PROMOÇÃO

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ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: Ted ( um ursinho politicamente incorreto)


Direção: Seth MacFarlane

Elenco: Mila Kunis, Mark Wahlberg, Giovanni Ribisi, Seth MacFarlane, Patrick Warburton, Laura Vandervoort, Jessica Stroup, Joel McHale.


Sinopse: Seth MacFarlane, criador da série Family Guy, traz sua marca que estende as fronteiras do humor para os cinemas, pela primeira vez como roteirista, diretor e dublador em Ted. Na comédia de live action/animação, ele conta a história de John Bennett (Mark Wahlberg), um homem adulto que tem que lidar com seu estimado ursinho de pelúcia que ganhou vida como resultado de um desejo de infância…e que se recusa a deixá-lo desde então.


Oscar: indicado na categoria de Melhor Canção Original.


ESPECIAL OSCAR 2013 - Os Filmes Estrangeiros

A equipe do Minha Visão do Cinema segue sua intrépida jornada com as críticas e matérias do Oscar 2013. Entre os 5 concorrentes da estatueta de Melhor Filme Estrangeiro, já falamos do campeão; o forte Amor. Agora lançamos a visão de mais três títulos. Acompanhe:

Expedição Kon Tiki

Direção: Joachim Rønning e Espen Sandberg

Elenco: Pål Sverre Valheim Hagen, Anders Baasmo Christiansen, Gustaf Skarsgard, Odd Magnus Williamson.

Sinopse: A história do legendário explorador Thor Heyerdal, que percorreu mais de quatro mil milhas em uma balsa no pacífico. A travessia foi uma tentativa de provar que o percurso entre a America do Sul e a Polinésia pode ter sido realizado no período pré-colombiano.

Trailer:

Crítica : A Origem dos Guardiões


Direção: Peter Ramsey e William Joyce

Elenco: Vozes na versão dublada: Isabelle Drummond, Thiago Fragoso. Vozes no original de: Hugh Jackman, Isla Fisher, Chris Pine, Jude Law, Alec Baldwin, Dakota Goyo.

Sinopse: A Origem dos Guardiões é baseado na série de livros The Guardians of Childhood, de William Joyce, e segue a história dos heróis da nossa infância. Papai Noel, Coelho da Páscoa, Fada dos Dentes se unem para salvar o mundo do malvado Bicho-Papão. Ele pretende iniciar uma era da escuridão, que destruirá o sonho de todas as crianças.

Produção de Guillermo del Toro (O Labirinto do Fauno).


Trailer:


Dos grandes filmes lançados em todo o ano de 2012, este era o único que faltava assistir. Uma animação lançada em Novembro, visivelmente feita para a criançada na época de fim de ano. O que achei do filme?

ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: O MESTRE (2012)


O filme mais estranhamente belo lançado em muito tempo...

Um veterano da Marinha volta para casa, atormentando e desincerto quanto ao seu futuro - até que ele é "tentado" a se unir a "Causa" graças ao carismático líder/ fundador desse grupo/ movimento.
O Mestre (The Master) tem 2h24m de duração, foi indicado ao Oscar nas categorias de ator, ator coadjuvante e atriz coadjuvante e pode ser plenamente definido com as palavras: estranho e confuso, mas em momento algum isso quer dizer que seja ruim.
Eu desafio alguém que vá assistir ao filme sem antes ter lido nada à respeito, pesquisado sobre o que se trata, a entender alguma coisa. Para esses que começam a assistí-lo tendo como informação apenas sua sinopse vaga, tudo será uma experiência que parece sem pé nem cabeça da primeira cena até a última. Vou confessar que até eu que fiz a tal pesquisa prévia fiquei com cara de pastel de vento em certos momentos. Na sequência final por exemplo.


ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: Detona Ralph


Direção: Rich Moore

Elenco: Vozes na versão dublada de Tiago Abravanel, Rafael Cortez e MariMoon. Vozes no original de John C. Reilly, Jane Lynch, David Hyde Pierce, Dave Foley, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Teddy Newton, Jamie Elman.

Sinopse: Detona Ralph (Wreck-It Ralph) conta a história de um Bandido de um jogo de fliperama determinado a provar que pode ser um Mocinho. Ralph (voz no original de John C. Reilly) quer muito ser tão adorado quanto seu adversário de jogo, o Mocinho perfeito, Fix-It Felix (voz no original de Jack McBrayer). O problema é que ninguém gosta de Bandidos. Mas todo mundo adora heróis… então quando surge um moderno jogo de tiro que mostra a perspectiva do protagonista, apresentando o personagem durão do Sargento Calhoun (voz no original de Jane Lynch), Ralph encara o jogo como sua chance para o heroísmo e a felicidade. Ele invade o jogo com um plano simples - ganhar uma medalha, mas não demora a arruinar tudo, libertando sem querer um inimigo mortal que põe em risco todos os jogos do fliperama. Qual a única esperança de Ralph? Vanellope von Schweetz (voz no original de Sarah Silverman), uma jovem e encrenqueira “pane” de um jogo de corrida de carros com cobertura de bala que pode acabar sendo quem ensinará a Ralph o que significa ser um Mocinho. Mas será que ele vai perceber que é bom o bastante para se tornar um herói antes seja “Fim de Jogo” para todo o fliperama? 

Curiosidade:


* Vários personagens dos games dos anos 80 e 90 estão presentes na produção. Entre eles, os famosos Zangief, do jogo Street Fighter, Kano, de Mortal Kombat, e o Pac-Man. O nome do filme é o nome de um jogo fictício da era "8-bit" (a mesma do Master System e Nintendinho), inspirado em clássicos dos vídeo-games daquela época.


ESPECIAL OSCAR 2013 - "Mini Críticas": FRANKENWEENIE/ A GUERRA INVISÍVEL


Victor é um menino que conduz um experimento científico para trazer de volta à vida seu amado cão Sparky, apenas para enfrentar, por vezes, consequências monstruosas.
Tim Burton dirige e produz essa obra curtíssima (1h27m, mas quando ignoramos os créditos finais, 1h15m de filme) que tem, em cada segundo, o estilo visual e ar de suas obras anteriores. Não tem como não comparar esses personagens em stop motion com os do seu filme de animação anterior A Noiva Cadáver, por exemplo.
Na minha humilde opinião, esse é o seu melhor trabalho desde Sweeney Todd (2007) e seria justo se tivesse rendido, por fim, seu primeiro Oscar como foi indicado a melhor animação.


ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: PARANORMAN (2012)


Raramente na vida de um crítico metido a exigente como eu (risos) surge aquele filme para o qual ele dá a nota máxima. Aqui está essa maravilhosa exceção para mim. O indicado ao Oscar de melhor animação, Paranorman, contando a estória de um menino incompreendido que reune fantasmas, zumbis e adultos para salvar sua cidade de uma maldição de séculos atrás, merece todo e cada elogio meu. Merece minha nota máxima por ser o melhor que poderia ser em todos os aspectos.
O filme tem 1h30m de duração e só nos deixa querendo mais após o término. Foi feito pelo estúdio de animação Laika, sempre tão atento aos detalhes dessa arte minunciosa e dificílima que são os filmes em stop motion, e que antes nos presenteou com a outra grande vitória cinematográfica, Coraline (2009). 

ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: Hitchcock



Direção: Sacha Gervasi

Elenco: Anthony Hopkins, Helen Mirren, Scarlett Johanssen, Jessica Biel, Danny Huston, Toni Collette, Michael Stuhlbarg, Michael Wincott, James D'Arcy, Richard Portnow, Kurtwood Smith.

Sinopse: Hitchcock acompanha o diretor no auge de sua carreira, quando ele resolveu usar seu próprio dinheiro para produzir um filme de terror mais sutil: Psicose. A história também mostra o relacionamento do diretor com Alma Reville, sua esposa.

Curiosidades:

* Adaptação do livro Alfred Hitchcock and the Making of Psycho, de Stephen Rebello.

* Helen Mirren (A Rainha) vive a esposa de Hitchcock, Alma Reville. Scarlett Johanssen vai interpretar a atriz Janet Leigh, protagonista de Psicose. Jessica Biel (O Massacre da Serra Elétrica) interpretará a atriz Vera Miles, que viveu Lina Crane em Psicose.

Oscar : 1 indicação de Melhor Maquiagem.


ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: Lincoln (12 Indicações, Vencedor de 2 Oscar)



Direção: Steven Spielberg

Elenco: Daniel Day-Lewis, Tommy Lee Jones, Joseph Gordon-Levitt, James Spader

Lee Pace, Sally Field, Jackie Earle Haley, Michael Stuhlbarg, John Hawkes, Joseph Cross, David Strathairn, Tim Blake Nelson.
Sinopse: Daniel Day-Lewis dá vida ao 16º presidente dos Estados Unidos, durante o final de seu mandato, em uma época sangrenta. Em uma nação dividida pela guerra e por fortes ventos de mudança, o presidente Lincoln percorre um caminho de difíceis ações, a fim de terminar a guerra, unir o país e abolir a escravidão. Com coragem moral e força para obter sucesso, suas escolhas nesse período crucial mudam o destino das gerações que ainda estão por vir.


Curiosidades:


* Lincoln é baseado no best-seller Team of Rivals, do vencedor do prêmio Pulitzer. O projeto estava sendo desenvolvido há nove anos, mas só recentemente Spielberg aprovou o roteiro, uma adaptação de Tony Kushner para o livro Team of Rivals, de Doris Kearns Goodwins, lançado em 2005.


Oscar: foi o maior candidato ao Oscar 2013, recendo no total 12 indicações: Melhor Filme, Ator, Ator Coadjuvante, Diretor, Atriz Coadjuvante, Roteiro Adaptado, Trilha Sonora, Fotografia, Figurino, Edição, Direção de Arte e Mixagem de Som.


ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: Moonrise Kingdom (1 Indicação)


Direção: Wes Anderson

Elenco: Bill Murray, Bruce Willis, Edward Norton, Frances McDormand, Harvey Keitel, Tilda Swinton, Bob Balaban, Charlie Kilgore, Jake Ryan, Jared Gilman, Jason Schwartzman, Kara Hayward.

Sinopse: Anos 60, em uma pequena ilha localizada na costa da Nova Inglaterra. Sam (Jared Gilman) e Suzy (Kara Hayward) sentem-se deslocados em meio às pessoas com que convivem. Após se conhecerem em uma peça teatral na qual Suzy atuava, eles passam a trocar cartas regularmente. Um dia, resolvem deixar tudo para trás e fugir juntos. O que não esperavam era que os pais de Suzy (Bill Murray e Frances McDormand), o capitão Sharp (Bruce Willis) e o escoteiro-chefe Ward (Edward Norton) fizessem todo o possível para reencontrá-los.


Trailer:



ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: A HORA MAIS ESCURA (2012)


Antes eu havia dito que a crítica de Os Miseráveis tinha a sido a mais difícil que eu já tinha escrito, por ter me colocado entre o coração e a razão. Simpatizei com o filme, mas sabia que não podia ignorar as falhas, deixar de pontuá-las. Pois bem, eu acho que essa crítica de A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty) tomará esse lugar de dificuldade, porque dessa vez sou colocado entre julgar baseado nas minhas reservas pessoais ou avaliar a produção com toda uma visão à parte. Mas vamos com calma...


ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: O VOO (2012)


Falar sobre O Voo (Flight) é falar primeiramente sobre uma atuação de primeira, a de Denzel Washington, que no papel principal é um enorme ponto positivo dentro desse filme cheios de pontos positivos. 


Crítica: A Fita Branca (2009)




Direção: Michael Haneke

Elenco: Christian Friedel, Ernst Jacobi, Leonie Benesch, Ulrich Tukur, Ursina Lardi, Burghart Klauner, Steffi Kühnert, Josef Bierbichler.

Sinopse: Um vilarejo protestante no norte da Alemanha, em 1913, às vésperas da Primeira Guerra Mundial. A história de crianças e adolescentes de um coral dirigido pelo professor primário do vilarejo e suas famílias: o barão, o reitor, o pastor, o médico, a parteira, os camponeses. Estranhos acidentes começam a acontecer e tomam aos poucos o caráter de um ritual punitivo. O que se esconde por trás desses acontecimentos?

Premiações: Ganhou a Palma de Ouro, no Festival de Cannes.  Ganhou também o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. Concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.


Trailer:


Crítica: Lúcia e o Sexo (2001)



Direção: Julio Medem

Elenco: Paz Vega, Tristán UlloaNajwa Nimri, Daniel Freire, Elena Anaya, Silvia Llanos, Javier Cámara.

Sinopse: Lucía (Paz Vega) é uma jovem garçonete em meio a uma relação ardente e conturbada com um escritor chamado Lorenzo (Tristán Ulloa). Mas ele desaparece às vésperas de uma viagem do casal para uma ilha no mediterrâneo, há muito esperada. Perturbada, Lucía parte só. Sob o sol tropical, numa idílica pousada, ela mergulha em si mesma e no tempo para decifrar suas paixões encontrando a cada dia rascunhos de lembranças perdidas e de personagens do romance de sua vida.


Trailer:



De dois meses para cá ando embarcando no cinema espanhol. Já vi ótimas produções como Tres Metros Sobre El Cielo, a sua continuação Tengo Ganas de Ti, o polêmico 100 Escovadas Antes de Dormir, entre outros. Agora chego até este Lúcia e o Sexo, considerado um dos mais sexy's filmes vindo de origem hispânica.

ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: OS MISERÁVEIS (2012)


É bem difícil saber por onde começar a falar quando o filme em questão é o fenômeno Les Miserables, a mais nova adaptação paras as telonas da obra clássica de 1.500 páginas do escritor eterno Victor Hugo. O filme merece reconhecimento por vários fatores. Eu destaco aqui a bilheteria (um orçamento de $60 milhões para uma arrecadação mundial de incríveis $430 milhões), a enxurrada de prêmios que levou (vencedor de 3 Oscars: Maquiagem, Mixagem de Som, Atriz Coadjuvante) e a façanha que considero mais notável: ter trazido de volta à vida toda a excelência dos musicais, gênero apagado desde Dreamgirls (2006), na verdade.


Nós somos apresentados a já cultuada e clássica aventura épica do prisioneiro fujitivo em busca de redenção, Jean Valjean, que é perseguido pelo implacável oficial Javert e tem sua vida ainda mais modificada quando cruza com a trabalhadora de fábrica, Fantine, e acaba tomando conta de sua pequena filha por ela.

João e Maria - Caçadores de Bruxas


Título: Hansel and Gretel: Witch Hunters, no Brasil "João e Maria - Caçadores de Bruxas"  Sinopse: Os jovens João e Maria foram abandonados pelos pais na sombria floresta e acabam indo parar na casa de uma malvada bruxa. Mas o que parecia ser o fim acabou se tornando o começo de uma vida cheia de aventuras, uma vez que eles eliminaram a malvada e viraram verdadeiros exterminadores de criaturas do mal. Após o desaparecimento de várias crianças, os dois já adultos (Jeremy Renner e Gemma Arterton) são contratados pelas autoridades locais para desvendar o mistério. Só que eles não imaginavam que essa nova missão iria colocá-los diante da terrível Bruxa Negra (Famke Janssen), pronta para destruir não só a reputação de excelentes caçadores de bruxas, mas também as suas vidas.   
Elenco: Jeremy Renner, Gemma Arterton, Peter Stormare, Famke Janssen, Zoe Bell Zoe Bell, Monique Ganderton, Derek Mears, Thomas Mann, Christian Rubeck.          
Direção: Tommy Wirkola 
Gênero: Ação/Suspense                                                                                

   Como todos devem ter percebido alguns contos antigos vieram sendo refeitos como "Alice no País das Maravilhas", "Branca de Neve e o Caçador", "A Garota da Capa Vermelha", "Oz: Mágico e Poderoso", "Jack - O Caçador de Gigantes" e lançado ultimamente: João e Maria - Caçadores de Bruxas. O que para alguns chamou muita atenção, como no meu caso.
Só de ver o trailer já dá a maior vontade de assisti-lo e quando o vi, não me arrependi por ter criado muita expectativa. É um filme que prende muito atenção e muito bem feito ao meu ver.

ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: O LADO BOM DA VIDA (2012)

Um filme que foi lançado aos pouquinhos pelo estúdio que foi dando corda à produção sem pressa alguma, lançando em 100 salas em uma semana, em mais 50 salas na semana seguinte... O resultado final quando o filme atingiu por fim o número justo de 2.800 salas o exibindo nos Estados Unidos? Foi um SUCESSO arrecadando algo perto dos $125 milhões, se consolidou como a comédia romântica mais inteligente a aparecer nas telas em muito tempo, recebeu 8 indicações ao Oscar e levou a estatueta dourada de melhor atriz, algo que já sabíamos que aconteceria desde que a coisa toda não passava de um produto sendo liberado pouco a pouco.

Silver Linings Playbook, no original (mais uma vez o Brasil traduzindo pessimamente os títulos dos filmes), conta a estória de Pat que flagra a esposa o traindo e tem um surto sendo mandando para uma instituição psiquiátrica. Acompanhamos seu retorno para casa, para junto de seus pais, enquanto ele tenta reconquistar a ex-mulher (que agora tem uma lei judicial para que ele se mantenha afastado dela) e conhece Tiffany, uma jovem com seus próprios dilemas mentais, sendo viúva e contando com um questionável libido.

ESPECIAL OSCAR 2013 - Crítica: As Sessões



Direção: Ben Lewin


Elenco: John Hawkes, Helen Hunt, William H. Macy, Adam Arkin, Annika Marks, Blake Lindsley, James Martinez, Jarrod Bailey, Jennifer Kumiyama, Ming Lo, Moon Bloodgood, Robin Weigert.


Sinopse: As Sessões, inspirado nos escritos autobiográficos do jornalista e poeta Mark O'Brien, conta a história de um homem que viveu a maior parte de sua vida em um pulmão de ferro e está determinado - aos 38 anos - a perder sua virgindade. Com a ajuda de seu terapeuta e a orientação de seu padre, ele se propõe a tornar seu sonho uma realidade.


Oscar: concorreu em apenas uma categoria, de Melhor Atriz Coadjuvante, para Helen Hunt.



Trailer:


Este foi um dos injustiçados do Oscar de 2013. Concorreu em apenas uma categoria, de melhor atriz coadjuvante. Uma pena, já que merecia mais, bem mais. Este singelo filme dramático de 90 minutos de duração é uma joia rara. Como você leu na sinopse, traz um emocionando enredo envolvendo este homem que mexe apenas o rosto e vive em uma máquina chamada pulmão de ferro.

Crítica : Cirque du Soleil - Outros Mundos 3D



Direção: Andrew Adamson

Elenco: Erica Linz, Igor Zaripov, Matt Gillanders e Jason Berrent.

Sinopse: A história acompanha uma moça que se junta ao mágico mundo acrobático do Cirque du Soleil. O longa, escrito e dirigido por Andrew Adamson (Shrek 1 e 2,  As Crônicas de Nárnia 1 e 2), traz números de diversos espetáculos do grupo.

Produzido por James Cameron (diretor de Avatar).

Trailer:


Lançado oficialmente lá nos Estados Unidos no fim de 2012, chegou aos cinemas brasileiros agora no início de 2013. Eu estava ansioso para assistir este espetáculo em forma de filme. Trata-se de um romance mágico e poético, contado através das lindíssimas apresentações do grandioso Cirque du Soleil. Serve quase como que um documentário, mostrando um show visualmente arrebatador.


De início já aviso que não se trata de exatamente um filme. É o show de Soleil maquiado com uma história de amor, luta e esperança. Mas não se enquadra como filme. Mas sim de um esplêndido espetáculo. Logo já aviso que a maioria não gostará. Apenas apreciadores de arte e talvez teatro irá realmente admirar este trabalho lindo.

Aqui não precisamos nos preocupar com atuações, já que são apenas números de dança, trapézios e ilusionismo. Quase não há diálogos, exceto os 5 minutos iniciais. Depois disso são apenas apresentações, sempre balançadas com uma trilha sonora absurdamente impecável. Cada número tem sua música. Algumas são músicas de acordo com a nacionalidade da pessoa que está se apresentando; variando desde origens hispânicas até orientais. Mas há também espaço para muita música famosa e boa. Elvis, The Beatles e várias canções country embalam o filme. As belíssimas imagens e coreografias, aliadas às belas e calmas canções, aliviam o espírito e a alma de quem se aventurar à assistir.


Eu particularmente não gosto de circos. Odeio palhaços, por um motivo não muito bem claro! Mas Cirque du Soleil está mais para teatro de qualidade, aliado com truques de ilusionismo impecáveis. Tem certa cena onde há uma batalha de dois clãs de guerreiros, suspensos por cabos, em um tipo de telão no ar; e onde eles pisam ou caem, há um efeito de ondas e sombras, parecido até com cristal liquido. Não sei como fizeram isto ou como conseguiram treinar e apresentar com tamanha perfeição. É  um espetáculo incrível!

O diretor Andrew Adamson, que já tinha meus respeito com os primeiros Shrek e Nárnia, conseguiu me surpreender com um filme visualmente impecável. Ele executa tomadas incríveis e filma cada show com riqueza de detalhes.


Hoje em dia ainda há muita obra de arte, de diversas formas. Elas estão aí em forma de filmes, documentários, livros, teatro, canções, feiras e apresentações incríveis. Mas noto que cada vez mais as pessoas estão relapsas e afastadas de verdadeiras obras de arte. Falo de arte na sua forma mais pura. Até a nudez presente é artística e inspiradora. A arte em sua forma visualmente poética está aí; o que está faltando são apreciadores. Cada vez vejo que as pessoas estão precisando abrir sua mente, talvez para "outros mundos", conforme o subtítulo do filme indica. Outros mundos podem estar mais perto do que imaginamos. Podem estar ao nosso redor, dentro de nós; até mesmo nas nossas capacidades de superação. Superação como as dos artistas de Cirque du Soleil. Aliás, talvez a única forma de enxergarmos outros mundos seja justamente por imaginar algo melhor, mais lúdico e extraordinário. Talvez a fantasia seja real, basta abrir nossos olhos, mentes e corações. Cirque du Soleil - Outros Mundos é inspirador, faz-nos desligar da nossa realidade e embarcar em um encantador mundo de sonhos e beleza artística. Mas talvez nossa chata e às vezes triste realidade não seja tão real. Basta sabermos enxergar tudo de uma maneira encantadora!

"Abra sua mente, aumente seus horizontes!"

NOTA: 10