Crítica: Vozes Inocentes (2005, de Luis Mandoki)








Ficha técnica

Título original: Voces inocentes
Lançamento: 8 de abril de 2005
Nacionalidade: EUA, México
Gênero: Drama/ Guerra
Direção: Luis Mandoki
Com: Carlos Padilla,Leonor Varela, José Maria Yazpik, Ofélia Medina...



Sinopse: Anos 80. Chava (Carlos Padilla) é um garoto de 11 anos que, após seu pai abandonar a família em meio à guerra civil de El Salvador, se torna o "homem da casa". Por causa da guerra as forças armadas do governo recrutam garotos de 12 anos, retirando-os das salas de aula. Chava ainda tem um ano até ser também recrutado, sendo que neste período precisa conseguir um emprego para ajudar sua mãe (Leonor Varela) a pagar as contas e também escapar da violência diária causada pela guerra civil.

Crítica: Alabama Monroe (The Broken Circle Breakdown - 2013, de Felix Van Groeningen)



Um dos mais poderosos filmes de 2013! Essa é a melhor maneira de descrever o triste 'Alabama Monroe', produção belga que está fazendo sucesso entre os críticos mundo afora. Pode-se comparar o filme com outra obra poderosa: 'Namorados Para Sempre', filme queridinho entre cinéfilos e de triste conteúdo, sobre a aceitação de um fim de relacionamento. Aqui neste filme, o caminho é quase o mesmo, porém um tanto mais depressivo. Elise e Didier se apaixonam perdidamente e começam sua família. Ela é uma garota quente, com estilo (cheia de tatuagens) e espiritualizada em algumas crenças. Ele é um cantor country, o típico cowboy, porém é ateu e tem uma visão mais realista e científica da vida. Quando sua filhinha luta contra um severo câncer, suas crenças e sua relação são postas à prova, entregando algumas das mais fortes cenas do cinema mundial deste ano.

O Melhor Filme - Edição 2: O Artista (2011, de Michel Hazanavicius)



Um filme moderno, mais precisamente de 2011. É francês, preto e branco e mudo. O que mais? Ah sim, abocanhou 5 Oscars, incluindo Melhor Filme! Bem vindos a nossa segunda edição do 'Melhor Filme', onde a proposta é falar dos vencedores do Oscar na categoria de 'Melhor Filme' de cada ano. A nossa primeira edição foi do vencedor de 2013, o filme 'Argo' de Ben Affleck. Confira a crítica aqui! Agora chegamos neste 'O Artista', vencedor de 2012 nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor para Michel Hazanavicius, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator para Jean Dujardin. Nesta crítica irei dividir a matéria em duas etapas: primeiro as características técnicas e cinematográficas do filme, e após isso irei falar da mensagem e da metalinguagem poética e histórica da obra.

Crítica: O Paciente Inglês: (1996, de Anthony Minghella; Vencedor de 9 Oscars)




Um filme vencedor de 9 Oscars, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor (Anthony Minghella), Melhor Atriz Coadjuvante (Juliette Binoche), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Mixagem de Som. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Ator (Ralph Fiennes), Melhor Atriz (Kristin Scott Thomas) e Melhor Roteiro Adaptado. Confesso que demorei bastante para ver este filme. Após o término do filme foi que me apercebi de que deveria tê-lo visto antes. Que filme fantástico! Uma obra poderosa, linda e tocante em cada momento. Na trama, Juliette Binoche é Hana, uma mulher que perdeu seu amado na guerra. Enfermeira, ela cuida de um misterioso paciente inglês, com queimaduras por todo corpo. Este paciente (Ralph Fiennes) começa a narrar sua história de amor com uma mulher casada (Kristin Scott Thomas), enquanto que aos poucos começa a lembrar de tristes fatos que o levaram aquela situação.

Filmes para se ver nos cinemas em Dezembro:



Na nossa primeira matéria de fim de ano, saiba o que ver nos cinemas nesse mês de Dezembro. Assista ao trailer e veja alguns pôsteres. Farei um breve comentário dos filmes, incluindo links com críticas antecipadas que nossa equipe já fez. Lembrando que estas são as datas de lançamento dos filmes no Brasil, onde alguns deles já saiu mundo afora à algum tempo e outros estão sujeitos a mudança na data de lançamento. Vamos lá?


Fim de ano 'Minha Visão do Cinema' - fique atento!


Olá amigos e leitores do 'Minha Visão do Cinema'. Começam oficialmente hoje as postagens especiais desta reta final de 2013. Apesar da falta de tempo de todos os autores do blog e de alguns pequenos problemas com conexão de internet e servidores, iremos fazer um esforço sincero para trazer diversas matérias interessantes, variadas e divertidas. Entre o dia de hoje (25 de Novembro) até a virada do ano (31 de Dezembro) traremos diversas críticas atrasadas de alguns pedidos que nossos leitores fizeram. Iremos postar ainda críticas de alguns lançamentos e alguns filmes lançados durante 2013. Traremos matérias de fim de ano, como 'Filmes para Destruir o seu Natal'. Iremos dar prévias e mostrar os primeiros trailers de alguns filmes que poderão ser sucesso no ano que vem, traremos um resumão do ano no que foi sucesso ou fracasso em críticas e bilheterias. Iremos trazer ainda interessantes matérias sobre alguns filmes de terror.

Como não pode faltar, além de recapitular o ano cinematográfico em si, iremos recapitular o desempenho do nosso blog durante 2013. Sim, até dia 31 de Dezembro iremos trazer muitas boas matérias para você, amado leitor. E não pára por aí. Durante os 3 primeiros meses de 2014, época de férias, descanso, verão, alguns feriados e onde parece que o ano começa a engrenar, continuaremos a trazer as matérias especiais, como listões dos melhores e piores, as surpresas e as decepções durante o ano de 2013. E não perca nossa cobertura completa do Oscar 2014, no qual já está esquentando e já temos alguns dados aqui no blog. Neste fim de ano, tempo de férias e início de outro ano, fique atento no 'Minha Visão do Cinema' e todo o material diversificado que traremos para sua diversão. 


Obrigado a todos nossos 2500 leitores diários!

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Crítica: Jogos Vorazes - Em Chamas (2013, de Francis Lawrence)



Gosto da franquia 'Hunger Games' por vários motivos, mas o principal deles é o fato desta saga apresentar aos jovens adultos algo além do mero entretenimento, por mais rasa que seja essa proposta no primeiro filme. Suzanne Collins guardou seu arsenal de cenas memoráveis, paradas cardíacas e críticas políticas para o segundo livro e isso fica bem claro também no cinema.

'Em Chamas' já começa bem diferente do primeiro longa. Se em Jogos Vorazes, o espectador se sentia um pouco perdido no contexto da trama, já que a narração é feita em primeira pessoa (sob a perspectiva da Katniss), aqui a personagem continua sendo o fio condutor, mas o fato de ter passado pelas experiências da arena revelam novos olhares para o sistema imposto pela capital e isso reverbera na maneira como nós também enxergamos os fluxos da história.

Crítica: A Marca da Pantera (1982, de Paul Schrader)



Neste período de filmes de terror que a equipe do blog 'Minha Visão do Cinema' estendeu até dia 01 de Dezembro, trazemos este clássico de 1982. 'A Marca da Pantera' é um remake do clássico 'Sangue de Pantera', de 1942; embora que este seja bem diferente do original. O diretor Paul Schrader  imprime na obra suspense psicológico, boas doses de terror e erotismo, características nas quais sempre gostou de trabalhar em seus filmes, como o bom 'Marcas da Violência' e 'Gigolô Americano'. O filme parece não ter sido tão bem aceito na época, mas com o passar do tempo vem se tornando cult e sendo bem lembrado. Na trama temos a reaproximação de dois irmãos, vividos pelo ótimo Malcolm McDowell (do excelente 'Laranja Mecânica') e a sexy Nastassja Kinski. A bela Irena (Nastassja Kinski) começa a descobrir suas origens, e assim como seu irmão, tem um instinto sexual selvagem, onde na verdade são descendentes de um tribo de pessoas que viram panteras. É aí que começa uma trama carregada de sedução e morte.

Crítica: No One Lives (2013, de Ryuhei Kitamura)



O período de postagens de terror foi estendido devido à atrasos nos post's e problemas de servidor. Até o dia 01 de Dezembro traremos algumas críticas e matérias dedicadas ao terror. E aqui vai mais uma: 'No One Lives', ainda sem previsão de estreia no Brasil. Mesmo não trazendo nada muito inovador, o filme carrega cenas bem fortes e eletrizantes, além de boas reviravoltas. Temos aqui um roteiro mediano, onde uma ou outra característica se revela original. Devo dizer que no quesito originalidade, o início do filme tem a melhor parte, onde o que deveria ser clichê torna-se surpreendente. Logo após esta reviravolta é que o filme engrena. E no que a ação e o terror tomam conta, tudo que você já viu em um filme de terror também.

SNACK #25: Dogma (1999, de Kevin Smith)



Na crítica SNACK (snack = lanche rápido = crítica rápida), edição 25; trago esta ácida e sarcástica comédia. Um humor sem censura e pudor, onde o diretor Kevin Smith não tem medo de inflamar e cutucar as feridas da igreja católica e religiões em geral. Uma sátira amarga às distorções e crenças na Bíblia. O filme conta com um elenco espetacular, que inclui Ben Afleck, Matt Damon, Linda Fiorentino, Chris Rock, Alan Rickman, Jason Lee, Salma Hayek e até a cantora Alanis Morissette (interpretando uma versão "aluada" e drogada de Deus, acredite!). Considerada a melhor comédia de 1999 (um dos grande anos do cinema mundial), o filme debocha e brinca com profecias, criaturas celestiais e as crenças na religião. Tudo é posto no chinelo de maneira corajosa. Um humor chulo e na maioria das vezes inteligente, que "samba na face" de muitos líderes religiosos. Esqueça todo tipo de humor que você já viu. Aqui o ponto de partida do humor negro é a fé. 

SNACK #24: Coração de Dragão (1996, de Rob Cohen)




Na crítica SNACK (snack = lanche rápido = crítica rápida), edição 24; a equipe do 'Minha Visão do Cinema' traz este clássico da 'Sessão da Tarde', um épico de fantasia muito emocionante. Este é um de meus filmes bobos favoritos. Sob a direção de Rob Cohen, cujos melhores filmes foram os primeiros (vide o exemplo dos primeiros 'Velozes e Furiosos' e 'Triplo X'), 'Coração de Dragão' traz a história de um tirano rei que se torna imortal por receber metade de um coração de Draco. Anos depois, um corajoso cavaleiro (o último que segue o velho código) decide matar os dragões, afim de assim eliminar o rei mau. É quando este nobre cavaleiro (Dennis Quaid) cria um  forte elo de amizade com o último de todos os dragões, Draco - o qual dividiu seu coração com o perverso rei. Com esta trama simples o filme te captura e te prende até o final.

SNACK #23: Uma Ladra Sem Limites (2013, de Seth Gordon)

 

Esta é nossa crítica SNACK número 23, onde falaremos rapidamente da comédia 'Uma Ladra Sem Limites'. Dirigida pelo competente Seth Gordon, do bom 'Quero Matar Meu Chefe', esta é uma das comédias mais "padrão" do ano. Por que digo isso? Porque o filme diverte na primeira vez que se assisti, e só. Embora Jason Bateman seja um bom ator em dramaticidade e Melissa McCarthy seja hilária (a gordinha de 'Missão Madrinha de Casamento' parece ter mesmo nascido para comédias), o filme segue uma regra formuláica das atuais comédias. Uma ou outra piada funciona, outras não. O filme passa a típica mensagem bacana no final, e mesmo com umas sacadinhas de duplo sentido, é uma comédia leve.

Crítica: O Cavaleiro Solitário (2013, de Gore Verbinski)



Walt Disney + Gore Verbinski + Jerry Bruckheimer + Johnny Deep = 'Piratas do Caribe'. Não, espera! Estamos falando do maior fracasso comercial de 2013, 'O Cavaleiro Solitário'. Tido como umas das bombas do ano, gerou certa expectativa até seu lançamento - expectativa que não se consolidou. E o mais estranho foi o mestre Quentin Tarantino colocar este filme como um dos 10 melhores do ano. No caso de 'Kick Ass 2', concordei plenamente com Tarantino. Neste caso aqui ouso discordar, embora o filme não seja ruim. O grande problema de 'O Cavaleiro Solitário' é repetir a fórmula das aventuras da Disney, como os ótimos 'Príncipe da Pérsia' e 'Piratas do Caribe'. A superprodução diverte por duas horas e meia, é o típico arrasa quarteirão de verão. Porém teve o amargor de fracassar, talvez porque o público esteja se cansando das mesmas histórias nas telonas.

Crítica: Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos (2013, de Harald Zwart)



Mais uma produção baseada em uma saga de livros juvenis. Costumo chamar eles de "os filhos de Crepúsculo". Interessante que a maioria dos filhos tem sido "melhores" (ou menos ruins?) que seus pais. Em um ano onde 'Meu Namorado é um Zumbi', 'Dezesseis Luas', 'A Hospedeira' e este 'Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos' realmente não emplacaram como planejaram, fica a dúvida de quais destes ganharão sequências e virarão franquia. Aparentemente o único que teve "sorte" foi justamente este daqui, que apesar da recepção fria de crítica e público, a continuação já está engatilhada. E justamente achei este o mais promissor, devido à algumas boas cenas de ação e vários elementos sombrios, o que infelizmente não salvam o filme de ser bem mediano.

Crítica exclusiva: Machete Mata (2013, de Robert Rodriguez)







'Machete', lançado em 2010, se tornou um cult instantâneo. Com um elenco invejável, um "eterno coadjuvante" como protagonista e muitos elementos fictícios e trash, o "diferente" diretor Robert Rodriguez fez da obra uma de suas mais cultuadas. Robert Rodriguez tem uma carreira um tanto conturbada, com diversas ótimas obras enquanto outras simplesmente não decolam. Sinceramente sou fã deste cara, que faz filmes divertidíssimos com uma miséria de orçamento, sempre! Dentre suas obras eu cultuo muito seus filmes de terror quase trash: 'Um Drink no Inferno' e 'Planeta Terror' são 2 obras obrigatórias para quem curte horror e humor negro. Mas a sua trilogia do Mariachi e suas aventuras também é ótima: 'Mariachi', 'A Balada do Pistoleiro' e 'Era Uma Vez no México' são sensacionais. E por fim não devo me esquecer de uma das melhores adaptações de HQ já feitas: 'Sin City - A Cidade do Pecado': um filme sombrio, bem roteirizado e extremamente original. Não sou fã das obras infantis do cara, que incluem os quatro 'Pequenos Espiões', inclui 'A Pedra Mágica' e o bobo 'As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl 3D' - mas confesso que todas elas ao menos distraem de maneira despretensiosa. Diante tanta irregularidade temos o 'Machete', sucesso inesperado de 2010. Considero este filme um meio-termo na carreira do diretor, mesmo assim criei grandes expectativas para sua sequência. O resultado? Como um dos maiores fracassos do ano, 'Machete Mata' diverte bastante pela grande brincadeira com o ótimo elenco, mas decepciona por ser justamente pretensioso e nada original.

Crítica: Kick-Ass 2 (2013, de Jeff Wadlow)



'Kick-Ass: Quebrando Tudo', lançado em 2010; foi uma das melhores surpresas daquele ano, uma das melhores adaptações de HQ e se tornou um de meus filmes favoritos. A insana história de um jovem cidadão cansado de ser assaltado e ser um saco de pancada, que resolve dar uma de super herói e acaba descobrindo que não há nada de "super" nisso; arrecadou elogios mundo afora e fez um seleto grupo de fãs, embora não tenha sido um grandioso sucesso financeiro. A violência explícita, o humor negro e o teor "Tarantinesco" da obra o tornaram um "cult movie nerd" instantâneo. Afinal, qual cidadão nunca ficou revoltado e nunca quis sair por aí distribuindo socos, facadas e tiros nos marginais? Eis que em 2013 surge a segunda parte, também baseada na HQ, e embora seja um dos maiores fracassos de crítica e bilheteria do ano, sem dúvidas - em contrapartida - é um dos mais insanos, ousados e divertidos filmes do ano! Cinema não é apenas Oscar e outros prêmios, aceitação de críticos especializados, filmes estrangeiros, filmes para refletir sobre a sociedade. Também não é apenas superproduções exageradas e lotadas de efeitos especiais. Cinema também é humor irreverente, pancadaria desmiolada e produções mais modestas. E nisso, 'Kick-Ass 2' é um ode aos amantes do estilo.

Especial: Halloween - A mitológica data do terror!



Aqui vai a nossa matéria atrasada. Pedimos perdão pelos atrasos nas postagens. Isso se deve à real falta de tempo dos autores de matérias e alguns problemas de servidor de internet e erros no blogger. Estamos trabalhando para resolvermos tudo. Até lá desculpem algum transtorno ou matéria fora da data.


Matéria para o dia 31 de Outubro:

Então é Halloween, data não muito cultuada aqui no Brasil. Mas é uma das datas mais movimentadas mundo afora, principalmente nos Estados Unidos e na Europa. A equipe do 'Minha Visão do Cinema' não poderia deixar de fazer a sua matéria sobre a data de maior influência folclórica no cinema, especificamente no gênero do horror. Onde se originou a data?

história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de Outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros. Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela InquisiçãoCom o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de Novembro).

Carrie - A Estranha (2013, de Kimberly Peirce)



Quando Stephen King lançou o seu primeiro livro não fazia ideia de que tal livro seria a porta para o sucesso dele como escritor, dando lugar a vários outros best sellers e adaptações cinematográficas de sucesso, foi o livro Carrie lançado em 1974 que deu origem a primeira adaptação cinematográfica baseado em uma obra do escritor e uma das adaptações que se mantem no topo como uma das melhores já feitas. O primeiro filme foi dirigido por Brian De Palma, diretor de clássicos como Scarface e A Fúria, e além de ser considerado uma das melhores adaptações, também tem status de clássico do terror até hoje. O filme teve uma continuação dispensável em 1998 e um remake feito para a TV americana em 2002. Com o grande numero de remakes de sucesso, a MGM comprou os direitos do livro com a promessa de que seria uma adaptação direta do livro, sem relação com o filme de 76. A direção ficou a cargo da diretora Kimberly Peirce do drama Meninos Não Choram. Em alguns entrevistas ela afirmou que o filme seria diferente das outras versões e que teria um desfecho modificado, diferente do livro e do filme de 76 e 2002. A promessa de uma adaptação fiel não foi mantida e o filme é um remake cópia do original do De Palma e muito inferior ao mesmo. Tudo que funcionava tão bem no original foi destruído aqui, fazendo o filme entrar pra grande lista de remakes inúteis de clássicos do cinema. A falta de criatividade é tanta que há  vários takes, cortes de cena, posicionamento de câmera, cenas e falas exatamente iguais a versão do De Palma.