O melhor de “Nicolas Cage”




O que dizer sobre Nicolas Cage?
O ator mostrou que era dos ‘grandes’ quando fez ótimos filmes em meados das décadas de 1980 e 1990, se consagrando em Hollywood. Entretanto, tanta fama e tantas requisições o fizeram cair em mãos erradas, por assim dizer, já que ele mergulhou numa enorme sequência de filmes ruins ou medianos, especialmente nos últimos 10 anos. Tudo isso gerou um grande desgosto por parte do público e, em alguns casos, o ator se tornou piada, sendo considerado um ‘ator horrível’. Contradizendo tudo isso, foi neste ano de 2013, no Huadong Awards, na China,  que Cage venceu o prêmio como o “Melhor ator de todos os tempos em filmes”. Ironia? Talvez! De qualquer forma, Nicolas Cage é um grande nome na indústria do Cinema e aqui segue alguns dos seus filmes que fizeram o gosto de crítica e do público:

***(Lembrando que não é um TOP 5 de melhores. Não há preferências aqui, apenas uma singela lista com bons títulos da carreira deste ator).***


Filmes para destruir seu Natal - 2° Edição



Então chegamos em mais um Natal e mais uma vez trazemos uma matéria falando um pouco a respeito desta data e o cinema, porém às avessas. Filmes que destroem seu Natal pela confusão ou trágica mortandade. Mas antes, vamos às origens reais do Natal?


O verdadeiro simbolismo de Natal oculta transcendentes mistérios. Esta festividade tem sua origem fixada no paganismo. Era um dia consagrado à celebração do “Sol Invicto”. O Sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo e, seus equivalentes entre outros povos pagãos são diversos: Ra, o deus egípcio, Utudos na Babilônia, Surya da Índia e também Baal e Mitra. Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.

R.E.D. 2 - Aposentados e Ainda Mais Perigosos (2013, de Dean Parisot)


O Ataque (2013, de Roland Emmerich)



2013 foi o ano em que acabaram com a casa branca. Dois filmes com a mesma temática invadiram as telas: o bom 'Invasão à Casa Branca' (leia a crítica aqui!) e este 'O Ataque'. O primeiro citado é um filme explosivo, divertido e mais pesado, remetendo aos filmes da franquia 'Duro de Matar'. Este aqui consegue um feito mais padronizado e menos divertido, mas mesmo assim muito explosivo. Isto se deve ao trabalho de um cineasta dedicado aos blockbusters de ação: Roland Emmerich. O cara responsável por sucessos como 'Independence Day', 'Godzilla', 'O Dia Depois de Amanhã' e '2012' gosta mesmo é de destruir coisas, e aqui não é diferente, embora seja mais modesto.

R.I.P.D. - Agentes do Além (2013, de Robert Schwentke)



Em 2010, o diretor Robert Schwentke trouxe 'RED - Aposentados e Perigosos', um verdadeiro sucesso inesperado que surpreendeu com suas boas doses de ação e humor. Neste ano, a sequência saiu nas mãos de outro diretor. Enquanto isso, Schwentke resolveu adaptar outra HQ - R.I.P.D. - uma espécie de M.I.B. sobrenatural. Infelizmente, o filme aqui em questão é o blockbuster de maior fracasso deste ano. Com um orçamento de cerca de 150 milhões de dólares, o filme arrecadou bem pouco e foi ignorado pela crítica. Apesar de seguir um padrão formulaico, o filme até que diverte e apresenta algumas boas cenas de ação, humor e efeitos especiais.

Resgate em Alta Velocidade (2013, de Courtney Solomon e Yaron Levy)



Este é um suspense de ação que marca a parceria entre a poderosa Warner, o bom estúdio de terror Dark Castle e a pequena After Dark. Tido como um dos maiores fracassos do ano de 2013, o filme deixa a desejar por ser rápido demais e não ter um propósito definido. Com astros que contam com o veterano e ótimo Jon Voight (o tempo todo como uma voz ao telefone), Ethan Hauke (aceitável) como protagonista e a fraca Selena Gomez como a mocinha hacker, o filme apresenta situações forçadas com um minúsculo elenco. Geralmente filmes com poucas personagens acabam as desenvolvendo bem. Mas aqui isso não acontece. O foco são as batidas e pancadas de carro. 

"O melhor de Ashton Kutcher"



 Bom, não vale ser hipócrita e dizer que Kutcher é um grande ator. Entretanto, seu dom é ser divertido e ‘fanfarrão’, coisa que ele tem conseguido ao longo da carreira estrelando filmes medianos. Ele está deixando sua marca no cinema, mesmo que não seja a de um grande ator, mas, um ator popular, talvez, e prova disto é que o ex-noivo de Demi Moore já possui um Framboesa de Ouro, recebida em 2010 pelos filmes “Killers” e “Valentine’s Day”. Tentando relembrar seus bons momentos, vejamos alguns de seus “melhores” filmes, ou aqueles que foram menos massacrados pelas críticas.

***(Lembrando que não é um TOP 5 de melhores. Não há preferências aqui, apenas uma singela lista com alguns títulos da carreira deste ator)***

ELYSIUM (ELYSIUM, EUA, 2013)


(Crítica publicada por "Anjo Da Guarda", com seu nome original, no caderno de Cinema da Rede Bom Dia de jornalismo, edição de Itatiba, São Paulo)
 
 
 

“Infelizmente filme sucumbe. Críticas sociais tão promissoras se perdem totalmente em trama que se entrega a ação barata demais. O que era pra ser uma das grandes surpresas figura como uma das grandes decepções do ano.” 


 


 

Quando o sul-africano radicado na Canadá, Neill Blomkamp, anunciou em 2011 qual seria seu próximo projeto, fez-se um silêncio de apreensão. Afinal, depois de ter sido indicado há 4 Oscars em 2010 por “Distrito 9”, um verdadeiro “arrasa quarteirões” que revigorou os ideais de ficção científica, o que mais poderia se esperar? Mas uma distância existe entre o que se espera e o que se é de fato. E a realidade é que esse projeto que estreia nesta sexta-feira nos cinemas do país, “Elysium (Elysium, EUA, 2013), é uma grande decepção. Infelizmente. Na realidade, para “Distrito 9”, Neil contou com o apadrinhamento de Peter Jackson (o humilde diretor de “O Senhor dos Anéis”, a bilheteria “monstra” da história do cinema), pois o projeto era tão autoral e autêntico que Peter não pensou duas vezes. O filme trouxe um visual arrojado, uma crítica que surgiu como um “tapa na cara” da Europa e conquistou de imediato. Para compor “Elysium” Neil contou com o banco da Sony que aceitou o projeto, ele mesmo escreveu o roteiro e tudo era muito promissor. Ainda assim alguma coisa faltou. Seria o nome de Peter?
 

Crítica: Vozes Inocentes (2005, de Luis Mandoki)








Ficha técnica

Título original: Voces inocentes
Lançamento: 8 de abril de 2005
Nacionalidade: EUA, México
Gênero: Drama/ Guerra
Direção: Luis Mandoki
Com: Carlos Padilla,Leonor Varela, José Maria Yazpik, Ofélia Medina...



Sinopse: Anos 80. Chava (Carlos Padilla) é um garoto de 11 anos que, após seu pai abandonar a família em meio à guerra civil de El Salvador, se torna o "homem da casa". Por causa da guerra as forças armadas do governo recrutam garotos de 12 anos, retirando-os das salas de aula. Chava ainda tem um ano até ser também recrutado, sendo que neste período precisa conseguir um emprego para ajudar sua mãe (Leonor Varela) a pagar as contas e também escapar da violência diária causada pela guerra civil.

Crítica: Alabama Monroe (The Broken Circle Breakdown - 2013, de Felix Van Groeningen)



Um dos mais poderosos filmes de 2013! Essa é a melhor maneira de descrever o triste 'Alabama Monroe', produção belga que está fazendo sucesso entre os críticos mundo afora. Pode-se comparar o filme com outra obra poderosa: 'Namorados Para Sempre', filme queridinho entre cinéfilos e de triste conteúdo, sobre a aceitação de um fim de relacionamento. Aqui neste filme, o caminho é quase o mesmo, porém um tanto mais depressivo. Elise e Didier se apaixonam perdidamente e começam sua família. Ela é uma garota quente, com estilo (cheia de tatuagens) e espiritualizada em algumas crenças. Ele é um cantor country, o típico cowboy, porém é ateu e tem uma visão mais realista e científica da vida. Quando sua filhinha luta contra um severo câncer, suas crenças e sua relação são postas à prova, entregando algumas das mais fortes cenas do cinema mundial deste ano.

O Melhor Filme - Edição 2: O Artista (2011, de Michel Hazanavicius)



Um filme moderno, mais precisamente de 2011. É francês, preto e branco e mudo. O que mais? Ah sim, abocanhou 5 Oscars, incluindo Melhor Filme! Bem vindos a nossa segunda edição do 'Melhor Filme', onde a proposta é falar dos vencedores do Oscar na categoria de 'Melhor Filme' de cada ano. A nossa primeira edição foi do vencedor de 2013, o filme 'Argo' de Ben Affleck. Confira a crítica aqui! Agora chegamos neste 'O Artista', vencedor de 2012 nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor para Michel Hazanavicius, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator para Jean Dujardin. Nesta crítica irei dividir a matéria em duas etapas: primeiro as características técnicas e cinematográficas do filme, e após isso irei falar da mensagem e da metalinguagem poética e histórica da obra.

Crítica: O Paciente Inglês: (1996, de Anthony Minghella; Vencedor de 9 Oscars)




Um filme vencedor de 9 Oscars, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor (Anthony Minghella), Melhor Atriz Coadjuvante (Juliette Binoche), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Mixagem de Som. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Ator (Ralph Fiennes), Melhor Atriz (Kristin Scott Thomas) e Melhor Roteiro Adaptado. Confesso que demorei bastante para ver este filme. Após o término do filme foi que me apercebi de que deveria tê-lo visto antes. Que filme fantástico! Uma obra poderosa, linda e tocante em cada momento. Na trama, Juliette Binoche é Hana, uma mulher que perdeu seu amado na guerra. Enfermeira, ela cuida de um misterioso paciente inglês, com queimaduras por todo corpo. Este paciente (Ralph Fiennes) começa a narrar sua história de amor com uma mulher casada (Kristin Scott Thomas), enquanto que aos poucos começa a lembrar de tristes fatos que o levaram aquela situação.

Filmes para se ver nos cinemas em Dezembro:



Na nossa primeira matéria de fim de ano, saiba o que ver nos cinemas nesse mês de Dezembro. Assista ao trailer e veja alguns pôsteres. Farei um breve comentário dos filmes, incluindo links com críticas antecipadas que nossa equipe já fez. Lembrando que estas são as datas de lançamento dos filmes no Brasil, onde alguns deles já saiu mundo afora à algum tempo e outros estão sujeitos a mudança na data de lançamento. Vamos lá?


Fim de ano 'Minha Visão do Cinema' - fique atento!


Olá amigos e leitores do 'Minha Visão do Cinema'. Começam oficialmente hoje as postagens especiais desta reta final de 2013. Apesar da falta de tempo de todos os autores do blog e de alguns pequenos problemas com conexão de internet e servidores, iremos fazer um esforço sincero para trazer diversas matérias interessantes, variadas e divertidas. Entre o dia de hoje (25 de Novembro) até a virada do ano (31 de Dezembro) traremos diversas críticas atrasadas de alguns pedidos que nossos leitores fizeram. Iremos postar ainda críticas de alguns lançamentos e alguns filmes lançados durante 2013. Traremos matérias de fim de ano, como 'Filmes para Destruir o seu Natal'. Iremos dar prévias e mostrar os primeiros trailers de alguns filmes que poderão ser sucesso no ano que vem, traremos um resumão do ano no que foi sucesso ou fracasso em críticas e bilheterias. Iremos trazer ainda interessantes matérias sobre alguns filmes de terror.

Como não pode faltar, além de recapitular o ano cinematográfico em si, iremos recapitular o desempenho do nosso blog durante 2013. Sim, até dia 31 de Dezembro iremos trazer muitas boas matérias para você, amado leitor. E não pára por aí. Durante os 3 primeiros meses de 2014, época de férias, descanso, verão, alguns feriados e onde parece que o ano começa a engrenar, continuaremos a trazer as matérias especiais, como listões dos melhores e piores, as surpresas e as decepções durante o ano de 2013. E não perca nossa cobertura completa do Oscar 2014, no qual já está esquentando e já temos alguns dados aqui no blog. Neste fim de ano, tempo de férias e início de outro ano, fique atento no 'Minha Visão do Cinema' e todo o material diversificado que traremos para sua diversão. 


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Crítica: Jogos Vorazes - Em Chamas (2013, de Francis Lawrence)



Gosto da franquia 'Hunger Games' por vários motivos, mas o principal deles é o fato desta saga apresentar aos jovens adultos algo além do mero entretenimento, por mais rasa que seja essa proposta no primeiro filme. Suzanne Collins guardou seu arsenal de cenas memoráveis, paradas cardíacas e críticas políticas para o segundo livro e isso fica bem claro também no cinema.

'Em Chamas' já começa bem diferente do primeiro longa. Se em Jogos Vorazes, o espectador se sentia um pouco perdido no contexto da trama, já que a narração é feita em primeira pessoa (sob a perspectiva da Katniss), aqui a personagem continua sendo o fio condutor, mas o fato de ter passado pelas experiências da arena revelam novos olhares para o sistema imposto pela capital e isso reverbera na maneira como nós também enxergamos os fluxos da história.

Crítica: A Marca da Pantera (1982, de Paul Schrader)



Neste período de filmes de terror que a equipe do blog 'Minha Visão do Cinema' estendeu até dia 01 de Dezembro, trazemos este clássico de 1982. 'A Marca da Pantera' é um remake do clássico 'Sangue de Pantera', de 1942; embora que este seja bem diferente do original. O diretor Paul Schrader  imprime na obra suspense psicológico, boas doses de terror e erotismo, características nas quais sempre gostou de trabalhar em seus filmes, como o bom 'Marcas da Violência' e 'Gigolô Americano'. O filme parece não ter sido tão bem aceito na época, mas com o passar do tempo vem se tornando cult e sendo bem lembrado. Na trama temos a reaproximação de dois irmãos, vividos pelo ótimo Malcolm McDowell (do excelente 'Laranja Mecânica') e a sexy Nastassja Kinski. A bela Irena (Nastassja Kinski) começa a descobrir suas origens, e assim como seu irmão, tem um instinto sexual selvagem, onde na verdade são descendentes de um tribo de pessoas que viram panteras. É aí que começa uma trama carregada de sedução e morte.

Crítica: No One Lives (2013, de Ryuhei Kitamura)



O período de postagens de terror foi estendido devido à atrasos nos post's e problemas de servidor. Até o dia 01 de Dezembro traremos algumas críticas e matérias dedicadas ao terror. E aqui vai mais uma: 'No One Lives', ainda sem previsão de estreia no Brasil. Mesmo não trazendo nada muito inovador, o filme carrega cenas bem fortes e eletrizantes, além de boas reviravoltas. Temos aqui um roteiro mediano, onde uma ou outra característica se revela original. Devo dizer que no quesito originalidade, o início do filme tem a melhor parte, onde o que deveria ser clichê torna-se surpreendente. Logo após esta reviravolta é que o filme engrena. E no que a ação e o terror tomam conta, tudo que você já viu em um filme de terror também.

SNACK #25: Dogma (1999, de Kevin Smith)



Na crítica SNACK (snack = lanche rápido = crítica rápida), edição 25; trago esta ácida e sarcástica comédia. Um humor sem censura e pudor, onde o diretor Kevin Smith não tem medo de inflamar e cutucar as feridas da igreja católica e religiões em geral. Uma sátira amarga às distorções e crenças na Bíblia. O filme conta com um elenco espetacular, que inclui Ben Afleck, Matt Damon, Linda Fiorentino, Chris Rock, Alan Rickman, Jason Lee, Salma Hayek e até a cantora Alanis Morissette (interpretando uma versão "aluada" e drogada de Deus, acredite!). Considerada a melhor comédia de 1999 (um dos grande anos do cinema mundial), o filme debocha e brinca com profecias, criaturas celestiais e as crenças na religião. Tudo é posto no chinelo de maneira corajosa. Um humor chulo e na maioria das vezes inteligente, que "samba na face" de muitos líderes religiosos. Esqueça todo tipo de humor que você já viu. Aqui o ponto de partida do humor negro é a fé. 

SNACK #24: Coração de Dragão (1996, de Rob Cohen)




Na crítica SNACK (snack = lanche rápido = crítica rápida), edição 24; a equipe do 'Minha Visão do Cinema' traz este clássico da 'Sessão da Tarde', um épico de fantasia muito emocionante. Este é um de meus filmes bobos favoritos. Sob a direção de Rob Cohen, cujos melhores filmes foram os primeiros (vide o exemplo dos primeiros 'Velozes e Furiosos' e 'Triplo X'), 'Coração de Dragão' traz a história de um tirano rei que se torna imortal por receber metade de um coração de Draco. Anos depois, um corajoso cavaleiro (o último que segue o velho código) decide matar os dragões, afim de assim eliminar o rei mau. É quando este nobre cavaleiro (Dennis Quaid) cria um  forte elo de amizade com o último de todos os dragões, Draco - o qual dividiu seu coração com o perverso rei. Com esta trama simples o filme te captura e te prende até o final.

SNACK #23: Uma Ladra Sem Limites (2013, de Seth Gordon)

 

Esta é nossa crítica SNACK número 23, onde falaremos rapidamente da comédia 'Uma Ladra Sem Limites'. Dirigida pelo competente Seth Gordon, do bom 'Quero Matar Meu Chefe', esta é uma das comédias mais "padrão" do ano. Por que digo isso? Porque o filme diverte na primeira vez que se assisti, e só. Embora Jason Bateman seja um bom ator em dramaticidade e Melissa McCarthy seja hilária (a gordinha de 'Missão Madrinha de Casamento' parece ter mesmo nascido para comédias), o filme segue uma regra formuláica das atuais comédias. Uma ou outra piada funciona, outras não. O filme passa a típica mensagem bacana no final, e mesmo com umas sacadinhas de duplo sentido, é uma comédia leve.