CRÍTICA: "Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses" (2013)




Que saudade!

Assistir Dragon Ball Z e rever personagens que fizeram parte da nossa infância é se jogar num mar de nostalgia. Quem não se lembra de Goku? Quem não se lembra de Vegeta, Piccolo, Gohan ou Kuririn? Pois é, nesse filme revemos todos eles e matamos um pouco a saudade.

A trama se passa depois da saga Majin Boo (que também aparece no filme), quando o Deus da destruição, Bills, acorda de seu longo sono para cumprir uma profecia dita por um “peixe-oráculo” de que ele enfrentaria um poderoso oponente. Sem saber quem é o tal oponente, Bills sai à procura dos saiyajins, depois de descobrir que um deles foi o responsável pela destruição do poderoso Freeza e que existe um ser conhecido como “Deus Super Saiyajin”, e acaba se encontrando com todos os cinco restantes do universo: Goku, Vegeta, Gohan, Goten e Trunks. Insatisfeito com o baixo poder dos mesmos, Bills decide destruir a Terra. Sim, parece meio estúpido, mas a justificativa do filme é que ele é o ‘deus da destruição’, logo, ele deve destruir para que haja um equilíbrio de seus deveres.


CRÍTICA: YOU'RE NEXT (2013) Horror - Crítica Exclusiva



Esse filme chegou nos cinemas americanos cheio de expectativas quanto a um sucesso estrondoso. Afinal, já é fato que 2013 se tornou o melhor ano para o gênero horror em muito e muito tempo! Logo, em meio ao lançamento de sucessos absolutos como Evil Dead, Uma noite de crime (The Purge) e Invocação do Mal (The Conjuring), o antes pequeno - agora já um dos grandes - estúdio sempre tão dedicado ao gênero, Lionsgate, lançou o pequeno Você é o próximo (You're next) - que na verdade ficou na gaveta algum tempo depois de ser finalizado - crendo que ele entraria para a lista dos filmes de horror que fizeram bonito nesse ano especial, mas não foi o que aconteceu. Mas também não significando que seja um filme ruim. O fracasso - econômico, ao menos - se deve a uma junção de fatores.


O filme que levou alguns prêmios em festivais pequenos por aí, tem a duração padrão de 1h30m e traz uma estória que até traz um suspiro de originalidade... Mas não. A produção começa com um ataque - invasão da casa - a um casal que tranquilamente só estavam a fim de fazer bom sexo, ouvir música e beber suco de laranja. Em um momento futuro do filme cai a nossa ficha de que esse ataque inicial não acrescenta nada a trama e não passa de uma forma de mostrar o nome do filme em letras escritas com sangue em um espelho. Aliás é assim que se justifica o nome do filme. Quando alguém é assassinado, próximo da vítima aparece a

O AMANTE DA RAINHA (EN KONGELIG AFFAERE, DIN, 2012)

(Crítica publicada por "Anjo Da Guarda", com seu nome original, no caderno de Cinema da Rede Bom Dia de jornalismo, edição de Itatiba, São Paulo)


“Soberbo e lancinante. História da realeza dinamarquesa deixa-nos admirados por dois motivos: pela suntuosidades da reconstrução de época e pela hipocrisia machista que dominou reinados.”


O trabalho é mesmo esplendoroso, o diretor Nikolaj Arcel conseguiu detalhadamente reconstruir uma época tão marcante da realeza dinamarquesa e também tão cruel, como na verdade todos os reinados tiveram. Por isso seu filme “O Amante da Rainha (En Kongelig Affaere, Din, 2012), disponível para locação e venda no país, foi merecidamente indicado ao Oscar 2013 como melhor filme estrangeiro, além de ter vencido 2 prêmios no festival de Berlin em 2012, melhor roteiro e melhor ator para Mads Mikkelsen. Alias o ator está mesmo “com tudo”, em 2012 foi vencedor no festival de Cannes da Palma de Ouro de melhor ator, pelo filme “A Caça”, numa interpretação estarrecedora.


A história de “O Amante da Rainha” conta o romance vivido por Caroline Mathilde, que saiu da Inglaterra para se casar com o rei Christian 7º na Dinamarca, em 1766 e que se apaixonou depois pelo médico do rei, o Dr. Struensee. Logo quando ela chegou percebeu o quanto seu marido era patético, um jovem taxado como “louco”, pois não valia nada. Aos poucos ela foi tornando-se desesperançosa, mas só o que tinha a fazer era aceitar a sua situação, depois ficou grávida e não se tinha mais o que fazer. O médico, considerado uma promessa para a época, adepto do iluminismo, foi requisitado para atender o rei que estaria doente e acabou se tornando amigo pessoal do mesmo. tudo num acaso, de maneira que não se desgrudariam mais. O mesmo seria responsável por influenciar o reinado, aos poucos lançando conselhos ao rei, visando sempre o bem dos pobres e o crescimento do reinado. Mas foi vítima da conspiração da corte, em despertar o ódio dos que o viam progredindo e de quando apenas a desconfiança de que fosse mesmo o amante de Caroline, o fizesse ser preso. Tudo é contado através de um roteiro muito bem escrito e muito bem dirigido. Sem sombra de dúvidas, um dos melhores filmes do ano.

INVOCAÇÃO DO MAL (THE CONJURING, EUA, 2013)

(Crítica publicada por "Anjo Da Guarda", com seu nome original, no caderno de Cinema da Rede Bom Dia de jornalismo, edição de Itatiba, São Paulo)



“Quase bate o “O Exorcista”. Faltou pouco! E o melhor de tudo: baseado em fatos verídicos e fiel ao episódio. Assustador!”


Considerado o melhor filme de terror em 2013 e que, desde sua estreia nos EUA, não parou de quebrar recordes. Pra se ter uma ideia o longa conseguiu arrecadar 100 vezes mais do que custou e isso basta pra chamar a nossa atenção. Porém, as pessoas não foram à toa aos cinemas, elas foram porque realmente o filme não pode passar despercebido. Se aliar os números, nesse caso muito verdadeiros, com o fato de que a história de medo e pavor, é baseada num episódio real e que inclusive alguns trailers trazem depoimentos dos verdadeiros protagonistas de fato, então precisamos estar preparados para assistir ao filme. É todo esse clima de suspense e expectativa que se pode esperar de “Invocação do Mal (The Conjuring, EUA, 2013)”, estreia especial da sexta feira 13 (de setembro). Outro detalhe muitíssimo importante é dizer que o grande mentor do projeto é o diretor James Wan, considerado um renovador do gênero. Em 2004 James lançou um verdadeiro divisor de águas no gênero do terror\suspense que foi “Jogos Mortais”, um verdadeiro fenômeno que rendeu uma franquia de 7 filmes ao todo. Depois James dirigiu dois filmes menores que lhe deram experiência (“Gritos Mortais” e “Sentença de Morte), até chegar em 2010 quando lançou “Sobrenatural”, verdadeiro “arrasa quarteirões”, que merecidamente foi eleito o melhor terror do ano. Outro filme realmente imperdível onde ficavam explícitas as marcas registradas do cinema de James. E agora ele encanta novamente com um filme absurdamente inteligente e verídico, logicamente que para quem acredita no que chamamos de “demoníaco”.


OBLIVION (OBLIVION, 2013, EUA)

(Crítica publicada por "Anjo Da Guarda", com seu nome original, no caderno de Cinema da Rede Bom Dia de jornalismo, edição de Itatiba, São Paulo)




“Longa de ficção científica revitaliza clichês do gênero, torna-se esteticamente atraente e surge como uma opção agradável. Ainda assim não chega a ser uma surpresa.”





Existem filmes e filmes, uns tendem a se embrenhar pelo melodrama na esperança de “fisgar” os espectadores, outros tendem numa tentativa de ser original, mas não vão muito além. O que fica claro em “Oblivion (Oblivion, EUA, 2013)", disponível para locação e venda no país, é mais ou menos isso. O diretor Joseph Kosinski, o mesmo que fez certo barulho ao dirigir “Tron – O Legado” em 2010, intercalou seu filme com doses de nostalgia, tentou ser uma novidade no gênero, mas a única coisa que realmente conseguiu fazer de fato foi revitalizar saborosamente os clichês de sempre. É por conta disso, do deleite que, pelo sim e pelo não, o filme se torna, que “Oblivion” chama a atenção.

A história se passa em 2077, onde após uma guerra nuclear, onde alienígenas foram destruídos, os seres humanos foram levados a viver numa colônia fora da terra (alias, um assunto muito em voga ultimamente no cinema). Restaram aqui, num ambiente um tanto elegante, um sistema cuja missão é inspecionar os robôs, chamados de “Drones” (talvez a invenção em que mais se aposta nos dias de hoje, os "Drones" realmente existem, mas são espécies de "caças" usados pelos militares. Ainda assim acredita-se que os "Drones" são mesmo muito importantes para o futuro do mundo) . São eles que preservam a terra de qualquer ameaça e dos tais “saqueadores”, que vai se descobrindo quem é e que depois se tornam cruciais à história. Quem nos ajuda a interpretar esse contexto é o casal formado por Jack Harper (Tom Cruise) e Victoria (Andrea Riseborough), que trabalham dia após dia em verificar incidentes com “Drones” e em manter a "ordem". E Jack é o líder da história, é ele quem tem flashbacks da época “de ouro” da terra, visões que trazem a lembrança de uma mulher que lhe surge como um mistério. Também pudera, suas lembranças foram apagadas pelo sistema que os controla. De vez em quando sua saída é se refugiar numa espécie de oásis que mantém num lugar escondido e que permanece em segredo.


CRÍTICA: "Invocação do Mal" (The Conjuring - 2013)



Há muito tempo não vemos, no cinema, um filme de terror tão bom! Sim, demos créditos a “Evil Dead” que chamou a atenção do mundo com seu estilo trash e sanguinário bem bolado e títulos como “Mama” e mais um da desnecessária franquia “Atividade Paranormal” que, mesmo massacrados pela crítica, não fizeram feio na bilheteria.



O diretor James Wan vem fazendo fama com seus muitos filmes de terror que viraram febre. Foi ele quem lançou ao mundo o filme “Jogos Mortais” e se encarregou da produção de todos os outros títulos da franquia. Além disso, dirigiu em 2011 o ótimo “Sobrenatural (Insidious)” que, também, fez bonito nas bilheterias, assim como seu sucessor que, recentemente, liderava a bilheteria americana. Entretanto, é com esse seu novo filme que ele merece um maior reconhecimento; “Invocação do Mal” é uma obra que se mostra competente em muitos aspectos e faz justiça ao bom e velho gênero terror, que tanto vem sofrendo com a má qualidade nos últimos anos.


Crítica: Os Croods (2013, de Kirk De Micco e Chris Sanders)






'Os Croods' é a nova animação da DreamWorks, responsável por sucessos como 'Shrek', 'Madagascar', 'Kung Fu Panda' e 'Como Treinar o Seu Dragão'. Trata-se da maior rival da Disney no quesito qualidade e rentabilidade no gênero da animação. Acontece que nos últimos 2 anos, o gênero sofreu uma pequena queda na qualidade, possivelmente ocasionada pelo excesso de continuações. Não que as últimas animações tenham sido ruins, mas as que realmente foram originais e se destacaram são 'Rango' (2011) e 'ParaNorman' (2012). Curiosamente, ambas foram pouco divulgadas ou comentadas. Depois de algum tempo, 'Os Croods' chega quebrando um jejum, para nosso deleite. Eis que anuncio uma das mais interessantes, originais e maduras animações dos últimos dois anos. 

OS SABORES DO PALÁCIO (LES SAVEURS DU PALAIS, FRANÇA, 2012)

(Crítica publicada por "Anjo Da Guarda", com seu nome original, no caderno de Cinema da Rede Bom Dia de jornalismo, edição de Itatiba, São Paulo)





“Uma das melhores surpresas do ano. Cheio de dignidade e respeito, com senso de humor e drama na medida certa, filme acertou ao mostrar história baseada em fatos reais de mulher que trabalhou como cozinheira de político francês.”


Dignidade e princípios. Compromisso e responsabilidade. Essas são as coisas que realmente tornam-se um diferencial em nossa jornada de vida. Uma outra dica muito importante, corajosa por demais e que poucas pessoas tem como objetivo, é saber o momento em que devemos parar, saber quando já cumprimos com o nosso objetivo e partir. Simplesmente partir. A personagem de “Os Sabores Do Palácio (Les Saveurs du Palais, França, 2012)”, fez plena consideração de tais coisas e como pessoa madura (ou adulta, diga-se de passagem) não hesitou em tomar essas decisões. A história é baseada em fatos verídicos, mas um pouco mudados, já que o diretor Christian Vincent, preferiu preservar os verdadeiros envolvidos. Ainda assim sabe-se que a história é baseada na vida de Danièle Deupelch, que durante algum tempo foi cozinheira de François Mitterrand, presidente do partido socialista francês. O filme é administrado com uma mão segura por parte do diretor, sem apelação dramática e com senso de humor incrível. Na tela mostra-se o que se deve apenas, num roteiro intercalado por dois tempos, o atual e o passado, de 4 anos atrás, quando Hortense Laborie (a personagem extremamente bem interpretada pela excelente Catherine Frot) foi contratada para trabalhar na cozinha do palácio do governo.


A cozinha francesa é uma das mais importantes do mundo, totalmente habitada por homens, talvez hoje tenha um pouco mais de presença feminina, mas ainda é predominantemente masculina. Foi nesse contexto também que Hortense foi trabalhar no palácio, precisou passar pela repugnância do chefe da cozinha central e ignorar os olhares de todas as dezenas de ajudantes, mas como já era uma mulher forte, tirou de letra. Ela mesma diz após experimentar uma sobremesa do chefe, que lhe falta um detalhe, sua comida ser mais autoral. E esse era seu diferencial, a autenticidade de sua cozinha, afinal como o próprio presidente lhe disse numa das poucas e emblemáticas conversas que teve com ele, seu desejo era o de sentir que estava comendo a comida de sua avó, a comida de casa que traz as lembranças da infância. A responsabilidade de Hortense seria comandar a cozinha de onde sairiam às refeições do presidente e convidados e por isso agiu com firmeza. Mais a frente precisou também se adaptar as exigências do local, em determinada sequência é chamada numa sala para ouvir novas considerações a respeito de seu cardápio, pois a pedido do médico, o presidente precisa seguir regras saudáveis devido a sua saúde. A grande questão é como a mulher se portou diante de tais mudanças em sua vida. O início do filme, na verdade, mostra Hortense, vista como uma espécie de lenda, chegando para trabalhar no arquipélago de Crozet, na Antártida, cozinhando para dezenas de trabalhadores. Sua figura desperta a curiosidade de uma documentarista australiana, que por acaso estava no local e que vai tentando a aproximação com Hortense, no início um tanto difícil e depois aceita. Pela maneira como o filme vai se narrando temos a impressão de estar descobrindo a história junto com ela. Esta parte da história é importante por demais para elucidar a outra parte. A personagem tem um comportamento diferente nos dois momentos.

Crítica: Velozes e Furiosos 6 (2013, de Justin Lin)






Desde o primeiro filme, a franquia 'Velozes e Furiosos' vem fazendo sucesso inesperado e o mais importante; se reinventando. A saga ganhou novo fôlego e novos rumos no quinto episódio, passado no Rio de Janeiro. Com missões e assaltos como plano de fundo, o mais interessante na franquia é que ela visa apenas o lucro, ganhar na venda dos ingressos na bilheteria. Mas faz isso sem ofender o público, entregando filmes com uma trama básica, porém muito divertida. Mesmo que brevemente e de maneira limitada, a franquia entrega personagens e subtramas sutilmente bem desenvolvidas na medida do possível. Não que sejam grandes obras. 'Velozes' não é e nunca será um filme que chegará ao Oscar ou agradará os críticos pelo seu arco dramático. Mesmo assim, dentro dos seus próprios padrões formulaicos, 'Velozes' vem se apresentando como boas opções do cinema pipoca e blockbuster, bons exemplares da temporada de verão e arrasa quarteirões. E este sexto filme (ual! parece que foi ontem que surgiu o primeiro!) consegue manter uma boa qualidade, mesmo que bem distante do humilde primeiro filme.

Crítica: Guerra Mundial Z (2013, de Marc Forster)

Notícias e bilheterias do fim de semana:



Terror 'Sobrenatural: Capítulo 2' estreia com ótima bilheteria:


Parece que James Wan ficará consagrado como um dos grande mestres do terror da atualidade. Após estrear em 2004 com o ótimo primeiro 'Jogos Mortais' (que ganhou inúmeras continuações na mão de outros diretores), o diretor malaio fez os bons 'Gritos Mortais' e 'Sentença de Morte'. Mas foi em 2011 que ele retornou com tudo com seu 'Sobrenatural', filme de enorme sucesso comercial. E 2013 parece ser o ano deste diretor: o excelente e assustador 'Invocação do Mal' é o grande terror do ano e quebrou recordes de bilheteria e crítica. Nesta última Sexta-Feira 13 'Invocação do Mal' estreou com bastante atraso no Brasil, enquanto que nos Estados Unidos também houve uma estreia do James Wan: 'Sobrenatural: Capítulo 2' também está quebrando recordes!

Apenas neste final de semana de estreia, o terror fez mais de 41 milhões de dólares, sendo que metade deste valor se ganhou na própria Sexta-Feira 13. O valor é absurdamente bom, já que o filme custou apenas 5 milhões. Enquanto que 2013 está sendo um ano relativamente "fraco" para o cinema no geral, no gênero terror está ocorrendo o contrário. Este gênero que vinha decaindo a cada ano parece ter ganhado força, e 'Sobrenatural 2' é o quinto filme de terror a liderar bilheterias neste ano. Os quatro anteriores foram 'Mama', o remake 'A Morte do Demônio', 'Uma Noite de Crime' e o já citado 'Invocação do Mal'. James Wan anunciou que irá se dedicar a outros gêneros de filmes, começando no ano que vem quando lançará o sétimo filme da franquia 'Velozes e Furiosos'. Sobre isso digo duas coisas: a primeira é que o jovem cineasta já provou ter talento, sabe filmar bem e acredito que se dará bem em outros tipos de produções. Mas em segundo plano também afirmo que boas propostas e um bom dinheiro envolvido farão ele voltar a dirigir outros filmes de terror, ainda mais se levarmos em conta que James Wan é responsável por pelo menos quatro fenômenos do gênero. 'Sobrenatural 2' estreia no Brasil apenas em 18 de Outubro. Lamentável esta demora! É esperar para ver.






Trailer:





'Twelve Years a Slave' se destaca como melhor filme do ano e cresce sua chance ao Oscar:


O diretor Steve McQueen (do polêmico 'Shame') está ganhando as atenções de toda a crítica com seu novo filme, 'Twelve Years a Slave' ( a tradução seria  '12 Anos de Escravidão'). A obra acaba de ser consagrada como o Melhor Filme do Festival de Toronto, no Canadá. O festival é um dos termômetros para o Oscar, e assim fica evidente que este já é um dos prediletos para o Oscar 2014. Cinéfilos de plantão devem ficar ligados, pois nesta época de fim de ano e começo de outro é onde as principais premiações da sétima arte ocorrem. 

O filme mostra a história real de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor). Educado e casado, o nova-iorquino assumiu um emprego em Washington, mas acabou sendo enganado e escravizado. Ele só conseguiu recuperar a liberdade quando um carpinteiro opositor da escravatura, consegue passar algumas cartas para a esposa de Northup, que rapidamente coloca o caso em tribunal. O próprio Solomon Northup escreveu sua biografia em 1853, após passar 12 anos como escravo. 

O elenco conta com Brad PittChiwetel Ejiofor (‘Salt’), Michael Fassbender (‘X-Men: Primeira Classe’), Paul Dano (‘Pequena Miss Sunshine’), Benedict Cumberbatch (‘O Espião Que Sabia Demais”, série ‘Sherlock’), Scoot McNairy e Ruth Negga. Brad Pitt é um dos produtores. A estreia do filme acontece nos Estados Unidos em 27 de Dezembro, sem data definida no Brasil. O jeito é esperar novamente.






Trailer:





2 novos cartazes da ficção científica 'O Jogo do Exterminador':

Esta ficção científica dirigida por Gavin Hood (‘X-Men Origens: Wolverine’) ganhou dois novos e interessantes cartazes, para o mercado tailandês. O filme que estreia somente em 1º de Novembro traz a estória do jovem Ender Wiggin (Butterfield), em quem os comandantes militares colocam todas as suas esperanças, e mostra o que ele sofre para sobreviver ao processo de brutalização psicológica imposto às crianças na Escola de Combate, onde as crianças ensaiam batalhas em gravidade-zero. Pelo visual que se vê no trailer, o filme parece uma mistura de 'Tron: O Legado' com uma temática puxada para 'Jogos Vorazes'. Será a tentativa de uma nova franquia de sucesso? Se dará certo eu não sei, mas a ideia básica é interessante. Confira os cartazes e o trailer:




Trailer:


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Filme da Semana - V de Vingança (2005, de James McTeigue)



"Por trás desta máscara há mais do que carne e sangue; por trás desta máscara há uma ideia, e as idéias são à prova de bala."

Link para download:

Suspense e Terror: Doce Vingança 2 (2013, de Steven R. Monroe)





Antes, leia a crítica do primeiro filme aqui!

Em 1978 o filme 'A Vingança de Jennifer' chocou o mundo com a brutalidade e a maneira explícita de como retratou o estupro da personagem principal, uma jovem que executou uma sangrenta vingança, com uma violência tão forte quanto à cena do estupro. Em meados de 2010 o diretor Steven R. Monroe trouxe o elogiado remake, intitulado 'Doce Vingança'. Ainda não assisti o filme de 1978, no qual já baixei e irei verificar na próxima semana. Mas o remake pude conferir em DVD na época de lançamento e digo sem medo que é um eficiente terror. Eis que agora surge a sequência, direta para 'home video'; direto para DVD mais propriamente dito. O problema é que sequências de terror costumam deixar a desejar. O pior de tudo é que sequências lançadas direto para DVD costumam ser terrivelmente ruins e desnecessárias. Alguns "belos" exemplos são as continuações de 'Pânico no Lago' 2, 3 e 4; 'Pânico na Floresta 2 (são dois número 2), 3, 4 e 5; 'O Albergue 3' e assim por diante. O que dizer desta sequência?

TOP 10: Filmes de Terror Asiáticos




É nesse clima de sexta-feira treze que apresento mais um TOP 10, desta vez com filmes de terror asiáticos. Bom, não sou fã, mas admiro que, enquanto os filmes ocidentais do gênero adoram promover uma carnificina banhada a muito sangue, as tramas asiáticas focam mais na angustia em andar no escuro e os maiores medos do homem – o que realmente é assombroso só de formar o pensamento “do que tenho medo?” Sabe o que mais? É dos fantasmas asiáticos todo aquele gingado e movimentos sensuais de andar se retorcendo no teto, chão e paredes enquanto esvoaçam seus cabelões negros e sedosos, dispersando todo um glamour sobrenatural.

1: Ju-on (O Grito)

Uma casa no Japão abriga uma terrível maldição na qual espíritos vingativos se apoderam das casas onde moraram a fim de espalhar um mau muito terrível.














2: Espíritos – A Morte Está Ao Seu Lado

Jovem fotógrafo e sua namorada percebem estranhas sombras que surgem nas fotografias que ele faz. Logo eles descobrem que as sombras têm a ver com fatos relacionados ao passado de ambos, os quais eles não têm como escapar.












3: Sobrenatural

Sombras, sons e sustos são os ingredientes deste filme em que morte e vida se confundem. Os espíritos parecem despertar com a chegada de Loc, um famoso escritor de livros de suspense que procura inspiração numa casa no meio do nada, habitada apenas pela bela e delicada Hoa. Com o passar do tempo, Loc vai absorvendo a energia do local. Uma energia tão forte e perturbada capaz de alterar para sempre a vida daqueles que ousaram pisar naquele chão.








4: Almas Reencarnadas

Um professor universitário, possuído pela loucura, inicia um massacre em um hotel turístico, matando 11 pessoas. Ao mesmo tempo em que filma seus atos com uma câmera 8mm, ele esfaqueia suas vítimas uma a uma enquanto elas tentam fugir. 35 anos depois, Matsumura deseja transformar este acontecimento em filme. Mas quando o início das filmagens se aproxima, a protagonista começa a ter visões e sonhos assustadores, com o mesmo ocorrendo com as outras pessoas.








5: A Mulher da Boca Cortada

Com um sorriso de orelha a orelha, diz uma lenda em que um subúrbio da cidade estava sendo aterrorizado pelo espírito de uma bela mulher cujo rosto tinha sido monstruosamente desfigurado por um marido ciumento. Vagando nas ruas e vestindo um casaco longo e uma máscara cirúrgica, o espírito se aproxima das pessoas e as mata, dando vida a lenda da Mulher da Boca Cortada.










6: Ring (O Chamado)

Uma repórter ouve histórias de um vídeo que mata quem o vê exatamente uma semana após assisti-lo.  Após ver a fita, estranhas coisas começam a acontecer e, assim, pede ajuda ao seu marido para tentar deter o relógio da morte e, por conseguinte, a maldição que a acomete.











7: Assombração

Jovem escritora está fazendo grande sucesso de venda com seus livros de terror. Por isso ela recebe uma nova encomenda de seu editor. A moça inicia sua história, mas enquanto escreve vivencia estranhos fenômenos sobrenaturais. Assinado pela dupla Oxide e Danny Pang, o filme encerrou a mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes em 2006.










8: Infecção

A negligência de um médico faz com que um paciente morra e a equipe de funcionários do hospital, apavorados, decidem omitir o error fatal, permanecendo fora de uma corrente de eventos mortais. Os médicos de emergência trazem um novo paciente ao hospital, que foi infectado com um vírus horrível: seus órgãos internos estão se desintegrando misteriosamente. Os médicos tentam conter o vírus, mas a fuga do paciente por meio do sistema de ventilação assegura-se que todos do hospital estão condenados.







9: Nonogurai Mizu No Soko Kara (Dark Water)

Mãe e filha mudam para um novo condomínio e coisas estranhas começam a acontecer quando uma estranha goteira aparece no teto do apartamento.














10: Herança Amaldiçoada



Os humanos só usam uma parte do cérebro, então como nós seríamos se pudéssemos usar ele inteiro? O filme conta o terror que segue a jovem Kaori que desesperadamente procura por sua irmã desaparecida e precisa de ajuda da sua louca mãe, a qual pretende de novo realizar uma cirurgia no cérebro para alterar a sua perspectiva da realidade.