Suspense e Terror: Toque de Mestre (Grand Piano - 2014, de Eugenio Mira)






Até então tenho tido boas surpresas com o cinema de horror e suspense em 2014. Após os divertidos Nurse 3D e As Bruxas de Zugarramurdi, chegou a vez deste Grand Piano (que no Brasil recebeu o nome clichê de Toque de Mestre). Já sendo um dos melhores suspenses saídos do forno neste ano que ainda está no início, o filme é uma ótima surpresa. É verdade que a trama não traz nada de novo em si. O diferencial da produção é a boa referência ao cinema clássico de Hitchcock. Além de algumas características que lembram bastante as boas obras do mestre italiano Dario Argento.

Trailer: Espetacular! Assista ao trailer do novo 'Godzilla'




Acabou de ser lançado o novo e fantástico trailer do remake de Godzilla, que será lançado em Maio deste ano. A direção é do competente Gareth Edwards, que comandou o ótimo Monsters - filme independente de 2011 que até agora não chegou no Brasil. Assistindo ao vídeo começam as altas expectativas. Veja você também:



Suspense e Terror: Big Bad Wolves (2013, de Aharon Keshales e Navot Papushado)




Eis o melhor filme de 2013! Pelo menos esta é a opinião de Quentin Tarantino. O infame diretor, que também é um grande crítico e entendedor do assunto, todo ano lança seu TOP 10. Fui então conferir a obra israelense, sob direção da dupla Aharon Keshales e Navot Papushado. Exageros à parte - afinal excelentes obras saíram neste final de 2013 - 'Big Bad Wolves' é um dos melhores suspenses de humor negro lançado nos últimos anos. Vencedor de diversos prêmios do cinema israelense, o filme traz a história de três homens, todos interligados ao assassinato de uma menininha. O suspeito, o policial e o pai da garotinha se cruzam numa jornada de vingança, segredos e muitos diálogos estranhos - no melhor estilo "tarantinesco", como em À Prova de Morte e Bastardos Inglórios.

Suspense e Terror: As Bruxas de Zugarramurdi (2014, de Álex de la Iglesia)







Ainda colocando em dia críticas atrasadas, trago a breve opinião deste filme espanhol. As Bruxas de Zugarramurdi é a mais nova e ácida obra do consagrado diretor Álex de la Iglesia, que tem no currículo filmes divertidamente brilhantes, como o ótimo O Dia da Besta. Com uma direção alucinada, roteiro afiado e elenco espanhol de peso, o filme é o mais divertido dentre os lançamentos de 2014 até então. Na trama, atrapalhados assaltantes de banco, o filhinho de um deles, um taxista, a polícia e alguns outros elementos típicos vão parar em pequena localidade, onde uma velha seita de bruxas espera a chegada da criança escolhida. Até aqui teríamos um filme de horror clichê. E seria, se não fosse uma sátira feminista.


Crítica: Robocop (2014, de José Padilha)





Comparar com o original é complicado. Mas certamente este remake de José Padilha não é apenas mais um blockbuster. O filme tem vida própria e inflama diversas características da sociedade americana e sua "segurança" pública e de vida. É uma agradável surpresa por ser sério e intenso.

O original é de 1987 e do ótimo diretor holandês Paul Verhoeven (fez outros clássicos como Tropas Estelares, Instinto Selvagem e O Vingador o Futuro). A polêmica produção trazia muitas piadas ácidas e humor negro, sarcasmo puro e cenas violentíssimas para sua época; com bastante gore e considerado um filme para maiores de idade (como se a criançada não o assistisse no "cinema em casa" em determinado canal). Ganhou status de cult e clássico com o tempo. Fazer remakes com clássicos amados sempre é perigoso e não foi atoa que o remake de um dos filmes do Verhoeven (O Vingador do Futuro) tenha sido atolado de críticas. Portanto sempre é muito complicado falar de uma regravação ou atualização. Mas felizmente, Padilha consegue situar a trama em nossos dias, entregando um Robocop para nossos tempos. E faz isso de maneira muito eficiente.


Fui na sexta de estreia com minha namorada assistir ao filme. Ambos saímos entusiasmados com o longa. Inclusive minha garota queria mais tempo de filme. O diretor brasileiro, que já pontuava acertos nos bons Ônibus 174 e Tropa de Elite, além do excelente Tropa de Elite 2; aqui consegue mais uma vez mostrar suas características frenéticas de direção. Entre elas pode-se citar: a ação focando frente e rosto dos atiradores em um estilo "call of duty", intenso suspense sob a polícia corrupta, carga familiar dramática de peso e a presença de um inimigo um tanto abstrato, afinal não se luta contra um vilão específico, mas contra todo um sistema. Sem falar que Padilha insere o tempo todo algum caloroso debate, na sua maioria das vezes social. Sempre há um núcleo de personagens falando (muitas vezes de maneira áspera) sobre determinada questão de importância para a condução da história. Alguns ângulos filmados são muito competentes e eletrizantes. A condução das cenas de ação são centradas e sufocantes, como a do meio do filme em que ocorre um tiroteio em um ambiente escuro. Como já comentado, há cenas em que lembra-se de games de tiro. Tudo feito de maneira muito "pé-no-chão". O roteiro de Joshua Zetumer e do próprio Padilha é redondo e correto, não desrespeitando ou desmerecendo em nada o filme original. E isto é importante! Apesar da maior agilidade do herói - algo que o trailer vendeu errado - não é nada exagerado. Sim, ele é mais veloz que o antigo, mas mesmo assim consegue-se sentir o peso da máquina no seu pisar, o barulho das engrenagens ao se montar e as balas ricocheteando na sua lataria.


















O filme resgata a trilha clássica do antigo, agora mais metalizada. Outras boas canções também embalam a obra. Os efeitos especiais estão bons, mas nunca exageradamente apelativos. Não é o Homem de Ferro. Aqui o futuro não é tão fantástico e tudo é mais real. Há algumas fortes surpresas, como o humor satírico da personagem de Samuel L. Jackson, o drama da família do herói e chocantes cenas que mostram o estado em que o corpo do agente Alex Murphy ficou. O filme tem censura leve, não há muito sangue. Mas as mortes e a violência estão lá, tudo em um ótimo ritmo. Padilha não perde a mão e entrega um conjunto de cenas tensas, onde a cada nova tomada que termina você já fica querendo ver a próxima e observar onde dará. Joel Kinnaman não é um rosto muito conhecido e tem uma atuação básica, mas não compromete em nada. Ao contrário, em cenas em que se exige lágrimas o ator se sai bem, mas sempre mantendo um clima frio - tão frio quanto a equipe de fotografia e direção de arte; que entregam um filme com um visual branco e cinza, límpido e metálico. Tudo isso condiz muito bem com a proposta. Os coadjuvantes são um ponto positivo a mais: Michael Keaton andava sumido e volta aos bons papéis depois de sua época "canastrona". Jackie Earle Haley mais uma vez é um excelente coadjuvante (quem viu 'Watchmen' sabe do que falo). Gary Oldman é o melhor ator do longa e como sempre; brilha. E por último, quem diria que Samuel L. Jackson encarnaria um bizarro apresentador sensacionalista igual aos chatos e irritantes que temos aqui na nossa TV brasileira?


Sim, é inevitável comparar este remake com seu original (assim como seria inevitável eu falar muito do filme). Os mais fanáticos sempre irão preferir a versão de 87, e eu respeito. Mas para mim, este é tão bom quanto o original. Ambos tem sua importância e suas características para sua época. Mesmo que tendo um desempenho comercial abaixo do merecido, Robocop é uma grande surpresa. Um remake muito acima da média, que visa ser mais do que um mero filme pipoca. Ele tem ação, ele tem efeitos especiais. Mas apresenta discussões muito interessantes. Comparo o diretor em questão com outro diretor em evidência no momento: o sul-africano Neil Blomkamp, que fez o excelente Distrito 9 e o bom Elysium. Tanto Blomkamp como Padilha entregam filmes caros e frenéticos, mas que visam criticar de algum modo a sociedade. É a fantasia fazendo alusão à realidade decadente que os governos mundiais se encontram.

Robocop é um filme que dá o que falar, até para quem não gostou. Afinal, se fala muito de que os Estados Unidos está com racismo ao trabalho do brasileiro. Andei lendo e parece que alguns mais patriotas e extremistas não gostaram da crítica que o longa traz. Assim como alguns afirmam que o filme está sendo supervalorizado aqui no Brasil e que é tudo marketing. Independente de marketing ou não, o filme mantém sua originalidade, tem ritmo próprio. Pela primeira vez com pés em Hollywood, o diretor não se vende e cutuca a ferida americana. Bravo! Polícia, mídia e outros meios se vendem a grandes corporações. O que deveria ser segurança pública se torna uma corrida armamentista. Quem matar de maneira mais eficiente o seu próximo é o melhor. Assim como Alex Murphy, temos o direito de comandar nossa mente e nossas ações. E enquanto o grande inimigo arma das suas, programas chamativos e com apresentadores gritões te apresentam "peixes pequenos". Enquanto é o seu vizinho policial que está sendo morto, você fica aí acomodado no seu sofá acreditando em todas as notícias. E desse jeito a coisa segue. E desse jeito o robô é você.







Direção: José Padilha


Elenco: Joel Kinnaman, Abbie Cornish, Michael Keaton, Gary Oldman, Samuel L. Jackson, Jackie Earle Haley, Michael Kenneth Williams, Jay Baruchel, Jennifer Ehle, Aimee Garcia, Miguel Ferrer, Melanie Scrofano.


Sinopse: o ano é 2029 e o conglomerado multinacional OmniCorp é o centro da tecnologia robótica. Os drones estão ganhando guerras ao redor do globo e agora eles querem trazer essa tecnologia para as ruas. Alex Murphy é um marido carinhoso, pai e bom policial, dando o seu melhor para conter a onda de crimes e corrupção na cidade de Detroit. Após ser gravemente ferido no cumprimento do seu dever, Alex tem a sua vida salva pela tecnologia robótica da OmniCorp. Ele então retorna às ruas de sua querida cidade com novas e incríveis habilidades, mas com desafios que um homem normal nunca teve de encarar antes.

                                          

                                                   Trailer:

































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Eis o trailer de 'Guardiões da Galáxia':





Saiu o trailer do muito aguardado filme 'Guardiões da Galáxia', próxima jogada da Marvel. Desde já a proposta é arriscada e bem alta. Eu estava receoso quanto ao projeto, mas este primeiro trailer dá um gostinho interessante. O lançamento da superprodução ocorre em Agosto. Enquanto o filme não chega, ficamos com o trailer:




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Crítica: A Vida Secreta de Walter Mitty (2013, de Ben Stiller)





Ainda estou botando em dia diversas matérias atrasadas. Portanto falarei rapidamente deste filme que certamente foi uma surpresa no final de 2013. Ben Stiller volta a atuar e dirigir, mas desta vez entrega um drama de fantasia com toques de comédia. A Vida Secreta de Walter Mitty é um filme mágico não por conter elementos de conto de fadas ou aventura, mas pelo surrealismo ao narrar a vida de um homem comum. Feito de forma poética e charmosa, este drama nos remete a raciocinar algumas questões interessantes. Um prato cheio para cinéfilos de plantão. A certa altura do longa é inevitável nos questionar: 'o que estou fazendo da minha vida?'.

Suspense e Terror: Nurse 3D (2014, de Douglas Aarniokoski)








Com exclusividade, o Minha Visão do Cinema é um dos primeiros sites nacionais a postar a crítica deste filme independente. Acontece que o projeto de 'Nurse 3D' estava enrolado a pelo menos 2 anos. Com uma campanha de divulgação com alguns cartazes ousados e um ótimo primeiro trailer lançado a pouco tempo, criou-se certa expectativa com relação a este filme. Eu mesmo o aguardava e assim que tive a oportunidade conferi a produção. 'Nurse 3D' surge como um exploitation moderno, com forte teor de suspense sexy, cujo representantes anteriores temos Mulher Solteira Procura e o ótimo Instinto Selvagem (afinal, quem não lembra da fatal cruzada de pernas de Sharon Stone?). Além disso, o filme lembra algumas características "tarantinescas", até porque Quentin Tarantino é fiel fã do subgênero B do exploitation. Com toques de humor negro sem escrúpulos e sem medo de apelar em diversas cenas, Nurse 3D se apresenta como um divertido filme de horror.



Crítica: Thor - O Mundo Sombrio (2013, de Alan Taylor)



Com bastante atraso, mas está aí a minha breve crítica desta superprodução. Em 2011 chegava aos cinemas a primeira aventura de Thor, que dividiu opiniões mas firmava o período "pré-vingadores". Gostei do primeiro filme e acho que Kenneth Branagh fez um bom papel de diretor, principalmente dentro do universo dos deuses nórdicos. Agora nas mãos do competente Alan Taylor, que antes só tinha experiência dirigindo alguns episódios do excelente seriado Game of Thrones; Thor - O Mundo Sombrio consegue superar o filme original, consegue ser o melhor filme Marvel "pós-vingadores" e consegue fazer ponte com um dos mais esperados e audaciosos projetos do estúdio: 'Guardiões da Galáxia'.

Crítica: O Conselheiro do Crime (2013, de Ridley Scott)





Sempre fui fã do trabalho de Ridley Scott, que tem no currículo Alien - O Oitavo Passageiro, Blade Runner - O Caçador de Androides, 1942 - A Conquista do Paraíso, A Lenda, Gladiador, Cruzada, O Gângster, o remake de Robin Hood e o subestimado Prometheus. Eis que em 2013 ele lança seu novo trabalho, que desta vez passou bem despercebido da maioria e não fez sucesso nem jus à carreira do diretor. Enquanto que nos filmes citados acima o diretor entrega trabalhos intensos e com ritmo, aqui lança-se um filme morno, com tudo para esquentar mas nunca fazendo-o de fato. Assim como em Rede de Mentiras, o diretor tem em mãos um excelente material, um excelente elenco e uma ótima produção, mas que acaba ficando no quase.

Crítica: Trapaça (2013, de David O. Russel)




Estreou aqui no Brasil nesta sexta-feira o filme 'Trapaça', uma das obras mais comentadas do momento. Com 10 indicações ao Oscar deste ano, a produção vem chamando a atenção de cinéfilos. David O. Russel, que anteriormente fez os ótimos O Vencedor e O Lado Bom da Vida entrega mais um competente produto, que mesmo levemente inferior aos seus filmes anteriores, mantém um padrão classe A. Mas desta vez o diretor investe em uma trama estilo "Scorsese", porém mais leve. Comparações à parte (que aliás Scorsese também concorre ao Oscar deste ano com o seu polêmico O Lobo de Wall Street), Russel vem se destacando como um dos mais interessantes diretores americanos da atualidade. Aqui em Trapaça, embora não seja diretamente um remake ou adaptação da clássica história de Bonnie E Clyde; Russel lança sua versão badalada e estilisada que lembra muito o título citado. Falsários, mafiosos, mentiras, belos decotes e músicas setentistas incríveis recheiam este retrato cheio de drama, romance e golpes.

Conheça os indicados ao Oscar 2014

Com um pouco de atraso, o Minha Visão do Cinema lança a lista dos indicados ao Oscar 2014. Devo dizer que a academia este ano surpreendeu muito pouco, indicando na maioria das categorias os filmes que já se destacavam como favoritos. Na verdade a surpresa veio com alguns filmes que simplesmente não foram indicados. Joe, Azul é a Cor Mais Quente, Universidade Monstros e Fruitvale Station (A Última Parada) são alguns dos títulos totalmente esquecidos. Ainda outros filmes de peso tiveram pouquíssimas indicações, caso de O Grande Gatsby, A Menina que Roubava Livros e o excelente Os Suspeitos. A premiação ocorre dia 02 de Março.


Confira todos os indicados em todas as categorias:

Trilha sonora: 'Let it Go': Frozen - Uma Aventura Congelante

Nessa nova sessão dedicada à variadas trilhas sonoras do cinema, trazemos a canção Let it Go, de Demi Lovato, que está concorrendo ao Oscar de Melhor Canção Original. Presente no filme Frozen - Uma Aventura Congelante, a nova produção da Walt Disney já é um dos maiores sucessos da história deste lendário estúdio. Embora não seja meu tipo favorito de música, até que a melodia é bonitinha. Confira o vídeo:







Gostaram? Frozen também concorre ao Oscar de Melhor Animação. Em breve traremos a crítica exclusiva desta animação que está encantando o mundo.




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O LOBO DE WALL STREET (THE WOLF OF WALL STREET)





" Insano, frenético e absurdamente genial. Num "tour de force" assustador, Martin Scorsese reata com seu caráter fílmico, se apossa de sua identidade clássica, que cede ao contemporâneo e se comunica com o público. Em trama real onde impera a supervalorização do vazio, Leonardo DiCaprio e Jonah Hil, entregam as melhores atuações de suas vidas e ficam cravados num dos 10 melhores filmes do ano."


Crítica: O Lobo de Wall Street (2013, de Martin Scorsese - Candidato a 5 Oscars)




E quem diria que nos instantes finais do ano de 2013, uma das últimas produções a estrear iria fazer tanto barulho? O Lobo de Wall Street chega como um azarão, firmando de uma vez por todas a longínqua parceria entre o veterano cineasta Martin Scorsese e o ator Leonardo DiCaprio. Esta é a quinta vez que os dois entregam um filme digno, sendo os anteriores: Gangues de Nova York (2002), O Aviador (2004), Os Infiltrados (2006) e Ilha do Medo(2010). Agora, O Lobo de Wall Street chega fazendo sucesso com público e crítica, concorrendo a 5 Oscars; nas importantes categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator para DiCaprio, Melhor Ator Coadjuvante para o engraçado Jonah Hill e Melhor Roteiro Adaptado. Roteiro este sugado do polêmico livro de Jordan Belfort - o próprio protagonista da trama. É inegável que a produção é uma das mais comentadas da atualidade, um dos mais importantes filmes americanos do ano e a obra mais ácida, subversiva e inflamatória há tempos.

Dia triste para o cinema: morte do ator Philip Seymour Hoffman e do cineasta Eduardo Coutinho


Oscar 2006



Tanto Hollywood quanto o nosso país perderam neste domingo dois distintos e importantes talentos. O brilhante e incrível Philip Seymour Hoffman foi encontrado morto pela polícia de Nova York neste domingo. Ele tinha 46 anos e lutava contra o vício em drogas. Veja alguns comentários de amigos e personalidades aqui. Philip ganhou o Oscar de melhor ator em 2006 pelo seu intenso trabalho no filme Capote. Mas inúmeras vezes foi elogiado por interpretações de peso como nos filmes Dúvida, O Mestre e mais recentemente também estreou o blockbuster Jogos Vorazes - Em Chamas. Certamente este é mais um grande talento que é perdido por causa das drogas. O Minha Visão do Cinema presta sua homenagem ao ator e pêsames à família, amigos, colegas de cinema e cinéfilos do mundo todo que prestigiavam o trabalho deste 'mestre'.