em Paris e o regular Para Roma, Com Amor, ele volta para os E.U.A para gravar o seu novo filme Blue Jasmine ambientado entre Nova York sua paixão e a cidade de San Francisco o filme é dividido entre o glamour de uma cidade e a simplicidade de outra.

Com uma história bastante típica de Allen, o filme é maravilhoso. Cate Blanchett consegue roubar a cena, ela faz uma mulher antipática e isso não poderia ser mais perfeito para o seu personagem. Mas o que é mais incrível é como ela consegue fazer vários olhares e expressões em vários contextos diferentes. Quando ela é rica é de um jeito, mas quando ela perde tudo o seu olhar é quase perdido, e finalmente quando começa a ter ataques, e seu lado neurótica aflora de vez, ela fica fica num ponto entre a loucura que consegue tomar conta dela e a expressão de que tudo pode dar certo.